História Uma história de uma linha temporal confusa - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais
Tags Amor, Invenções, Magia, Miraculous, Mistério, Tecnologia
Visualizações 23
Palavras 3.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello, peoples!! Meus amores e minhas amoras, meus incrivelíssimos 18 leitores!!! Desculpem a demora, mas escola chega já arrebentando com a gente, principalmente no ensino médio.
Então, para compensar (e também porque eu não consegui fazer menor) aqui está um capítulo com mais de 3000 palavras! O mais longo que eu já escrevi até hoje!
Boa leitura!

Capítulo 25 - Enfim...


Quando abrem os olhos, estavam em frente à Torre Leste, onde ocorria uma terrível batalha entre os rebeldes, que queriam fugir, e os fourmis, que queriam capturá-los ou matá-los. Era um verdadeiro caos. Parecia muito com o que acontecera no dia em que os fourmis tomaram Paris. E agora Adrien e Marinette teriam um gostinho do que seus amigos passaram.

— Vamos! – gritou Alya para ser ouvida apesar do barulho que era aquele caos. – Nossos amigos estão ali! – e eles começaram a correr em direção à posição dos rebeldes.

— Socorro! – gritou Adrien, em meio à algazarra. Todos se viraram para ele e viram que ele estava sendo arrastado por Horrificador.

— Adrien! – gritaram todos em uníssono, indo atrás dele.

Um fourmi acertou a barriga de Alya enquanto estava lutando com Chloé. Horrificador tentou prender as pernas de Marinette com sua gosma, mas ela saltou por cima da gosma. Uma bolha veio flutuando para prender Marinette, mas ela estourou-a com uma flecha. Horrificador começou a saltar sobre os fourmis, para fugir mais rápido, mas Marinette estava determinada e pegou o arpão de gancho feito de pé-de-moleque de Kung Food, prendeu o gancho no telhado e saltou por cima de Horrificador. Ela quase pegou Adrien, mas seus dedos passaram muitos centímetros acima dele.

Por fim, Horrificador abriu uma porta que foi desenhada pelo Ilustrador do Mal. Estava prestes a entrar em algum lugar quando uma flecha vermelha o atingiu e o fourmi virou pó. Adrien foi jogado pela porta antes que Marinette pudesse resgatá-lo. No entanto, antes que Ilustrador do Mal apagasse a porta, Marinette pegou impulso com o arpão de pé-de-moleque e passou pela porta. Ela se levantou e encarou a parede atrás de si. Não havia mais porta. Ela olhou o interior da sala, que estava mal iluminada e com apenas uma lâmpada no centro.

— Eu não vou cair mais nessa. – ela fala e lança uma flecha amarela que ilumina todo o local quando foi lançada, parando exatamente cinco centímetros do rosto da vilã. A vilã rebateu a flecha, fazendo-a ir na direção de Marinette. A heroína fez um movimento de mãos e a flecha desapareceu antes de acertá-la. – Você. – fala Marinette com certa raiva na voz. A vilã pega na esfera transparente que havia em seu cetro, fazendo-a ficar roxa. A heroína entendeu aquilo como uma ameaça – Então você quer lutar? Bem, não é tão covarde como pensei.

— Mas não fui eu que fiquei presa em uma armadilha. – falou a vilã, com desdém. As duas se encararam com um olhar mortal.

A vilã estava do outro lado e segurava Adrien como um escudo humano já que ele estava imobilizado pelo poder dela. Marinette olhou para ela e então lançou uma flecha que passou longe do rosto da vilã.

— Você errou. – disse a vilã com um sorriso maléfico.

— Não, eu acertei o meu alvo. – falou Marinette com uma expressão de vitória. A flecha havia acertado a esfera do cetro da vilã.

— Não! – falou ela, olhando o que restou do cetro. Adrien então deu um giro, se desvencilhou dos braços da vilã e correu em direção a Marinette. Então o grito de derrota da vilã se tornou uma gargalhada insana. Antes que percebessem o por quê, a vilã jogou Adrien contra a parede e antes que ele caísse no chão, uma camada de gelo começou a surgir ao seu redor, prendendo-o à parede. Eles haviam se esquecido das armadilhas das paredes.

