História Uma Família AConvencional - Capítulo 30


Escrita por:

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Categorias Naruto
Tags Kushimiko, Minafuga, Narusasu, Shiita
Visualizações 118
Palavras 2.938
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!

Vamos ver hoje mais um pequeno capítulo, espero que gostem.

Capítulo 30 - Minha Luz


Fanfic / Fanfiction Uma Família AConvencional - Capítulo 30 - Minha Luz

Sasuke Uchiha:

 

            Mortos... Suigetsu e Juugo estavam mortos, Nagato havia os matado e tudo isso era minha culpa, novamente minha culpa. Por que eu havia dito a verdade? Por que eu não havia ficado calado? Já havia guardado aquilo por tanto tempo, por que havia dado ouvidos a Naruto e contado?

            Sentia-me péssimo, sentia-me a pior pessoa do mundo, eu não só havia traído a confiança de Karin e contado nosso segredo, como também havia provocado a prisão do irmão dela e a morte de duas pessoas, como poderia agora me olhar no espelho? Como poderia agora dormir a noite? Já era difícil fazer isso antes, agora então seria praticamente impossível.

            Já fazia uma semana que havia recebido aquela notícia, os dois primeiros dias não havia querido ninguém por perto, havia expulsado todos do quarto em que estava, só queria ficar sozinho, com minha tristeza, com minha culpa, meus olhos já mal abriam de tanto que havia chorado e não queria me ver ainda mais patético na presença das outras pessoas.

            Três dias depois que acordei, fui liberado para ir para casa, não adiantava ficar ali mofando e ocupando leito, não iria melhorar de qualquer jeito. Minhas mães foram me buscar e não foi surpresa encontrar o loiro idiota no meu quarto assim que entrei.

 

- Sasuke, até que enfim. – Naruto se levantou de “sua” cama com um grande sorriso e veio até mim, os braços abertos para me abraçar, porém recuei, dando dois passos pra trás, seu sorriso murchou e ele levou uma mão à cabeça, nervoso – Eu... senti a sua falta. – eu nada respondi e ele pareceu ficar ainda mais nervoso – Sasuke, eu...

- Naruto... – o chamei, o mesmo encarou-me esperançoso, seus olhos brilhando e um grande sorriso novamente em seus lábios, sorriso esse que se desmanchou assim que proferi as seguintes palavras – Eu quero que você vá embora.

 

_____ x _____

 

Naruto Namikaze:

 

            Estava paralisado, meus olhos estavam arregalados e não conseguia desviar o olhar do moreno, que permanecia sem expressão alguma em seu rosto e isso me preocupava, o que havia acontecido com o meu baixinho?

 

- O-o que disse? – perguntei, com a esperança de que houvesse ouvido errado.

- O que ouviu, quero que vá embora, vá pra sua casa. – respondeu impassível, dirigindo-se à sua cama e sentando-se nela, com as costas escoradas no encosto da cama e as pernas deitadas na mesma.

- Sasuke, eu... não entendo. Quer dizer, eu... – balancei a cabeça, como se querendo espantar pensamentos ruins ou errados – Não, eu disse que iria ficar até que você se recuperasse e isso vou fazer. – afirmei decidido, só não esperava suas seguintes palavras.

- Você não entendeu Naruto? Eu não quero você aqui, está me incomodando. – e ao ouvir aquelas palavras, tive a impressão de ouvir os milhares de caquinhos de meu coração se quebrando e caindo ao chão.

 

_____ x _____

 

Sasuke Uchiha:

 

            Os olhos azuis ficaram ainda maiores, se é que isso era possível e logo em seguida encheram-se de água, o loiro apenas me encarava paralisado, sem nem mesmo impedir as lágrimas que já caíam por seu rosto. Meu coração apertou, não gostava de vê-lo chorando, não queria vê-lo chorando, mas... ver Naruto era como ver o meu próprio erro, já que havia sido por causa dele que havia contado tudo à minha família e nunca havia arrependido-me tanto de algo como disso e por isso sua presença me incomodava, porque me jogava na cara tudo o que havia feito.

 

- Sasuke, eu... – sua voz já estava embargada e seu rosto já banhado em lágrimas e por isso desviei o olhar.

- Por favor Naruto, vá embora. – e foi a última vez que eu pedi, pois logo ele saiu do quarto sem dizer mais nada. Levei as mãos ao rosto, sentindo meus olhos que ardiam finalmente liberarem as primeiras gotas quentes, meu coração ainda mais dolorido, por uma razão, que agora eu sabia mesmo que me recusasse a admitir, sentia-me ainda mais culpado do que já estava.

