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História Uma Garota (Nada) Comum- Imagine Park Jimin - Capítulo 25


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Notas do Autor


Oi anjos ❤

Capítulo 25 - A garota que (não) era linda


Fanfic / Fanfiction Uma Garota (Nada) Comum- Imagine Park Jimin - Capítulo 25 - A garota que (não) era linda

             * Jimin *

Pelo pouco que eu podia ver, a S/n ficou surpresa. E não era pra menos. Eu carreguei aquela culpa por anos, e mesmo agora, ainda era dificil tocar naquele assunto.

— Minha mãe ficou mais de doze horas com dor para me colocar na droga desse mundo e morreu menos de duas horas depois. — expliquei. — Eu a matei. Pelo menos, foi isso o que meu pai me disse.

Agora a S/n estava chocada.

— Quando eu era criança — continuei — toda vez que eu me machucava, caía ou chorava por algum motivo, meu pai puxava a minha orelha e me arrastava até o quadro com a foto dela. Ele dizia "Pare de chorar, seu idiota! Ela não está aqui para enxugar as suas lágrimas! Você a matou!"

— Nossa Jimin! Isso é... Horrível. — S/n disse.

— Sim, e tem mais. — Prossegui. — Todo mundo foi proibido de me dar atenção ou carinho. Meu pai proibiu até mesmo os funcionários de demonstrar afeto a mim. A única pessoa que não seguiu as regras impostas por meu pai foi a Doris e ela acabou sendo demitida por isso. Mas, ela voltou depois que eu fugir de casa e...

— Você fugiu de casa?

— Quando eu soube que ela tinha ido embora, sim. E só ela que consenguiu me fazer voltar pra casa. — respondi.

— Mas.... Por que seu pai não queria que as pessoas lhe dessem atenção? — ela questionou.

— Porque isso era algo que minha mãe me daria. — expliquei. — Mas eu não merecia receber esse tipo de coisa, porque minha mãe morreu e a culpa foi minha. Eu a matei.

— Não, Jimin. — ela disse. — Você não teve culpa. Seu pai estava totalmente errado em tratar você dessa maneira. Não faz sentindo, mas eu sinto muito. De verdade.

— Claro que faz sentido. — respondi. — E se depois você quiser me levar pra cama e passar dias me fazendo carinho, eu não vou me opor a idéia. Mas agora, estamos falando de você. Da S/n que não é linda.

Ela suspirou.

— Eu conheço mulheres, S/n. — prossegui. — Eu conheci muitas mulheres. E eu percebi, logo naquela tarde que você chegou aqui, que você é diferente de qualquer uma que eu conheci antes. E se os homens não a levam a sério, acredite, eu fico feliz com isso, porque eu sou egoísta. Caso o contrário, você estaria com outro cara e não aqui comigo. Mas tem uma parte de você, algo que eu não consigo alcançar, algo que você não entrega. Eu acreditava que fosse o seu coração. Eu queria isso, eu quero isso, o seu amor, mais do que qualquer coisa. Mas eu não poderia pedir algo que eu não mereço.

— Jimin eu....

— Isso não tem nada a ver com a minha infância. — eu a interrompi. — Tenho idade o suficiente para entender que eu não sou culpado pela morte da minha mãe. Você acha que você é comum? Que as feições do seu rosto não a tornam bonita? S/n, eu sou feio! A minha personalidade é horrorosa, a Coréia inteira sabe disso, e depois do tempo que passamos juntos, você também sabe. É claro que você construiria uma muralha ao redor do seu coração. Como você poderia amar isto? Como alguém poderia? Eu claramente não mereço.

Ela tentou argumentar, mas eu não deixei.

— E agora... Eu descubro que esse é o motivo da sua hesitação. Você não se acha bonita o bastante. Para um homem cego. S/n.... Eu não acredito nisso.

Eu a puxei pra perto, abraçando-a apertado.

