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História Uma família quase bávara. - Capítulo 3


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Notas do Autor


oioi, como estão?

último dia do mês IRRA.
bayern ganhou o amistoso hoje com um golaço do gnabry, viram? eu não vi kkkkkkkkkkkkpena.

vamos entrar no melhor mês do ano, e eu espero que até o final de agosto eu esteja viva para atualizar isso daqui.

eu amo essa fotinha, e eu sinto enormes saudades do rudy, nunca vou perdoar o kovac pelo que fez. :c

meu cérebro entrou em pane escrevendo esse capítulo.

espero que vocês gostem do capítulo. boa leitura. ♡

Capítulo 3 - Capítulo três.


Fanfic / Fanfiction Uma família quase bávara. - Capítulo 3 - Capítulo três.


Joice Neuer Muller.


Acordei com o despertador tocando na maior altura e uma dor de cabeça de acompanhamento. Desliguei o despertador e rolei na cama me espreguiçando. Eram nove horas. "Não lembro de ter colocado ele para despertar tão cedo." Pensei. Olhei para a cama do lado e Evelyn não estava — o que era estranho. —

Me levantei e decidi tomar um café para acordar de vez. Acabei encontrando Evy sentada na cozinha.

— Acordada a essas horas? — Perguntei.

— Na verdade eu nem dormi. — Olhei para ela preocupada. — Mas tudo bem, isso não vem ao caso... — Ela me lançou um olhar bem conhecido. — A festa foi ótima para você pelo visto.

Lembranças da noite anterior vieram na minha mente. Impossível não sorrir.

"— Philippe Coutinho, e você? — Ele sorriu, e que sorriso.

— Joice. Joice Neuer Muller. — Eu me lembraria daquela careta assustada por um bom tempo."


— Você beijou ele pelo menos? — Saí do transe com a pergunta inesperada.

— Eu não. — Balancei a cabeça. Peguei um copo de café me sentei ao lado dela na mesa.

— Que desperdício... ele não faz meu tipo, mas que desperdício. — Ri dela.

— Como assim ele não faz seu tipo? — Ela deu de ombros.

— Vocês vão se falar de novo pelo menos?  — Evy perguntou.

— Eu não sei na verdade. — Pensei por uns segundos.

— Olha seu celular, você passou seu número para ele. —  Olhei incrédula para ela. — O que? eu gosto de observar.

Balancei a cabeça em negação rindo, peguei meu celular na certeza que iria esfregar na cara dela que não teria nenhuma mensagem dele, mas arregalei os olhos.

— O que foi? — Evy perguntou.

— Você não vai acreditar... ele me chamou para sair hoje. — Olhei para ela e mostrei as mensagens.

— EU SABIA — Ela gritou animada. — Você vai, não é? — Olhei para ela novamente. 


— Eu vou sim. — Ela comemorou. Eu dei risada. — Tem certeza que não tem dedo seu no meio disso?

— Por incrível que pareça, não. — Fez semblante triste. — Mas se tudo der certo eu fico aqui na torcida, viu. — Rimos juntas.

Salvei o número dele e mandei mensagem para Coutinho dizendo que sairia com ele hoje sim. Ele me respondeu na hora perguntando o horário.

— Pronto, tudo combinado, vamos a sete. — Dei um gole no meu café.

— Então ele te pega às sete hmmm — Disse rindo.

— Você é muito besta. — Evy levantou as mãos em rendição. — Aliás, cadê todo mundo dessa casa? — Agora que tinha me tocado de que só estava eu e ela ali em casa.

— Papai Muller foi resolver alguma coisa com Erik e Mats, papai Neuer tá andando de bicicleta com Josh e Sebastian. — Franzi o rosto. — Isso mesmo, andando de bicicleta. — Deu ênfase.

— Eu daria tudo para ver essa cena dele. — Rimos com ela concordando.

— Você quer fazer alguma coisa? Tô no maior tédio.