— Adrien! – fala Marinette, lançando uma flecha laranja em direção a ele, para salvá-lo. Mas a flecha não chega porque a vilã usa seu poder para mudar a direção da seta. Marinette vira-se raivosa para a vilã, que tinha um sorriso cínico no rosto.

— Eu vou acabar com você. – fala Marinette. Mas antes que ela faça qualquer coisa, da esfera que ela quebrou saiu uma fumaça laranja e Volpina surgiu no meio da sala.

— Olá, Marinette. – disse a fourmi segurando sua flauta. - Ou devo dizer Archer?

— Volpina? É, vai ser bom derrotá-la mais uma vez. – o rosto de Volpina se fecha e ela coloca sua flauta na boca.

Em poucos segundos milhares de clones de Volpina surgiam no meio da sala. Marinette sabia que teria muito trabalho, então começou a atirar flechas em todas as direções para que com sorte acertasse Volpina. Adrien tentava quebrar o gelo, mas era difícil, já que o gelo crescia ao seu redor, formando uma prisão. Marinette, com uma determinação e fúria ainda não vistas totalmente, estava acabando com todas as ilusões, mal dando tempo de Volpina criar mais. Uma hora ela lançou uma flecha de fogo e acabou acertando o gelo em que Adrien estava.

O gelo começou a derreter instantaneamente e o loiro conseguiu sair. Como uma pessoa depois de um banho gelado, Adrien parecia ter ganhado novas forças para lutar. Ele foi andando encostado à parede para ir até a vilã e pegá-la de surpresa. Mas ela o viu e ele começou a desviar para não ser paralisado novamente. De repente o robô gigante de Jogador atravessou a parede, quebrando tudo e criando um imenso buraco por onde se via que os rebeldes estavam perdendo. Essa distração foi suficiente para permitir que Volpina fugisse com Adrien.

— Você não vai atrás do seu namorado? Acho que está perdendo ele para outra garota. – a vilã deu uma risadinha sem graça.

— Nossa, como você é hilária. – Marinette diz com ironia e vai ataca-la. A vilã se defende com o que sobrou do cetro, mas não tem chance e é ferida por uma flecha. Entretanto não sai sangue do ferimento. A vilã apenas desaparece no ar. – O que?! Ela era só uma ilusão?! – então Marinette percebe sua idiotice e vai atrás de Adrien.

Do lado de fora, os rebeldes recuavam e muitos já haviam caído. Marinette procurou e logo viu Volpina no alto do que restara da torre Eiffel, segurando Adrien. Ela não poderia dizer se era uma ilusão, então teria que ser cautelosa. Logo a fourmi laranjada viu a heroína.

— Aqui estamos nós de novo, Marinette. – disse Lila. – Eu segurando Adrien e ameaçando jogá-lo da torre Eiffel e você aqui embaixo, sem saber o que fazer. Ah, quanta saudade daquele dia... – ela vira-se para Adrien. – Veremos hoje se gatos realmente caem de pé. – então ela deu uma gargalhada maléfica. Marinette não sabia o que fazer. Mas aí observou o ambiente e percebeu o que tinha que fazer.

— Pode soltá-lo. – disse Marinette, colocando o arco nas costas.

— O quê?! – gritou Adrien, desesperado.

— Eu não me importo. – fala Marinette com um sorriso também maléfico enquanto encarava a expressão confusa de Volpina. A fourmi agora não sabia o que fazer.

— Como quiser, Archer. – fala Volpina, soltando Adrien.

— Ah! – gritou o loiro enquanto caía.

— 1, 2, 3, 4... – Marinette sussurrava enquanto ele caía – 5, 6, 7, 8, 9, 10! Agora!

— Ah...! Hã? – Adrien fala ao ver que não estava mais caindo. Ele havia ficado preso em uma bolha do tempo feita pelo Faraó. Marinette pega uma flecha verde e estoura a bolha, libertando Adrien.

— Ficou com medo? – perguntou ela, rindo da cara dele.

— Não, imagina. – ele diz com ironia. – Era apenas uma queda de quase 20 vezes a minha altura. Nada demais. – ele diz rindo. Ela sorri e beija-o.

