História Uma Garota (Nada) Comum- Imagine Park Jimin - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink
Personagens Jisoo, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 85
Palavras 981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorou mais saiu kkkk boa leitura!

Capítulo 3 - Problemas


Fanfic / Fanfiction Uma Garota (Nada) Comum- Imagine Park Jimin - Capítulo 3 - Problemas

            * S/N *

Quando eu achava que os meus problemas poderiam ser resolvidos, pareciam que só estavam começando.

Caminhei de volta a sala e notei que Jimin estava sentado, pensativo.

— E então? — eu disse, meio hesitante. — O que nós vamos fazer?

— Você vai embora. — ele respondeu.

— Eu não vou embora. — discordei.

— Vai sim.

Eu tinha a impressão de que ele reagiria assim, até porque, provavelmente ele tinha mapeado mentalmente cada lugar daquela casa. Seria difícil se acostumar em outro lugar. Eu não o mandaria embora, nem queria que ele fosse, na verdade. Mas eu também não iria sair dali.

Jimin se levantou e caminhou até onde eu estava.

— Entenda uma coisa. — ele disse — Você vai embora.

— Eu não tenho pra onde ir. — respondi.

Eu já havia me apaixonado diversas vezes - e me fudido no final - mas Jimin era diferente de qualquer homem por quem eu me interessara. E mesmo que estivéssemos em uma disputa pela propriedade e ele estivesse prestes a me colocar pra fora, quando ele se aproximou, as borboletas fizeram uma festa no meu estômago.

— Se seu pai era tão conhecido — Jimin argumentou — você deve ter dinheiro, ou pelo menos amigos.

— Eu não tenho ninguém. — expliquei. — Minha mãe faleceu quando eu tinha apenas sete anos. E o meu pai, fez o testamento quando eu ainda não tinha nascido, e fez o favor de não revisá-lo. Logo, tudo ficou para o meu primo.

— Então você tem um primo. — Jimin.

— Sim... Um primo que me odeia e que tentou me matar quando eu era criança. — respondi. — Ele continua me odiando, tanto é que depois da morte do meu pai, ele fez questão de tirar tudo o que eu tinha.

Jimin permaneceu em silêncio por um longo tempo.

— Seu padrinho foi enganado. — ele disse por fim. — Alguém deve ter falsificado os documentos... Meus advogados não venderiam uma propriedade sem meu consentimento.

— Será? — questionei. — Acredito que não está lendo os seus e-mails a algum tempo.

Jimin não disse nada, mas ficou com uma expressão no rosto que parecia concordar com o que eu disse.

— Vamos ter que falar com os advogados. — ele afirmou. — Até lá, você vai ter que ficar em outro lugar.

— Jimin — eu disse — você me pegou no colo e me tirou da chuva.

— E daí? — ele questionou.

— E daí que você foi muito gentil comigo. Eu não acredito que você vai me colocar pra fora.

— Mas eu vou!

Engoli em seco. Ele realmente iria me colocar pra fora.

— Ok... — eu disse — Você quer ficar e eu também quero. Podemos dividir a casa.

— Dividir? — Jimin perguntou, incrédulo.

— Sim. — respondi — A casa é enorme e você nem vai perceber que estou aqui.

— Não vou perceber? — ele questionou e se aproximou de mim, mais do que deveria, por assim dizer. — Você acha mesmo isso? Que não vou perceber que você está aqui?

As pessoas costumam dizer que deficientes visual costumam ter uma audição muito boa. Eu não sabia se aquilo era verdade, mas naquele momento eu estava torcendo para que não fosse, porque caso ao contrário, Jimin estaria ouvindo os sons dos meus batimentos cardíacos. Ele estava tão perto de mim e sua voz estava baixa.

— Você acha que não me inebriou com o seu perfume? — ele murmurou próximo ao meu ouvido. — Seu cabelo tem um cheiro muito bom. Se contar que eu já toquei a sua pele — ele roçou as pontas dos dedos em meu braço fazendo minha pele arrepiar. — E minhas mãos tem uma ótima memória. Por isso S/n, você precisa ir embora.

Eu não fazia idéia se Jimin estava falando sério ou apenas para me amedrontar e me fazer ir embora. Mas aquilo só fez com que eu gostasse ainda mais dele. Era isso que eu queria já algum tempo, alguém que me tratasse como uma mulher, não como uma garotinha.

— Você entende o que estou dizendo? — ele perguntou.

— Sim, mas eu não vou embora.

Jimin se afastou e começou a andar de um lado para o outro, contando os passos, provavelmente.

           * Jimin *

 Aquela situação era um problemão que deveria ser resolvido o mais rápido possível.

Eu não podia ir embora, não depois de criar um mapa mental de cada canto daquele lugar. Mas a situação da S/n também era muito complicada. Principalmente porque se ela ficasse, bem, eu não sabia o que podia acontecer. Ou melhor, sabia sim. Por isso que ela precisava ir embora.

Mesmo antes do que aconteceu, eu não tinha muito proximidade com nenhuma mulher. Quero dizer, eu tinha relacionamentos, mas apenas sexo casual. A única vez que tive um relacionamento sério, bem, eu estava ali agora, cego e machucado. Aquilo resumia a situação.

Porém, por mais que eu tivesse me tornado um cara frio e insensível, não podia colocar a garota pra fora. Ainda mais porque já escurecera e aquele lugar era perigoso a noite.

Eu a deixaria ficar, pelo menos aquela noite. Me arrependeria depois, sem dúvidas, visto que toda vez que achava que estva fazendo o que era certo, eu me ferrava no fim das contas. Mas o que poderia fazer com ela? Tinha que deixá-la ficar.

— Você pode ficar. — eu disse, depois de um longo tempo em silêncio. — Apenas essa noite.

— Obrigada! — S/n respondeu e me abraçou. Eu odiei a reação do meu corpo a esse ato. Fazia tanto tempo que ninguém me abraçava....

— Acho melhor não ficar toda animadinha. — eu disse enquanto a afastava.

E era verdade. S/n não queria ir embora, mas talvez mudasse de idéia quando passasse uma noite ali...


Notas Finais


Obrigada por ter lido! Purple you 💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...