História Uma História de Familia - Capítulo 27


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Ronald Weasley
Tags Casamento, Draco Malfoy, Drama, Harry Potter, Hermione Granger, Romance
Visualizações 434
Palavras 2.786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente linda. Me perdoe pela demora em atualiza mais estou com algumas pendenças para resolver e um projeto de escrita, um livro Original. Em outras oportunidades falo sobre isso com vocês.
Estava um pouco travada com este capitulo, mas bateu a inspiração e assim que minhas filhas foram para a escola eu escrevi, da 12:50 as 15:03 eu escrevi este capitulo, já peso perdão se encontrarem erros, não tive tempo de revisar porque sinceramente estou muito curiosa com a recepção de vocês para com ele.
Ansiosa para seus comentários, espero que gostem e uma ótima leitura!!!

Capítulo 27 - Um presente para Hermione II


Fanfic / Fanfiction Uma História de Familia - Capítulo 27 - Um presente para Hermione II

Draco estava ansioso aguardando sua mãe. Assim que terminou a reunião na segunda feira, ele enviou uma coruja marcando um encontro para aquele dia. Poucas palavras, simplesmente informando que queria realizar uma retirada no cofre dos Lestrange. Nada suspeito, era algo rotineiro entre eles, achou melhor assim, se falasse muito levantariam suspeitas, porém decidiu conversa com sua mãe antes, lhe informa de certas novidades.

Agora estava ali no Rustico, um restaurante de boa qualidade em uma das travessas do Beco Diagonal. Lugar sofisticado e discreto, bem frequentado, ótimo para tratar de assuntos sigilosos. Viu na hora que sua mãe chegou, como sempre elegante e bem vestida, foi logo recebida pela recepcionista e encaminhada para sua mesa, Draco como o bom cavalheiro que era, levantou-se para puxar a cadeira para sua mãe e recebe-la com um beijo.

-Draco. Estava com saudades meu filho, sempre nos vemos nas reuniões, mas não é a mesma coisa, está tudo bem? – disse carinhosa e preocupada ao mesmo tempo. Draco sempre admirou muito Narcisa, era forte e gentil. Via muito de sua mãe em Hermione, sorriu ao pensar na castanha.

-Oi mamãe. Também senti falta de conversa com a Sra. Sim a medida do possível, tudo conforme o planejado.

-Se tudo ocorre bem, porque me chamou para almoça no meio da semana, onde deveria está em Horgwats em suas aulas? – disse desconfiada.

-Como sempre perspicaz – Draco sorriu de lado, sua mãe era muito esperta e detectava algo errado de longe – tenho novidades, e queria falar pessoalmente – Draco parou, o garçom veio realizar os pedidos e servi vinho que Draco havia pedido para eles, assim que o mesmo saiu, tomou um gole do vinho e suspirou tomando coragem para contar a novidade para sua mãe – Hermione está gravida.

Narcisa respirou fundo, e olhou para Draco como se processasse a informação. Tomou mais um gole de seu vinho. Sua expressão mudou ficou dura e rígida, porém não demostrava nenhuma emoção. Draco a conhecia, ela estava escondendo qualquer sentimento e pensamento que passava em sua mente.

-Era de se esperar – disse sem demostrar emoções, totalmente fria- creio que isso signifique que você terá que presenteá-la com uma joia de família, que está no cofre de sua tia?

-Sim, isso mesmo – confirmou o loiro.

-Certo, vou pedir para o Rodolfo vim nos encontrar no Gringots. Ele será mais fácil de enganar do que Bella – Draco olhava para a mãe, ele a olhava estava fria e distante como sempre fazia em momentos tensos.

Draco conhecia muito bem Narcisa, ela era uma excelente bruxa e lidava muito bem com situações difíceis, com elegância como uma boa Black. Porem queria que ela esquecesse isso agora por alguns instantes e falava algo para ele, sobre o filho dele. Não somente usar a gravidez de Hermione como uma oportunidade de entrar no cofre e pegar um objeto que vai ajuda-los, afinal de contas, ela sabia que isso aconteceria, ela sabia que era o seu neto que Hermione carregava.

Draco ficou divagando em seus pensamentos quanto o garçom os serviu e comiam em um silencio pesado. Draco esperou, talvez Narcisa estava digerindo a informação, antes de parabeniza-lo? Ou talvez estava preocupada em enganar seu tio. Acabaram de comer em silencio, falando de coisas triviais, e quando terminaram a sobremesa, Draco não aguentou e questionou a mãe.

-Você não vai falar nada sobre a gravidez de Hermione? - questionou demostrando sua irritação pela primeira vez.