 

_____ x _____

 

Naruto Namikaze:

 

            O que eu havia feito de errado? Por que Sasuke já não me queria por perto? Era certo que nos primeiros dias em que eu havia “me mudado” para sua casa ele havia me mandado embora, mas era diferente, ele foi tão firme, sua expressão era tão dura e aquelas palavras... Sasuke me odiava agora? Meu coração doía, meu pequeno, meu moreninho, meu Sasuke me repudiava, a tristeza oprimia meu coração a ponto de mal conseguir respirar e as lágrimas não deixavam de correr por meu rosto, embaralhando minha visão e só não fui atropelado por um carro porque o mesmo parou no último instante enquanto eu atravessava a rua no sinal verde. O homem no automóvel me xingou, mas não dei importância, não conseguia pensar em nada, as palavras do pequeno não saíam de minha mente, ele não me queria por perto, eu o incomodava.

            Não sei quanto tempo perambulei pelas ruas, só decidi ir para casa quando o tempo fechou e uma chuva forte despencou, me encharcando todo, não que eu realmente desse importância para isso agora. Quando cheguei em casa, meus pais não estavam, haviam saído para um “jantar romântico” e Itachi estava na sala, se agarrando com Shisui, ambos sem camisa e o maior com as calças desabotoadas, enquanto o menor estava em seu colo, rebolando.

 

- N-Naruto... – meu irmão ficou muito vermelho e desceu imediatamente do colo do mais velho, que rapidamente abotoou suas calças, tentando ajeitar o perceptível volume nelas. Em outra ocasião, eu terei achado a sena cômica e implicado com ambos, porém naquele dia sentia-me tão destruído que tudo o que consegui fazer foi chorar, antes que Itachi corresse ao meu encontro e me tomasse em seus braços. Meu irmão nada perguntou, apenas mandou o namorado embora e me abrigou em sua cama, como quando éramos pequenos, e ali dormimos abraçados, após conseguir colocar para fora toda a minha tristeza.

 

_____ x _____

 

Sasuke Uchiha:

 

            Já faziam duas semanas, duas semanas que havia acordado naquele hospital, duas semanas que me recusava a ver Naruto e não podia mentir, sentia falta dele, porém sua presença me incomodava, me fazia sentir culpado, Nagato havia sido preso por minha culpa e tudo porque eu havia dado ouvidos ao loiro.

            Eu já não saía de casa, sentia-me fraco demais para ir à escola e sinceramente, não queria encontrar Naruto lá. Minhas mães insistiam que eu deveria falar com o Namikaze, que ele me fazia bem, mas naquele momento eu não conseguia pensar nisso, só conseguia pensar em Nagato naquele lugar e tudo só piorou quando tia Mito chegou em minha casa um dia, acusando-me de ser o culpado da morte de sua filha e da prisão de seu filho, todos discutiram, minha mãe não falou mais com sua irmã depois disso e tio Hashirama pediu o divórcio, disse que já não suportava mais as brigas e acusações da esposa, tudo parecia estar caindo na minha cabeça, minha família estava ruindo por minha culpa.

            Mais duas semanas, Nagato foi julgado e condenado a 12 anos de prisão em regime fechado, tia Mito chorou e praticamente se arrastou aos pés do juiz para que ele mudasse a pena, mas de nada adiantou, ela apenas foi retirada à força do lugar. Naquele dia encontrei Naruto, mas apenas desviei o olhar e entrei ao carro de minhas mães, sentindo uma dor muito grande em meu peito.

            Uma semana depois e após tomar muita coragem fiz um pedido que pegou de surpresa às duas mulheres com que morava, mas nenhuma das duas negou e no dia específico, fui ao presídio visitar meu primo.

 

- Sasuke, que surpresa. – ele tinha um sorriso em seu rosto, apesar dos cabelos desgrenhados e das grandes olheiras em seus olhos – Não pensei que iria te ver aqui baixinho. – senti sua mão bagunçar os meus cabelos e abaixei a cabeça, sentindo meus olhos arderem.

- Na-nagato, e-eu... – gaguejei, sentindo um nó em minha garganta.

- Sasuke, qual o problema? – ele perguntou, sua voz parecia preocupada, mas eu nada conseguia dizer, o nó em minha garganta não permitia – Ei baixinho, não chore. O que está havendo com você? – ele perguntou, levando uma mão ao meu rosto e secando as lágrimas que haviam caído e que logo foram substituídas por outras e mais outras.

- Ma-mas... Na-nagato, você... a culpa é minha. – falei finalmente, ele franziu a testa confuso, porém logo entendeu o que eu disse e suspirou.

