História Uma Docete qualquer - Capítulo 29


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Boris, Castiel, Charlotte, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nette, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier, Violette
Visualizações 36
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem apareceu com um capítulo, na minha opinião, maravilhoso? Euzinha

Espero que gostem
boa leitura, My Sweets

Capítulo 29 - Possessividade


POV Lysandre ON

Ao entrarmos na sala, senti olhares curiosos e um, de um certo gamer, sobre Lorena que não gostei nem um pouco. Tive que segurar o impulso de lhe puxar pela cintura e mostrar a todos que é minha

Minha    

"Sou sua, somente sua”

Os dizeres de Lorena mais cedo martelavam em minha mente e sorria involuntariamente ao lembrar.

Professor: Hum, querem se sentar, por favor? — fui retirado dos meus devaneios pela voz do professor.

Lorena seguiu para o último par de cadeiras disponíveis na sala e eu a segui.

Lory: Estava pensando em que? — perguntou ao se sentar.

Lysandre: Nada demais — sorri, sentando ao seu lado.

Lory: Quer saber o que eu estava pensando? — a olhei interrogativamente — como vou lhe castigar hoje.

Lysandre: Como assim? — meu sorriso morreu.

Lory: Não foi brincadeira mais cedo, sobre deixá-lo de castigo. Agora, vamos prestar atenção na aula — ela disse olhando para o quadro, já eu olhava para outra direção, a direção da mão da Lory, ela levou os pequenos dedos para minha intimidade, acariciando aquela região e apertando levemente por cima do tecido. Não pude conter o pequeno grunhido que saiu dos meus lábios abafadamente — se controla, Lys, estamos dentro de sala. E estou apenas começando — disse olhando e sorrindo maliciosamente para mim, voltando logo sua atenção para o quadro sem tirar a mão da minha intimidade, acariciando ali até o final de duas aulas torturantes, que não consegui prestar atenção nem por cinco minutos.

Quando o sinal tocou, ela se levantou rapidamente saindo da sala sem nem ao menos me olhar. Eu estava duro, como vou sair da assim? Lorena ainda vai me deixar louco. Fiquei uns minutos na sala, após todos saírem, esperando, lá em baixo ficar mais calmo. Chegando ao corredor, já praticamente vazio, Lorena estava em seu armário pegando alguns livros.

Lory: Hum, demorou, aconteceu algo? — ela disse ironicamente sem tirar os olhos do interior do pequeno armário.

Lysandre: Isso não vai ficar assim — afirmei, colocando cada um dos meus braços em volta de sua cabeça, atitude que nem eu mesmo entendi, a fazendo virar e me olhar.

Lory: Tem certeza? — ela disse me olhando diretamente nos olhos — pois, eu acho que vai sim, ficar até melhor. *sussurro* para mim pelo menos — ela disse algo no final que não entendi bem e nem fiz questão.

Lysandre: É, e como?

Lory: Assim você estraga a surpresa, baby  — arregalei os olhos, se aproveitando do meu momento de distração ela passou por baixo de um de meus braços, beijou levemente meu pescoço e seguiu em direção para aula sem nem me dar tempo de responder.
 

Chegando na sala, encontrei Lorena já com sua devida dupla, Nathaniel, ela nem me olhou, sua atenção estava  toda em seu parceiro. Eles só estão sentados, conversando, como colegas de classe que são. Então, por que quero socar o Nathaniel e tira a força Lorena de perto dele? Eu realmente não entendo porque sou tão possessivo em relação a ela, mas só de imaginar outro, perto dela, rindo com ela, beijando-a e lhe tocando, meu sangue ferve.

Sentei-me ao lado de uma garota, não lembro o nome e nem me importo afinal, algo me chamava mais atenção. Estou sentado atrás de Lory, e a frente dela, Rosa e Alexy. Se era proposital (bem provável que seja), ou não, eu não sabia, mas uma vez outra ela se inclinava para falar com os amigos, apoiando os cotovelos na mesa e empinado a bunda na minha frente, logo voltava a sentar-se e fazer a atividade que o professor tinha passado.

Em uma dessas vezes, em que ela se empinou, pude notar o olhar de relance de Nathaniel sob seu corpo, de novo aquela raiva indescritível.

Porque tão possessivo por ela? Por quê? 

As três ultimas aulas correram bem, lentamente, mas bem. E de novo, antes mesmo de dar por mim, Lorena já havia saído da sala. Nem mesmo pelos corredores eu a encontrei. Quando já estava no pátio vi apenas a Rosa e o Alexy, estranhei afinal era pra Lorena estar com eles, não?

Lysandre: Er… — eu não falava diretamente com Rosalya desde aquele dia  — a Lory passou por aqui?

