História Uma garota exemplar?! - Capítulo 34


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Categorias B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Got7
Tags Bap, Bts, Got7, Namjin, Originais
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Palavras 4.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que aproveitem este capítulo. 😘😘

Capítulo 34 - Isso é loucura.


Fanfic / Fanfiction Uma garota exemplar?! - Capítulo 34 - Isso é loucura.

 (S/N) já tinha despertado há um bom tempo, mas permaneceu deitada em sua cama sem um pingo de vontade de levantar. Queria muito arrumar alguma boa desculpa, para que pudesse evitar de ir até a casa do Sr. Chung naquela tarde. Suspirou frustrada por não conseguir pensar em nada e mudou sua posição na cama. Não entendia o porquê de não conseguir mentir para o mais velho, como fazia de maneira tão natural quando era com a sua mãe. Se bem...que já fazia um bom tempo que vinha tendo dificuldades para tal arte. Só de imaginar como seria ficar na presença de Jessi e o que ela era capaz de fazer para fingir ser uma boa moça, já sentia seu estômago embrulhar. 
-O que eu faço? Resmungou a si mesma. Acabou pegando o travesseiro ao seu lado e o colocando contra o rosto, para abafar o som agudo de frustração que proferiu em seguida. 
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JB observava o seu pai que estava radiante naquela manhã de domingo, dava para ver que ele estava completamente animado para o evento do dia, pena que não podia partilhar do mesmo sentimento. Não tinha certeza do que poderia acontecer tendo Jessi e (S/N) sob o mesmo teto, e isso estava o deixando inquieto. 
 E ainda tinha o fato de que seria difícil para ele ter que encarar sua amiga, já que havia tido um sonho esquisito e confuso com ela na noite que havia se passado. Suspirou pesado o que chamou a atenção de seu pai.
-O que houve? Questionou. Seu filho ergueu o rosto para observa-lo. Negou e forçou um sorriso.-Eu te conheço Jae bum. Sei quando tem algo te incomodando. Falou firme. O mais novo se sentiu pressionado, sabia que não podia mentir para ele, então acabou desviando o olhar. 
-Só estou cansado. Mentiu. Não queria dizer para ele o que realmente estava o deixando daquela maneira. Não queria estragar seu dia. 
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 Hoseok chegou a portaria do prédio, estava nervoso e ansioso, queria muito saber a resposta que ela lhe daria, esperava que ela aceitasse sua proposta. 
-Ela disse que você pode subir. O porteiro o avisou, fazendo ele despertar de seus devaneios. 
-Obrigado Ajusshi. Falou se curvando em sinal de respeito e seguiu até o elevador. 
  ...............
-Oi Hoseok. Ela disse e cedeu passagem a ele, que não fez cerimônias, adentrando no cômodo.-Fiquei curiosa depois que li sua mensagem. Assumiu e se acomodou em um dos lugares vagos do sofá, indicando ao outro que fizesse o mesmo, que se sentou próximo à ela. 
-Espero que pense com cuidado no que vou dizer. Pediu a garota que ergueu a sobrancelha em resposta.
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 (S/N) ainda não conseguia entender o que estava pensando para continuar indo até aquele lugar, tinha dito a si mesma que não importava o que acontecesse, ela não iria para aquele almoço. Mas foi só receber uma ligação do Sr. Chung e seu coração logo amoleceu. Suspirou e passou as mãos nos fios de cabelo da nuca. 
-Eu sou muito idiota. Resmungou no meio do caminho.-Eu não sei o que eu estou fazendo vindo até aqui. Balançou a cabeça em negativo. 
 Se aproximou da porta e vacilou um pouco antes de bater. Respirou fundo e ergueu o punho com um pouco de dificuldade. Então a porta abriu. JB ergueu as sobrancelhas ao vê-la ali, que abaixou sua mão direita que estava erguida, já que não precisou concluir seus atos. Sorriu amarelo para o menino que a observou em silêncio por um tempo, se apoiando ao batente da porta em seguida. 
-Pensei que não viria. Ele se pronunciou. Ela não falou nada. Apenas confirmou levemente com a cabeça.-Bem....já que está aqui, o que acha de ir comigo até a venda? Perguntou. Ela deu de ombros.-Okay. Disse se desencostando e indo até ela, segurando o seu pulso e a puxando delicadamente pela calçada. 
  .................
 Adentraram no pequeno recinto e ele logo correu em direção de uma das prateleiras que tinha ali. Ela apenas o seguiu e analisava tudo o que ele fazia. Ele percebeu isso e sentiu sua pele queimar um pouco. 
