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História Uma historinha yaoi BL gay muito ruim - Capítulo 5


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Notas do Autor


E ae galera

To passando nas notas do autor pra desejar a vocês uma boa leitura e também avisar a vocês que o próximo capítulo já tá sendo encaminhado e pode ser que eu poste logo depois desse

Boa leitura (espero que tu tenha lido o inicinho das notas com a voz do gemaplys, obrigada)

Capítulo 5 - Tá ficando sério o bagulho


Seu rosto adquiriu a cor característica de uma nuvem e sua expressão demonstrava o desconforto de um passageiro de ônibus com vontade de cagar. Mas mesmo assim ele entrou na sala e se sentou no seu lugar, Saiko veio logo atrás.

Ao contrário de Nikitaka, Saiko não se sentou. Ele ficou encarando o outro, com uma expressão nervosa.

Isso durou por alguns longos segundos.

Nikitaka suspirou e o encarou de volta.

— O que foi? – ele perguntou, esperando o pior.

— Eu vou ser bem direto com você – Saiko corou, Nikitaka ficou tenso – eu vim preparado pra dar pra você. – Saiko levou a mão até o rosto, envergonhado.

Nikitaka demorou uns dois segundos para entender o que o outro quis dizer e, quando entendeu, o primeiro pensamento que veio a cabeça dele foi:

Eu sou hétero.

O segundo foi:

Eu não quero comer ninguém, pelo menos agora.

— Não, obrigado – Nikitaka pegou sua mochila.

O rosto de Saiko adquiriu um novo tom de pimentão e ele agora estava cobrindo o rosto com duas mãos, tamanha sua vergonha.

Nikitaka tentou não se importar, mas no fundo, bem no fundinho, no finzinho da consciência dele, bem no cu do cérebro dele, alguma coisa fez ele pensar "Tá perdendo uma oportunidade aê mano, se liga".

— T-tá – Saiko resolveu se sentar no seu lugar – d-desculpa incomodar...

Nikitaka nada disse, apenas puxou um caderno aleatório e seu estojo.

Um silêncio desconfortável para Saiko se instalou no ambiente.

O jovem bishonen nunca ficou mais de cinco minutos com alguém sem que estivesse conversando com a pessoa, mas agora ele estava completamente envergonhado pela atitude que tomou, então só resolveu tirar o vibrador bullet (aquelas porra que parece ob que tem um controle remoto) que ele tinha colocado antes de sair de casa.

Primeiramente, ele buscou o controlezinho dentro do bolso pequeno da sua mochila e desligou o dito cujo, o que fez Nikitaka perceber a falta do barulho de um enxame distante.

Depois, ele se sentou na pontinha da cadeira, meteu as mãos dentro das calças, tirou o bendito e guardou numa caixa de óculos (que ele roubou do pai dele com o único propósito de guardar as coisas íntimas que ele comprava escondido), junto com umas camisinhas que ele também tinha posto ali com antecedência.

Guardou a caixinha de óculos na mochila e pegou o celular.

Mas, ele não tinha notado que estava sendo observado.

Nikitaka virara para trás quando sentiu falta do barulhinho que estava ouvindo e presenciou toda a operação silenciosa de retirada de vibrador que Saiko realizara.

Nikitaka virou para frente ainda impactado com a cena anterior.

Por que?, pensou, O que leva alguém a fazer isso? Eu não consigo imaginar quanta confusão ia dar se algum professor descobrisse as coisas que ele carrega!

Nikitaka estava indignado.

Saiko tentava se distrair no Twitter, mas não estava obtendo muito sucesso.

Ultimamente, o jovem só conseguia pensar no coleguinha do colega e já estava quase enlouquecendo com isso. Mas acontece que Saiko nem sempre foi um depravado...

Vamo copiar Naruto e meter um flashback nessa porra.

Ele tinha doze anos quando chegou da escola naquela tarde ensolarada.

Seu irmão estava desenhando algo no quarto deles quando Saiko entrou para deixar a mochila.

— O que você tá desenhando, onii-san? – ele perguntou depois de largar a mochila na cama.

Seu irmão se assustou com a pergunta repentina do irmão.

— Saiko... Como foi na escola...? – seu irmão tentou mudar de assunto.

— O mesmo de sempre – Saiko respondeu se aproximando para ver o trabalho do irmão, que tentou esconder a folha com o braço.

— Ah é?

— Onii-san, você não vai me deixar ver seu desenho? – Saiko perguntou fingindo estar chateado.

— Não é uma coisa que você deveria ver – a resposta foi imediata.

Saiko fez uma carinha de triste e saiu do quarto.

