História Uma fanfic do Jason cm uma pessoa, mas não e romance. Eu ach - Capítulo 1


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Categorias Friday the 13th: The Game, Sexta-Feira 13
Personagens Personagens Originais
Tags Jason, Sexta-feira 13
Visualizações 5
Palavras 1.824
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, é o seguinte. Eu estou na casa da minha vó (pq a minha casa tá sem chão, literalmente), cm tedio, sem amigos(sim, isso e uma indireta. se alguns dos meus friends(que mora na minha cidade) ler isso, pode me chamar o sair, eu deixo;-;) e aí, como nenhuma das minhas fanfics atualiza, eu já vi Mulan umas trezentas vezes em todas as línguas disponíveis, e eu não tô afim de criar uma fanfic do zero pq da muito trabalho, eu resolvi escrever uma história de um ship aleatório. E como eu tinha visto todo mundo em Pânico 1(pq é o melhor filme da série, e vejam legendado pq dublado é sempre uma bosta), eu decidi ver coisas sobre o Jason, e aí vi que quase não tem nenhuma fanfic sobre o Jason em si, sendo ele o protagonista. Então... Eu fui escrever! E e o seguinte, antes que reclamem ou se perguntem "WTF?", isso não faz sentido pq eu não conheço o universo dele. Eu li um artigo da Wikipedia, mas só. Então, eu fiz igual uma fanfic superbat que eu escrevi, apenas criei: taquei o foda-se para a lógica e escrevi, simples. Além de que ... Eu não tava afim de escrever romance, ent tentei, repito: TENTEI, escrever algo mais pai e filho, saca? Não sei se deu certo, mas dei meu melhor. E se alguém ler isso(a história e a nota do autor), comente, plis ;-; enfim, se vc leu isso, Tocantins para você, pq eu rarante leio notas de autor, principalmente esses textos de Enem ;;-;;

Capítulo 1 - Único


"AAAAAAAAAHHHH!!!!" O grito estridente da última vítima ecoava pela madeira da antiga casa na floresta. Os cabelos loiros da garota estavam embaraçados, o vestido justo e decotado estava rasgado e o batom vermelho manchado se misturava com o sangue que saia de sua boca. No ambiente, outro barulho de sobressaia: "Clang, clang, clang", o barulho de um facão (inox da casas Freitas) de metal completamente polido batendo lentamente nas grades da janela. O facão refletia os olhos azuis arregalados e afundados em lágrimas da garota, que olhava para a máscara ensanguentada do seu assassino que vagarosamente avançava em sua direção e então, a arma cortou o ar rapidamente e atingiu o pescoço da histérica vítima, espalhando sangue no carpete e na máscara branca do assassino. Por detrás da máscara, olhos castanhos brilharam em prazer, matara a última monitora do acampamento deste ano. Enquanto caminhava para a sua cabana, no coração da floresta, perguntava-se o porquê das pessoas serem tão imbecis, afinal, toda sexta feira treze, neste acampamento, ocorrem assassinatos em série onde ninguém sai vivo e, mesmo assim, todos os anos um bando de adolescentes e monitores iam para lá, e sempre com uma sexta feira treze de aproximando. Serão eles burros? Ou será que é uma espécie de suicídio conjunto? Isso o assassino nunca saberá. E nunca saberá também o motivo de sempre ter uma monitora loira, sexy e histérica. 

 O seu relógio marcava meia noite quando finalmente avistou seu casebre. É uma casa simples, construída por ele mesmo em uma pequena clareira, rodeada de árvores e arbustos frutíferos. Uma coruja chirria ao longe enquanto o assassino abria a porta de seu casebre. O homem entrou, sentou-se na cama roubada dos acampamentos, e retirou sua máscara ensanguentada, colocando ela em cima de uma pequena mesa antiga que tinha ali junto com suas armas e suspirou. Seu cabelo pingava sangue sobre seu rosto, e seus olhos cansados pairavam sobre a pintura de uma mulher jovem, bonita… Em um sussurro inaudível, o assassino disse "mãe…" quando desviou os olhos da pintura e recaio-os sobre uma carta que pegou sob o travesseiro. A carta é de extrema importância para ele e, quando uma lágrima ameaçava cair sobre o papel amarelado, Jason quase gritou de susto ao sentir mãos massageando suas costas. 

 — Matou todos? — Disse um garoto, com metade da idade do assassino, entre risadas.

