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História Uma historinha yaoi BL gay muito ruim - Capítulo 62


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Notas do Autor


Eae?

Mais uma vez eu tô empolgada com essa história, então as outras que lutem •-•)

Nos vemos nas notas finais

Boa leitura~~~~~

Capítulo 62 - Mistérios misteriosos


A manhã de segunda-feira foi um pouco caótica na casa dos Nikitaka.

Pra começar, os dois pombinhos acordaram atrasados e Saiko nem tinha o uniforme da escola Ueda com ele (mais uma vez ele pegou um do namorado), todos os adultos, menos Tomoko, estavam com um humor semelhante ao de um caderno dos Minions. Shiroto queria atenção, por isso pulou no colo do dono e acabou roubando um pedaço de torrada dele enquanto tomava café.

Mas, depois de muito lutar e ter que passar na casa dos Kira para que o garoto pegasse rapidamente sua mochila, finalmente estavam na nova escola. Rei se aproveitou da bondade de Tomoko e pegou carona com eles também.

A escola tem um pátio gigantesco com várias árvores, bancos e alguns arbustos, o prédio da escola era enorme e havia um grande relógio no último andar. Era, de fato, uma escola mais japonesa.

Um pouco nervoso, Nikitaka pegou o papelzinho que dizia em que classe iria ficar.

— Qual a sua classe? – Saiko questionou enquanto pegava o seu próprio papel – a minha é a primeiro C...

E foi aí que o megane-kun desejou pela primeira vez não ter se transferido:

— eu... – mostrou o papel para o namorado – ... tô na primeiro A...

— ah... – os dois pareceram cabisbaixos.

Alheio a conversa dos outros, Rei foi procurar sua própria turma, a primeiro B.

* * *

Nikitaka já estava sentado em sua nova carteira, esperando o professor, um velho de óculos redondos, mandar ele ir se apresentar na frente da sala.

— ... E temos um novo aluno hoje – sorriu – Nikitaka-kun, quer vir aqui na frente se apresentar?

Era agora.

Sentindo as pontas dos dedos geladas, ele se levantou e foi, um pouco tonto, até a frente do quadro onde o professor estava escrevendo seu nome.

— p-pode escrever só o meu sobrenome, por favor? – pediu um pouco baixo de mais.

— Tudo bem – parou de escrever assim que terminou o último kanji.

Um pouco muito ansioso, Nikitaka se virou pra turma.

— M-meu nome é Nikitaka – falou – eu me transferi da Academia Yamamoto... – sentiu os olhares risonhos de alguns alunos que sentavam mais ao fundo – c-conto com vocês...

— Obrigado, Nikitaka-kun, pode se sentar – sorriu.

Com as mãos completamente geladas e suadas, ele agora estava voltando rapidamente pro seu lugar, corando violentamente quando se sentou.

Começou bem, pensou ironicamente.

— Bem, Nana-chan – o professor continuou – poderia por favor ajudar o Nikitaka-kun a se adaptar à nossa escola?

— Claro, professor – uma garota de longos cabelos ruivos respondeu e logo virou pra trás pra falar com o nosso megane-kun – sou a Nana – estendeu a mão – não gosto do meu nome, então só me chame de Nana.

Se não amasse Saiko, diria que essa garota é totalmente seu tipo.

— prazer – cumprimentou.

— Depois da aula eu te passo os horários e a lista dos clubes – começou – e você sabe, já que somos alunos do primeiro ano, temos que frequentar um clube – sorriu – seria ótimo se você se juntasse ao meu clube, o famoso clube de fotografia...

— Nana-chan – o professor interrompeu – eu sei que acabei de te pedir para ajudá-lo, mas eu estava pensando que você fosse fazer isso depois da aula...

— Ah, desculpa professor! – virou pra frente, algumas garotas deram risadinhas.

* * *

Era intervalo agora, depois de algumas aulas.

— Vamos no refeitório? – amarrou seus cabelos ruivos em um rabo de cavalo mal feito.

— Claro – estava pensando se Saiko estava lá.

— Hein, você não falou seu nome pra turma, né? – questionou enquanto saíam da sala.

— Não, não falei...

— Ah, que bom – sorriu – pensei que eu tivesse esquecido – o corredor estava cheio de alunos – você também não gosta do seu nome, né? – questionou.

— É, não gosto – afirmou – e também é difícil de pronunciar...

— É um nome estrangeiro?