Rosa: Oh sim, se despediu rápido da gente, estava com pressa — ela olhou maliciosamente para o azulado ao seu lado.

Alexy: Verdade, disse algo sobre uma tal surpresa  — ele respondeu o olhar a altura.

Lysandre: Bem, obrigado — um pouco envergonhado e desentendido saí dali.

Decidi ligar para minha… como devo chamá-la? Temos de decidir isso logo. Enfim, depois de chamar algumas vezes, me deixando preocupado, vale lembrar, ela atende.

Lory: Olá, baby

Lysandre: Onde você está?

Lory: Que feio Lys, nem um “oi” eu recebo?

Lysandre: Perdão, oi Lorena, tudo bem? — perguntei ironicamente e ela riu — onde está?

Lory: Chegando na minha casa. 

Lysandre: Ótimo, estou indo para aí.

Lory: Ora, eu não te convidei — esse jogo está tirando minha paciência. 

Lysandre: Ok… — respirei fundo — o que está planejando?

Lory: Nada, você não pode vir porque não pretendo ficar muito tempo, vou sair.

Lysandre: Posso saber onde vai?

Lory: Poder até pode, mas não deve. Beijos, lindo, até mais tarde, tchau.

Lysandre: Espera, o que? Lorena?…Lory? — sem nem me dar tempo de falar algo, ela desligou.

Ah, mas o que está acontecendo? 

Durante esse lento dia, Lorena trocou duas ou três mensagens comigo apenas perguntando-me meu endereço. Pelo menos a ideia de vir aqui hoje ainda estava de pé.

Devia ser umas oito e meia da noite quando minha campainha tocou e eu já sabia quem era. Leigh foi pra casa da Rosa, passaria a noite lá.

Lysandre: Olá meu… — minha voz morreu ao ver o que ela vestia. uma camisola, fina que ia até à metade das coxas, quase transparente, meias 3/8 finas e pela transparência do tecido pude ver uma cinta liga e que ela não usava sutiã, tudo em tons de branco, preto e um salto da mesma cor — VOCÊ VEIO VESTIDA ASSIM? Entra logo — a puxei bruscamente para dentro enquanto ela ria do meu desespero.

Lory: Relaxa, vim de carro, ninguém me viu. Eu acho.

Lysandre: Como assim “acha”?

Lory: Como vou saber se não me viram enquanto esperava o carro?

Lysandre: Quer saber, esquece, não quero mais falar sobre isso.

Lory: Legal! Espere só até ver o que eu trouxe para “brincarmos”.

Lysandre: Brincarmos? — arquei uma sobrancelha gostando do rumo dessa conversa.

Lory: Corrigindo, para eu, brincar com você.

Lysandre: O que? — ela não me respondeu apenas adentrou mais minha casa indo em direção a cozinha.

Lory: O cheiro está ótimo, vamos comer?

Lysandre: Depende do que você pretende me dar.

Lory: Vou te dar tudo, baby — sorri — só não do jeito que você está acostumado — meus sentimentos são um misto de medo e curiosidade — vamos, me sirva — ela me deu uma ordem?

Chegando a cozinha ela se sentou a mesa e me observou preparar os pratos, seguindo todos meus movimentos com o olhar me deixando estranhamente nervoso.

Lysandre: Ok, coma.

Lory: Parece delicioso  — ela disse deixando uma das finas alças da camisola cair, revelando um de seus seios com o bico rijo extremamente convidativo, minha boca salivou — não acha?

Lysandre: A-acho — disse sentando-me, servindo-lhe vinho sem quebrar o contato visual.

Lory: Ok — ela disse levando a taça aos lábios bebericando o líquido vermelho — vou dizer como será hoje. Você por esta noite, será meu brinquedo sexual, em outras palavras, meu submisso.

Lysandre: O QUE? — como assim, submisso?

Lory: Eu disse que iria castigá-lo, mas nunca disse que não seria um castigo prazeroso — ela umedeceu os lábios e sorriu.

Lysandre: Mas. é que… como assim?

Lory: Vou lhe explicar, hoje pretendo lhe fazer sentir um prazer nunca sentido antes, mas o meu prazer é o mais importante essa noite, serei sua dominadora. O que eu disser, é ordem e você faz, sem questionar e caso me desobedeça será punido — ela explicava com calma, mas dominante ao mesmo tempo.

Lysandre: Geralmente não são as mulheres as submissas? — Ela gargalhou de forma assustadora.

Lory: Sim, eu também sou submissa — a olhei interrogativamente — não por hoje, quem sabe se você se comportar eu não permita que me domine qualquer dia desses — sorri ao imaginar a ideia, então pensando apenas com a cabeça de baixo, pela excitação concordei.

