História Uma história de amor e música - Capítulo 53


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Musical
Visualizações 34
Palavras 2.943
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Harem, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura [email protected] e [email protected] do meu simjang. Mamãe ama vocês. E essa imagem da capa deste capítulo me hipnotizou por horas. Eu aqui procurando uma imagem para a nova personagem da história e quando me espanto já estou com uma pasta cheia de bebês coreanos fofinhos. Convenhamos que se por acaso algum dia eu achar um de bobeira na rua eu roubo mesmo e saio correndo. Bebês coreanos e pandas.

Capítulo 53 - Lílian e Jillian


Fanfic / Fanfiction Uma história de amor e música - Capítulo 53 - Lílian e Jillian

Anna engoliu em seco e apertou as mãos dos amigos quando enfim a mulher aproximou-se de onde estavam e tirou os óculos do rosto. Ela possuía olhos azuis de um tom bem claro, mas ao redor deles, bolsas escuras como se não dormisse há dias e apesar da maquiagem carregada, a mulher parecia cansada embora ainda mantivesse uma postura firme e confiante.

-Anna Karenina, não é? -ela perguntou e a garota sentiu suas mãos suarem apesar do clima um pouco frio do lugar.

Ela respirou fundo antes de encher-se de empáfia e responder:

-Eu mesma. E você quem é?

-Lílian Ulysses. -a outra respondeu tentando não se deixar intimidar pela mais nova. -Muito prazer.

Puxou a única cadeira ainda vazia e sentou-se colocando a bolsa na mesa e a garotinha no colo.

Os três jovens estavam visivelmente perplexos, entretanto, não pelos mesmos motivos. Anna pelos motivos óbvios, por não conseguir entender nada do que estava acontecendo. Seu cérebro não estava conseguindo processar tantas informações. Aquela mulher lhe era uma estranha, mas havia ali algo quase familiar, como se já a tivesse visto em algum filme antigo, em preto e branco.

Já os garotos encaravam a recém-chegada boquiabertos por diversos fatores: a tal Lílian era uma versão mais velha e mais sem sal de Anna. Os cabelos eram um ou dois tons mais claros que o da garota e os olhos também, fazendo-a parecer quase doentia, à beira da morte. Enquanto Anna parecia ser feita de fogo, aquela mulher era como uma flor que estava fenecendo com tanta brancura, sem quase nenhuma cor nas bochechas. Já no colo da mulher, havia uma garotinha que ainda não devia ter mais que um ano de idade e era o motivo pelo qual a mulher demorara tanto a diminuir a distância entre eles. Essa sim, era uma versão coreana em miniatura de Anna exceto pelos olhos que eram amendoados e bem escuros e os cabelos que eram de um tom castanho escuro escapando do gorrinho rosa, mas ali estava o mesmo formato do rosto, as mesmas mãos cheias de furinhos, os mesmos lábios rechonchudos... naquela roupinha cor-de-rosa que a fazia parecer um algodão-doce fofinho e apesar de esta ser a primeira vez que as viam sabiam com certeza quem eram as duas.

-Perdoem-me a demora, mas não imaginei que Anna viria acompanhada. -a mulher falou com delicadeza para os dois rapazes.

-Este não é um local onde eu seja acostumada a vir. -Anna falou com indiferença.

-Nós concordamos em acompanha-la... para dar-lhe apoio. -falou Jimin um pouco envergonhado.

-Qual deles é o seu namorado? -a mais velha perguntou num tom um pouco mais amistoso.

-Faz diferença para você? -Anna respondeu, sua voz beirando o mau-humor. -Estou namorando com os dois, e daí?

Lílian sorriu discretamente enquanto os garotos olharam assustados na direção de Anna.

-Eu não tenho muito tempo, e segundo as suas mensagens você também não, então é melhor ir direto ao assunto. -ela falou e Jimin percebeu que mais um pouco e aquela corda chamada sensatez iria se partir.

-Bom... -a outra suspirou. -Como eu disse, não esperava que você viesse acompanhada... eu esperava ter esta conversa a sós com você.

-No entanto, você também veio acompanhada. -Anna ironizou.

-Perdoem minha indelicadeza. -ela falou educadamente. -Esta é a Jillian. Minha filha... mais nova.

A garotinha olhou para os três e baixou os olhos de volta para a mesa.

-Jill, porque não leva os... namorados da Anna para comprar sorvete? -Lílian falou docemente enquanto a colocava no chão.

Jimin e Jung-kook não fizeram menção de se mover do lugar, mas inesperadamente Anna soltou-lhes as mãos e falou num tom ácido.

-Não é educado deixar uma criança sozinha por aí.