-Até agora você não falou muito. Ele constatou. Ela não disse nada em resposta.-Tem alguma coisa errada comigo? Indagou se virando para ela. Só então que percebeu que estava o encarando há um bom tempo. Ficou um pouco desconcertada. 
-A Jessi já está na sua casa? Questionou olhando para o outro lado. Ele acabou rindo fraco com o jeito dela. 
-Hum...Confirmou. Ela assentiu com a cabeça. 
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 O Sr. Chung ainda analisava a menina que lhe ajudava. Era uma garota bonita, não podia negar, mas tinha algo estranho nela. Só não sabia o que era. 
-Sr. Chung? Terminei. Avisou e colocou a tampa sobre a panela. Ele sorriu para ela e assentiu. 
-Obrigado. Agradeceu e voltou a colocar as frutas no copo do liquidificador.-Agora só falta fazer o suco, se quiser ir para a sala, ou se sentar aqui. Fique a vontade. Não acho que o Jae Bum vá demorar muito para chegar. Ela confirmou. Iria para a sala porém teve uma ideia. Se virou com seu melhor sorriso estampado no rosto e se acomodou em uma das cadeiras. 
-Posso perguntar uma coisa ao Sr.? Questionou e ele consentiu.-Como o Sr. conheceu a (S/N)? 
-Ah....ela é amiga do meu filho. Respondeu.-Só que acabamos nos tornando próximos também. Tenho aquela menina quase como uma filha. 
 Naquele momento Jessi sentiu cada gota do seu sangue ferver. Riu fraco, o que chamou a atenção do mais velho. Ainda não entendia aquela situação. Por que ele apresentaria aquela coisinha para seu pai e não ela? Nada disso fazia sentido. 
-Mas não precisa sentir ciúmes. Ele se pronunciou, cortando a linha de raciocínio da garota.-Eles são apenas amigos. 
-Eu sei. Falou amavelmente. 
-Noona. Escutou o irmãozinho do  seu namorado gritar na sala e se virou, vendo a menina que estava atormentando sua cabeça, e seu namorado adentraram no cômodo. Semicerrou os olhos e continuou apenas os observando por um tempo. 
-Ah...você chegou minha querida. O Sr. Chung falou e foi até onde ela estava. 
 “Isso só pode ser brincadeira.” Jessi pensou irritada, se esforçou para abrir o seu melhor sorriso e andou naquele sentido também. Ficou de frente para a mais nova que conversava animadamente com o pai de seu namorado. 
-Fico feliz que tenha vindo. Disse a olhando no fundo dos olhos, ela retribuiu sua fala com um sorriso. Estava certa quanto à não saber até onde Jessi poderia ir. 
-Bem....vou levar as coisas até a cozinha. JB falou, pegando as poucas sacolas que estavam com sua amiga e foi para a cozinha. Respirou fundo e se virou mais uma vez para observar aquela cena. As duas continuavam a sorrir uma para a outra e se sentaram da mesma maneira. 
-Parecem duas psicopatas. Resmungou e começou a tirar as coisas de dentro das sacolas. 
 ..............
 Jessi e (S/N) travavam uma pequena e silenciosa batalha. Era como se uma tentasse mostrar o quanto era superior a outra, mas sem que deixasse os outros perceberem o que acontecia ali. 
 A mais nova quase vomitou ao ver a outra sorrindo e conversando como se fosse a personificação da perfeição. 
-Ah....eu acho tão fofo o fato de vocês se darem bem. A Ji Young disse. (S/N) apenas forçou o sorriso mais uma vez, estava até se acostumando, já que havia passado boa parte do dia fazendo isso. 
-Bem....Jessi voltou a se pronunciar com aquele tom irritantemente doce.-Eu confio no meu namorado, sei que ele me ama. E além disso, eles são apenas amigos, não tenho motivos para ficar fazendo o papel da namorada chata e ciumenta. A mais nova acabou revirando os olhos ao escutar todas aquelas falsas palavras. Como conseguia ser tão mentirosa e cara-de-pau daquele jeito? Merecia um Oscar, com certeza. 
-Você é realmente um amor. A mais velha voltou a dizer, encantada. 
 Jae Bum não se sentia nem um pouco confortável com aquela situação. Então continuava a brincar com  a comida em seu prato, só para não ficar olhando para a frente e assistindo aquele grande espetáculo que as duas insistiam em fazer. 
