História Uma História Diferente - Capítulo 6


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Albert Spencer (Rei George), Alice, Anna, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Cruella De Vil, Cyrus, Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Archie Hopper (Jiminy Cricket), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Hades, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Isaac (O Autor), Lacey (Belle), Lilith "Lily" Page, Madre Superiora (Fada Azul), Malévola, Marian, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Mérida, Milah, Neal Cassidy (Baelfire), Paige (Grace), Personagens Originais, Peter Pan, Princesa Aurora, Príncipe James, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Roland, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Tinker Bell, Ursúla (Bruxa do Mar), Violet, Vovó (Granny), Wendy Darling, Will Scarlet, Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Lobisomens, Romance, Vampiros
Visualizações 15
Palavras 2.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem voltou!

Capítulo 6 - Mission


Fanfic / Fanfiction Uma História Diferente - Capítulo 6 - Mission

No dia seguinte já me encontrava na delegacia, estava arrumando alguns papéis mas não conseguia me concentrar o sonho dá noite passada me pertubava e eu sabia que não forá qualquer sonho, foi mais como um flashback. As palavras dá loira não paravam de pertubar meus pensamentos "Ela lançará uma maldição que mandara todos nós pra um mundo sem magia"

- Rubns está me escutando? - Swan toca meu ombro e então desperto dos devaneios, a olho e sorrio nervoso.

- Desculpa Emma, não tive uma boa noite o que dizia?
- Que o xerife está passando mau por isso não vai vim hoje.
- A sim...melhoras pra ele - volto a atenção pros papéis e termino de arruma-los, então fico preguiçosamente na cadeira giratória.
- Como é chato trabalhar em uma delegacia - bocejo.
- Pensei que provavelmente você gostava disso, o xerife muito brevemente me disse que seu pai é delegado.
- Á sobre isso... O Walter não é bem o meu pai... Tipo, antes do sucesso, me meti em muitas encrencas e toda vez que ia preso era na delegacia dele, a gente acabou virando ​ amigos e como ele é mais velho eu o vejo como um pai.
- Entendi...mas e seu pai de verdade?
- Á.. Bom eu fugi de casa.. ele mentiu sobre algo terrível​ no qual não me lembro com muita clareza tem tempo...mas mesmo assim foi imperdoável.
- Entendo... Bom, já que não tem muito o que fazer, vamo fazer um patrulhamento?
- Claro, vamo lá. - Me levanto e vou pra fora, Swan vem logo atrás, chegamos na viatura e entramos.

[...]

Era umas 13:26, como no dia anterior Swan me chamou pra ir almoçar no restaurante da  Granny, ao chegar lá a mesma me fala pra guardar o carro pois ela tinha um assunto pra resolver, ela saí, passo pro banco do motorista e então procuro uma vaga, estaciono, desligo o carro, tiro a chave e saio, fecho a porta e vou andado pro restaurante então és que vejo Swan colocando um papelzinho de multa na minha moto, me aproximo mais e vejo que não havia um ou dois e sim milhares.
- Swan que diabos está fazendo?! - Ela me olha.
- Oras, multa ue, essa moto ta aqui a quase duas semanas.
- Primeiro essa moto é minha, pôde parar de colocar multa ai, daqui a pouco vão guinchar ela.
- Por que deixou aqui seu cabeçudo?!
- Aí!- Ela me dá um tapa na cabeça.
- Doeu, eu deixei aqui, por que não sei onde podia deixar, e outra não me lembro onde deixei meu capacete.
- Você é um idiota sabia? Te dou 3 dias pra tirar essa moto daqui - ela respira fundo e entra no restaurante. Suspiro e pego todas aquelas multas, dobro e coloco no bolso da jaqueta entro no restaurante e vou de encontro a Swan, o lugar estava meio vazio, a loira estava ne uma mesa de fundo me sento a sua frente.
- Doeu tá - massageo a minha cabeça no lugar do tapa.
- Fracote - faço uma careta pra ela.
Não demorou muito e Ruby veio nos atender.
- Então, o que vão querer?
- O de sempre pra mim - Swan fala, a morena de mechas vermelhas anota.
- E você, forasteiro invencível - ela rir.
- E esse assunto vai render - reviro os olhos. - Vou querer uma refeição vegetariana.
- O que aconteceu? Não gosta mais dos hambúrgueres?
- Claro que gosto, mas não posso sair mais dá minha dieta. Bom, pra beber vou querer um copo médio de refri.
- Já volto - ela saí.
- Então Swan, o que tá te deixando tão pra baixo?
- Você lê pensamentos agora é?
- Não, não, só reparei seus olhos, eles estão ne um brilho diferente, mais cuidadoso, escuro.
- Estranho você - ela suspira.
- É meu filho, não sei mais o que fazer pra ajudar ele.
- Ora você tem um filho que legal, bom se precisar de ajuda, pode contar comigo.
- E você lá entende de criança?
- Não, mas me dou bem com elas, é a mesma coisa não é?
- Obivio que não.
Nossos pedidos chegaram e então comemos ao terminar eu paguei a conta e a gente volto pra viatura, entramos e voltamos pra delegacia, ao chegar lá disse a Emma que faria um patrulhamento ela concordou então saio e eu fui pro banco do motorista.
Manobro o carro e vou seguindo meu destino, em poucos minutos estou em frente a escola do Henry, estaciono​ o carro e saio entro na escola e vou procurando a secretaria ao encontrar pergunto onde era a sala de Henry Mills, a moça me fala e então sigo pra lá, ao chegar, bato na porta a professora abre.
- Á! Olá  Srta Blanchard, eu poderia pegar o Henry?
- Pra quê?
- Bom, a prefeita me pediu para busca-lo.
- A claro, mas se não se importa, ligarei a ela para confirmar.
- Não, claro que não me importo mas acho que ela vai ficar um pouco brava por atrapalha lá, pois quando saí dá prefeitura ela estava começando uma reunião.
- Umm - a moça morde o lábio inferior, se vira pra classe. - Henry querido, guarde seu material e venha até aqui - ele vêm.
- A..oi Rubns, o que faz aqui?
- Eai garoto, vim te buscar, sua mãe quer lhe ver.
- Aconteceu algo?
- Vamos, no caminho te explico, muito obrigado  Srta Blanchard.
Vou andado com Henry, quando chegamos na viatura ele se vira pra mim.
- Minha mãe não te mandou aqui né.
- Garoto esperto - o olho e sorrio de canto. - Não mandou, na verdade vim conversar com você.
- Sobre? - Me ajoelho e toco o ombro dele.
- Como posso quebrar a maldição?
- Quê????
- Você sabe do quê eu tô falando...
- Agora você acredita em mim? Por quê??
- Eu nunca disse que não acreditava.
- Vamos a praia, lá podemos conversar com calma.