— Quer ver uma série? — Respondi e ela pareceu pensar.

— Você quer rever hit the floor? — Sorri para ela e concordei.

— Sem a quarta temporada? — Perguntei.

— É óbvio que a série acabou na terceira com zude feliz e noivando. — Eu ri.

— A quarta temporada foi um delírio coletivo. — Eu disse. — Só vou me ajeitar e já desço pra gente ver.

— Tudo bem, vou arrumar a sala pra gente ficar lá.

Terminei meu café e subi para me ajeitar. Espero que o dia passe rápido porque meus pensamentos só estão nas sete horas e em Coutinho.

Sebastian Rudy.


— Pai, você tem certeza que quer descer essa rua de bicicleta? — Estávamos parados no alto de uma rua perto de casa. Papai estava dizendo que queria nos mostrar o que ele fazia quando era mais novo. Eu e Josh apenas observavamos.

— Claro, quantos anos vocês acham que eu tenho? — Nós pensamos em responder. Ele fez careta. — Eu fazia isso alguns anos atrás, vocês tinham que ver, eu era o melhor do bairro. Como acham que eu conquistei o pai de vocês? — Ele voltou a nos olhar se gabando. — O que esse menino tá fazendo aqui?

Junto com Joshua olhei para ao lado e vimos Julian se aproximando.

— Ei Josh. — Cumprimentou meu irmão que retribuiu. — Rudy. Neuer.

— Oi Julian. — Sorri para ele. 


— Eu chamei ele pra andar de bike com nós. — Josh disse o óbvio.

— Por que eu não fico nem um pouco surpreso. — Papai Manu resmungou e eu segurei o riso.

— Você tem coragem de descer por aqui, Julian? — Perguntei. Ele pareceu pensar alguns segundos.

— Tenho sim. E vocês? — Disse confiante. Manuel cruzou os braços.

— Então você tem coragem de descer...interessante, quero ver se consegue chegar primeiro que eu. — Nosso pai disse e olhamos para ele segurando o riso.

Joshua disse que era para papai parar com essas coisas, mas Julian disse que estava tudo bem e que ele podia aceitar o "desafio". Eu queria rir alto daquela situação toda. E assim terminamos a tarde com Neuer e Julian descendo a rua de bicicleta. Enquanto eu e Josh seguiamos atrás nos divertindo com tudo aquilo.

— Quebra de tempo —


Evelyn Neuer Muller.


— Você sabe que já é a terceira vez que você olha todos os canais dá televisão, não é? — Muller falou entrando na sala e se sentando no sofá do lado.

Papai havia chegado a pouco tempo em casa, depois de resolver algumas coisas com Mats e Erik, ele tinha ido no mercado e feito compras.

— Eu vou morrer de tédio dentro dessa casa, pai. — Resmunguei deitada no sofá da sala, não aguentava mais passar os canais, não tinha nada de bom passando. — São quantas horas?

— Quase sete, por que? — Dei de ombros.

Pai Manu e os meninos ainda não tinham chegado, e eu também estava ansiosa para ver Joi descer e sair com Coutinho. Precisava de alguma informação nova.

— Seu pai e os meninos ainda não chegaram. — Disse enquanto olhava as horas no celular.

Antes que eu pudesse responder algo, a porta se abriu e junto com ela várias risadas.

— Já era hora, não é mesmo? — Thomas disse olhando para o resto do pessoal.

— Vocês não vão acreditar — Josh entrou rindo. — Papai desafiou Julian a descer a rua de bicicleta e chegar em primeiro... ele perdeu, perdeu feio. — Caímos na gargalhada. Manu estava decara emburrada.

— Pai, você disse que era invencível nessas coisas. — Olhei para ele que fez careta.

— Claro que eu era, ele apenas teve sorte essa vez. Conta para eles, Tommi. — Olhou para Muller.