-Você quer que eu fale exatamente o que Draco? Me alegre? Lhe de os parabéns? Pois não darei porque não estou feliz! – disse visivelmente irritada- Concordei com este plano maluco seu, pois sei que não há outra escapatória, se o Lord não vence, e eu sei que não irá, nós teremos uma passagem só de ida para Askaban! Nunca que eu morreria naquela prisão, eu e seu pai, apesar dele ainda ter esperanças no Lord, achamos melhor concorda com o plano e lhe auxiliar quanto possível. Não custa jogar nos dois lados – disse respirando fundo para se acalmar – porém não me alegro em vê você casado com uma sangue de lama, nojenta. Não fico feliz em sujar o sangue Malfoy e Black. Não fico feliz em ter um neto mestiço!

         Narcisa falou de forma bruta, naquele seu rosto não demostrava o carinho e gentileza que sempre demostrou para Draco, mesmo quando era punido, e com razão, ela nunca se irritou, nunca o tratou com desgosto ou raiva. Por alguns momentos ele teve o vislumbre muito semelhante da ira e raiva de sua tia Bella, o olhar irado e de fúria, ali sendo controlado por os olhos claros de sua mãe.

Draco estava espantado com a forma que a mãe falava, era um nojo, uma repulsa que poderia sentir ao longe. Nunca imaginou sua mãe agindo daquela maneira, Draco sentiu-se envergonhado pela primeira vez em sua vida por causa de seus pais. E se sentiu ainda pior em pensar que ele próprio muitas vezes agiu daquela maneira com Hermione.

-São sacrifícios que devemos fazer durante a guerra para um bem maior – disse como se aquelas palavras a sustentasse – o que nos resta agora é que esta guerra termine logo, e que pelo menos nasça um menino, assim você já pega a segunda parte de sua herança e se divorcia da sangue-sujo. Desta maneira poderá se casar novamente com uma boa moça de puro –sangue e ter legítimos herdeiros Malfoy.

-E meu filho com Hermione? – Draco perguntou meio chocado com as palavras da mãe.

-Ela poderá ficar com ele, uma boa pensão e nada a mais. Ele será somente uma pequena mancha na linhagem Malfoy, sacrifícios da guerra – disse por fim, em um tom arrogante.

-Eu não vou abandonar me filho mãe, ele não será criado e tratado como um bastardo – disse irritado – e pare de chamar Hermione de sangue-sujo, ela é a mãe de seu neto.

-Não se engane Draco, está criança nunca será meu neto, muito menos de seu pai, já disse a você e espero que você tenha entendido, você pode brinca de casinha com a sangue sujo quanto quiser, mais assim que esta maldita guerra acabar, você largara ela, ou eu mesma a tiro da sua vida – disse, pela primeira vez Draco viu os sangue Black em sua mãe, e nunca a viu tão parecida com sua tia Belatrix como naquele momento. Não gostou, mas ele também sabia muito bem enfrenta de cabeça erguida as ameaças sofridas, não seria agora que abaixaria a cabeça.

-Isso é uma ameaça mãe? – encarou e respondeu a altura.

-Não. É um aviso – disse levantando-se – vamos logo com isso, não tenho o dia todo.

         Draco ainda estava em choque com as palavras da mãe. Sempre achou que seu pai faria um discurso daqueles, não sua amada e doce mãe. Se ela agiu desta maneira, imagina seu pai? Draco começou a temer pela vida de seu filho. Andava ambos de cabeça erguida em direção ao banco, de braço dado a mãe, que naquele momento mantinha todo a compostura Malfoy. Logo que entraram no banco, falaram com um dos duendes que aguardou a chegada de seu tio Rodolfo, que logo chegou.

-Olá meu sobrinho, como vai? – disse educado. Draco gostava de Rodolfo, pelo pouco tempo que conhecia ele e seu irmão Rastaban, pode perceber que ambos eram piadistas e divertidos. Sabia que o casamento com sua tia era uma farsa, casamento imposto pelas famílias e por este motivo não podia ser desfeito, porém sabia muito bem que tanto sua tia Bella e seu tio Rodolfo nunca se amaram, não poderiam se divorciar, mas ambos tinha amantes, cláusula excluída por ambas as partes do contrato de casamento, não havia fidelidade em casamento arranjado.

-Estou bem tio –Draco disse cumprimentando com um apero de mão Rodolfo – Podemos ir logo realiza a retirada? Depois poderemos passar em algum lugar e tomarmos algumas Wisk o que acha?

-Uma ótima ideia, hoje não estou em serviço – disse animado.

