História Uma garota depressiva - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 471
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Havia se passado 4 meses dês do dia em que voltei para a escola.

Capítulo 2 - Tragédia


Fanfic / Fanfiction Uma garota depressiva - Capítulo 2 - Tragédia

Acordei 12:00, meu namorado Sam estava na minha sala, esperando eu ficar pronta para ir até a casa dele... Me levantei rapidamente, tomei um banho, vesti uma roupa que havia separado um dia antes (Blusa preta básica, short jeans, blusa chadres na cintura, e All Star vermelho nos pés). Desci, dei um beijo no meu pai, e fomos de carro para casa dele. Chegando lá, dei um beijinho em sua mãe antes de entrar, seu pai estava preparando as carnes e bebidas para o churrasco que iria acontecer as 15:00 da tarde. Em quanto isso, fui até o quarto do Sam, abri algumas gavetas dele só por curiosidade, e derrepente encontrei um sutiã "de quem é esse sutiã?" Penso comigo, já que a mãe do Sam não é muito magra para aquele sutiã, e o Sam não tinha irmã, ou prima. Coloquei o sutiã dentro da minha bolsa, e derrepente recebo uma ligação. 

Maia -Alo?

**** -Blá Blá Blá

Maia -Que? Não pode ser, isso não pode estar acontecendo, diz que não, por favor?

Sai correndo para o lado de fora, no quintal onde eles estavam, gritando

Maia -Vamos Sam, é uma emergência!

Saímos da casa do Sam rapidamente de carro, e fomos até o hospital, minha mãe havia sofrido um grave acidente de carro enquanto estava voltando do mercado, cheguei lá desesperada, mal conseguia fala, quando meu pai saiu da sala com lágrimas no rosto, dizendo que minha mãe não havia resistido, ela morreu presa nas ferragens. Eu desmaiei e acordei meia hora depois.

Maia -Onde estou? 

Começo a me recordar do que havia acontecido, e logo me acabo em prantos, eu tremia como um motor, estava toda arrepiada bom sol de 38° graus, eu não aguentava ficar em pé. E eu só podia pensar em como eu ia fazer sem minha mãe, onde procuraria ajuda, não teria ela novamente, nunca mais....

_______________________________

           Um mês se passou

Eu não saía daquele quarto para absolutamente nada, ficava trancada o dia todo, havia entrado em uma grave depressão. Quando derrepente meu telefone toca

Maia -Alo?

*** - Blá Blá Blá

Não pude terminar de ouvir, o "A sua melhor amiga Lilly está morta" já bastou para mim, comecei a chorar, e gritar dentro do quarto, me perguntando o que havia acontecido, por que tudo aquilo estava acontecendo comigo, meu pai logo entrou no quarto me vendo chorar e gritar esparramada não chão, ele pegou meu celular, ouviu o que aquela pessoa dizia, olhou para meu rosto com cara de espanto, e desceu lentamente o celular de seu ouvido, me observando. Ele me abraçou forte, e disse coisas que eu mal me lembro, eu só me lembro dele me dizendo "Sinto Muito minha filha, mas eu prometo que isso vai passar, eu prometo, não fiquei assim."

Eu só parei de pensar por um estante, em abracei forte meu pai, ele era tudo que eu tinha.


Contínua...



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