 — Você me assustou, Jay! — Vociferou Jason, se levantando 

 — Quem diria! Jason, o assassino em série, assustar-se com um garotinho. 

 — O que está fazendo aqui? Eu mandei você ficar na entrada do acampamento para quando a polícia chegar! — Disse frustrado o assassino, e com raiva também. 

 — Parece que ninguém chamou a polícia esse ano. — Disse simples o garoto enquanto pegava as armas e a máscara de Jason. — Quantas vezes eu lhe disse para não deixar as armas em cima da mesa?

Ignorando a última fala do Jay, Jason afirmou: 

 — Você é impossível. 

 — Eu sou impossível? Até onde eu sei, quem mata pessoas não sou eu! 

 — Você é impossível porque, mesmo se merda da polícia viesse, você ia fugir como nos outros anos! Po...

 — Olha a boca! — Jay interrompeu a fala, esperando um olhar raivoso cair sobre si, como sempre, mas não dessa vez. A raiva do assassino desapareceu, e no lugar, incompreensão. 

 — Por que quer ficar aqui? — Jason perguntou com a voz embargada. — Por que quer tanto continuar vivendo com um assassino desumano que destrói a vida de dezenas de pessoas todos os anos? Por que não quer ter uma vida normal, com pessoas normais, indo à escola, fazendo amigos, namorando, construindo uma família? Por que teima em morar com o demônio?! — A última pergunta foi feita em um grito. Mas não um grito odioso, ruim, e sim um grito autodepreciativo seguido de um soluço constante banhado por salgadas lágrimas de arrependimento. Sem saber o que fazer, Jay se aproxima e abraça o homem e, mesmo sujando-se de sangue, ele não liga e começa a chorar junto. 

 


 — É hora de eu te contar algo… — Jay começou. Com os cabelos longos e escuros presos em um coque alto, com alguns fios sobre seu rosto, ele lavava as roupas ensanguentadas de Jason no tanque, do lado de fora da casa, enquanto o próprio polia as armas, já limpas, próximo dele. O Sol da manhã iluminava a clareira e o vento frio passeava por entre as árvores. Desde o amanhecer, eles ainda estavam em um estranho e até confortante clima proveniente da noite anterior, a qual dormiram juntos acalmando o coração cheio de segredos um do outro. 

 — Diga. — Disse sem tirar os olhos do facão que estava polindo. E, depois de longos segundos, Jay disse: 

 — Eu lembro daquele dia. — No mesmo momento, Jason largou a arma e voltou seu olhar para o garoto, que já estava a sua frente. Ambos se direcionaram para um pequeno banco de madeira, em baixo de um pessegueiro, e sentaram-se. Depois de alguns minutos em silêncio, Jay continuou:

 — Naquela manhã, de sexta feira treze, eu ouvi minha mãe falando com meu pai. Não lembro com clareza toda a conversa, mas uma frase me marcou: "Ele acabará com nosso problema". Depois dessa frase, entrei em uma espécie de choque. Mesmo eu tendo apenas 5 anos, eu tinha entendido com clareza qual era o problema, e para meu horror, eu estava certo. Quando meus pais saíram da sala com a minha mochila e disseram que iríamos viajar, eu não tive dúvidas. Armei um berreiro e eles me levaram a força para o carro. No meio do caminho, eles se cansaram dos meus gritos e me forçaram a tomar um comprimido, que creio que me fez dormir. Acordei no chão, já estava escuro. Tão escuro que só tive tempo de ver duas silhuetas se afastando de mim. Demorei um tempo para perceber o que tinha acontecido e, quando entendi, desabei a chorar. Eu estava perdido, no meio de uma floresta desconhecida, abandonado, e com a certeza de que alguém acabaria comigo. Quando eu ouvi passos pela relva, tão pesados que tinha certeza que afundavam o solo molhado, eu não sabia o que fazer. Me agarrei a mochila e ouvi o barulho de algo afiado cortando o ar e um grito abafado. Em seguida, você me pegou no colo e me levou para sua casa. Não sei se era você o alguém, mas independente, você foi minha salvação. Eu tenho uma dívida eterna com você e… sinto você como se fosse meu pai! A pessoa que me criou e que, não sei como, permitiu que eu vivesse. Não sei por que teve piedade por mim. Não sei se fui o primeiro, se teve outros. Não sei como se sente em relação a mim mas eu sei que eu quero estar ao seu lado! Por mais errado que seja, eu sinto um carinho enorme por você, quero te ajudar. Por isso, eu escolho ficar, e não ligo para o que estou perdendo! Não ligo se você é um assassino! Eu simplesmente te amo e te considero como um pai. — Nesse momento, Jason tentou falar, mas antes que pudesse expressar uma palavra que fizesse sentido, Jay interrompeu e disse suas últimas frases: 