Lá de cima, Volpina olhava a cena com ódio, que praticamente era o único sentimento que ela tinha. Ela pega sua flauta e cria uma bolha de energia, lançando-a em direção ao casal e acertando o braço direito de Marinette.

— Ai! – falou Marinette ao ver o braço meio queimado. Se ela não estivesse akumatizada, com certeza seria uma queimadura terrível. – Você vai pagar por isso!

Então Marinette dá um enorme salto e começa a perseguir Volpina por cima das torres.

— Você não vai me pegar! – fala Volpina.

— É o que você pensa... – diz Marinette, dando um enorme salto, prestes a pegar a fourmi. Mas ela para antes de tocar o chão e é jogada longe por uma força invisível. Ela ouve a risada maléfica da vilã.

— Acabou, Archer. – diz a vilã. Marinette se levanta e vai com tudo para cima do telhado, movida por uma fúria que nem mesmo ela conhecia.

— Só acaba quando eu disser que acabou. – fala Marinette, puxando o colar de Volpina e quebrando-o, fazendo-a virar pó. A heroína vai até a vilã antes que ela possa reagir. – E agora acabou pra você. – fala agarrando o pescoço da vilã e apertando-o.

— Marinette, para! – grita Adrien, do chão. Marinette vira-se para ele. – Olha para o que você está fazendo! Nem parece mais a heroína que eu conhecia. – ele diz meio triste. – Você está mudada. – Marinette percebe o que estava prestes a fazer e se distrai, dando tempo para a vilã lança-la longe e fugir. Marinette estava caindo.

— Ah, que saudade do meu ioiô. – fala, usando uma flecha para prender-se no teto. Quando a heroína vira-se para onde devia estar a vilã, viu que estava cercada por robôs com armas.

— Você está cercada. – falou um deles.

— Oh-oh. – falou ela, dando uma cambalhota e as armas dispararam ao mesmo tempo. Ela deu outro salto, conseguindo sair da mira deles. Ela começa a saltar pelos telhados a toda velocidade, escapando deles, que eram muitos. Ela sabia que estava perdida sem ajuda.

Do chão, Alya, Chloé e Adrien viam Marinette lutando com eles. Eles não estavam conseguindo deter os fourmis, que pareciam não se cansar, ao contrário dos rebeldes, que já estavam em suas últimas forças. Marinette deu um sinal para os três, que entenderam logo e foram atrás dela, furando com força total a “parede” de fourmis que estava acuando os rebeldes. Marinette ainda estava fugindo sem saber o que fazer quando viu o vulto azul da vilã indo em direção à Torre Leste. Ela correu atrás dela, para acabar de vez com isso.

— O que ela está fazendo? – perguntou Alya, atirando um laser em um fourmi.

— Não faço ideia. – disse Adrien, empurrando mais um fourmi para Alya acertar.

— Vamos lá. – disse Chloé, saltando sobre um fourmi e “pufando” ele. – Não temos muito tempo.

Adrien olhou Alya e os dois seguiram Chloé até a Torre Leste.

Enquanto isso, Marinette ainda fugia de Temporizadora e dos robôs. Mas ela conseguiu atrasá-los com suas flechas.

— Ufa. – disse ela, parando em frente à porta da Torre e entrando.

Ao abrir a porta, percebeu que havia uma escada espiralada que subia até o topo, onde a heroína teve a impressão de ter visto um pedaço do vestido azul da vilã passando. Então Marinette subiu alerta a escada espiral. Cada degrau rangia sob seus pés e aos poucos ela ouvia sons sem sentido do topo. Quando ela chegou ao último degrau, viu-se em um ambiente parecido com o topo de um farol, mas sem uma enorme lanterna no meio. No centro estava uma figura de costas. Seu vestido azul cobalto cintilante delatava que se tratava da vilã. Uma hora ela parou de fazer o que estava fazendo, e ergueu a cabeça sem se virar.

— Você de novo. – falou com certa irritação na voz.

— Vire-se. Eu não atirarei em alguém pelas costas. – falou Marinette com a flecha no fio tensionado, mirando na vilã. A mascarada de vestido azul virou-se lentamente, como se estivesse entediada e rindo na cara do perigo.

— Agora você vai atirar em mim? – perguntou com tom de zombaria. Sua mão pousou quase despercebidamente na superfície às suas costas.