Os três desceram com o duende até o cofre, passaram pelo dragão e entraram no cofre. Draco olhou as coisas em busca do que precisava, enquanto Narcisa conversava com Rodolfo, sobre as diversas peças e relíquias que ali estavam.

-Será uma pena deixar todos esses bens para Rastabam, têm diversas coisas interessante que vieram com a herança de Bella, acho que vo pedir para ela deixar a herança dos Blacks para você Draco, o que acha?

Questionou a Draco que naquele momento localizou com os olhos a taça que precisava logo no topo da prateleira.

-Seria ótimo tio, ouro e joias nunca será demais.

-Também acho. Sei que Rastaban está com graça com uma mulher ai, tenho certeza que ela só quer dará o golpe, mas meu irmão é um idiota. Logo terá que disputar atenção de seu tio predileto com outro Draco –falava descontraído observando algumas joias e objetos ali.

-Duvido, sempre serie o predileto – disse arrogante, Draco teve uma ideia, segurou a taça que era a Horcruxes, no mesmo instante ela se multiplicou por outra, Draco sabia era um feitiço, para fazer o que não podia ser levado ser multiplicado, senda assim a qual o original, colocou a cópia no lugar e segurava firmemente a taça, sua mão queimando com o contato da magia negra que envolvia o objeto, pegou uma caixa de madeira, revestida com diversas pedras preciosas e diamantes colocando a taça dentro, após descer para o chão questionou o Rastaban– Tio posso levar esta caixa para colocar a joia?

-Sim, é uma bela peça – conclui – qual a ocasião de tão belo presente Draco?

-A sangue-de lama esta gravida – disse Narcisa com desgosto.

-Sei que não é o que queria Cissa, mais uma criança sempre é bem –vinda – respondeu Rastaban – Parabéns Draco, não ´o que você desejou, mais sacrifícios são necessário nessa guerra e depois que terminar, você pode se livrar da sangue de lama e fica com a criança, queria que Bella me desce esta alegria – disse melancólico.

-Você ainda tem esperanças? Bella odeia crianças –disse Narcisa.

-Se soubesse disso, não teria me casado com ela – disse irritado.

-Arrume com outras – sugeriu Draco, olhando agora sim a joia que presentearia Hermione.

-Não conhece sua Tia? Ela nunca que deixaria a mulher e a criança vivas carregando meu sobrenome. Traí-la tudo bem, mas sem ninguém saber – falou amargurado.

-Não entendo como consegue conviver com alguém que não se ama – disse pensando alto.

-Você também é casado sem amor Draco – falou Rastaban – é do mesmo jeito – Draco olhou para o tio, Rastaban era um bom homem, do seu jeito, não merecia o azar que tinha, nem ser casado cm a louca e obsessiva Belatrix.

-Sim eu sei como é isso. Acho que encontrei a joia- disse mostrando um lindo conjunto de colar, brinco e pulseira de ouro branco com esmeraldas.

-Perfeito, digno para a ocasião – disse Rastaban.

-Uma joia tão linda para uma sangue-sujo – reclamou Narcisa.

-Você está parecendo a Bella, Cissa.  – disse Rastaban saindo do cofre.

Draco colocou a joia na caixa junto com a taça, diminui o tamanho e saiu, junto com seu tio, mãe e o duende. Logo que chegou ao lado de fora do banco, respirou aliviado, estava feito.

-Já vou indo, vou tentar assistir as últimas aulas – disse Draco, querendo logo volta para o castelo.

-Não vai não –disse Rastaban – você disse que beberíamos algo juntos, vamos lá comemorar o novo membro da família- falou animado.

Draco não teve como negar o pedido de Rastaban, se despediu da mãe e foi em direção ao caldeirão furado, sentaram em uma mesa ao fundo e pediram uma garrafa de whisky de fogo.

-Um brinde a nova geração Malfoy!! – disse Rastaban que demostrava uma felicidade genuína.

-Obrigado tio, acho que será o único a se alegrar com esta criança, pelo menos pelos meus parentes – disse agora tomando verdadeira ciência do desentendimento que teve com sua mãe.

-Sua mãe deve ter pegado pesado com você, fazia anos que não havia tão irritada e parecida com Bella como ela estava agora.

-Sei que é difícil aceita, estou casado pela missão. Mas todos sabiam que mais cedo ou mais tarde isso aconteceria, e agora tratam a criança como um objeto. É meu filho tio, meu! – disse triste – o que farei com ele quando isso acabar? Esconde-lo de todos? Mata-lo? – Draco disse virando um copo cheio na boca em visível desespero.

