1. Spirit Fanfics >
  2. Uma estranha no santuário. >
  3. Marina de Poseidon?

História Uma estranha no santuário. - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Boa Leitura meus bons 💛
Crédito ao autor da imagem.

Capítulo 18 - Marina de Poseidon?


Fanfic / Fanfiction Uma estranha no santuário. - Capítulo 18 - Marina de Poseidon?

Desci a escadaria quase correndo tinha medo de cair e ter que ir para o hospital, mas não ligava muito naquele momento pois queria chegar logo antes que Sorento chegasse, aliás, como ele consegue viajar tão rápido? Que intrigante. Passando por Gêmeos vi Aiolia abraçando Saga, quase fui pro chão quando olhei aquilo, era novidade para mim aquilo, Saga então percebe que minha existência e me olha chocado.

Saga: Yonna? O que faz passando por aqui tão tarde? 

- Vou sair com Sorento, aliás...- Faço uma cara meio que insinuando o que eles eram.- Belo casal...- Sussurei e logo voltei a correr para Áries, mas antes pude ver o rosto de Saga, que estava corado.

Isso era bem fofo para mim, achei esses dois uma forma bem fofa de casal, talvez eu esteja sendo muito precipitada mas creio que esses dois vão ser um belo casal no futuro. Chegando em Touro vejo Aldebaran conversando com Mu, mas como estava muito apressada nem os comprimentei, além de ter que sair correndo com uma doida para não me atrasar tenho obrigatoriamente chegar no horário certo, ou ser adiantada. No entanto estou fazendo isso porque quero, então não estou xingando ninguém, só a mim mesma por ter quase morrido na casa de Virgem, além disso tem algo que me deixa muito mais impressionada, como tenho força para desviar um golpe forte como o de Shaka? Isso é impossível! Mas por algum motivo consegui essa proeza.

Já em Áries avistei de longe Sorento subindo as escadas devagar para vir me buscar, ele parecia pensativo, algo estava o incomodando muito, aproveito sua distração para poder limpar meu vestido de algumas sujerinhas vinda de quando desci as casas, arrumei meu cabelo para poder recepicionar Sorento.

- Quase me atrasei.- Dou um sorriso leve e o outro logo retribui parando.

Sorento: Acho que eu que acabei me atrasando.- Disse em uma voz tranquila, disfarçando muito mal sua tormenta.- Vem comigo.- Notei sua bolsa, provavelmente era sua flauta.

Sorento disse que era muito perigoso irmos andando até Atenas que era onde iríamos ficar provavelmente. Então fomos usando uma limusine, era muito linda, porém não desejava aquilo, até porque sou bem humilde e também creio que seja do Julian, Sorento estava bem mais quieto naquele momento, queria muito perguntar para ele, mas podia sentir que sua resposta ia ser "Estou bem." e claramente não devo me meter vai que é algo pessoal ou algum problema feito durante as suas viagens junto com Julian que Sorento faz.

Olhei para pela janela observando o céu estrelado com a lua mais linda que tudo, primeira lua Nova daquele mês, iluminava tudo naquela escura noite, as árvores passavam depressa em minha visão, e sentia uma energia cósmica cercando aquilo tudo, algo estava nos seguindo, por que não posso ter paz ? Qual o karma que não paguei messa minha existência em? Sinto como se alguém tocasse em mim como se quisesse chamar minha atenção, viro meu rosto e Sorento estava me olhando e queria me entregar algo.

- O que é isto?- Estava segurando uma pequena sacola.

Sorento: Um rapaz pediu que eu te entregasse.- Que rapaz? Nico? Tales? Será que... Não... Fora de cogitação.

- Que rapaz? 

Sorento: Ele era ruivo e...

- Tales... - O que poderia ser? Pego a sacola e abro, era uma pulseira delicada de flores, e esta tinha uma aura amável.- Obrigada Sorento, ela realmente é linda, agradeço por me entregar ela.

Sorento: Não tem nada, esse garoto realmente deve te considerar uma boa pessoa.- Confesso não ter segurando minha vontade de sorrir, e agora estava corada pela afirmação do outro.

Tales p.o.v: 

Não pude conter minha vontade de querer ver como Yohanna ia reagir com meu presente, na realidade ele nem meu era, mas prefiro considerar um presente meu pois me apaixonei por ela, e também queria muito mesmo poder conquistar ela de alguma forma e me manter unido a Yonna, e pus minha prece naquela pulseira que eu mesmo fiz com flores. Nesse momento estava me preparando para entrar na casa de Thay, uma outra garota que cuidem por algum pouco tempo quando ela morava na minha vila, e agora ela vivia sua vida em Rodorio, perto dos cavaleiros, a menina tinha um humor agradável, e carregava consigo uma enorme ingenuidade.

