História Uma Docete qualquer - Capítulo 28


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Boris, Castiel, Charlotte, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nette, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette
Visualizações 16
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente, perdão por ter demorado pra postar um capítulo. Tiver escrever um roteiro p um projeto que consumiu todo meu tempo e criatividade, só o terminei ontem e me encarreguei de escrever o mais rápido possível para atualizar a fic.

Segundamente, boa leitura My Sweets

Capítulo 28 - Um Casal


Robert: Meu amor? Acorda filha… LORENA!

Lory: O que? Quando? Como? — acordei assustada — ah...pai, o que faz aqui? Que horas são?

Robert: Vim te chamar para tomar café da manhã. São 10:00, anda, vamos logo. Você tem de sair com

seu “amigo” às 15h e quero aproveitar o máximo de tempo possível com você — ele me puxou rapidamente da cama sem nem me dar tempo de responder.

Lory: Ok, ok, já desço — fiz ele parar andar — tenho que fazer as higienes matinais e tirar o pijama, me espera na cozinha, pai — ele concordou e saiu do meu quarto.

Sinceramente, não entendo como ele e minha mãe acabaram juntos, ela é tão calma e serena e ele tão agitado e impulsivo, tão opostos.
 

Terminei de fazer minhas higienes e troquei de roupa, desci para cozinha onde meu pai já me esperava com sua caneca de café em mãos.

Robert: Não queria que pegasse esse meu hábito de tomar café — ele disse me acompanhando com olhar; peguei meu café, torrada que meu pai fez e geleia — podia tomar chá como sua mãe.

Lory: Eca, chá é péssimo papai.

Robert: Concordo com você — rimos juntos.

Terminamos nosso café da manhã e logo começamos a decidir o que fazer durante o dia. O cinema da cidade está promovendo durante esse mês uma grade de filmes clássicos, combinamos de assistir o máximo que conseguirmos e depois almoçarmos juntos. Então ele me deixaria no parque, para encontrar o Lys.

Sinceramente, não queria pensar nisso de encontrar com ele até que a hora chegasse. Não sei como vou contá-lo o que aconteceu ontem e muito como ele vai reagir. Por que fiz aquilo? Sou uma idiota mesmo…

Robert: Está me ouvindo — quando voltei a realidade já estávamos em frente ao cinema — como eu estava dizendo, temos três opções: Drácula, Clube da Luta, embora não seja assim tão clássico é um bom filme, e Psicose. Vai querer qual? Opto por Psicose.

Lory: Por mim, está ótimo, amo esse filme.

Compramos os ingressos e assistimos ao filme, depois ainda vimos mais uns dois outros clássicos: um romance épico e outro comédia.

Fomos almoçar num pequeno restaurante próximo ao cinema.

Robert: Como você está? — o olhei como se perguntasse “como assim?” — ora, com relação a esse Lysandre, você vai encontrá-lo daqui a pouco.

Lory: Estou um pouco nervosa, mas vai ficar tudo bem espero — me sentei em frente ao meu pai.

Não demoramos muito a sermos atendidos e logo nossos pedidos chegaram. Como a companhia do meu pai é super descontraída nem me dei conta que já eram 14:55, do restaurante onde estávamos até o parque levaria no mínimo 30 minutos, vou chegar atrasada, que droga.

Lory: Vamos pai — o apressei olhando levemente para trás estávamos já a entrada do Parque. Estava tão distraída que acabei esbarrando em alguém — Oh, perdão, não te vi.

???: Sem problemas — quando percebi quem era meu coração quase parou.

Lory: Lysandre… o-oi — eu estava ofegante já que vim correndo.

Lysandre: O-oi Lory — ele parecia nervoso também, acho que estava indo embora. Ficamos nos fitando por uns minutos, até meu pai chegar.

Robert: Arf… arf… eu não sou tão jovem querida, podia me esperar pelo menos — quando ele chegou, saímos do nosso transe e ele logo percebeu quem era.

Lory: P-pai, esse é o Lysandre… Lysandre, meu pai — falei olhando de um para o outro os apresentando.

