História Uma história de amor e música - Capítulo 54


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Musical
Visualizações 48
Palavras 1.265
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Harem, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 54 - Virada no Jiraya -parte 1


Fanfic / Fanfiction Uma história de amor e música - Capítulo 54 - Virada no Jiraya -parte 1

Anna arregalou os olhos e por um instante pensou que fosse desmaiar, mas aí lembrou-se que precisava voltar a respirar se quisesse continuar vivendo.

-Que proposta de merda é essa? -ela balbuciou ainda assustada.

Aquela foi a vez de Lílian ficar perplexa:

-É sério que Ângela não conseguiu te ensinar algo mais civilizado?

A garota cruzou os braços enfezada. Na verdade, queria dizer que estava pouco se fodendo para o que aconteceria com as duas, mas talvez aquilo fosse apenas efeito do susto e por isso resolveu ficar calada.

-Anna, eu sei que isso é um pouco demais para o momento, mas se houvesse outra alternativa mesmo você nem seria uma opção, mas... como eu posso dizer... o meu departamento deu uma reduzida... eu não sou mais operacional...

-De que caralhos você está falando? -Anna perguntou exasperada. -Isso lá é hora para humor negro?

Lílian percebeu que Anna também não falava coisa com coisa quando estava nervosa e sorriu baixinho. A garota não era assim tão diferente da mãe, mas claro, não era o momento para fazer tal observação.

-Você entende que a minha vida não é normal? -Anna voltou a falar, agora um pouco mais calma. -Eu tenho dezesseis anos, correndo atrás da universidade, com uma pilha de coisas para fazer... acha mesmo que eu tenho a mínima condição de cuidar de uma criança de... quantos anos ela tem?

-Um ano e três meses.

-Caramba! -Anna passou as mãos nervosamente nos cabelos. -Eu nunca fiquei de castigo depois da aula... eu não tenho colegas de sala... eu sofreria bullying por web conferência se meu sistema não fosse todo vigiado vinte e quatro horas por dia. Até para vir para cá eu tive que desligar meu celular e despistar os seguranças senão iam detonar com este encontro. Eu nem sei porque não tem um monte de paparazzi aqui tirando foto da gente... ou dos meninos fazendo...sei lá o que eles estão fazendo. Já faz quase um ano que eu não vejo o meu cachorro e nem sei quando foi a última vez que eu dormi numa cama minha. Como você acha que eu vou conseguir cuidar dela? Não acha que já está querendo demais?

Lílian não respondeu, apenas suspirou tristemente e Anna percebera que estava sendo um pouco mais desalmada do que deveria.

-Já pensou em contratar um advogado e um tutor que cuide dela até que complete a maioridade? -Anna falou tentando encontrar uma saída para o impasse.

-Você no lugar dela acharia essa uma boa ideia? -Lílian perguntou e Anna percebera que os olhos da mulher haviam escurecido de uma forma sombria.

-Eu não sei de nada. -Anna respondeu já sem forças. -Você sabe que não é o tipo de decisão que eu posso tomar assim de uma hora para a outra. Você podia ter falado a mais tempo.

-Eu estou a quase um ano tentando, caso não tenha notado as datas das minhas mensagens. -Lílian ironizou de um jeito que Anna achou particularmente familiar. -Mas se é tempo que você precisa... Independente de qual seja a sua decisão, eu realmente de gostaria de mais cedo ou mais tarde... não tarde demais, você me desse uma resposta. Está ficando um pouco tarde e a Jillian precisa comer algo que não seja doce. Nem sei se ela vai ter fome agora.

Ela levantou-se e chamou a garotinha que simplesmente a ignorou tão absorta estava com os aegyos que Jimin fazia. Anna também levantou-se e caminhou na direção dos garotos que estavam tão absortos com a garotinha que não perceberam sua aproximação.

-A Jillian precisa ir. -Anna falou chamando-lhes a atenção.

-A Jillian ama o Jimin. -ele falou escondendo o rosto entre as mãos.

-Claro, com essa cara de criança todo mundo ama. -Jung-kook rebateu fingindo estar com ciúmes.

Lílian estendeu os braços e pegou a garotinha:

-Dê adeus para seus amigos, querida. -ela falou obviamente excluindo a garota da despedida e seguindo pelo caminho por onde veio, mas não antes de dar um olhar significativo a Anna.