???: Conseguiu entregar a ela? - Uma voz tranquila me cumprimenta, acho que essa era a irmã de Thay.

- Sim, a Thay está?

Irmã: Sim, entre.- Ela dá espaço na porta.

Thay: Tales! Oi.- Ela me abraça com força.- O Véio fazer aqui? 

- Vem comigo.- Sentamos na varanda para conversar.- Vim te perguntar se ainda tem a carta que disse que entregaria para Yohanna.

Thay: Tenho sim! Mas não posso te dar ela.- Falou a menina.

- Por que não ?

Thay: Uma mulher disse que só eu podia entregar isso para Yonna.- Agora fazia um pouco mais de sentido o motivo.

- Que mulher? 

Thay: Ela tinha cabelos brancos, e seus olhos ficavam fechados o tempo todo.- Que estranho, parece uma descrição de Yohanna tirando a parte dos olhos.

- O que ela te disse quando entregou a carta? - A menina me olha de forma amável.

Thay: Disse que eu era muito fofa e que precisava achar Yohanna e entregar essa carta a ela, pois Yonna corria perigo.- Ela olha para a rua que passava na frente da casa dela.- Então fui correndo para o torneio naquele dia.

- E por que não entregou? 

Thay: Eu... Perdi a carta... - Uma lágrima de culpa escorre pelo rosto da pequena.- Sinto muito...

- Não chore Thay, eu vou achar ela e vou entregar para Yohanna e vou dizer que você a ama ela.- A mesma sorri ao ouvir isso e me abraça outra vez, retribuo.- Devo ir.- Ela me solta e sorri enxugando a lágrima.

Thay: Tchay.- Ela fica de pé na escada e depois começo a ir.

Fiz uma promessa que agora me sentia uma vontade enorme de cumprir naquele estante, mesmo de noite, eu ia me arriscar de voltar para minha vila de noite, e não me importava nisso, pois tinha uma certeza enorme que ninguém podia me machucar enquanto eu estivesse sendo vigiado pela aura da pulseira que fiz para mim e Yohanna. Andando até onde acabava Rodorio pude sentir um cosmo emanar fortemente, senti um arrepio e então uma luz aparece em minha frente... A luz quase me cega e era uma mulher, pensei em correr mas meu corpo estava paralisado e não me respondia de forma alguma.

(...)

Yohanna p.o.v:

Sorento: Chegamos.- Falou o rapaz saindo da limusine e logo em seguida me estendendo a mão para me ajudar.- Onde quer visitar primeiro? 

- Estou com fome, quero muito comer qualquer coisa.- O outro então para e pensa um pouco na resposta.

Sorento: Tenho uma ideia. Conheço um lugar aqui que serve comida australiana.- Achei uma maravilhosa ideia, afinal nunca experimentei nada que vinhesse do lugar onde esse virginiano nasceu.- O que acha? 

- Uma ótima ideia.- Então começarmos a andar.

Senti meu pulso queimar no lugar onde pus a pulseira, e a aura amável se tornou algo agitada, como se fosse um aviso, como aquilo podia ser possível? Algo errado acontecia, mas não era comigo, afinal eu estava acompanhada de Sorento e ele me passa essa segurança. Toquei no lugar e então senti a aura voltar a ficar mais calma, como se eu transferisse meu cosmo através dessa pulseira, porém para onde ele estava indo? Que estranho.

(...)

Chegamos no lugar e estava um cheiro gostoso de comida, nos sentamos perto de uma janela e então olhei o cardápio e fui vendo as comidas, torta de carne, costelinha com molho barbecue, peixe com fritas, carneiro assado, filé de atum grelhado, damper, vegemite, purê australiano... Entre outros variados, porém esses foram os mais interessantes que achei, porém como queria algo bem mais conhecido por mim, pedi uma torta de carne e um suco, Sorento pediu apenas peixe com fritas.

- Não vai beber nada? 

Sorento: Não.- Ele parecia focado em outra coisa.

- Então vou querer uma água também.- O moço anota e logo depois sai.- Sorento...- O mesmo me olha de forma curiosa.- Parece bem distante hoje, o que houve? 

Sorento: Não sei se você pode lidar bem com isso Yohanna.- Senti novamente aquela ardência no pulso mais ignorei.

- Pode tentar.- O rapaz agora exibia um leve brilho em seus olhos rosados.

Sorento: Como posso começar, eh... Sinto que Poseidon possa acabar reencarnando em Julian.- Parei um pouco para pensar melhor, pelo que Jean me disse Poseidon tinha reencarnado nesse século, então ele vai reencarnar de novo? 

- Outra vez? 

Sorento: Sim.- Senti que ele tinha ficado um pouco surpreso em minha pergunta.

- Deixa eu formular isso melhor... Tá me dizendo que sua preocupação é essa?- Mesmo com isso não entendo o porquê disso, ele sente medo? Ou entusiasmo?

