História Uma Fraternidade - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 2.540
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpe a demora pra postar cap, é qe estou tendo muitas coisas pra fazer na escola.
Aproveitem o capítulo♡

Capítulo 10 - Coronel Klee


POV Mia

Nossa parte do plano não era muito dificil, nada comparado ao que o Dan e Eva tinham que fazer, mas a nossa parte era fundamental.

- Pega o capacete - Mike disse me entregando o capacete, a gente ia de moto até a cidade - Espero que o Peter não precise dela hoje - Sim, a gente estava roubando uma moto, isso pra mim era muita novidade, mas o Mike falou que já pegou aquela moto um monte de vezes e ele só levou um socos, nada de mais disse ele, mas pra mim aquilo era muito.

- Onde a gente vai encontra isso - Eu não sabia onde se vendia aquilo, pra mim aquilo nem era vendido.

- Eu não sei, mas acho que meu avô sabe, então por isso a gente vai lá na clinica - Vejamos, hoje eu iria fazer coisas tão loucas que vcs não tem ideia - Vc trouçe às revistas né?

- Sim - disse mostrando, era 2 revistas da Playboy, acho que o avô do Mike era muito tarado - Eu não acredito que a gente precise levar isso.

- Ele gosta então, é o único jeito dele nós falar oq queremos - é ele estava certo - Coloque o capacete, e suba.

Coloquei o capacete, era àqueles que cobriam toda cabeça, subi em cima da moto, ela era um Harley preta ela era muito bonita, dizem que essa moto o Peter pegou em uma aposta de briga de rua, Mike nunca negou a história. Assim que subi passei os meus braços em volta da cintura do Mike.

- Vamos.

- Vamos - disse com confiança, mesmo não tendo confiança


Estávamos quase chegando no hospício da cidade, pra mim era apenas uma casa de repouso, mas o Mike fala que o avô transformava aquele lugar em um hospício.

Já devia ser umas 6h30min, a parte do Mike foi bem fácil, ele tinha que convencer o Peter a da uma festa, e como Peter estava ansioso pra vender toda aquela maconha, então acho q foi só um pé na roda.

Os últimos dias na KAPPA NU, foram os piores, ele faziam de tudo, desde esconder os meus livros há rasgar umas roupas minhas. Pelo menos eu fiz amizade com uma menina lá, a Jessica, ela era tipo uma Eva da vida, não ligava pra nada, ela dizia que só estava ali pq não tinha dinheiro pra pagar algo sozinha. E agora que ocorreu a divisão de trabalho na casa, adivinha quem ficou com limpar o chão, isso mesmo eu, era a pior coisa, não por ter que limpar e sim pq toda vcs que eu limpava vinha um pessoa e sujava, mas de uns dias pra ca Jessica tem me ajudado.

Queria que a Eva estivesse comigo na KAPPA NU ia ser bem mais suportável, mas ela falou que ia ficar com o pai, eu não sabia como o Dan consegui ensinar Química pra ela, Mike falava que a hora que o pai do Dan estava na escola Dan parecia muito mais tenso, nunca soube direito essa historia do Dan com o pai dele, mas nao ia perguntar.

Acho que por conspiração do destino o bloco onde acontece a maioria das aulas de Medicina fica do lado do de história, como eu queria estar fazendo História, era o meu sonho, mas quando os seus pais são os maiores médicos da cidade acho que vc não tem muita oposição de escolha. Eu não odiava Medicina, mas sabe, não era pra mim. Primeiro, eu tinha nojo de tudo. Segundo, ver pessoas sofrendo na minha frente quase sempre me deixava tão doente quanto elas. Terceiro, o não sabia pq estava fazendo em biologia, nas últimas tarefa tive que pedir ajuda pro Dan, incrível eu não sabia mesmo tendo aula com o professor, mas daí vai la no Dan pega o meu livro lê e depois me explica tudo, eu entendia 80/100 do que ele explicava, então acho que eu estava no lucro. Na moral, o Dan não podia gostar do pai dele, mas ele não podia negar que ele era tão bom em ensinar quanto os alunos de Química diziam que o professor Will era, concerteza era genética.

Ano passado quando estávamos perto do vestibular, a gente teve que alugar um salão pro Dan dar aula, ele ensinou tudo de exatas, enquanto eu fiquei com as humanas, foi bem legal, muitos alunos que foram depois mandaram mensagem dizendo que a gente tinha ajudado muito.

Ao passarmos pela porta, nos vimos em um imenço corredor, tinha diversas portas tanto na direita quanto na esquerda, tinha médicos passando a todo instante carregando remédios, e idosos conversando com idosos, médico ou plantas. Mike estava quase correndo. Corri um pouco e o segurei.

- Mike oq vc tem? - perguntei, ele não parecia bem, ele estava suando muito.

Mike parou e começou a me fitar com um olhar de vergonha.

- Simplemente pelo fato de que eu o abandonei no momento em que ele mais precisava - acho que ele não falava pra mim e sim pra ele mesmo.