Só quando as duas já estavam fora da vista que Jimin ousou falar:

-E então yaegiya? Como foi?

-Bizarro, se quer saber.

Ela sentou-se e respirou fundo enquanto Jung-kook sentava-se ao seu lado e lhe colocava a mão no ombro:

-Quer conversar sobre o assunto? O ar ainda está carregado com a tensão.

-Amigos, o que eu vou contar aqui não deve sair, em hipótese alguma. -ela falou olhando de um para o outro. -Nem sob tortura vocês não deverão falar nada. Pelo menos até eu ver como resolvo a situação.

-Tudo bem, mas o que aconteceu? -Jimin perguntou agachando-se na frente dela e apoiando as mãos nas pernas dela.

-A Lílian resolveu entrar em contato comigo porque foi diagnosticada com uma doença terminal.

Ambos os garotos arregalaram os olhos.

-Mas...

-Exatamente. Ela vai morrer em breve. E ainda tem mais, Jimin. Não há mais ninguém para ficar com a Jillian... Só eu. -ela terminou a frase bem baixinho.

-Meu Deus! Mas você aceitou, não é? -Jimin insistiu.

-Jimin, você não entende a dimensão do problema? -Jung-kook falou. -A mãe da Anna vai morrer e como ela vai fazer para cuidar de um bebê?

-É essa a questão que ficou na minha cabeça, Kookie. Eu não sei cuidar nem de mim mesma. Como eu vou fazer se eu não paro por muito tempo em lugar nenhum? E ano que vem eu vou pra universidade. Eu não sei nem se lá aceitam bebês. E também não vou levar um bebê para o meu pai. Sem falar no que a Angie vai dizer...

Ela apoiou o rosto nas mãos, o cansaço aproximando-se de seu psicológico:

-Cara, eu estou tão ferrada! -ela falou por fim.

-Mas... o que você respondeu, Anna? -Jimin perguntou.

-Eu pedi um tempo para pensar. Eu preciso encontrar uma solução, conversar com meus advogados, pesquisar a legislação daqui para não meter os pés pelas mãos. -ela explicou. -Ver qual a melhor saída até porque eu não estou certa de que eu seja um bom exemplo para uma criança...

Jung-kook até abriu a boca para discordar, mas nesse momento, o celular de Jimin começa a tocar tirando o trio de seu inquietante dilema. Ele atendeu e pôs no viva-voz.

-Park Jimin falando. -ele falou.

-Jimin, graças aos deuses você atendeu! -era a voz de Milla do outro lado.

-Milla? -ele estranhou. -Como conseguiu meu número?

-O Jin me deu. Muito prestativo aquele garoto. -ela falou antes de mudar o tom de voz radicalmente. -Pelo amor que você tem pelos seus pais, me diz que a Anna está com você.

-Sim... ela está aqui. -ele respondeu com desconfiança.

-Meu irmãozinho de outra mãe. -ela falou enfatizando cada palavra -Traz ela agora pra cá porque a Angie tá virada no Jiraya aqui! Até o Lewis está com medo! Me diz que vocês estão perto. Por favor, me diz, me diz...

-Bom... tem que ser exatamente essas palavras? -ele respondeu sem jeito sabendo que não daria para chegar assim tão rapidinho no hotel.

-Mano, só enfia ela dentro de um táxi e corre pra cá. -ela falou e desligou o telefone deixando a todos atônitos.

-Caramba! -Jung-kook falou. -Não vai prestar.

Anna continuava em silêncio dividida entre a primeira má notícia do dia e a explosão de Angie. Será que ela conseguiria aguentar tudo isso?

-Anna, estamos com você para o que der e vier. -Jimin falou.

-Mas se não pegarmos o metrô agora não haverá salvação nem para nós. -Jung-kook falou puxando-a pela mão para que se levantasse. -É quase uma hora de viagem, então temos que nos apressar.

 


Notas Finais


That's all folks!!! E eu acho melhor deixar a Angie roubar um dos dragões da Daenerys Targeryen e gritar Disgraçarys só no próximo capítulo porque a porra vai ficar séria, dito tenho, tenho dito. Até a próxima!


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