História Uma historia sobrenatural - Capítulo 24


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 24 - A Origem dos caçadores


"Bruxa Nora, 1679"

Tudo que sempre quis estava se tornando realidade.

Eu: Pelas mãos do ser mais poderoso na Terra tudo irá começar, vocês receberam mais poder, pra matar qualquer criatura que ouse atrapalhar os planos do Mestre. Qualquer um que ficar no caminho dos nossos planos, irá encontrar a morte mais cedo, seram também responsaveis por achar quem matou a filha dele.Depeois que o Cerafim estiver morto, iram hibernar e só iram acordar pelas mãos de um descendente de Markos.

Eram os dez caçadores mais fortes da aldeia, dez pessoas que receberiam uma enorme quantidade de poder, pra se livrar de toda e qualquer ameaça existente. O feitiço tinha um "porém", depois da hibernação, só o sangue de um descendente iria acordar o exercito. Usei isso como precaução, caso o Markos enlouquecesse de vez.

Eu: Abaixem as espadas, fechem os olhos e relaxem!

 Atenderam meu pedido, estavamos em um circulo perfeito, o poder da lua cheia estava me deixando muito mais forte.

Eu: Cum potestas im manibus, creo legiones uitam aeternam.

Tudo estava conforme o planejado, exceto por um pequeno detalhe, criar eles exigiu uma grande quantidade de poder, me consumindo totalmente. Decidi ir até o Markos implorar pela minha vida.

Eu: Por favor Mestre, eu imploro, ainda posso ajudar! Criei eles perfeitos, do jeito que você ordenou.

Markos: Sem poderes, minha querida, você não vale mais nada pra mim.

Eu: Não, por favor!

O golpe de espada veio do Cole, o único homem que já amei na vida, vi seus olhos cheios de lágrimas, depois um beijo e o vazio...

 

"Dias Atuais"

"Kat"

Acordei sem disposição pra nada. Era uma sensação pesada, não sabia explicar direito o que estava sentindo. O Bruno tinha sumido, eram três da manhã, a porta estava aberta e tinha algo de muito errado acontecendo.

Procurei o Bruno pela casa toda, nenhum vestigio dele, comecei a me preocupar e chamei o Miguel.

Miguel: Ele pode ter saído pra tomar um ar.

Eu: Não, desde que ele veio morar aqui, não esta mais saindo de noite.

Miguel: Desde quando ele mora aqui?

Eu: Desde que o Markos morreu, isso não vem ao caso agora! Ele sumiu, tô preocupada.

Umas dez chamadas perdidas depois...

Eu: Aconteceu algo grave.

Miguel: Calma, vamos procurar ele na floresta.

Não tinhamos quintal, ao invés disso era uma grande floresta. Uma área de quarenta quilometros de arvores e plantas rasteiras. Morar me acalmava, além de ser afastado da cidade, tudo era mas sossegado.

Miguel: Não sei se fizemos o certo. Talvez ele só esteja por aí com algum amigo.

Eu: Você conta cada piada! Você é o único amigo dele! Aconteceu algo, estou sentindo.

Vimos uma clareira, numa zona mais afastada da mata, minha sensação era verdade. O Bruno estava pendurado, sangrando. Com cada membro preso a uma árvore diferente.

Eu: Bruno? Quem fez isso com você?

Miguel: Katrinaaa.

Eu: Miguel, não fode! Bruno, me fala como eu te solto!

Miguel: Katrinaa!

O Bruno abriu os olhos.

Bruno: Vocês não deviam... É uma...

Eu: Uma o que? Você deve estar delirando!

Miguel: Uma droga de Armadilha! ( falou caindo no chão)

Quando me virei, estavamos cercados. Uma dezena de homens, com armas medievais, raiva no olhar, corpos fortes. Um deles estava com uma seringa nas mãos.

Eu: O que vocês vão...

Me derrubaram e tudo ficou escuro.

 



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