[...]

O movimento na praia não tava muito então eu e Henry podíamos conversar a vontade.
- Então Rubns, você acredita mesmo?
- Sim, claro que acredito, conheci  muitos personagens se quer saber.
- Então por quê você não tá no meu livro?
- Não sei....deixa eu ver - nos sentamos em umas pedras, ele tirou o livro dá mochila e me entregou.
- Vejamos, qual é a primeira história.
- Dá Rainha Má.
- Regina... - abro o livro e foleio algumas páginas.
- Já disse você não tá aí.
- Posso até não ter minha história aqui... mas eu apareço sim - paro na página 15.
- Falei.
- Quem é você?
- Esse aqui, no chão cheio de sangue - aponto. - Essa aqui é a Cora e essa aqui a sua Mãe.
- O que aconteceu esse dia?
- Foi quando eu conheci  Regina - sorrio. - Eu tinha fugido do meu reino, e acabei perdendo o controle. Fiz certas coisas e Cora quis me matar mas Regina me salvou, depois disso viramos grandes amigos.
- Como você fugio dá maldição?
- A isso é fácil...mas acho que você vai ter que ler pra descobrir.
- Bom eu vou ler depois - ele guarda o livro. - Quanto a maldição você não pode quebrar.
- Por quê?
- Por quê só a salvadora pode quebrar, é o destino dela.
- E quem é a salvadora?
- Minha mãe claro.
- Regina? - pergunto confuso.
- Não a Emma.
- Emma é sua mãe? Tô entendendo mais nada - e então Henry me conta sua história.
- Deixa ver se eu entendi a Emma te  teve mais aí te deu pra adoção então a Regina te adotou, é isso?
- Resumindo tudo, é sim.
- Que sorte hein, duas mães - ele faz uma careta.
- A Rainha não é minha mãe, ela não me ama.
- Deixa de besteira moleque é claro que ama, se não amasse não teria te criado.