— Meu amor... seus tempos passaram. — Papai Muller disse rindo e colocando as mãos nos ombros de Neuer. Todos na sala riram, e Manuel balançou a cabeça negando.

— Por que todo mundo tá rindo? — A voz de Joice ecoou da escada. Olhei para ela e fiquei de boca aberta.

— Wow, você pode miar ao invés de falar, viu. — Eu disse enquanto ela terminava de descer as escadas. Os meninos concordaram.

— Você vai aonde assim? — Nossos pais perguntaram.

— Vou sair. — Disse como quem não quer nada.

— Vai sair com quem? — Neuer perguntou.

— Um amigo do time. — O som de buzina do lado de fora. — Aliás, ele chegou. Vejo vocês depois. — Despediu de nós antes que falassemos algo.

— Se divirta, filha. — Muller gritou enquanto ela entrava no carro.

— NÃO VOLTA MUITO TARDE OUVIU. — Manu resmungou. Joice entrou no carro e saíram. — Amigo do time? — Pensou.


— Espero que ela se divirta, e me conte tudo depois. — Falei. Meus irmãos já haviam ido tomar banho.

— Você sabe com quem ela vai? — Perguntaram.

— Noite bonita pra gente tomar um cafézinho, né? — Desconversei e sai antes que eles me perguntassem mais algo. 

A última coisa que ouvi foi eles resmungando que nós aprontamos demais.


— Quebra de tempo —


Joice Neuer Muller.


Tinha entrado no carro e cumprimentado Coutinho, nós havíamos combinado de ir a um cinema e ver um filme que estava em cartaz. Não demoramos muito para chegar. Compramos pipoca, refrigerante, balas e chocolate e entramos para assistir o filme. Conversamos bastante e quase não prestamos atenção no filme, o que ia totalmente contra o que eu pensava a respeito do cinema, mas foi muito bom. 

Agora eu e ele estávamos sentados em um banco de uma praça. Compramos dois sorvetes de casquinha e decidimos tomar ali enquanto aproveitamos para observar o céu estrelado.

— Cara, você é demais. — Eu disse rindo mais uma vez de uma piada que el me contara. 


      — Você está muito bela, mais que bela, está magnífica. — Eu corei, e agradeci não sabia como reagir a elogios inesperados.

           — Você também tá um gatinho. — Ele sorriu. 

   — Então eu deveria falar, miau miau? — Gargalhei mais uma vez. — Você quer ir agora? Já está bem tarde. 

— Acho que é melhor. — Olhei no relógio do celular.


— Quebra de tempo. —


— Chegamos. — Coutinho disse enquanto estacionava em frente a minha casa.

— Lar doce lar. — Falei.

Nós descemos do carro e ele me acompanhou até a porta.

— O dia foi incrível, eu me diverti muito, obrigada. — Agradeci ele. Realmente eu tinha me divertido muito e gostado de passar aquele tempo com ele.

— Foi sim, tinha um tempo que eu não lembrava como era essa sensação de diversão. — Parou e pensou. — Eu posso fechar essa noite com chave de ouro? — O brilho dos seus olhos mudaram.

— Claro. — Disse. Ele se aproximou de mim e segurou nas minhas bochechas selando nossos lábios. Fechei meus olhos e coloquei a mão na sua nuca aproveitando aquele momento. Nosso beijo foi delicado e durou até a falta de ar nos separar. 

— Te vejo depois? — Ele sorriu em frente a porta do carro.

— Você me vê depois. — Respondi.  Me deu tchau com a mão e eu fiz igual. Ele entrou no carro e saiu. Fiquei parada alguns segundos por ali, raciocinando tudo o que tinha acontecido até aquele momento. Sorri de lado.

A sensação dentro de mim era a melhor possível.



  







Notas Finais


off: saudades de hit the floor.

próximo capítulo provavelmente vai ser todinho focado em drimmich, quem amou? eu amei.

gostaram do capítulo? críticas construtivas e comentários são sempre bem vindos.

até a próxima. ☄


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