— É...

Yata! – deu um gritinho – não sou a única!

Andaram conversando sobre seus gostos até que chegaram no refeitório.

Automaticamente os olhos de Nikitaka escanearam o lugar em busca de Saiko, mas não o encontrou.

— Você quer um pão? – apontou pra onde os pães estavam.

— sim... – respondeu um pouco distraído.

E então eles foram até os pães.

Nana pegou um pãozinho recheado com geleia de morango, o garoto pegou um pão com creme. Acharam uma mesa vazia e se sentaram.

— Mas eu não entendo – abriu a embalagem do pão – por que você saiu da outra escola?

— Bem... – não sabia como responder aquela pergunta de modo que não falasse "eu e meu namorado fomos assediados por um stalker e ameaçados pela stalker do stalker" – ... O pessoal de lá não tem uma saúde mental muito equilibrada...

— Quê? – riu – é sério?

— Infelizmente é – não estava achando muita graça, mas a risada dela até que era contagiante.

— Que bom que eu não fui pra lá então – mordeu seu pão.

— Nikitaka-kun – ouviu uma voz familiar – finalmente te achei – Saiko o abraço por trás, fazendo com que ele levasse um leve sustinho.

— Meu deus – quase deixou seu pão cair – pra que me assustar assim? – se assustou novamente com a proximidade de seus rostos.

— eh? – Nana ficou encarando os dois com um olhar estranho – vocês se conhecem? – indagou.

— A gente estudava na mesma turma – Nikitaka explicou.

— E quem é você – foi a vez de Saiko indagar.

— Eu sou a Nana – estendeu a mão – e você...?

— Kira Saiko – cumprimentou a garota.

— Vocês são bem próximos, né? – comentou ainda encarando o abraço dos dois.

— Somos – Saiko respondeu antes que o outro sequer abrisse a boca – algum problema?

— N-não – porém continuou encarando.

— Você não quer sentar? – perguntou na esperança de que o abraço fosse desfeito, embora estivesse bastante confortável.

— Tá – o Kira se sentou ao seu lado e passou o braço pelos seus ombros, agora estavam em um abraço de lado.

Nana estava encarando muito e com um olhar bastante estranho.

— Nana-san? – estava começando a ficar desconfortável com aquilo.

— Ah, desculpa – finalmente se deu conta que estava encarando muito, porém não parou – eu tava imaginando quem era o uke – sorriu e se levantou repentinamente – desculpa – e saiu deixando pra trás um megane-kun que não entendeu bem o que aconteceu e um Saiko que entendeu o porquê de toda a encaração.

— Então no final ela não era chata – sorriu – só é fujoshi, mas acho que dá no mesmo...

— Como assim, fujoshi? – é um termo novo pra ele.

— Ela lê mangá BL – esclareceu – por isso ficou nos encarando que nem uma psicopata.

— Acho que entendi...

— Nikitaka-kun, você vai entrar em que clube? – mudou de assunto repentinamente.

— Eh? – ficou pensativo – não pensei muito nisso...

— Vamos entrar no mesmo clube – propôs – pra pelo menos não ficarmos separados o dia inteiro...

— Ok – concordou – mas eu realmente nem sei o que eu quero fazer – deu uma risadinha.

* * *

Estaria o completo breu se o celular caríssimo não estivesse ligado em suas mãos.

Seus dedos finos e pálidos seguravam o aparelho e atualizavam novamente aquele perfil pertencente a Yamamoto Akihito, mas ela continuava do mesmo jeito: sem nenhuma nova postagem.

O que aconteceu com ele?, pensou enquanto atualizava o perfil mais uma vez, por que ele parou de postar?, seus olhos de raras íris vermelhas refletiam a tela que ainda estava sem nenhuma postagem recente.

Mudou de posição na cama e bloqueou a tela do celular, largando-o no criado mudo caro ao lado de sua cama igualmente cara.

Deveria ir dormir, já está tarde, pensou, mas seus olhos não se fecharam de imediato, o que aconteceu com você, Akihito-kun?

Ele demorou a dormir naquela noite.


Notas Finais


Hehehehehe

Nem vou dizer que estamos em um arco novo, né?

Eu vou continuar sendo a boa autora que eu sou e vou tentar escrever mais agora

E obrigada ao @Fernandolinke por fazer o personagem misterioso (uuuu mistério) do fim do cap (brigada seu linduh)

Boa noite <3


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