- Sasuke, você não teve culpa de nada, o único culpado aqui sou eu. – ele falou, porém balancei minha cabeça em negativa, não querendo aceitar aquela frase, ele pegou em minhas mãos – Olhe, eu agi no impulso, no calor do momento, não pensei nas consequências dos meus atos, quando vi já tinha feito, peguei a arma do meu pai, fui até sua antiga escola e... bem, você já sabe. Eu não deveria ter feito isso, é errado eu sei, mas... quer saber? Eu não me arrependo. – meus olhos arregalaram-se e o encarei perplexo – Não me interprete mal Sasuke, é claro que eu não vou sair matando por aí e eu não faria isso novamente, com mais ninguém, mas... quando eu penso o que aqueles dois fizeram com a minha irmã, com você, eu não consigo me arrepender totalmente, entende? Eu sei que o que eu fiz foi errado, mas eu não me arrependo, porque aqueles dois machucaram duas das pessoas mais importantes pra mim, meus dois irmãozinhos.

- Naga-gato... – falei, em meio de um soluço e ele sorriu.

- Eu vi você crescer Sasuke, junto com a minha irmãzinha, andavam pra cima e pra baixo juntos.

- E-e você s-sempre implicando com a g-gente. – gaguejei, um sorriso de nostalgia em minha face, ele correspondeu.

- É claro, era o meu dever como o irmão mais velho, não é? Proteger e implicar com os meus irmãozinhos. – não pude evitar rir do comentário, em meio às lágrimas e ele novamente levou a mão ao meu rosto, as secando – Eu amo você Sasuke, é o meu irmãozinho do coração e assim como com Karin, faria qualquer coisa pra te proteger, por isso me sinto culpado, culpado por não ter impedido que... que machucassem a vocês. – seus olhos embaçaram e uma fina lágrima caiu de seus olhos, essa que logo foi tirada pela mão do ruivo.

- Você n-não teve culpa de n-nada Nagato. N-não tinha como s-saber. – falei, ele assentiu.

- Eu sei, mas ainda assim, sinto que falhei na minha missão de protegê-los e eu peço desculpas por isso Sasuke. E-eu trocaria de lugar com você se pudesse. – ele falou, sua voz começando a quebrar.

- E eu com você. – falei, ele sorriu.

- Eu sei irmãozinho. – bagunçou meus cabelos novamente – Quero que me prometa uma coisa. Me prometa que não vai se culpar, nem pelo que eu fiz, nem pelo que aconteceu com Karin, você não teve culpa.

- M-mas Nagato, s-se eu tivesse contado na época... – ele me interrompeu.

- Vocês dois erraram Sasuke, se isso te faz culpado, então Karin também tem culpa nisso, afinal ela também não abriu a boca, não é? – abri a boca para responder, mas realmente não sabia o que dizer – Vocês dois estavam passando por uma fase difícil, vocês dois estavam assustados, envergonhados e deprimidos, a culpa foi nossa, da família, por não ter percebido antes, deveríamos ter os ajudado.

- V-vocês não tinham como saber. – falei, ele assentiu.

- Sim, mas nós sabíamos que havia alguma coisa acontecendo e ainda assim não fizemos nada, se tem alguém que é culpado nisso somos nós Sasuke, não você. Me prometa, prometa que vai parar de se culpar, que não vai se importar com o que os outros, principalmente minha mãe, irão dizer e que vai melhorar e ser feliz. – ele falou, abaixei a cabeça, que ele levantou com uma mão – Quero te ver bem quando eu sair daqui Sasuke. Me promete?

- E-e o que eu ganho com isso? – binquei, como quando éramos pequenos, ele sorriu e levou uma mão ao queixo, pensativo.

- Hm, deixa eu ver, acho que posso te levar pra tomar um sorvete, que tal? Você, Konan e eu. – ele falou, eu sorri, assentindo – Me promete?

- E-eu vou tentar. – ele sorriu e se levantou, me puxando para um abraço.

- Sei que vai conseguir. – o problema era que eu não sabia se iria.

 

_____ x _____

 

            Naquela mesma noite, quando cheguei em casa, sentia-me confuso, as palavras de Nagato haviam tocado em alguma parte minha, ainda assim o pensamento de haver traído Karin, de haver causado a morte dela não saía de minha mente e com esses pensamentos me deitei e pela primeira vez em muito tempo, dormi quase imediatamente.

 

- Sasuke... – ouvi uma voz me chamar e abri os olhos com dificuldade, os mesmos logo dobraram de tamanho ao ver a figura ruiva me encarando com um sorriso doce.

- K-karin... – sussurrei, ela se aproximou, ainda sorrindo.

- Sim, sou eu. Não chore Sasuke. – ela falou, passando a mão por meu rosto, onde as gotas salgadas já caíam – Eu vim aqui pra falar com você, pra te dizer pra parar de se culpar, Sasuke você não teve culpa de nada do que aconteceu, nunca teve.