Jimin entendeu a referência e levantou-se apressadamente pegando a menininha pela mão convidando-a gentilmente enquanto Jung-kook ainda hesitava em afastar-se da mesa.

Tudo bem, pensou Anna. Se Lílian quer comprar briga então não serão os meninos que vão impedi-la de vender.

-Também não é educado mentir. -a mais velha falou tão logo os meninos se afastaram conversando com a pequena. -Eu sei quem eles são e você não está namorando os dois, embora eu não entenda qual a necessidade que você tem de constranger seus amigos na minha frente.

Anna tentou não transparecer o susto que levou com a subida declaração da outra, mas apenas reforçou o muro que havia construído ao seu redor.

-Você não me chamou aqui para exercitar sua perspicácia, não é? -ela respondeu tentando não se deixar intimidar. -Jillian, não é?

-Sim. A minha melhor ligação com a Coreia. -Lílian respondeu melancólica.

-Bom saber que você redescobriu o instinto maternal, ou será que está esperando ela crescer um pouco mais?

Lílian não respondeu, mas apenas olhou para onde estavam os dois rapazes sentados com a garotinha, cada um com um algodão doce na mão.

-Apesar de seu pai tê-la emancipado, você ainda não conhece muito desse mundo. Tão cheio de armadilhas, tão confuso, tão cruel...

-E você pretende me mostrar, estou certa? -Anna ironizou e viu Lílian suspirar cansada.

-Não tenho nada para ensinar a você, Anna. Não tenho nada para te oferecer. E se houvesse um outro caminho eu continuaria fora da sua vida assim como o seu pai sempre quis.

-O que o meu pai tem a ver com isso? Ele por acaso te obrigou a me abandonar? -Anna falou entredentes.

-Não. Eu o fiz por livre e espontânea vontade. -Lílian falou olhando-a nos olhos.

-Até agora nenhuma novidade. -Anna rebateu já impaciente.

-Na verdade, eu a chamei aqui porque preciso muito de um favor seu. -a outra falou com um tom sombrio.

-Dinheiro? -Anna brincou. -Ou talvez queira posar para fotos comigo?

-Eu quero me reconciliar com você. -ela falou direta.

Anna recebeu o impacto fulminante e sentiu seu estômago revirar antes de cair na gargalhada.

-Você só pode estar de brincadeira. Não acha que está meio tarde para isso?

No entanto, Lílian continuava impassível como se nada pudesse atingi-la. Suspirou antes de continuar como se Anna nunca a tivesse interrompido com seu comentário mordaz.

-Eu sempre imaginei que quando a encontrasse encontraria também traços genéticos meus e de seu pai em você, mas parece que me enganei. O Fabrício que eu conheci sempre foi um rapaz doce e educado. Ele era mais ou menos como aquele rapaz menor ali. -e olhou na direção de Jimin. Mas também era superprotetor e responsável como o mais alto. Sim, eu percebi como eles a tratam e você tem sorte por encontrar amigos tão dedicados. No entanto, eu a encontro aqui, dezesseis anos depois e não consigo entender de onde vem essa nota de ironia e asco a qual você destila para todo lado.

-Se tivesse vivido comigo saberia. Ou talvez eu nem tivesse motivos para ser assim. -ela respondeu cruzando os braços e franzindo o cenho já irritada. -Na verdade, me sinto feliz por não haver em mim esses tais traços que você ansiava encontrar.