-Sem falar que até onde eu sei ela já tem um namorado. Alfinetou a amiga de JB. Ela a encarou incrédula, mas logo abriu um simpático sorriso. 
-Acho que se enganou. Falou. 
-Sério? Perguntou fingindo descrença.-Se bem que....eu achava que você estivesse saindo com  aquele garoto da sua sala, mas quando eu vi você com o garoto novo, achei que fosse ele, já que vocês parecem ser tão próximos. Sorriu abertamente. 
-Hum...proferiu.-Nós somos apenas bons amigos. Falou. 
 “Acho que alguém se esqueceu quem é a verdadeira vaca aqui.” Pensou. 
-Ah...entendo. A mais velha disse sorrindo.-Espero que não me entenda mal. Foi só uma interpretação errada de minha parte. 
-Tudo bem. A mais nova voltou a se pronunciar.-Eu entendi bem as suas intenções. Respondeu firme. 
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-E então....o que você me diz? Hoseok questionou inquieto. A garota ainda o encarava. Não sabia o que responder. 
-Eu preciso pensar. Ela confessou confusa. Ele suspirou mas a entendia. 
-Tudo bem. Quando se decidir, você sabe o meu número. Disse e piscou com um dos olhos, a fazendo sorrir. Ele prontamente a retribuiu. 
 Mas desfez sua ação assim  que recordou que tipo de situação era aquela. 
-Sabe o que mais me deixa confuso em toda essa história? Ele perguntou a ela que negou, ficando tensa ao perceber o tom que ele usava.-É que é você. Confessou, suspirando em seguida.-Eu não sei direito o porquê, mas acho que pode ser pelo fato de eu sempre ter acreditado que você era alguém forte e isso sempre se intensificava quando eu te via sempre radiante. Ela assentiu como se entendesse o que ele queria dizer com tudo aquilo.  
-Acho que você deve estar decepcionado. Disse em um tom brincalhão. 
-Na verdade estou um pouco. Falou fazendo ela franzir o cenho.-Não por você estar nessa situação, mas por você não ter procurado ajuda e ter fingido que estava tudo bem. E o pior, não ter confiado em mim. Eu fiquei esse tempo todo achando que você estava bem, quando as coisas estavam indo por esse caminho. 
-Eu só estava com medo. Assumiu. Ele confirmou. 
-Eu sei. Disse. Ela então o observou por um tempo em completo silêncio. 
-Você estava falando a verdade? Ela o questionou, o fazendo ficar confuso. 
-Sobre o quê? Perguntou. 
-Uma vez, na escola, você me disse que poderia me fazer muito feliz, se eu aceitasse namorar com você. Ele tentou se recordar do acontecido. 
-É. Eu me lembro que você riu e me chamou de bobo, dizendo que eu não deveria brincar com esse tipo de coisa. 
-Você sabe porque eu fiz aquilo. 
-Sim. Mas pelo jeito....as coisas não foram como você imaginava. 
-Todos cometemos erros. 
-Concordo. Falou sério.-E eu continuo cometendo o meu. Disse. 
-Que seria? Indagou. 
-Nunca deixar de gostar de uma garota que nunca vai me dar bola. Jogou a indireta. Ela não conseguiu dizer uma única sílaba em resposta a aquilo. 
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 JB não aguentava mais. Nunca mais levaria ninguém para a sua casa, já que todos que iam até ali eram submetidos a responder um extenso questionário feito por seu pai e madrasta. 
 Ele suspirou ao escuta-los fazendo outro comentário e virou seu rosto, prestando atenção em outro lugar do cômodo, onde estavam seu irmão e (S/N). Acabou sorrindo ao vê-los brincando. 
-Não é amor? Escutou a voz de Jessi ecoar por seus ouvidos, ao mesmo tempo que a sentiu depositar a mão sobre a sua. Se virou para ela com uma feição confusa. 
-Hum....? Proferiu. Ela o encarou e forçou um sorriso. 
-Eu estava falando sobre o dia em que me pediu em namoro. Explicou. Ele assentiu. 
-Ah sim. Eu não escutei estava meio distraído. Se explicou. Ela confirmou. Sabia o motivo da distração dele. 
-Hum! Escutou (S/N) proferir e rapidamente se virou naquela direção. Viu seu irmão parado a sua frente, com as mãos apoiadas sobre os joelhos dela.
-Disculpa Noona. Pedia meio assustado. JB não pensou duas vezes para se levantar e ir até aonde a mais nova estava. 