Comemos e fomos em direção ao meu quarto, ela não me disse o que iria fazer, apenas me mandou, isso mesmo, de forma autoritária ela me mandou ajoelhar. Ao fazer, ela me vendou. Não acredito que não vou poder vê-la.

Lory: Não faça essa cara.

Lysandre: Não acredito que… — fui interrompido por um tapa, no rosto, foi fraco, mas humilhante.

Lory: Só fale quando eu disser que pode ou quando fizer uma pergunta, entendido? — assenti — eu peguntei se você entendeu.

Lysandre: Sim…Senhora.

Por uns minutos, torturantes, ela apenas andou, de um lado para o outro pelo quarto, eu sabia pelo som que o salto fazia. Não disse nada e nem me deu nenhuma ordem.

Lory: Seu quarto é bonito — ela se aproximou tirando minha camisa lentamente — mas, você — ela pegou uma das minhas mãos e passou pelo seu seio, quando ela havia tirado a camisola?. Não hesitei em apertá-lo e levar minha outra minha mão até sua intimidade e tocar por cima da calcinha , ela ofegou um pouco — ora, apressadinho, não disse que poderia tocar aí, disse?

Lysandre: Não — ouvi barulho de metal tilintando.

Lory: Como punição, além de não poder me ver também não poderá me tocar — engoli a seco quando senti ela prendendo meus pulsos com algo que julguei ser algemas — agora me chupe.

Ela se posicionou em cima do meu rosto, dando-me liberdade para usar a boca em sua intimidade, e foi o que fiz, beijando, lambendo e mordiscando seu ponto sensível. A penetrando com língua a ouvi gemer meu nome e tudo que queria era tocá-la, olhá-la e… fode-la, isso mesmo, queria poder foder ela até que ela não aguentasse andar, queria torturá-la por me privar de vê-la e tocá-la.

Lory: Levante-se — a obedeci — ótimo, bom garoto, agora Lys quero que vá para cama — fui em direção a cama com muita calma para não cair — ok, deite-se — obedeci novamente — ela abriu uma das algemas e sorri, mas durou pouco, pois ela colocou outra algemas prendendo meus pulsos na cabeceira da cama — ótimo.

Lysandre: Lory… por favor — recebi outro tapa no rosto por falar sem permissão.

Lory: Por favor o que?

Lysandre: Deixe-me te ver. Por favor — pedi suplicante, mas em resposta ela tirou a venda, engoli a seco. Ela estava sentada em meu peito, totalmente nua, me olhando desejosamente.

Lory: Você está com muita roupa ainda, não acha? — ela desceu só para tirar minhas calças junto de minha cueca beijando minha barriga olhando diretamente pra mim — o que quer que eu faça Lys? — perguntou enquanto me masturbava tortuosamente — me diga, ou como saberei o que quer? — ela passou a língua em minha glande.

Lysandre: Me chupa — sem demorar ela abocanhou meu membro, engolindo-o quase que por inteiro me fazendo, grunhir e arfar, ela descia e subia em uma velocidade perfeita me olhando sempre, o que me excitava mais e era ainda mais torturante e gostoso já que não podia tocá-la, então arquei as costas estocando em sua boca por completo. Ela “engasgou” e logo parou de me chupar — Lory…

Lory: Estava indo tão bem Lysandre, por que fez isso? — Ela dizia com falsa voz de decepcionamento — como vou puni-lo agora? — ela então se sentou na cama abrindo a pernas me dando total visão de sua entrada, apertando os seios. Ela não vai, vai?

Me encarando com a visão nublada de desejo, ela tocou seu ponto sensível fazendo movimentos circulares com a ponta dos dedos. A outra mão que apertava um dos seios logo desceu, penetrando dois de dedos fazendo movimentos de vai e vem com eles, enquanto ainda estimulavam seu ponto sensível. Era demais para minha mente continuar sã, ela estava se masturbando, na minha frente e eu não podia fazer nada a não ser olhar.

Com uma velocidade estranha levantou-se e soltou uma de minhas mãos, voltando a se sentar.

Lory: Toca pra mim, baby — disse olhando diretamente para meu membro — é uma ordem — comecei a me masturbar enquanto a minha frente ela fazia o mesmo, isso era torturante demais, era pra eu a penetrar, eu a estimular, não ela com, as mãos. Mesmo assim, a cena era extremamente erótica e estranhamente excitante, suas bochechas estavam coradas, a respiração ofegante fazendo os seios subirem e descerem vendo seus dedos dentro de sua intimidade só conseguia imaginar meu membro ali, isso fazia com que eu me masturbasse com mais vontade, quase gozando — Lys… — ela gemeu meu nome, puta que pariu, ela gemeu meu nome enquanto se tocava se derramando em seguida, isso foi a gota d'água para mim. Não liguei se ela ia me bater de novo ou continuar com essa tortura, tinha que pelo menos que pedir.