Ele continuou andando e virou a esquerda, segui ele, quando cheguei lá percebi pq era fácil reconhecer a porta que levava ao jardin do avô do Mike, todos era brancas com uma plaquinha escrita o nome da Pessoa, ou era isso que parecia, mas a do tio do Mike era uma porta muito estranha.

Ela era pintada de camuflada que nem do exército, tinha no chão uns sacos de areia perto da porta com arames em cima.

Parece que aquilo fez o Mike piorar, ele tentou passar pelos arames, mas acabou q ele rasgou a calça, mas ele nem ligou apenas balançou a cabeça, mas o problema foi que ele fez muito barulho, e se o Franke Klee estava lá dentro ele escutou.

- QUEM É QUE ESTÁ A INVADIR A MINHA BASE - alguem gritou ao mesmo tempo que a porta se abriu, fazendo Mike levar um susto e cair, o era um Velho de um 1,70 ele parecia um Mike mais velho, e estava usando apenas uma sunga camuflada, ele com certeza era um ex-militar - Quem é vc soldado? - Ele disse olhando pro Mike, e agora que fui perceber ele estava com um vasora na mão.

- Eu... sou o soldado Mk - agora que fui perceber Mike chorava enquanto falava aquilo, parecia que fazia mais de século que ele não proferia aquelas palavras.

- AHHH SOLDADO MK QUANTO TEMPO - o idoso largou a vassoura e correu pra abrasar o Mike, ele era muito pequeno, mas Mike estava caído no chão então eles meio que ficaram da mesma altura, Mike agora chorava muito. Se eu estava com vergonha alheia, imagina, eu só estava no meio de um encontro família, aparentemente eles não se conheciam a mais de 10 anos, com uma roupa de balada, pois foi a única que as menina da KAPPA NU me deixariam sem implicar, pois qualquer roupa ele ganhe que eu coloque elas implicam, pq acham que eu tinha que arranjar "MACHO", cara pq isso era necessário, mas eu até que gostam dessa roupa, era um vestido curtinho colado, ele era branco com uma listra em diagonal preta.

- Me... Des... Desculpe avô - Mike disse, ele tirou aquelas palavras da boca como se aquilo estivesse quente.

- Desculpa pq soldado, vc só esteve ocupado no Vietnã, estava fazendo algo bom, então as desculpa não seriam bem vindas - Disse com firmeza, Mike agora estava levantando, agora sim dava pra perceber o quão pequeno o Sr. Klee era. - E mais uma coisa soldado - ele disse olhando pra mim.

- Sim senhor, pode falar - Mike disse fazendo uma postura mais rígida.

- Quem é essa mulher? E pq ela parece uma prostituta? É pra mim? - Como diria o Peter, QUE PORA É ESTA?, será que eu estava realmente parecendo um prostituta, nossa, agora tudo estava explicado, se eu estava boquinha aberta então o Mike, só de ver ele quase me esqueci dos insultos, ele estava muito sem jeito e de boquinha aberta, e além disso ele estava muito vermelho.

- Primeiro senhor, eu sou amiga do Mike, sou a Mia, e estou parecendo uma prostituta pq estamos tendo um problema no nosso quartel, a minha surpevisora não está segundo as regras, e eu não sou pra vc, isso é pra vc - disse tirando a revista da bolsa, o velho arregalou os olhos. Acho que o Dan ficaria orgulhoso de mim, essa desculpa era genial.

Ele olhou pro Mike e o ele apenas acenou, o senhor pode ser velho e pequeno, mas era rápido, em dois segundo ele já estava do meu lado folhando a revista.

- Chegamos - ne, tinha visto que a gente tinha saído da cidade e estávamos na parte mais rural, a minha frete tinha um portão coberto de vinhas, ele era parecido com o da faculdade, e por cima dele dava pra ver uma mansão que ficava em um morro, era muito parecido com Hogwards, um ar de antiga e tinha duas torres uma em cada lado e em cima no meio diversas janelas, no me oi em baixo tinha uma enorme porta dupla, de madeira aparentemente, e no caminho pro castelo tinha fonte, da qui não dava pra ver muito bem como era a fonte. Mike estava se aproximando do portão. Eu não tinha percebido, mas tinha um interfone perto do portão, Mike apertou - Bom dia, vim fazer uma visita a Franke Klee.

- E o senhor seria quem? - perguntou a voz no interfone, aparentemente feminina.

- Sou Mike Klee e estou a companhado de uma amiga Mia Watson - Mike disse, deu pra escutar um "Humm" da pessoa que está atrás do interfone.

- Pode entrar - a voz disse.

Dei num suspiro de alívio, não deu nem um segundo é o portão estava se abrindo e Mike entrava rápido em direção ao Castelo.

Lá dentro era muito mais bonito do que eu imaginava , no caminho era possível ver diversos jardins com idosos, tinha até um idoso que estava lutando com uma escultura de folhas.

Estávamos perto da fonte, e sentada nela estava uma mulher com um vestido Branco, ela devia ter uns 70 anos, usava um rabo de cavalo, mesmo não tendo tanto cabelo.