-O que ele fez? Perguntou se agachando na frente dela, que estava com um de seus dedos dentro da boca. Ela negou e abriu um pequeno sorriso. 
-Não foi nada. Eu só me cortei. Explicou e piscou cúmplice para o bebê que sorriu e se sentou no chão. 
-Me deixe ver. Pediu. Ela balançou a cabeça em negativo mais uma vez. 
-Está tudo bem. Não foi nada. Insistiu.-Pode voltar para a sua conversa. Falou e fez movimentos com as mãos para que ele a compreendesse. Mesmo contrariado ele se colocou de pé e voltou para o sofá. Não demorou para seu pai retornar a sala e entregar um band-aid para a menina, que agradeceu brevemente. 
 “só não é mais teimosa por falta de espaço.” Pensou levemente irritado. 
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-Foi um prazer conhecê-los. Jessi se pronunciou acenando e seguiu em direção ao carro de seu pai, que estava estacionado em frente à pequena residência. 
-O que vocês acham de assistirmos alguma coisa? A mais velha perguntou após fechar a porta. Todos concordaram menos (S/N), que se colocou de pé. 
-Eu também já estou de saída. Falou e foi até o pequeno, depositando um selar na testa dele. 
-Por que não fica só mais um pouquinho? O Sr. Chung indagou de maneira manhosa. Ela sorriu. 
-É que se não amanhã não vou estar disposta para ir a escola. Explicou. Ele assentiu. 
-Boa noite. Desejou e caminhou até a porta. 
-Eu te levo. JB apareceu no cômodo já usando uma jaqueta e com a chave em mãos. Ela não queria que ele fizesse isso. 
-Não precisa. Falou com um tom sério e firme, o que fez o garoto franzir o cenho. 
-Eu vou ir do mesmo jeito. Falou fazendo birra. Ela revirou os olhos em resposta e saiu da residência, sendo seguida por ele. Não sabia o porquê, mas estava querendo evitar ficar sozinha com ele.-Vai continuar com essa carranca? Perguntou ao perceber que ela estava com a feição fechada, formando um bico com os lábios. Ela semicerrou os olhos e o encarou de canto de olho, voltando a olhar para a frente. Ele riu. 
-Você é muito teimoso. Isso me irrita. Respondeu para ele. 
-Olha quem fala. Pensou alto.-Eu não podia te deixar vir sozinha. Rebateu. 
-Eu não sou nenhuma criança. Sei me cuidar sozinha.....
-Eu sei que sabe. Mas outras pessoas podem não saber disso. Falou e tirou uma de suas mãos do bolso da jaqueta, passando entorno dos ombros dela, a puxando para perto. Ela arregalou de leve os olhos e tentou se afastar dele, porém ele a puxou mais uma vez. 
-Aish...Resmungou.-Isso é estranho. 
-Todos os seus amigos fazem isso com você. Por que eu não posso? Questionou provocativo. 
-Porque é você. Respondeu sem hesitar.
-Ué! E o que tem isso? Indagou.-Que eu saiba sou seu amigo também. 
-Esse não é o problema. É só que.....Não conseguiu terminar sua linha de raciocínio ao vê-lo posicionar seu rosto tão próximo ao dela. Então virou seu rosto para a outra direção. 
-Que.....? Provocou. Ela o empurrou, conseguindo fazer ele solta-la. 
-Não me provoque. Avisou e saiu caminhando na frente, com passos pesados e apressados. Ele a analisou por um tempo, acabou rindo antes de voltar a andar. 
-Okay. Se pronunciou erguendo os braços, em rendição.-Eu não vou mais te atormentar. 
-As vezes eu me pergunto porque todos que conheço tem que ser malucos. Negou ao cochichar. 
-Hey?! Ele reclamou.-Você está muito amarga hoje. Acho que precisa de algo para adoçar esse seu mau-humor. Falou e olhou ao redor, avistou um lugar não muito longe e sorriu.-Vem. Disse e segurou a mão dela.
  ..................
-Do que você vai querer? Disse olhando para o catálogo que tinha na parede. Ela suspirou.-Me dê um de morango. Pediu para a pessoa atrás do balcão. Ia pegar o dinheiro quando o menino a impediu. 
-Eu pago dessa vez. Falou sorrindo. 
-Você não precisa fazer isso. Disse. 
-Preciso sim. Estou te devendo. Piscou pra ela, que sentiu seu rosto queimar um pouco. 
-Não.. . 