 — Se quiser que eu vá embora, eu vou. Mas não vou deixar de vir aqui, ano após ano, para certificar-se de sua segurança e conforto, mesmo que acabe sendo outra vítima, propositalmente, ou não. 

Jay se levantou e quando ia sair dali, seu braço foi puxado por Jason, que o abraçou e sussurrou: "Eu também te amo, filho". As lágrimas que Jay estava segurando, caíram e ele se permitiu chorar. Esse foi o primeiro ato de afeto de Jason, que antes, apenas o tratava como um idiota. Na verdade, Jason não pensava assim, apenas pensava que Jay iria cedo ou tarde e se apegasse-se, iria sofrer mais. 

Depois de um tempo, eles riram e se abraçaram de novo. Era incrível amar alguém de novo, coisa que só sentiu uma vez, com sua mãe. Quando se lembrou da mãe, seu rosto ficou sério, preocupando o 'filho'.

 — O que aconte… — Jay foi cortado quando Jason disse, já o puxando: 

 — É minha hora de te contar uma coisa. — Eles entraram dentro do casebre, e foram para o quarto do Jason, que pegou a carta debaixo do travesseiro. — Vou te contar o que está escrito na carta. — Essa afirmação assustou Jay, que sempre vira essa carta e nunca sequer ousou tocar nela. Jason tinha extremo ciúmes dela e mataria quem quer que fosse caso ousasse mexer nela. Jason desdobrou cuidadosamente o papel amarelado e Jay pode ver as letras desenhadas com capricho. Nesse momento, os olhos do Jason tinham um brilho especial, uma mistura estranha de tristeza, alegria, conforto e, então, começaram a percorrer o papel enquanto Jason lia em voz alta as palavras:

 — "Querido Jason,

Filho, eu te amo como toda a minha alma. Eu amo seus olhinhos cor mel quando me olham pidões por algum brinquedo. Amo seu cabelo escuro como a noite que sempre cobriam

 meu rosto durante a noite fria em que dividimos a cama. Mas, o que mais amo em você, é seu coração quente e caridoso. Ame a todos filho, mesmo quando eu for.

Com amor, sua mãe.

Adeus."



Houve uns minutos de silêncio. E então, Jason disse:

 — No dia seguinte, descobri que ela fora assassinada. uma fúria  se apossou de mim e eu resolvi me vingar. Ela fora morta por monitores desse acampamento, então eles devem sofrer, para sempre. — Seus olhos perderam o brilho e a humanidade. — E embora saiba que minha mãe não aprova o que eu faço, não sei mais como viver sem fazê-lo. Minha vida serve só, e unicamente, para vingá-la mas, depois de um tempo, comecei a perder o propósito, a matar apenas por… Matar. Apenas para suprir essa sede antes desconhecida, de sangue inocente. Na noite que te achei, mãos ei i que deu em mim, mas acendeu uma faísca de humanidade a humanidade que eu perdi, e meu propósito de vida se estendeu a ajudar-te. Embora não quisesse, me apeguei a você. Por isso te ignorava, não queria sofrer com sua partida. Não sei se vou realmente parar com os assassinatos, não sei se estou preparado. Mas acho que minha mãe está orgulhosa, onde quer que esteja. — Ele fala, e abraça o Jay. E assim, eles final te puderam ser felizes, tornando-se uma família, mesmo estranha, mas tornando. Jay ganhou um pai, Jason um propósito. Ainda demorou alguns anos para que os assassinatos parassem de ser noticiados, mas eventualmente isso aconteceu. Não me pergunte como, mas aconteceu. Agora, Jason apenas mata uma coisa em sua vida: insetos. Porque uma coisa é verdade: Jason é tão imortal quanto baratas. 





E sla mano, desisto de fazer um final decente, foi mals 

 


Notas Finais


Leiam as notas do autor, plis. E se vc leio até aqui, vc e um guerreiro, para-a-bens.


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