— O que está aí atrás? – perguntou Marinette, apontando com a flecha para a vilã.

— Veja você mesma. – falou com um sorriso no rosto. Ela estava planejando algo.

A vilã saiu da frente e Marinette pôde ver, assombrada o que era a fonte de energia de toda aquela fortaleza tecnológica.

— Esses são...? – perguntou, apontando.

— Sim, são os miraculous. – disse com um sorriso maléfico. Havia uma espécie de cilindro de energia ao redor da mesa circular onde estavam dispostos sete miraculous ao redor dos dois mais fortes. – Raposa, abelha, tartaruga, lagarto, pavão, borboleta... – dizia a vilã, passando a mão pelo cilindro de energia e tocando em cada um dos miraculous. – E claro, os mais fortes. O miraculous da joaninha e o miraculous do gato preto. – disse retirando a mão dos miraculous. – E todos são meus! Apenas meus! – falou com um sorriso de psicopata.

Marinette observou a mesa. Todos estavam ali, ao seu alcance.

— Claro que depois de um tempo eles irão perder totalmente sua energia mágica e se desintegrar e meus fourmis vão passar a ter um limite para o uso de sua energia, mas quando esse dia chegar estarei pronta para buscar outros miraculous lá fora. – fala ela com as mãos cruzadas nas costas e um tom de indiferença. - E eu serei invencível! – ela tira seus olhos violetas malvados dos miraculous e encara Marinette. – Foi tão fácil pegar esses miraculous. – diz ela se vangloriando. – Não sei como você, Hawk Moth, não conseguiu. – Marinette olha-a, confusa. – Eu sei que pode me ouvir, Hawk Moth. Vejo que está bem desesperado. – fala com desdém a ponto de irritar o próprio Agreste. – Aliás, eu nem deveria chamá-lo de Hawk Moth, já que você perdeu seu miraculous... Para uma adolescente. – fala e ri logo depois.

— Como você sabe que...

— Qualquer um nota a verdade. Você está... Como era mesmo o nome?... Akumatizada. – ela fala com um tom acusador a ponto de Marinette recuar. – Até seu namorado notou que você está mudada. – ela fala, com um olhar insinuativo de quem está fofocando, e começa a andar para o outro lado da mesa. Marinette abaixa a flecha que estava prestes a ser lançada. – Você é tão manipulável. Em tanto tempo, você continua a mesma trouxa de sempre. A doce, meiga, ingênua e tonta Marinette. – Marinette lança-lhe um olhar de fúria, andando até o outro lado também. – Então? Vai atirar em mim? – pergunta com um tom de zombaria.

Marinette pegou quase mecanicamente uma flecha e preparou-se para dispará-la. Mas algo a impediu. Era a vozinha que fora calada pela voz cheia de vingança que tomara sua mente. Era sua consciência.

— Não vai lançar, não é? – pergunta com a voz quase cheia de falsa decepção, aproximando-se da enorme janela de vidro que havia ali. – Eu já fui como você. Nós quase fomos amigas. – Marinette olha-a com curiosidade. – Eu também sempre queria o bem de todos. Era legal com todo mundo, tentava parecer com todo mundo para ver se me encontrava. – fala com o olhar tomado pelo desprezo. – Mas um dia eu descobri a verdade sobre o que acontece com quem tenta sempre ajudar a todos. Você dá cada vez mais de si e o que acontece no final? Ninguém sequer se lembra do seu esforço, ou de você. Você desaparece sem ter feito nada por si mesma! É esse o seu final! O destino de um herói é morrer e ser esquecido! E apenas anos depois alguém chega e conta uma história totalmente diferente do que aconteceu de fato! – ela gritava, irritada, furiosa, revoltada. Então se apoiou na parede para se recompuser.

— Mas o que... O que houve? – pergunta Marinette, preocupada. Era a verdadeira Marinette voltando à tona naquele momento. A vilã dá uma risada de escárnio.