-Para de ser teimosa. Falou divertido.-Já vou levar. Procure um lugar para se sentar. Ela fez o que ele disse, mas não porquê ele havia mandado. Porém já tinha sido arrastada até ali mesmo, então.. ...
 Ele ria sozinho, enquanto esperava os pedidos ficarem prontos. 
-Oi JB. Escutou uma voz familiar soar, e se virou na direção da qual ela vinha. Vendo a mãe de seu amigo.
-Oi Sra. Wang. Falou e se reverenciou em sinal de respeito. 
-Está aqui por causa do Jack? É que ele não está agora. 
-Bem...na verdade estou com uma amiga. Só pensei que seria um bom lugar para vir. Disse. Ela confirmou. 
-Já que é assim...fique à vontade. Falou e sorriu. Ele assentiu. 
-Obrigado. 
-Aqui está seu pedido moço. A garota disse e ele se virou, pegando os sorvetes. Voltou a fazer uma reverência para a mais velha e foi de encontro a (S/N). 
 Ela parecia distraída com algo, mas assim que percebeu sua presença, fixou o olhar nele, o vendo sentar na cadeira de frente para a sua. 
-Prontinho. Disse e esticou o braço na direção dela, que pegou o seu sorvete. 
-Obrigada. Agradeceu. Ele balançou a cabeça em negativo, ao mesmo tempo que sorria. 
 ..................
 -Hum. Então você não sabe quando ele volta? Jae Bum indagou. Ela negou. 
-Mas pelo menos ele já avisou que está bem. Ela respondeu tranquilamente. 
-Agora entendo porque estava com aquela cara. 
-Como assim? Perguntou. 
- Acho que foi na sexta. Você parecia meio distraída e seria demais. Respondeu.-Não sabia que você era tão grudada no seu irmão assim. Ela sorriu de lado. 
-É que tudo parece ficar meio solitário quando ele não está por perto. 
-Ao menos seus pais ainda estão aqui. Disse e ela pareceu pensar em algo antes de assentir. 
-É. Falou em um tom meio frio. 
-Você realmente não gosta de ficar com eles, não é? Questionou meio divertido. 
-Não é isso. Ela respondeu meio na defensiva.
-Serio? Todas as vezes que você fala ou está perto deles, você parece ficar desconfortável. Constatou. 
-Só é falta de costume. Desde pequena eu e o meu irmão fomos criados pela Maria. Então eu passei a maior parte do tempo na companhia dela, do Nam, do Tae e do Jin. Explicou.-De certa forma, quando eu tenho que ficar com os meus pais eu me sinto perto de desconhecidos. Principalmente minha mãe. 
-Por quê principalmente com sua mãe? Ele questionou curioso. Ela deu de ombros. Sabia a resposta mas não achava uma boa responder. 
-De qualquer modo, não é nada que eu possa mudar. Então.....Parou um momento para pensar.-Mas e você? Também tem algumas coisas sobre sua família que eu não sei. 
-O que você gostaria de saber? Indagou olhando para o sorvete em sua mão. 
-Eu sempre quis perguntar isso. Mas tinha medo  de parecer um pouco intrometido de minha parte. Explicou. Ele a encarou, tinha uma ideia sobre o que era a pergunta. Sorriu amarelo. 
-Eu acho que sei sobre o que você quer perguntar. Falou calmamente.-Eu não sei se posso acabar com a sua curiosidade. 
-Então você não sabe o que aconteceu com ela? Indagou seria e surpresa. Ele negou. 
-Para falar a verdade, não sei se quero saber. Acho que prefiro que as coisas continuem assim. Eu criei uma história para mim mesmo, e me sentiria mal se descobrisse que as coisas não foram bem como imaginei. Confessou com um tom meio pesado na voz. Diria até...que meio triste. A menina o encarou e se sentiu mal por ter feito aquela pergunta a ele. 
-Me desculpe. Pediu sinceramente e abaixou a cabeça olhando para as próprias mãos. Ele sorriu com o jeito dela. Se levantou e se sentou ao seu lado.
-Tudo bem. Disse sorrindo.-Eu sei que não foi por mal. Ela ergueu o olhar e o encarou um tempo em silêncio, sendo completamente retribuida. 
-Não sei se eu gosto quando você me olha desse jeito. Ela se pronunciou primeiro. Ele sorriu. 
-Por quê? Você fica desconfortável? Questionou. Ela rapidamente negou. 
-Eu só fico receosa de começar a interpretar as coisas equivocadamente. Confessou. Ele rapidamente fechou o sorriso que tinha formado em seu rosto, deixando um semblante sério e pensativo tomar conta de sua face. 
