História Uma Docete qualquer - Capítulo 29


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Boris, Castiel, Charlotte, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nette, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette
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Palavras 2.097
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


olha quem estava inspirada e resolveu postar logo dois capítulos?
Espero que gostem.
Boa leitura Cupcakes

Capítulo 29 - Porão


Lysandre foi embora ao fim do jantar e meu pai, como sempre, só o esperou passar pela porta para começar as perguntas.

Robert: E ai, como foi?

Lory: O fato dele ter vindo aqui explica, não?

Robert: Que vocês se entenderam eu percebi, quero saber como foi a conversa. Como vocês vão ficar daqui para frente?

Lory: Da melhor forma possível, espero. Vai dar certo dessa vez.

Robert: Então estão namorando? Porque se for isso, não teve um pedido decente pra mim.

Lory: Bem, não, quer dizer não sei. É complicado.
Robert: Na minha época essas coisas eram mais simples.

Lory: Devia ser, papai. Agora, se me der licença, quero tomar um banho e dormir. Dia longo.

Robert: Ok princesa — ele veio até mim e me deu um beijo na testa — boa noite.

Lory: A propósito — virei já ao meio da escada — que horas vai embora amanhã?

Robert: Ainda não sei — mas, deve ser na parte da tarde.

Lory: Ok então, boa noite, até amanhã — continuei subindo as escadas em direção ao meu quarto.

Chegando no cômodo fui direto para meu banheiro tomar o tão desejado banho que meu corpo pede. Liguei a ducha me despi e me atirei embaixo do chuveiro, deixando a água quente bater em meu corpo relaxando meus músculos.

Ainda não acredito que eu realmente me entendi com o Lysandre, a partir de hoje não vou deixar ninguém nos atrapalhar, pelo menos tentar. Tenho o dom de estregar as coisas. Enfim, será que ele realmente está feliz com essa decisão? Será que realmente não sentiu nada ao beijar a Rosa?
Para, para de pensar nessas coisas, Lorena!
Repeti para mim mesma várias e sai do banheiro. Vesti um pijama qualquer e adormeci.
                                                                 ***

9:00AM eu já tinha levantado, estranhamente minha casa estava silenciosa.

Será que meu pai ainda está dormindo? Ele não costuma levantar até tarde.

Desci para cozinha que estava vazia, estranhei. Fui a geladeira tinha um bilhete pendurado.
"Tive que sair cedo, beem cedo, perdão não ter me despedido de você.
Beijos, pai te ama”

 

Nenhuma novidade, pensei. Mas, foi bom ter passado um tempo com ele. Queria que minha mãe também tivesse vindo, será que eles voltam mesmo daqui duas semanas?

Bom, sem meu pai, fiquei sem ter o que fazer durante o dia. Pensei em chamar o Lysandre para fazer algo, mas desisti, não queria forçar a barra. Poderia chamar a Rosa para sair, mas, lembrei que ela geralmente dedica todo seu final de semana ao Leigh. Pensei também em chamar o Armin para jogar, mas da última vez não terminou muito bem, quer dizer terminou sim, mas não pode acontecer de novo.
Bom, vou ficar em casa então, s o z i n h a 

E assim se passei meu domingo, comendo, jogando, assistindo filmes. Até que, adormeci, com um bom pressentimento para o próximo dia
                                                                               ***

5:00AM e mais uma semana se inicia. Me levantei preguiçosamente e fui em direção ao banheiro tomar um rápido banho e me vestir. Optei por uma saia - não muito curta, mas, que ia até à altura das coxas - jeans clara e uma camisa preta com o símbolo de uma banda que gosto em vermelho, tênis e um casaquinho fino; os cabelos soltos, um rímel e um gloss levemente rosado. E, estou pronta para mais um dia.

Mal pisei na escola e um platinada pulou no meu pescoço.

Rosa: Lory. Me perdoa, perdão, perdão, perdão — ela mal me deixava respirar.

Lory: R-rosa t-tá me s-sufocando — ela me soltou me encarando — cof, cof, eu já não tinha te perdoado?

Rosa: Bem, sim. Mas, eu tinha de pedir pessoalmente. E você e os Lys. Como foi?

Lory: ah, bem — fui interrompida com a súbita chegada de um platinado atrás de mim, me abraçando e depositando um beijo na minha bochecha — como pode ver…

Rosa: IIhh, que lindos — ela começou a dar pulinhos — então foi tudo sábado? Que bom, maravilhoso, na verdade.

Lory: Rosa, respira, calma — Lysandre ainda estava com o braço em volta da minha cintura rindo da reação da platinada.

Rosa: Vocês estão namorando então? — o sorriso do Lysandre desapareceu e eu provavelmente corei.