— Você me deixa louco de desejo. — eu disse, pressionando-a contra a parede — Como você pode ao menos duvidar disso?

Eu a beijei, intensamente. Talvez eu não fosse o homem que ela merecia, mas precisa fazê-la entender o efeito que tinha sobre mim.

— Você é a mulher mais linda e perfeita do mundo. — eu disse quando interrompemos o beijo. — Eu não posso ver o seu rosto claramente. Mas é por isso que eu tenho certeza.

Ficar assim, tão perto dela, estava me deixando muito excitado. Mas, não tínhamos tempo. Mais tarde, eu pensei. Mesmo assim, ainda dava tempo de beijá-la um pouco mais.

— É assim que você é comum? — eu disse, beijando seu pescoço. — É assim que eu não acho você bonita?

Ela riu. Bom, Deus! Era isso. Era isso que eu precisava.

— Eu amo você — eu disse e a beijei. — Eu amo você, S/n. Linda. Inteligente. Maravilhosa. Perfeita. Você. 

            * S/N *

Ele disse que me ama?? Não... Espera. Agora eu vou chorar.

— Ah, Jimin. — eu disse. — Eu também amo você. Faz uma semana que eu estou tentando lhe dizer...

— Foi isso, não foi? — ele perguntou.

— Isso o quê?

— Que você me disse naquela noite? Eu já estava quase dormindo e...

— Você ouviu? — eu disse, corando.

— Não exatamente. — ele respondeu. — Mas eu lembro que foi algo que me deixou feliz. Só que no dia seguinte eu não conseguia me lembrar o que você disse. E agora, quando você falou... É sério, mesmo? Você....

— Nunca falei tão sério na minha vida. — respondi, enquanto o mesmo me beijava. — Eu te amo. Muito.

Jimin acariciou o meu rosto.

— Você é tão linda que me faz perder o controle. — ele pressionou sua ereção em minha pelve. — Eu queria poder fazer isso agora. — ele murmurou no meu ouvido, fazendo minha pele arrepiar. — Mas não temos tempo.

— Mais tarde. — eu disse. Não queria mais esconder o que eu sentia. — Vamos esperar eles irem embora e então....

— Sabe de uma coisa S/n? — Jimin me interrompeu.

— O quê?

— Eu sei porque os homens não a levavam a sério e sumiam depois de algumas semanas. — ele afirmou.

— Você sabe?

— Seu pai. — ele respondeu. — Ele afastava seus possíveis namorados. Ele tinha medo de perder você, a grande autora responsável pelo sucesso dele.

— Será?

— Faz todo o sentido.

Fiquei pensando e a teoria do Jimin realmente fazia todo o sentido.

— Você pode está certo, Jimin. — eu disse. — Sempre que eu começava a sair com alguém, que eu contava para o meu pai, a pessoa esfriava comigo. Sempre era depois que eu contava pra ele, nunca antes.

— Está vendo? — ele disse. — Era o velho que assutava eles, não a sua aparência. Mas acredite, isso vai continuar acontecendo. Só que dessa vez, sou eu quem vai afastá-los.

Oi?? O que ele quis dizer??

— Não quero ninguém de olho na minha garota. — ele explicou e eu derreti.

Nós saímos do quarto e ele segurou a minha mão.

— Agora vamos lá, falar com aqueles babacas.

            * Jimin *  

Nós descemos para a sala e encontramos os advogados, o otário do meu primo e um outro cara que eu não sabia quem era.

— Jimin! — meu primo disse. — Quanto tempo, meu querido primo! Fico muito feliz em saber que você está bem.

— É uma pena que eu não posso dizer o mesmo. — respondi. — Ao contrário de você, não sou bom em fingir simpatia. Não que você seja bom em fazer isso. Aliás... Você é bom em alguma coisa??

   E assim, iniciamos a reunião.


Notas Finais


Turn down for what!!! 🔥👊
Até o próximo capítulo, anjos!!


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