- M-mas Karin, e-eu d-deveria ter dito, d-deveria ter impedido. – balbuciei, sentindo minha garganta começar a se fechar.

- Sasuke, foi uma decisão minha, uma decisão estúpida eu sei, mas minha, você não tinha como impedir, se não fosse naquele momento seria em outro, eu já estava cansada, cansada de viver. – ela falou, abaixei a cabeça.

- E-eu traí a sua confiança, e-eu contei. – falei com dificuldade, o nó em minha garganta se tornando maior.

- Eu sei, mas não pense assim, você não me traiu, eu já não estou mais aqui Sasuke, nesse plano, você tinha o direito de querer se libertar e... pra falar a verdade, eu devo te agradecer, porque graças a você minha alma está mais leve, agora que todos já sabem a verdade. – meus olhos arregalaram-se – Obrigada por isso Sasuke.

- Karin... – sussurrei, ela se aproximou mais e tomou meu rosto, deixando um beijo em minha testa.

- Você sempre foi a minha luz, agora está na hora de encontrar a sua, ou melhor, de permitir que ela te ilumine. – e dizendo essas últimas palavras ela desapareceu em uma luz branca muito forte, que me cegou.

 

- KARIN! – acordei em um sobressalto, suando frio e respirando entrecortado. Olhei para os lados e não havia sinal de que a ruiva realmente houvesse estado ali, havia sido um sonho? Pois então, por que agora meu coração sentia-se tão mais leve?

 

_____ x _____

 

Naruto Namikaze:

 

            Já faziam quase dois meses que não falava com Sasuke e meu coração doía, queria meu pequeno, queria estar perto dele, ajudá-lo nessa fase tão difícil, em sua recuperação, mas ele me repelia como se eu tivesse uma doença contagiosa e isso me machucava, como eu pude me apaixonar dessa forma? Como eu posso amar alguém, que eu conheço a tão pouco tempo, com essa intensidade?

            Sentia-me deprimido, mal tomava banho e já havia matado várias aulas, meus pais já estavam ficando preocupados comigo, assim como meu irmão, diziam que eu tinha de ser forte, que eu iria superar, mas... como superar um amor tão grande? E mais, eu realmente não queria superar, mesmo se me machucasse, queria guardar Sasuke bem fundo em meu coração.

            Aquela manhã levantei-me sem ânimo algum, não tomei banho, não troquei de roupa, não escovei os dentes, nem mesmo lavei o rosto ou me penteei, apenas desci as escadas, indo até a cozinha e tomando um copo de leite, sentia meu estômago se contrair por ter ficado muitas horas sem comer. Larguei o copo na pia e decidi voltar ao meu quarto e voltar a ouvir as músicas de fossa que já há alguns dias eu ouvia, quando a campainha tocou e revirando os olhos, desci os três degraus que já havia subido, meu coração disparou quando reconheci a pessoa à minha frente.

 

- S-sasuke... – gaguejei.

- Oi Naruto, será que eu... posso passar? – não respondi nada, ainda em choque, apenas abri mais a porta, dando passagem para que o moreno entrasse na casa, pude ver ao longe suas mães me acenando, antes de darem partida no carro e irem embora, olhei para o moreno, que agora mantinha a cabeça baixa – Naruto, eu queria... me desculpar. E-eu fui um idiota, te disse coisas que não deveria, te machuquei e te afastei e... você não merece.

- Sasuke... – ele me cortou.

- Não, olha. Eu sei, eu sei que sou uma pessoa difícil, sei que sou teimoso, ciumento, egoísta e... eu realmente não entendo como você pode gostar de mim, mas... mas se você ainda quiser e me permitir, eu... eu estou disposto a... tentar, a... dar uma chance... pra mim... pra nós. – ele falou, meus olhos arregalaram-se, eu havia entendido certo?

- Sasuke, você... eu... nós... é... – eu realmente não sabia o que dizer, ele finalmente ergueu a cabeça, seus olhos mirando diretamente aos meus.

- Você me disse Naruto, me disse mais de uma vez que me amava e... eu acho que... eu acho que eu também, que eu também estou c-começando a te amar. – meu peito aqueceu e senti duas lágrimas caírem por meu rosto, isso era o que eu queria ouvir a tanto tempo, desde que havia descoberto meus sentimentos, ele levou uma mão ao meu rosto, secando as lágrimas ali existentes – Me ensine Naruto, me ensine a amar, a te amar. Seja a minha luz. – e com essas palavras, seus lábios tomaram os meus. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, nos vemos no próximo!


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