-Você deve saber que eu conheci o seu pai na faculdade quando tinha mais ou menos a sua idade. Seu avô era um professor universitário muito renomado e por isso muito exigente. Foi ele quem aprovou a minha entrada no curso por conta do meu desempenho escolar. Não é para me gabar, mas eu era muito esforçada. -ela deu de ombros. -Eu vinha de uma família humilde do interior. Nunca conheci meu pai biológico e minha mãe se casou novamente quando eu tinha uns oito anos de idade com um sujeito que até hoje assombra meus sonhos. Foram os tempos mais tenebrosos de que eu tenho lembrança. Quando não estava bêbado, estava irritado, sem dinheiro e acabava descontando tudo em mim e na minha mãe. Eu não sei o que se passa na cabeça de algumas pessoas que mesmo sofrendo acorrentam-se aos seus algozes como se sua felicidade dependesse disso. Mesmo com tantos abusos físicos e psicológicos minha mãe nunca quis ir embora. Quando eu tinha quatorze anos ela me deixou... descobriu-se que tinha um tumor maligno que rapidamente roubou-lhe todas as forças. Houve um tempo em que eu não conseguia perdoá-la por me deixar sozinha no mundo com aquele monstro e, por mais que eu tentasse evita-lo, ele sempre estava na minha cola, perseguindo-me, criticando-me. Mas o que eu podia fazer? Eu não tinha mais ninguém no mundo, não tinha para onde ir... Então eu me afundava nos estudos como minha tábua de salvação. E por um tempo foi minha tábua sim. Entrei para a faculdade bem mais cedo que todos da minha idade e consegui aos poucos refazer a minha vida. Eu queria ir mais longe ainda. Queria me desafiar a ser grande, a nunca mais depender daquele monstro para nada. Foi nessa época que eu conheci seu pai. Como alguém daquela idade podia ser tão ingênuo com relação às dores do mundo? Ele havia vivido apenas para os estudos... Mas eu o amei desde a primeira vez que o vi. Eu não sabia porque, mas eu queria muito aquele garoto para mim. Ele fazia eu me sentir viva... Quando eu estava com ele, as coisas pareciam ter mais sentido, até o céu era mais colorido. Eu queria estar com ele, mas eu também queria terminar o meu curso, construir uma grande carreira, ser financeiramente independente... Um tempo depois eu me inscrevi em um programa de iniciação para alunos do curso de Arquitetura, uma espécie de bolsa de intercâmbio aqui na Coreia. Só que eu nunca tive tempo para contar ao seu pai. Logo você apareceu e a coisa toda degringolou. Eu não estava pronta para ser mãe. Eu não tinha nem onde cair morta! Eu não tinha ideia de como alcançar os meus sonhos com um bebê a tiracolo. Me desculpe, você não tem culpa... Eu que tentei abraçar o mundo com as pernas e só então percebi que era pequena demais. Mas peço que não se apresse em julgar uma menina que sequer tinha atingido a maioridade e não sabia que rumo tomar na vida. Eu cheguei a pensar no pior apesar de Fabrício e sua família sempre terem me dado todo o apoio eu não me sentia segura para seguir com aquilo adiante. Anna, nem todo mundo tem a sorte de encontrar o amor verdadeiro logo de primeira e aos poucos eu fui percebendo que o que havia entre seu pai e eu era apenas um sentimento infantil cujo nome eu nunca descobri. Não era amor. Dificilmente a gente consegue identificar logo de cara, tem gente que faz muita besteira antes de entender o que é amor e tem gente que vai morrer sem nunca ter essa experiência. Não vou dizer que não me envergonho do que fiz em seguida, mas... Eu achei que daria conta de tudo sozinha sem que seu pai precisasse carregar esse fardo pesado que se chama paternidade. Então eu tranquei o curso e voltei para a casa do meu padrasto que quase me matou ao descobrir a minha gravidez. Foi a pior decisão que eu tomei em toda a minha vida. Ele te odiava, porque de certa forma você era o sinal de que eu não era a inútil que ele muitas vezes me fez acreditar que eu era. Alguns dias depois que de você nascer e eu voltar do hospital, ele tentou matar a nós duas.

Anna olhava sem expressão para a mulher cujos olhos azuis estavam marejados e os dedos seguravam a beirada da mesa com força. Via-se que ela lutava para conter as lágrimas. Ao longe Anna podia ouvir Jimin correndo atrás de Jung-kook que carregava Jillian no ombro feito uma boneca e sorria feliz com os novos amigos.

-Fugir com você foi a única solução que eu encontrei. Mas, para onde? No momento, a única coisa que me veio à mente foi te deixar com o Fabrício e ir embora até que as coisas esfriassem. A cicatriz que você tem nas costas foi uma queimadura muito grave causada pelo meu padrasto.

Ela levantou a blusa e Anna pôde ver em sua barriga uma cicatriz bem maior que a sua.

-Eu tenho uma quase igual. -Lílian sorriu tristemente.

-C-como sabe que eu ainda tenho uma? -Anna perguntou baixinho.

-Você tem dezesseis anos e eu nunca te vi usando nenhuma roupa que mostrasse a região onde eu sei que há uma marca. Você até tentou colocar a tatuagem por cima, mas o trauma ainda é tão grande que você não tem coragem de mostrar a ninguém.

-Quem te falou sobre a tatuagem? -ela perguntou cada vez mais intrigada.