Algumas horas depois, a mãe dos dois mandou o filho mais velho ir comprar alguns ingredientes para um jantar de família que eles iriam fazer mais tarde e Saiko aproveitou a ausência do irmão para mexericar nas coisas dele.

Saiko remexeu na escrivaninha do irmão até que achou uma pasta preta suspeita e a abriu.

O conteúdo da pasta era várias páginas de mangá yaoi e bara que o irmão dele estava desenhando. E esse foi o primeiro contato do pequeno Saiko com a putaria gay...

Depois disso, ele começou a consumir conteúdo BL e, um dia, ele se fez a seguinte pergunta: "Como será que é a sensação de estimular a  próstata?".

Saiko experimentou enfiar um dedo, egostou tanto que já não conseguia mais apenas acariciar seu pênis sem sentir vontade de enfiar pelo menos dois dedos dentro de si. Depois os dedos se tornaram insuficientes e ele começou a comprar sex toys...

Voltando ao presente, Saiko estava imaginando como seria a sensação de ter um pau de verdade dentro dele quando Nikitaka virou pra falar com ele.

— Você – ele começou – por que não foi pra Educação Física?

— Esqueci do uniforme.

— Hm.

— Por que?

— Só pra saber – Nikitaka voltou a virar pra frente.

Saiko estava ainda mais desconfortável.

Nikitaka não sabe puxar conversa, é pior que a narradora.

— Hein – Saiko chamou – tem uma coisa que eu quero perguntar... – ele realmente se lembrou de algo.

Nikitaka voltou a virar-se para o outro.

— Por que você só não me ignorou ontem? – Saiko estava voltando a ficar envergonhado.

Nikitaka arrumou os óculos que estavam caindo.

— Por que eu sou um ser humano com empatia e não queria ver um colega de classe correndo o risco de expulsão? – ele tentou parecer irônico, mas na verdade estava se fazendo a mesma pergunta: Por que só não ignorou mesmo e foda-se?

— Tá, e por que você não me parou quando eu... Comecei a-aquilo? – o rosto de Saiko corou de leve.

Boa pergunta, ele respondeu internamente enquanto permanecia em silêncio.

— Não tire conclusões precipitadas, é tudo o que eu tenho a dizer. – respondeu e já ia virando pra frente de novo, mas Saiko não deixou ele fazer isso puxando ele pelo ombro.

— Me responda direito, por favor – ele pediu.

— Não quero – Nikitaka tirou a mão de Saiko de cima do seu ombro.

— Você não quer muitas coisas. – Saiko estava levemente alterado.

— Bom, eu tenho esse direito.

Saiko pensou em como responder a isso por uns segundos, mas, de fato, Nikitaka tem um ponto.

Saiko desistiu da discussão e Nikitaka voltou a sua posição inicial.

Depois de uns instantes, Saiko voltou a falar.

— Se eu fosse mulher você iria querer transar comigo? – perguntou fazendo um biquinho intencional.

Nikitaka suspirou.

— De fato, porque eu sou hétero. – ele respondeu sem se virar.

Saiko deu um sorrisinho.

— Nunca vi um hétero pegar no pau de outro cara daquele jeito.

Ah, e Saiko acertara um ponto sensível no outro, e não era a próstata.

Nikitaka corou de imediato, mas não respondeu.

Saiko, não contente com o silêncio do outro, continuou.

— Tem tanta prática, parece que faz isso toda hora...

— Deve ser porque eu também tenho pau – a rebatida veio tão rápida quanto um tiro de doze.

— Eu me refiro a masturbar outros paus, não o seu.

Nikitaka estava se irritando.

— Você pratica com quanta frequência?

Foi a gota d'água.

Nikitaka se levantou bruscamente e encarou o rosto surpreso do colega.

— Você quer chegar aonde com essa conversa? – ele perguntou impaciente.

— Quero chegar na parte que você me come.

O rosto de Nikitaka adquiriu uma expressão um tanto sombria.

— Ah é? – ele olhou para Saiko com uma certa intenção assassina, o que fez Saiko estremecer.

Nikitaka se aproximou e ergueu Saiko pela gola da camisa.

— Que porr-

Saiko foi jogado de bruços de um jeito bruto contra a carteira ao lado da dele e antes que se levantasse, Nikitaka encaixou seus quadris na bunda dele.

— Então tá – Nikitaka tirou a gravata do próprio uniforme e a usou como uma mordaça em Saiko – Eu vou dar a você o que quer. – ele tirou as calças de Saiko.


Notas Finais


É, eu parei bem na parte boa mesmo.

Vou "aproveitar" que a minha escola não tá dando falta pras pessoas por causa dessa merda que tá acontecendo e vou até mais tarde escrevendo

Lavem as mãos e bebam água (sim, nessa ordem mesmo)

Até <3


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