Depois que levei Henry de volta pra escola, voltei pra delegacia, ao entrar lá dou de cara com uma morena pé dá vida.
- Rubns! 
- Arf.... - perco o ar.
- Onde estava?!
- Pa..pa..patrulhamento.
- Swan levou um tiro sabia?!
- Como?
- Uma briga na toca do coelho, ela foi lá e acabou levando um tiro - Me preocupo.
- Onde ela está?
- No hospital...
- Eu tô indo pra lá - do meia volta mais paro.
- Só mas uma pergunta prefeita... O que tá fazendo aqui..
- Vim conversar com vocês mais soube do acidente de Swan, a conversa fica pra depois.
- Enfim vou pra lá - saio dá delegacia e percebo Regina atrás de mim.
- Eu te levo.
- O quê aconteceu prefeita? Foi picada pelo mosquito dá boa vontade? - riu. - Não precisa, eu vou correndo - saio correndo normal então quando estou fora do alcance dá visão dá prefeita começo a correr de verdade, na velocidade dá luz. Chego rápido no hospital então paro, entro, vou até a recepção e pergunto sobre Swan, uma bela moça me informa em que quarto ela tá então vou até o mesmo e entro.
- Swan ...
- Rubns... - ela me olha, me aproximo e percebo seu braço enfaixado. - Desculpa não tá lá na hora..
- Não tem problema.
- Tem sim, se eu tivesse você não teria tomado um tiro.
- Você é o super homem por acaso? - Ela rir.
- Não, não sou o herói. Mas me diga quem fez isso com você?
- Não me lembro direito, ele era meio ruivo.
- Licença - me curvo e então cheiro Swan, volto a posição de antes. - Você lutou com ele?
- Sim um pouco antes dele sacar a arma.
- Grrr - solto um rosnado baixo. - Eu já volto - saio do quarto e dou de cara com a prefeita, passo por ela e a mesma segura meu braço.
- Onde vai? - Me viro pra ela.
- Prender um idiota - a olho no fundo dos olhos e puxo meu braço.
- Rubns... - Saio correndo, ao chegar do lado de fora vou pra toca do coelho, por que era pra lá que o cheiro me levava.
Ao chegar lá vou até o balcão.
- Quem atirou na Swan?! - Bato no balcão minha raiva é eminente.
- Ei não pode chegar assim e fazer isso.
- Vou repetir só mas uma vez, quem atirou na Emma SWAN?!!
- Foi eu por quê?! - Me viro vejo um cara ruivo, um pouco mais alto que eu e uma barba mal feita.
- Você está preso por  atirar em um policial.
- E quem é você pra me prender magrelo.
- Já chega! - Vou até ele e lhe dou um belo de um soco no nariz.
- Não deveria ter feito isso garoto.

O cara vem pra cima de mim e tenta me acerta um cruzado de esquerda mas bloqueio e o mando pra longe com um chute na barriga, o mesmo começa a pegar as garrafas de cerveja nas mesas próximas e começar a jogar na minha direção, então só pra dá aquele efeito do eu sou foda, faço aquela linda cena do Matrix, as garrafas passam por mim e acertam a parede, só faltou o slow motion.
- Já chega seu imbecil - ele saca uma arma, volto ao normal ajeitando minha jaqueta, sorrio de canto.
- Isso não me assusta..
- Mas que disordem é essa?! - Escuto a voz dá Prefeita adentrando no local.
- Eu não permito esse tipo de comportamento na minha cidade - olho Regina, então olho o cara e o vejo carregando a arma.
- REGINA SAÍ DAQUI... - vou correndo até ela mais a arma dispara, não podia usar minha velocidade verdadeira e vejo a bala passando por mim, ela acerta seu ombro, sorte que o cara tem mira ruim. Pego Regina no colo e rapidamente a coloco atrás do balcão, rasgo um pedaço dá minha blusa e amarro em seu ombro pra comprensar o sangue, peço o balconista pra chamar a ambulância e volto pro cara.
- Seu miserável você não devia ter atirado nela - estufo o peito, o sangue de Regina estava me deixando louco.
- Saim todos daqui agora antes que mas alguém se machuque! - Falo alto e claro, todos saiem, vejo o balconista levando a prefeita pra fora, me viro pro cara.
- Vamos ver se eu te acerto agora - ele dispara a arma até a munição acabar, desvio de todas as balas sem o menor esforço.
- O quê diabos é você? - Ele me olha assustado, rapidamente vou até ele, seguro seu pescoço e o coloco contra a parede.
- Seu pior pesadelo - falo ne um tom sombrio e mostro minhas presas, ele tenta se soltar mas então cravo minhas presas em seu pescoço, chupando quase todo seu sangue, o solto e o mesmo cai no chão.
- Não se preocupe mortal imundo, eu não te matei... Não ia ser fácil explicar por quê todo o sangue do seu corpo foi drenado  - falo friamente e lhe dou as costas. - E pra sua sorte ou não também não te transformei... Meios vampiros não tem todo esse poder seus venenos apenas apaga a memória, então lhe digo uma coisa, amanhã só vai se lembrar de ter me visto desviando de suas balas - guardo minhas presas.
- Se me der licença - saio correndo na velocidade dá luz e passo pelos enfermeiros entrando no local, eles meio que assustam por que eu parecia um vulto, vejo Regina sendo colocada em uma ambulância e indo pro hospital, a sigo, chegando lá paro um pouco longe, espero ela entrar então lentamente vou caminhando até o hospital, entro nele e informo que irei ver Swan, sou liberado, ao chegar no quarto a mesma estava se sentando.
- Se sente melhor? - Fecho a porta e vou até ela.
- Um pouco, você foi rápido.
- Não brinco em serviço.
- Isso na sua boca é sangue? - Ela pergunta arqueando uma sombrancelha.
- Foi uma briga intença - limpo a boca.
- Prendeu ele?
- Não.. ele tá ferido.. mas assim que ele receber alta, vai ir direto pra trás das grades.
- Que bom.
- Sim - sorrio zombeteiro.
-  Com isso concluo, missão comprida - faço um gesto de sentido.
- Idiota  - Swan cai na gargalhada.


Notas Finais


Eai?


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