Lysandre: Oh, prazer senhor Grinn. Perdão por nos conhecermos assim, não esperava vê-lo aqui — ele estendeu a mão para cumprimentar meu pai que apertou de prontidão me olhando.

Robert: Prazer, Lysandre — ele se direcionou para mim — *sussurro* ele é educado, gostei dele — Lys pelo que pareceu conseguiu ouvir e fez uma cara de incompreendimento e cutuquei meu pai com o cotovelo insinuando que era para ele ficar quieto — bom, vocês têm que conversar e eu preciso de um banho urgentemente, então os deixo aqui — voltou a se direcionar para mim — qualquer coisa me ligue que venho lhe buscar sim? Bom, tchau Lysandre e toma conta dela, ok? — Lys concordou e engoliu em seco com o tom levemente ameaçador do meu pai.

Ele foi embora nos deixando sozinhos com um silêncio constrangedor no ar.

Lory: Er… vamos nos sentar em um banco — falei quebrando o silêncio, ele concordou com a cabeça e nos direcionamos ao um dos bancos do Parque.

Lysandre: Bom… é… eu queria…

Lory: Deixa eu falar primeiro? Talvez você nem precise falar mais depois — ele não entendeu, mas concordou e me deixou continuar — bom, quero que saiba de uma coisa sobre mim, eu sou muito impulsiva, ajo pela emoção, o que me faz cometer inúmeros erros e um deles, depois do que vi ontem — ele engoliu a seco — foi ter transado com o Castiel — ele arregalou os olhos, mas não saiu dali, o que já é bom — bom, quero que saiba que me arrependo disso e, embora eu não mereça, te peço desculpas.

Lysandre: Bom, uau… não esperava por isso, mas te entendo — foi minha vez de arregalar os olhos — não posso te julgar, sabe? Embora tenha sido por motivos bobos, eu também errei ontem, e antes também. Não devia ter insinuado que você e o Castiel teriam algo, muito menos ter me deixado levar quando a Rosalya me beijou. E mesmo que não tenha sentido nada com isso, me senti péssimo ao ver você naquela situação, só de pensar que te magoei, foi desesperador — ele estava tão calmo, não vi um pingo de falsidade em suas palavras.

Lory: Você não está com raiva? Sabe, sobre mim e o Castiel?

Lysandre: Eu já sabia — o olhei assustada — ele me contou, antes mesmo de combinarmos de nos encontrar. Na hora fiquei, com muita raiva, queria socar ele, principalmente pela forma como ele disse.

Lory: Como ele disse? — pela primeira vez desde que chegamos, ele desviou o olhar — como, Lysandre?

Lysandre: Foi por mensagem, quero que você leia, até para não achar que inventei.
 

“De Castiel:

Hey, te falar, comi a Lorena hoje. Só queria mesmo te dizer que agora, pode ficar com ela.
Na verdade, acho que nem queria nada mesmo, deve ter sido desejo sexual por ela ter voltado de repente e principalmente por não querer perder para você.

Agora sei que não significa nada para mim mesmo, pode ficar.” 

Então era isso? Esse tempo todo, ele só estava fingindo? Não consigo acreditar em como ele foi tão baixo, ainda bem que para mim não significou nada também.

Lory: Ótimo — Lysandre me olhou sem entender — como eu disse, foi impulso, eu nem queria e me arrependi assim que ele foi embora.

Lysandre: Então não significou nada para você? — neguei com a cabeça e ele suspirou aliviado — ufa, achei que por ter acontecido isso… você pudesse… querer voltar com ele ou coisa do tipo.

Lory: Então você ainda quer tentar algo comigo? Pensei que com o beijo, você fosse voltar a sentir algo pela Rosa.

Lysandre: Sim, quero — não pude deixar de sorrir — e quero que saiba, que o beijo, ontem com a Rosa, eu não senti nada, sabe? Aquele calor ou formigamento pelo corpo, na verdade, depois foi até engraçado porque me senti cometendo quase um incesto. Agora sei que meu amor por ela não passa de algo fraternal. Enfim, ela não mexeu comigo igual você mexe.