-Se fosse outra pessoa já teria entendido errado o que você acabou de dizer. Brincou para aliviar o clima. Se virou, sentando para a frente. A observando de canto de olho. 
-Acho que podemos ir andando. Se não vai ficar muito tarde para você voltar depois. Ela falou se levantando. Ainda não acreditava que tinha dito aquilo. Sentia sua pele queimar e seu coração palpitar em um ritmo anormal. Parecia eufórico. Ele assentiu sem qualquer cerimônia e se pôs de pé. Assim sairam do estabelecimento, em completo silêncio.
 Era uma noite agradável, mas a brisa gélida incomodava um pouco. (S/N) acabou se encolhendo um pouco ao sentir o vento em contato com sua pele, JB percebeu a situação e não pensou duas vezes para tirar sua jaqueta e colocar sobre os ombros da menor, que ao sentir o tecido a cobrindo, se virou para o lado observando o garoto que sorriu de maneira meiga. 
-Você não precisa fazer isso. Disse e iria tirar a blusa, porém ele segurou o tecido no corpo dela. 
-Está tudo bem. Eu não estou com tanto frio. Falou. Se antes ela já estava com vergonha, agora era a personificação da mesma. 
-Obrigada. Agradeceu e virou o rosto para outra direção, enquanto colocava a blusa, para que ficasse mais confortável de usa-la. 
 Era estranho mas o fato de estar usando a jaqueta do mais velho, lhe proporcionava uma sensação boa, era como se ele estivesse a abraçando, talvez fosse pelo fato do cheiro do perfume dele estar impregnado na peça. 
 Não demorou para que chegassem ao destino. Ela se apressou para retirar a blusa e entregar à ele. Mas foi impedida de concluir seus atos. 
-Depois você me devolve. Falou calmamente. 
-Não precisa. De verdade. Mas eu agradeço. Disse e sorriu sem desviar o olhar do dele em nenhum momento. Voltou a se preparar para tira-la. Voltando a ser impedida. Jae Bum se aproximou dela, ficando perto o suficiente para suas respirações se misturarem. Ambos sentiram a mesma sensação estranha percorrer seus corpos, pena que não sabiam disso. Automaticamente suas respirações tomaram um ritmo acelerado e pesado. A aproximação era inquietante e perigosa. 
 Ele deslizou suas mãos, que estavam sobre os ombros dela até as mãos suadas e trêmulas da menina, que não conseguia pensar em nada naquele momento e muito menos reunir coragem para impedir ele de concluir qualquer ação que lhe passase pela cabeça. 
 JB não sabia ao certo o que estava fazendo, percebeu que segurava as mãos de (S/N), encarar aqueles olhos tão brilhantes que ela esboçava lhe deixava louco para avançar e arriscar algo que ele tinha plena consciência de ser errado. Analisou cada detalhe do rosto dela, parando sobre o lugar que sempre lhe chamou a atenção, mas naquele momento parecia estar mais tentado á ter um contato com aquela região. 
 Ela percebeu que ele encarava a sua boca, acabou engolindo em seco ao imaginar o que estava prestes a acontecer. Sentia seu corpo estremecer só com a ideia de sentir o gosto e o toque dos lábios dele. Ele iniciou um carinho nas mãos da garota, como se estivesse se preparando para concluir o que passava por sua mente. Se aproximou mais dela, se abaixando um pouco para que seus rostos ficassem na mesma altura. Colou sua testa a dela, que o olhava bem no fundo dos olhos. Ele sorriu de lado e continuou assim por mais alguns segundos. Levou suas mãos até as laterais do rosto de (S/A), que por impulso fechou os olhos, ele a observou por um tempo e se aproximou dela, depositando um selar, um tanto demorado, em sua têmpora.
 Ao se afastar, ela abriu os olhos e o encarou, o vendo sorrir amavelmente. 
-Te vejo amanhã. Falou e se virou seguindo seu caminho. Ela não conseguia ao menos se mover, para poder entrar em casa. Sua mente estava uma bagunça total. 
-Não seja assim. Disse para si mesma, colocando a mão sobre o peito, onde se localizava seu órgão pulsante.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Me desculpem por não ter respondido os comentários, quem deixou, mas é que eu não consegui entrar aqui antes. Prometo que vou responde-las. Muito obrigada pelo apoio. Eu amo vocês meus docinhos.
😘😘😘😘😘
Fiquem bem. Okay?


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