Lysandre: B-bom… Er… b-bem — mesmo incomodado ele não me soltou

Lory: Não chegamos num consenso ainda — o olhei e o ele respirou aliviado.

Lysandre: Se me dão licença, preciso ir, tchau — me deu um leve selinho e acenou para Rosa, se afastando.

Rosa: Se não são namorados, são o que?

Lory: Hum, amigos coloridos com cláusula de exclusividade?

Rosa: É um bom nome hihi — mas, como ele reagiu, sabe… com o negócio do Castiel?

Lory: Ah, bom, o Castiel já tinha contado para ele — ela arregalou os olhos — pois, é, pior é contou como se tivesse tipo uma aposta, sabe?

Rosa: Entendo, mas como o Lys ficou?

Lory: Ele disse que na hora ficou com raiva, mas, que mesmo assim não queria desistir de tentar algo comigo.

Rosa: Que fofo, acho vocês um casal lindo, espero que deem certo, de verdade — não parecia ter um pingo de falsidade em sua voz.

Lory: Bom, espero que sim — fomos interrompidas pelo sinal que indicava o começo das aulas.

Só quando entrei na sala lembrei que aula era aquela, lembrei que era a maldita aula que fiz dupla com o Castiel, teríamos que apresentar aquela dissertação hoje. Como fui esquecer? Trinta minutos se passaram e nem minha dupla e, por sorte, meu professor tinha chegado. Entrou então um dos expetores na sala.

Expeteor: O Professor teve alguns problemas e não vai poder vir hoje, mas, me disse que vocês teriam que apresentar um trabalho hoje, façam o favor de me entregar a parte escrita.

Quando ele terminou o anúncio suspiramos alivíados. Por sorte a parte escrita desse trabalho eu já tinha colocado junto dos livros. As aulas da manhã correram bem, por sorte o Castiel não deu as caras.

 

Quando estava prestes a sair da sala senti uma mão me puxando rapidamente para fora, só então percebi que era o Lysandre, mas o que deu nele?
Ele me levou para uma espécie de porão.

Lory: O que... — mal fiz minha pergunta e ele me beijou, carinhosa e intensamente.

Lysandre: Estava com saudade — disse ao nos separarmos por falta de ar.

Lory: Tinha que me arrastar para cá pra isso… um beijo? Podia ter feito isso na sala mesmo.

Lysandre: Não pretendo parar no beijo — ele me olhou maliciosamente, de uma forma que nunca me olhou antes.

Lory: Como? — o perguntei incrédula, ele realmente queria transar ali? No meio de um monte de caixas de papelão?

Lysandre: Sabe, eu realmente entendi/aceitei o fato de você e o Castiel terem transado — ele disse essa última parte num sussurro, quase que em negação — mas, saiba também, que não fiquei nem um pouco feliz com o fato de outro de te tocado, te beijado, te visto como só eu posso ver. Quero te mostrar que é minha, só minha — ok, eu não gosto desses pronomes possessivos, mas a forma como ele disse, me encarando, com a voz rouca e incrivelmente sexy, confesso que não liguei muito.

Lory: Sua? — mesmo tendo gostado nada me impedia de brincar um pouco.

Lysandre: Ainda não, mas — nesse momento ele me puxou pela cintura deixando nossos rostos a centímetros de distância, com as testas coladas — vai ser — então ele me beijou de novo, de forma mais quente, erótica.

Lory: Tem certeza que quer… aqui?

Lysandre: Ninguém vem aqui, sem contar que a adrenalina deixa mais divertido, não acha? — ele olhou em volta e depois voltou a me encarar, quase me devorando com os olhos. Não sei o que fizeram o tímido Lysandre, mas, to amando esse.

O beijei em resposta, confesso que transar na escola é um fetiche e tanto. Sem se demorar muito ele levantou minha blusa e a tirou. Voltou a me beijar enquanto tentava abrir meu sutiã, quando conseguiu, deixei a peça cair e ele passou a beijar meu pescoço, colo até chegar em meus seios que logo os sugou, lambeu e mordiscou sempre alternando entre um e outro. Eu já estava em êxtase com aquele contato.

Comecei então a abrir sua camisa e a tirei. Passei a beijar seu pescoço e fui descendo, até ficar ajoelhada, abri seu cinto e sem demora, desci sua calças junto de sua cueca. Seu membro já duro, pulou para fora, minha boca salivou. Abocanhei seu pênis, quase que inteiro o fazendo grunhir e gemer meu nome o que me deixou com ainda mais vontade de continuar, e foi o que fiz, continuei com movimentos rápidos de sobe e desce, fazendo sucção vez ou outra e massageando seus testículos. Lysandre estava vermelho e ofegante quando me subiu me colocando sentada sobre uma das caixas - que eu pedi pra Deus para aguentar meu peso.