-Claro que não Draco, ninguém tocara em seu filho, porque ele terá você para defende-lo. Se for necessário o mende para longe junto com a sangue-ruim, ou você mesmo fuja. Não siga as loucuras de seu pai Draco – Rastaban olhou bem pra Draco, segurava em seus ombros firmemente – nuca concordei com as atitudes que seu pai tomava com você, te colocar em risco. Eu querendo tanto a alegria de ser pai, e ele tendo você e não dando o devido valor, não cometa o mesmo erro Draco. Lute por seu filho, é a única herança que deixamos.

Draco olhou para o tio, Rastaban era um homem alto, pele queimada, cabelos na altura do ombro pretos com alguns fios platinados. Tinha rugas em torno dos olhos que demostrava que sorria muito, com certeza ele seria um ótimo pai. Se não fosse essa maldita supremacia sangue-puro, esta maldita guerra, esta obsessão de Bella pela causa, Rastaban teria uma vida feliz, e tia Bella com certeza teria muitos filhos, Draco sorriu com a imagem de Bella gravida, com um bebe no colo, outra segurando na mão, enquanto Rastabam carregava no colo um e nas costa outro, uma imagem feliz, de uma família feliz, em uma realidade não existente, em um mundo imaginário. Olhou novamente para o tio, que o observava sério, viu que naquele instante o que mais a guerra tira das pessoas, sonhos esperanças, felicidade. A guerra não tiraria isso dele, ele não deixaria.

-Obrigado tio, pelo conselho. Não vou deixa que essa a guerra destrua o que mais tenho de precioso.

-E assim que se fala Draco, conte comigo no que precisar – disse de forma misteriosa. Draco desconfiou de muitas coisas naquele momento, mas ali não era lugar de perguntas.

-Obrigado mais uma vez, agora vou ir, temos que repetir isso logo – disse enquanto saia.

Draco saiu e logo desapartou em Hosgmed, pegou sua vassoura que tinha deixado no três vassouras e partiu ao castelo, entrou e foi logo para seu dormitório, assim que abriu a porta foi recebido por um abraço apertado e um avalanche de cabelos, Hermione.

-Que bom que chegou estava tão preocupada, deu tudo certo? - perguntou visivelmente nervosa.

-Sim, deu tudo certo – disse para acalma-la – caminhou com ela até o centro da sala e ainda de pé a abraçou ainda mais forte- Hermione eu te prometo que vou te defender com minha vida se necessário, não vou deixa que nada nem ninguém faça mal algum a você nem ao nosso filho, vocês são meu bem mais precioso. Você vai ver Hermione, nosso filho terá orgulho de ter a mim como seu pai, vou fazer o possível para ser o melhor pai que existe, não sei como ainda mais eu vou ser, eu prometo – disse a olhando nos olhos, que neste momento já estavam com lagrimas de emoção.

-Eu nunca duvidei disso Draco, eu sei que enquanto você estiver ao meu lado estarei segura – Draco sorriu e beijou Hermione com fervor, um beijo quente, com amor. Ao termina ambos estava sem folego – vem senta aqui – disse colocando Hermione deitada no sofá. Ergueu sua blusa deu um beijo em sua barriga, ainda lisa fazendo Hermione se arrepiar inteira e começou a conversa com o pequeno bebe que ali estava – eu não sei se você me escuta, mais quero te dizer que você será a criança mais amada deste mundo, vou te proteger com minha vida se necessário, não importa se você vim menino ou menina, parecido comigo ou com sua mãe, nada me importa, a única coisa que você é meu filho, meu e isso ninguém vai tirar de mim – terminou beijando a barriga de Hermione que chorava comovida com a cena.

-Draco -Hermione o chamou o fazendo olhar em seus olhos, ela se sentou, ele na mesinha em sua frente olhando nos seus olhos, o azul tempestade, no avelã. Hermione tinha um sorriso singelo nos lábios, afagou o rosto do loiro que a olhava com expectativa, sorriu ainda mais quando falou com a voz gentil – Draco acho que te amo.

Draco congelou com tal revelação, seu coração parou uma batida. Sua respiração falhou, Hermione o amava? Sua Hermione também o amava? Draco sorriu. Um sorriso que iluminava a alma.

-Hermione, eu acho que também – disse ainda sorrindo. Os dois sorriam e se abraçavam, gargalhavam e se beijavam, a felicidade era tanta que ambos seriam capaz de explodirem de alegria.

Se amavam e nada mais importava. 


Notas Finais


E ai??Por favor quero muito as opiniões de voces.
Até o próximo.


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