— Pergunte ao Agreste. – fala venenosamente. – Ele sabe mais do que ninguém o que houve. Porque ele era o herói! Ele podia tê-la salvado... De algum jeito. – disse com amargura, referindo-se a alguém de um passado distante. Marinette engoliu em seco. Não sabia o que dizer. – Mas é isso que dá ser uma heroína, uma guardiã. - Marinette se aproxima um pouco mais, intrigada. - Tanto tempo se passou e agora eu nem... – ela soluça. – Eu nem... – ela fala com tom choroso. Marinette se aproxima ainda mais. Então o choro da vilã foi substituído por uma gargalhada insana. – Eu nem me importo mais! – fala por fim, fazendo Marinette se afastar, também intrigada. – A dor, a tristeza, elas já se foram há muito tempo. – fala com um tom inexpressivo. – Mas a raiva, a fúria... Essas permaneceram. – ela dá um olhar indiferente para Marinette. – Eu também já fui como você, uma fraca! – Marinette fica irritada sem saber exatamente por quê. – É por isso que você não atira. Porque você é fraca! Emoções são fraquezas. Foi depois de perdê-las que eu me tornei invencível, que eu montei meu império! Que eu tomei Paris! – fala com ar de superioridade. – Todos os heróis são fracos porque seguem seu coração. – diz com tom de zombaria. Marinette voltou a puxar ainda mais fortemente o fio. Seus braços haviam se mexido sozinhos.

Marinette? Marinette, você está me ouvindo? Marinette eu perdi o contato! Marinette... – a voz do Agreste desapareceu cada vez mais de sua cabeça e só estava ela e a vilã, com um sorriso maléfico no rosto.

— Mas você... Você é a mais fraca de todos. Nem consegue ser a heroína! – disse a vilã. A mão de Marinette puxou cada vez mais o fio de modo que se ela soltasse a flecha iria ser fatal. – Não consegue lançar a flecha que irá pôr um fim nisso tudo! Não consegue tomar uma decisão difícil ao menos uma vez para salvar seus amigos!

Atire nela... – dizia uma voz que Marinette nunca tinha ouvido. Era sua própria voz, mas com o tom sombrio de um sussurro. Ela nem pôde controlar quando sua mão soltou o fio e disparou.

— Não! – gritou Marinette.

Mas a flecha não atingiu a vilã, mas Chat Noir. Enquanto Marinette falava com a vilã, ele e as outras duas garotas entravam e pegavam os seus miraculous. Adrien se transformou e para tentar parar Marinette, ficou entre as duas.

— Adrien! – gritou, indo até ele. A flecha brilhante e vermelha se desfez em pó e agora ele tinha um ferimento em seu peito. Ela olhou para as próprias mãos e chorou, assustada e arrependida.

— Marinette... – falou Adrien, levantando-se apesar da dor. – Está tudo bem, ok? – falou Adrien. Mas sua voz agora parecia como se estivessem embaixo d’água. – Marinette?

Mas Marinette já não ouvia-o mais. Ela sentia uma terrível dor-de-cabeça e aquela outra voz sinistra parecia ficar mais alta e invadir seus pensamentos, suas memórias, imagens de sua vida. Até que ela mesma decidiu dar um basta.

— Essa não sou eu! É a Archer. – falou ela, abaixando o arco. – Já está na hora de acabar com isso de uma vez por todas. – e então ela olhou sua mão direita. – Hora de aniquilar a maldade. – falou num sussurro e retirou o anel. – Adeus. – falou e quebrou o anel.

Imediatamente ela voltou à sua forma normal enquanto uma borboleta púrpura saía voando. Então ela pegou os dois brincos e colocou-os, ignorando qualquer fraqueza.

— Tikki, transformar. – falou e logo a heroína de vermelho estava de volta. – É tão bom estar de volta. – disse diante das expressões de encantamento de Volpina e Queen Bee. Ela olhou para a vilã, que estava encurralada por uma Queen Bee e uma Volpina furiosas com ela. – Agora você vai ter que lidar com a Ladybug. – falou e pegou seu ioiô.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Se gostou, mete o dedo no favorito, se já favoritou, deixe seu comentário!
Gente, Ladybug está de volta!!!! Aêê!!! Mas não achem que acabou, a aventura está só começando...
Mas eu não darei spoilers! Muahahhahahha!!
Gente, vocês já viram os sneak peaks? Deixem aí nos comentários o que vocês já viram.
Fui!


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