- Só queria que o Ralf anda se comigo como esse jovem rapaz anda com vc - ela disse pra mim, Mike parou na hora e me olhou, eu devia estar muito vermelha, mas não falei nada apenas dei um sorriso e continuei Mike fez o mesmo - NÃO ESQUECAM DE CHAMAR A VELHA BETH PRO CASAMENTO - ela tinha gritado, agora eu andava mais rápido, Mike estava apenas rindo da situação. Eu não era que nem a Eva que sabia lidar fácil com os garotos, acho que eu estava tão encalhada quanto o Dan, se não mais.

Pelo que a Eva me fala eu só estou encalha pq quero, mas esse é o problema, isso significa que não achei ninguém ainda. Já recebi vários pedidos de namoro, mas sempre usava a pior desculpa possível, do tipo "Ah não vai dar pra sair com vc pq eu tenho câncer no pé, foi mal", eu não era tão criativa quanto o Dan, mas to indo.

Mike tinha acabado de abrir a porta, la dentro era que nem um recepção de um hospital, era todo brando com fileiras de bancos e um balcão no centro, e escorado nele estava a fonte da voz, era uma mulher de cabelo curto preto, tinha uns óculos rosas, ela era um pouco gorda e usava um jaleco. Mike nem me esperou ja estava quase chegando na mulher, tive que dar um corridinha pra alcançar ele.

- Mike vc está bem? - ele não aprecia bem, estava suando que nem um bode velho, as mãos estavam tremendo e estava muito pálido, segurei a mão dele - Vc sabe que eu estou aqui - ele me encarou por um tempo.

- Lógico que eu sei - disse sorrindo. A gente tinha chegado na frente da recepcionista - Como eu disse antes estou aqui pra ver Frank Klee.

- Vc é Mike Klee né? - ela perguntou, Mike apenas acenou com a cabeça - pensei que o Klee não tinha mais ninguém, não sei oq vc pensa em fazer com ele, mas caso seu a algo que dependa da vontade dele jan pode ir esquecendo.

- Não se preocupe eu o conheço - sabia oq o Mike falava, pq dentro da minha bolsa de tinha uma revista que homens gostavam. Acho que nunca mais guardarei nada naquela bolsa sem lembrar dessa revista, nosss a bolsa era tão bonita era um preto com detalhes dourado, mas agora era só a bolsa das coisas inapropriadas - agora a senhorita pode falar onde fica o quarto do meu avô - o tom dele era que é uma ordem carregada de pura ironia.

- Só vcs pegarem essa porta a minha direita e seguirem e pegarem a esquerda e reconheceram a porta pro Jardim quando a virem - Ela disse apontando pra porta do lado direito dela era uma porta simples. Mike ja estava indo.

- Obrigado moça - eu disse, ela apenas acenou a cabeça

- Vcs sabem como isso aqui é um pora, eles não trazem nem uma meninas pra mim, quão dirá uma pornografia, é menina vc me salvou, já estava ficando loco, vc sabe como é difícil fazer no seco, é como vc tentar achar uma agulha no palheiro e ainda usar ela pra tecer um tapete - Ele disse ainda folhando a revista - Vamos entrar.

Quando a mulher falou Jardim, não ouse duvidar da sua palavra. O quarto dele era totalmente cheio de grama no cão e tinha uma fogueira bem pequena no meio e uma barraca no armada, e do lado sa foqueira tinha uns troncos, e no chão diversas coisa jogada, entre elas um espeto de churrasco com algo que algum dia foi alguma comida, mas agora era carvão, e tinha uma lanterna de um lado e cima Ak-47 de brinquedo. Sério só tinha isso e uma janela bem grande na parede, acho que para quando ele ascendia a fogueira, Franke tinha sentado e jogado a revista na barraca, e agora estava sentado segurando o espeto.

- Querem um pouco?- Ele disse apontando pra mim e pro Mike que agora que agora estava do meu lado.

- Não muito obrigado - Mike parece que também concordou coma a cabeça - Então senhor Franke, como eu disse nos precisamos nos livrar da minha comandante pois, ela não está cumprindo as reg...

- É hoje em dia não se faz mais comandantes como antigamente, a melhor comandante que eu conheci foi a minha mulher Lívia Klee, ela sim era uma comandante de primeira - o Franke disse - Falar nisso, soldado MK cadê a nossa comandante? - Nessa hora achei que o Mike ia desmoronar.

- Sen... Senhor ela inda está na missão - acho q quando ele disse missão ele quis disser outra coisa - Mas o senhor sabe como ela sabe se virar?

- Sim ela sabe muito bem - Ele disse com um olhar pensativo como se vislumbrase um bom passado junto a mulher - Garota continue a história.

- Então ela não está cumprindo as regras, e precisamos de uma informação sua - Ele acenou pra mim continuar - O senhor sabe onde posso conseguir armas ilegais?


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Queria saber se vcs preferem (Cap mais rapidos) ou ( mais longos)?
Tchau até o próximo ♡


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