-Então... tão logo eu te deixei com o seu pai eu tentei transferir meu curso para outra faculdade, mas fui chamada para fazer o intercâmbio aqui e então aceitei. Confesso que passei algum tempo sem ter notícias suas, mas assim que você começou a aparecer na mídia eu sempre procurava um jeito de obter notícias suas. Quando eu resolvi te procurar, você devia ter uns quatro anos de idade e Fabrício ainda estava muito chateado comigo. Eu não consigo imaginar o fardo que eu tive que colocar nas costas dele, mas parece que seu pai fez um bom trabalho. Ele me disse na época que não era uma boa ideia que eu me aproximasse de você, pelo menos não enquanto você não tivesse idade suficiente para entender. E então o tempo foi passando e eu fui deixando, procrastinando esse encontro. Quando finalmente tentei entrar em contato novamente, soube que você não era a minha fã número um. E aí surgiu a oportunidade de eu me aproximar de você nem que seja para só te olhar. Quem você acha que falou do seu trabalho para o Hitman? Ele é um amigo próximo e precisava de um empurrãozinho nesse novo projeto. Sabia que ele simplesmente ficou apaixonado por você? Ele até me chamou de mentirosa quando eu disse que você era minha filha. E agora vendo o quanto você é próxima dos meninos dele eu fico feliz de pelo menos uma vez na vida ter contribuído um pouquinho para a sua alegria. De modo algum eu quero que você se apiede de mim. Sempre teremos as nossas diferenças e não é da minha natureza usar de hipocrisia para conseguir alguma coisa. Enfim, eu consegui me formar e construir uma vida estável, mas as coisas nunca mais puderam ser como eu queria, mas por sorte você conseguiu construir seu próprio caminho, é uma menina talentosa e eu sinto muito orgulho de você embora não tenha tal direito.

-E a Jillian? -Anna perguntou ainda pouco convencida.

-A Jillian é fruto de um casamento feliz, mas muito curto. O pai dela sofreu um acidente de trânsito e morreu quando eu estava grávida dela. Foi nessa época que eu conheci o Hyuk que era amigo dele e me deu todo o apoio. A propósito, fui eu quem desenhou a casa onde os meninos estão agora. -ela falou orgulhosa. -Desculpe se não tem muitos traços femininos, mas na época eu não esperava que eles fossem hospedar alguma menina, embora isso seja esperado de meninos da idade deles.

-E você me chamou só para fazer essa retrospectiva da sua vida? -Anna perguntou com uma sobrancelha cinicamente levantada.

-Não. -Lílian respondeu com o semblante sério e ao mesmo tempo triste. -Eu te chamei acima de tudo para apelar para a sua bondade. E eu sei que há bondade em você. Ninguém torna-se tão próxima de Park Ji-min se não tiver o mínimo de bondade... Eu sinto muito ter que envolve-la na minha vida. Não era desejo de seu pai e agora não é o seu e eu até já tinha me conformado com minha punição, mas no começo deste ano, ao fazer alguns exames de rotina, foi detectado que eu tinha um tumor intracraniano tal como a minha mãe. Eu tentei ser forte, tentei encarar com otimismo, mas a doença todos os dias me lembra que ela está no controle e apesar de todos os tratamentos que tenho feito, nenhum surtiu efeito, além de prolongar a minha vida e me fazer sentir dor a cada minuto do dia.

Anna baixou as defesas que havia levantado em redor de si mesma:

-V-você está morrendo? -ela perguntou baixinho.

-Sim. A partir do momento em que eu parar de fazer as sessões de quimioterapia e tomoterapia que apenas tem mantido os tumores adormecidos eu não terei mais do que três meses de vida.

-Então por que precisa parar de fazer o tratamento? -Anna perguntou um pouco mais alarmada.

-Por que não é justo com a Jillian que eu só possa oferecer a ela uma meia vida. Eu estou ciente que mesmo com o tratamento, o tumor vai continuar se multiplicando, só que numa velocidade menor. Vai chegar uma hora em que eu não saberei mais distinguir o norte do sul, o claro do escuro e, segundo os médicos, até a minha personalidade vai mudar. Vai chegar uma hora em que não haverá nenhum remédio que me livre das dores a não ser o coma induzido. Por isso, eu me esforço para aproveitar o tempo que me resta com ela e tentar me aproximar um pouco de você. Não há muito o que eu possa fazer a respeito.

Lílian ficou em silêncio por um tempo e voltou a observar a garotinha que mal sabia andar correndo segurando nas mãos de Jimin e Jung-kook.

-Ela nem vai lembrar de mim daqui a um tempo. -ela falou tristemente.

-O que vai acontecer com ela? -Anna perguntou.

-É por isso que eu te chamei aqui. -Lílian olhou de volta para Anna. -Você é, de certa forma, a única família que vai restar a ela. Quando eu me for, você cuidaria da sua irmã?


Notas Finais


E agora, minha gente? O que será que ela vai fazer? Estou aberta a sugestões. Espero que tenha ficado na medida certa. E enquanto as ideias não me vêm à mente para o próximo capítulo vou adiantando um novo projeto que já está sendo engendrado aqui na minha cabeça. Já tenho o roteiro, mas ainda não decidi quem serão os personagens. Daqui para a próxima semana eu amadureço a ideia.


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