Lory: Ela me explicou um pouco isso ontem - falei nervosa, tenho certeza que fiquei vermelha

Lysandre: Como assim?

Lory: Conversamos por telefone, ela me explicou o que aconteceu, porque ela fez o que fez.

Lysandre: Então vocês estão numa boa? Quer dizer, como amigas?

Lory: Oh, sim, estamos.

Lysandre: Fico feliz — de novo o silêncio constrangedor.

Lory: Quer jantar lá em casa hoje?

Lysandre: Mas...mas… seu pai vai estar lá.

Lory: Sim, e o que tem? Ele já sabe sobre nós — ele me olhou assustado — eu conto tudo para ele, sem contar que ele gostou de você.

Lysandre: O que ele quis dizer com isso, naquela hora?

Lory: Veja bem, ele só conheceu dois dos meus namorados. Minha ex, Natasha — Lysandre me olhou assustado de novo — sim, já namorei uma menina e, é bom que saiba, que fico com menias també.

Lysandre: Vou ter que me preocupar até com as meninas agora? Que complicado — ri de sua reação.

Lory: Bom, continuando, eles, no caso meu pai e minha mãe, gostavam muito da Natasha, só que por termos que nos mudar, acabamos terminando. E, o outro foi o Castiel, que chamava meu pai de “Bob” e não tinha um pingo de respeito por ele, meu pai não gostava nem um pouquinho de me ver com o Castiel. Por isso ele gostou de você, você foi educado, mostrou respeito e principalmente preocupação comigo.

Lysandre: Entendo.

Lory: Por isso penso que não tem problema você ir jantar conosco, acho que vão se dar bem.

Lysandre: Nesse caso, eu aceito — sorri feito criança — mas agora vamos conversar sobre como ficamos, ok? Para não termos mais esses problemas — concordei com a cabeça.

Passamos o resto da tarde conversando, foi tão bom ter ele ali, comigo assim pertinho, rindo e descontraído. Acho que posso dizer agora com mais certeza que estou apaixonada pelo Lysandre, só quero que dê certo, dessa vez.

Quando o sol começou a se por, fomos para minha casa, e quão grande foi minha surpresa quando o Lysandre pegou minha mão, entrelaçando nossos dedos, me pôs de forma me obrigando a encará-lo e logo em seguida ele selou nossos lábios em beijo apaixonado, necessitado e carinhoso.

Só nos separamos quando faltou ar, seguimos de mãos da para minha casa.

 

Lory: Oi pai, voltei.

Robert: Oi filha, oh - ele olhou para mim e depois para o Lys.

Lory: Chamei ele para jantar com a gente, não tem problema não é?

Robert: Não, claro que não, então quer dizer que vocês se acertaram?

Lysandre: Bem, sim — Lysandre que até então não tinha dito uma palavra, me abraçou pela cintura olhando fixamente para meu pai.

Robert: Hum - ele olhou o platinado de cima a baixo — cuide bem dela viu rapaz? Se não você vai ser ver comigo — ele passou o indicador no próprio pescoço e depois aponto para o Lys.

Lysandre: P-pode deixar — eles ficaram se encarando ameaçadoramente por uns segundos, tô sentindo o clima pesar, isso não é bom.

Robert: Que ótimo então que se acertaram, venham sentem, fiz lasanha.

Lory: Ufa — os dois me lançaram olhares interrogativos — bom, vamos comer?

Eles apenas assentiram e se sentaram a mesa logo depois de mim.
Como eu já esperava, os dois se deram super bem e posso até dizer que já são amigos. Tinham bastante assuntos em comum o que facilitou muito a comunicação entre eles. Era até engraçado vê-los conversando sobre época vitoriana e tudo mais.

O dia com meu pai foi ótimo, a tarde com o Lys correu perfeitamente bem e o jantar com eles, foi bem relaxante, acho que dessa vez tudo vai dar certo. Estou tão feliz.


 


Notas Finais


espero q tenham gostado

bjs doces


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