Lysandre: Lory, por favor, acaba logo com isso. Não aguento mais.

Lory: Disse que poderia falar? — ela tirou os dedos de dentro de si e passou em meus lábios.

Lysandre: Eu não ligo, eu quero… quero… — disse de olhos fechados, suplicante, não recebi outro tapa, acho que o fato de eu implorar já era uma punição.

Lory: O que quer, Lys? — ela ia mesmo me obrigar a falar — vamos, Lys, diga  — essas palavras, foi exatamente o que eu disse mais cedo, isso tudo era vingança?.

Lysandre: Quero te foder, de todas as posições possíveis, quero te fazer implorar por mais até não conseguir andar, é isso quero, te foder, Lorena agora, por favor — pedi suplicante e ela sorriu assustadoramente 

Lory: Ok — ela concordou? — vou dar o que você quer — se posicinando em cima de mim, prendendo novamente minha mão ah é sério? — sem controlar seu vocabulário hoje, ok? 

Sem me dar tempo de pensar direito ela “sentou” em meu membro, de uma só vez, sem proteção, mas isso realmente era a última coisa para se preocupar. Minha mente só conseguia pensar em Lorena, rebolando em meu pau, entrando e saindo rapidamente, seu interior quente e úmido, quicando enquanto os seios balançavam juntamente, muito convidativos, porém, meus movimentos estavam limitados e isso me deixava mais duro, querer tocá-la e não poder, penetrá-la e controlar e não conseguir me excitava, de uma forma estranha. Senti meu membro ser pressionado e sua intimidade se contrair.

Lysandre: Porra…Lory… apertada — ela gozou e antes de meu ápice chegar ela saiu de cima de mim, a olhei frustrado, ela só me usou.

Lory: Apressado — ela pegou as chaves das duas algemas e as tirou e sem dar tempo de que ela se arrependesse a virei na cama, ficando por cima finalmente — muito apressado — ela me beijou, e só então percebi que foi o primeiro beijo da noite.

Lysandre: Acho que você irá se arrepender — disse ao nos separarmos pela falta de ar — você brincou muito comigo hoje, não vai ficar assim — rindo nasalmente e eu a deixando-a de quatro — como pôde me impedir de te tocar — dei um tapa em um lado de sua bunda, um tapa forte ficando vermelho, mas ela não protestou em vez disso, ela riu. Virando o corpo, ela me olhou, ainda por baixo de mim.

Lory: Você fala como se não tivesse gostado, e eu sei que gostou — a olhei interrogativamente — sei que gostou, de tudo. De ser vendado, afinal pude ver sua excitação; de ser algemado, não é você que é possessivo? Como é ficar do outro lado? Gostou também de me ver me masturbando, imaginando você ali, fazendo os movimentos que eu fazia com as mãos, a ideia de alguém se masturbar pensando em você é excitante, não? Não negue Lys, você gostou de tudo isso.

Lysandre: Tem razão, eu realmente gostei, um prazer que eu nunca senti — inclinei para falar em seu ouvido — mas, quer saber? Vou gostar muito mais quando for a situação inversa — pude senti-la se arrepiar ao morder seu lóbulo.
 

A penetrei de uma só vez, o que fez ambos gemerem alto ela abraçar meus quadris com as pernas, me fazendo ir mais fundo. Ela ainda está úmida e escorregadia, tão apertada, tão linda, as bochechas vermelhas pelo calor, o cabelo bagunçado e grudado na testa pelo suor não conseguia tirar os olhos dela, a cada estocada me sentia mais perto do orgasmo e da loucura pelos gemidos abafados e meu nome dito em sussurro entre eles. Ela arranhava minhas costas a cada investida mais funda. Senti novamente meu membro ser apertado e sua intimidade se contrair, me deixando melado com seu líquido, ficando ainda mais escorregadia. Pouco antes de gozar, saí de dentro dela e sacudi meu membro por uns segundos e me derramando em sua barriga e seios caindo em cima dela, ofegante.

Lysandre: Te amo — assustei-me com o que eu disse e ela riu, por que ela riu?


Notas Finais


O que acharam meus Cupcakes?
Nem iria postar esse cap desse jeito mas, li umas one's nesses últimos dias que me deixaram inspiradíssima
Comentem o que acharam: bom, ruim, péssimo, essas coisas
Até o próximo.


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