De uma forma que nem eu entendi muito bem, ele tirou minha saia a jogando em algum canto, rasgando minha calcinha com um puxão forte que me fez soltar um gemido e ele sorrir.

Lysandre: Está tão molhada, Lory. Isso tudo é para me receber? — disse me penetrando com um dedo; o olhei ofegante, mas, insinuantemente, em resposta — pois, bem — ele retirou o dedo de mim o passou em meus lábios, me fazendo sentir meu próprio gosto me beijando em seguida.

Se abaixando rapidamente, ele pegou uma camisinha que creio que estava no bolso das calças. A colocou, sem desviar os olhos dos meus por um segundo. Sem aviso, ele me penetrou de um só vez, me fazendo gemer alto e ele tapar minha boca uma mão.

Lysandre começou então com estocadas fortes, mas lentas, ele saia lentamente quase que por inteiro e depois entrava fortemente.

Lory: M-mais rápido — pedi entre gemidos.

Lysandre: Só depois que disser — o olhei interrogativamente — vamos Lory — nisso ele deu outra estocada forte — diga.

Lory: S-sou sua, somente sua, agora por favor, mais rápido — pedi suplicante com a voz arrastada

Os olhos dele brilharam e ele começou com estocadas mais rápidas, fortes, me fazendo gemer alto, esquecendo completamente de onde estávamos, ele tapava minha boca com a mão mas, quase sem forças para conter os próprios gemidos.

Logo ele se sentou no chão mesmo, e me chamou, com um dedo, para me sentar em seu colo. Assim o fiz, sentei e comecei com movimentos de sobe e desce lentos, sempre o encarando, vendo-o arfar e dizer meu nome arrastadamente. Levando sua mão ao meu ponto sensível, ele me estimulava naquela região enquanto eu rebolava e quicava em seu colo mais rápido. Sempre me olhando, e eu sem vontade nenhuma de quebrar esse contato visual.

Lysandre: L-lory…

Lory: L-lys…ah

O beijei e gozamos, jutos. Continuamos naquela posição por uns minutos, recuperando o fôlego e sem tirá-lo de mim, eu deitada em seu peito enquanto ele acariciava meu cabelo.

Lysandre: Temos que voltar para aula.

Lory: Eu sei, acabamos perdendo a hora a do almoço. O que deu em você hoje?

Lysandre: Não sei — ele deu de ombros — realmente estava com saudades de você.

Lory: Embora seja sua culpa, eu também estava.

Lysandre: Eu sei — beijou o topo da minha cabeça — por isso quero compensar esse tempo perdido o máximo possível — ele me olhou maliciosamente de novo — tô com muita fome.

Lory: Bom, vai continuar, perdemos a hora do almoço.

Lysandre: Não foi isso que quis dizer.

Lory: Sei que não. Mas você tem que ficar de castigo um pouquinho — levantei o olhar para encará-lo, parecia assustado.

Lysandre: Como assim “castigo”?

Lory: Você merece, não acha? Insinuando as coisas, me magoando — falei ironicamente.

Lysandre: Ora sua, me desculpe ok, prometo compensá-la.

Lory: É? E como? — ele sorriu maliciosamente — sexo não resolve tudo, sabia?

Lysandre: Eu sei, mas, ajuda bastante — me levantei e comecei catar minhas roupas espalhadas.

Lory: Não acredito que você rasgou minha calcinha. Vou ter que ficar sem o resto do dia! Sem contar que era uma das minhas preferidas.

Lysandre: Perdão, mas sinceramente, prefiro você sem. Até para mais tarde.

Lory: Como assim?

Lysandre: Você vai jantar, na minha casa hoje. Ok?

Lory: Tipo um encontro?

Lysandre: Exatamente — ele se levantou e beijou meu pescoço, me causando arrepios.

Lory: Ok então — o beijei levemente.

Depois disso nos vestimos e saímos do tal porão. Percebendo enfim, que as aulas já haviam começado.

Quando entramos na aula — que por sorte era do Prof. Faraize que não brigava muito por essas coisas — não faltou olhares interrogativos sobre a gente.

Rosalya me encarou com cara de quem me faria um interrogatório mais tarde, Alexy não ficava atrás. Mas, o que me chamou atenção, foram dois orbes azuis, com certa tristeza, olhando diretamente para mim.


Notas Finais


Preferi não prometer dois cap hj, pq sempre acontece algo e não consigo postar

O que acharam meus doces, um bom hot? Comentem, sim? Bom, ruim, péssimo, essas coisas

Bjs doces


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