História Uma Historia Novaiorquina Tradicional (Ou Não) - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Criminal, Investigação, Romance, Suspense
Visualizações 2
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Slash, Suspense
Avisos: Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 21 - Falso Encontro


Fanfic / Fanfiction Uma Historia Novaiorquina Tradicional (Ou Não) - Capítulo 21 - Falso Encontro

 David deu uma xícara de leite quente pra Rose e ela sentou no sofá.

- O que houve?

- Rupert sofreu acidente, ele ta em estado grave.

- Mas como assim?

- Ele foi visitar Honey no manicomio e na hora de voltar o carro capotou pro encostamento...

- Mas você não foi com ele?

- Não... Jessie e Tyler foram em casa... E ele disse que precisava ficar sozinho... - Rose começou a chorar e abraçou seu pai.

- Fica calma, vai dar tudo certo.

- Tomara pai, eu não quero perder ele.

- Eu sei filha. Você precisa dormir pra ficar mais calma, pode deitar no seu quarto, ele está do mesmo jeito, só ir lá.

- Tudo bem, obrigado pai.

Rose se deitou na cama e ficou um tempo acordada, quando ela estava pegando no sono, ela ouviu a porta abrindo, era sua vó.

- Oi querida.

- Oi vó, senta aqui.

Rose se levantou e sentou com as pernas cruzadas em cima da cama.

- Como você está?

- Eu estou meio triste, estou com medo de perder o Rupert e eu fico mal de pensar que eu poderia ter evitado isso.

- Rose, você não poderia ter evitado, o maximo que ia acontecer é você se acidentar junto com ele.

Rose admirava a sinceridade da sua avó.

- Olha querida, preste atenção, a culpa não é sua, acidentes acontecem...

- Aí é que está vó, pelo o que parece, foi tudo planejado, o carro que fechou ele na pista queria matar ele. Quem faria isso?

- Não sei minha filha, mas uma coisa eu sei, o mal não dura pra sempre, se alguém fez isso de proposito, você pode ter certeza que essa pessoa vai ser descoberta, mais cedo ou mais tarde, mas por enquanto você tem que ser forte, não vai ser fácil, mas você vai conseguir, escuta o que eu to te dizendo.

- Obrigado vó, eu te amo.

- Eu também te amo Rose, sempre que quiser você pode me ligar ou até mesmo ir me visitar, eu ia amar uma visita sua.

- Tudo bem... Vó, se importa de dormirmos agora? Eu estou com muito sono.

- Tudo bem querida, durma bem.

- Você também.

Marilyn saiu do quarto, apagou a luz e fechou a porta.

Rose acordou as 7 horas da manhã, sua vó estava dormindo e seu pai ja tinha saido pra trabalhar, então ela decidiu ir no hospital visitar Rupert. Chegando lá ela foi atendida pelo medico bem rapidamente.

- Bom dia doutor.

- Bom Dia Rose.

- Como Rupert está?

- Ele não corre mais risco de morte, mas até agora ele ainda não acordou, precisamos observa-lo nos proximos dias, ainda está muito recente, temos que ter paciencia. Agora, uma pergunta, como está o caso do pai de Rupert?

- Eles estão realizando a autopsia, não tenho muitas informações, como o corpo foi carbonisado, é mais dificil pra analisar.

- Entendi. Rose, provavelmente vou tirar folga amanhã, então outro medico cuidará de Rupert, ele também é psiquiatra, mas é muito competente na cirurgia geral também.

Rose ficou incomodada com a noticia.

- Quem é o nome dele?

- Jake Steven.

- O que?

Rose ficou gelada.

- Está tudo bem Rose?

- ... Esta sim, foi minha pressão que caiu.

- Deixe me examinar você...

- Não precisa!... Doutor, pode me passar seu telefone? Eu confio no senhor, talvez eu precise te ligar.

- Oh... Tudo bem.

Dr. Ruben deu um cartão a Rose.

- Eu preciso ir agora, até mais doutor.

- Até mais Rose.

Assim que saiu do hospital, Rose estava com fome e decidiu passar em um café. Assim que se sentou e fez o pedido, chegaram algumas mensagens em seu celular. Era Jessica.

Jessica: "Ola Rose, tava pensando em dar uma voltinha hoje a noite."

Rose: "Não sei Jessie, to meio mal, Rupert está internado."

Jessica: "Eu sei amiga, mas é bom pra você se distrair."

Rose: "Pode ser então, onde você quer ir?".

Jessica: "Tava pensado em ir naquele café no central park, ele fica aberto a noite."

Rose: "Pode ser então, até lá."

Jessica: "Até, as 7 okay?

Rose: "Okay".

Rose tomou o café e foi pra casa. Minutos depois que chegou, ela ouviu baterem na porta. Era Jessica, ela parecia tensa.

- Oi Jessie, ta tudo bem?

- Não Amiga, roubaram meu celular.

- Como assim? Você me mandou mensagem agora pouco.

- Não mandei não, ele foi roubado hoje cedo.

- Lê essas mensagens aqui.

Rose mostrou as mensagens pra Jessica, que ficou assustada com o fato de alguem poder estar usando o seu numero.

- Quer ir lá?

- Como assim?

- Olha Jessie, me escuta, o pai do Rupert morreu queimado em circunstancias suspeitas e segundo relatos, o acidente de Rose foi proposital. E se for a mesma pessoa? E se essa pessoa quer atingir a mim agora?

- Não acha arriscado?

- Sim, mas eu posso pedir uma arma emprestada pro meu pai.

- Seu pai tem arma?

- Sim, ele ja serviu no exercito.

- Nossa... Okay, eu vou com você.

Quando deu 7:00, Jessie pegou Rose na casa dela e elas foram. Durante o percurso, Rose recebeu uma mensagem do numero de Jessica.

"Oi Rose, já estou te esperando, vai demorar?"

Rose: "Estou chegando."

Assim que chegaram lá, o central park estava tendo show no central park, tinha muita gente, Rose pegou na mão de Jessica e seguiu pela multidão até chegar perto do restaurante, que estava fechado e o lugar estava deserto.

- Jessie, fica ali atras da arvore com a arma, se você perceber que ele ou ela vai fazer alguma coisa, você atira, okay?

- Ai Rose, não sei se consigo.

- Você consegue, não precisa ser pra matar, atira no pé.

- Okay, vai la.

Rose andou até a frente do restaurante e se sentou um banco que estava la na frente e ficou la por uns minutos, até que ouviu uma voz.

- Ola Rose.

Rose virou pra tras, era a professora Darla.

- O que você quer?

- Quero conversar com você. - Disse Darla se aproximando.

- Fica longe mim.

- Você está com medo? Eu não vou machucar você, como fiz com Laurence e Rupert.

- O que? - Rose ficou gelada de nervoso. - Você é louca, eu vou chamar a policia.

Darla pegou uma faca.

- Você não vai ligar pra ninguém.

Darla começou a se aproximar de Rose com a faca e lhe deu um golpe no braço. Jessica deu um tiro no pé e um tiro no joelho de Darla, que imediatamente caiu no chão desmaiada. Jessica enrolou a blusa no braço de Rose e ligou pra policia e acionou o resgate, que chegaram 15 minutos depois. Eles colocaram Darla em uma ambulancia e levaram pro hospital. Depois de fazerem curativos no corte de Rose, o resgate foi embora e a policia apreendeu a arma e o veiculo de ambas e as levou até a delegacia. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...