Sorento: Sim, já que sou um...- A garçonete aparece na mesa e então põe as bandejas na mesa.

- Depois você me fala...- Por mais que minha curiosidade fale mais alto, porém pelo que percebi ele não vai dizer isso aqui em um lugar público.

(...)

Terminada a refeição nós fomos para o balcão pagar, ele se ofereceu para pagar, mas não deixei, pois sou uma mulher muito imponderada, então saimos do restaurante e como queria terminar essa conversa e saber qual o problema dele me contar isso, o levei para um banco onde podia terminar aquilo de uma vez por todas, então a pulseira arde com mais força e agora sentia uma aura muito mais pesada, um cosmo agressivo, não podia ser uma noite normal se eu não fosse atacada por algum subordinado daqueles malditos assassinos. 

- O que ia me falar?

Sorento: Sou um General Marina.- Ele finalmente diz, pude plenamente me sentir um pouco ameaçada, porém o que ele podia fazer? 

- Nossa... - Abaixo a cabeça e olho a pulseira que estava brilhando junto com meu cosmo.- Que...

Sorento: Assustador? 

- Não.- Dou um sorriso carinhoso e o olho.- Uma ótima novidade.

Sorento: Então agora entende? 

- Sim, você é um Marina de Poseidon, e Julian é um receptáculo, mas tem uma coisa que não me vem a cabeça...- Voltou a ficar séria, e então agora pude analisar melhor o ambiente, e os cosmos estranhos.- Por que tem medo que ele reencarne agora? 

Sorento: Além de ser fora do tempo que a ânfora o mantém dormindo, sinto que ele possa querer destruir a terra outra vez.- Isso é ruim, mas não tenho tanta certeza que seja uma realidade, talvez se Poseidon reencarne, o mesmo não vá querer fazer isso.

- Não sinto isso, e se ele simplesmente se aliar a Atena? Em um acordo por exemplo.- O rapaz faz um movimento com sua sobrancelha insinuando que talvez eu estivesse certa.- Não acha?

Sorento: Pode ter razão.

- Não imaginava que você era um Marina.- Dou um sorriso fechado, e olho para o céu.

Sorento: Não é de se imaginar.

- Qual Marina você é? Dragão Marinho? 

Sorento: Poseidon que me livre, nunca iria usar essa armadura.- Rio de leve, não pude me conter dessa vez.- Minha armadura é de Sirene.

- As sirenes não bem bonitas, acho que condiz.- O rapaz dá uma leve corada.- Por que não gosta do Dragão Marinho? 

Sorento: Pequeno trauma.

- Me conta, agora fiquei curiosa.- O outro sorri e depois se levanta, me levantei também.

Sorento: Kanon foi o Marina de Dragão Marinho e traiu a confiança de Poseidon para dominar o oceano e a terra.- Impressionante, nem parece que é o Kanon que eu conheço agora.

- Que coisa... Ele é tão fofinho comigo as vezes.- Sorento me olha como se duvidasse.

Sorento: Quero provas.- Dou um sorriso aceitando o desafio.

- Ok Sirene... - Noto que sua bolsa estava do outro lado de seu corpo.- Continua tocando flauta?

Sorento: Sim.- Ele abre a bolsa e puxa ela.

- Pode tocar?

Sorento: Claro.- Me sento novamente.- Qualquer uma?

- A que achar melhor.- O mesmo se concentra e começa com uma música muito linda.

Era tão tranquila, me acalmava muito, e então consegui relacionar muitas coisas, e agora pude relembrar o que Jean me disse sobre os marinas de Poseidon, e especificamente sobre os generais marinas, cada um deles, e agora lembro porque Jean me disse isso logo depois que Sorento e Julian saíram do orfanato, e faz sentido agora. E não faço ideia de qual seja o poder que Sorento tenha, só sei que ele protege o pilar do Oceano Atlântico sul.

Sorento: Gostou?

- Nossa, tão boa que agora senti vontade até de gravar.- Ele sorri delicadamente e guarda sua flauta.

Sorento: Yonna.- Olho para o virginiano.- Está sentido esse cosmo?

- Sim.- Me levanto e ajeito a pulseira.- Devemos ir.- O rapaz se levanta.

Sorento: Vamos... - Ele segura minha mão e me puxa.

- Ok.- Saimos até o lugar que o motorista estava junto a limusine.

Então partimos até Rodorio, que dava acesso ao santuário, Sorento me acompanhou até a casa de Áries, ele parecia bem feliz de ter me contado que era um Marina, e também me senti muito feliz dele ser sincero comigo, Mu nos esperava lá dentro do salão e então Sorento me deixa na entrada, se despedindo com um abraço.

Sorento: Até amanhã.- Ele desce as escada.


❤ The end of chapter❤


Notas Finais


Estou bem feliz de postar.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...