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História Uma historinha yaoi BL gay muito ruim - Capítulo 63


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Notas do Autor


Capítulo problemático? Talvez

Capítulo de tamanho apenas razoável? Sim

Boa leitura~~~

Capítulo 63 - Hiroshi x Akihito


Não sabia mais o que estava acontecendo, tudo era muito confuso.

Ele queria apenas dar um susto nela. Sua intenção não era matar.

Agora ele estava naquela situação deplorável.

Só porque aquela vadia morreu, xingava internamente com certa frequência, só por culpa dela puta...

Akihito estava sob os "cuidados" de Hiroshi, que o sequestrou e agora o está mantendo preso em um quarto.

O primeiro dia no cativeiro foi o pior e o mais doloroso. Ele havia sido trazido desacordado pra esse quarto, então ele não sabe exatamente onde está.

Quando acordou a primeira coisa que viu foi uma parede cinza, depois que ficou completamente acordado ele percebeu que estava amarrado em uma cama, completamente nu.

Depois disso, Hiroshi chegou e o humor dele não estava nada bom. E também não estava sozinho.

Naquele dia Akihito provou do seu veneno, só que a dose aplicada foi umas vinte vezes maior do que a que aplicou em Saiko.

Sua vida estava parecendo um doujinshi desenhado e escrito pela Harada ou por Terere (yumemiru megami).

Não sabe dizer quantos caras Hiroshi levou naquele quarto até hoje só para que seu corpo fosse usado. Na verdade, ele nem sabe que dia é hoje.

Dizem que antes de morrer a pessoa revive toda a sua vida como se fosse um filme na sua cabeça...

Mas não se preocupe, ele não está pra morrer. Pelo menos ele espera que não.

Em todo caso, o jovem Yamamoto está apenas lembrando dos seus bons tempos de infância enquanto o sol entrava pelas frestas da janela fechada e iluminavam um pouco do seu rosto ferido.

Akihito se lembrou, então, de um garoto que ele não via há muito tempo.

Não se lembrava bem o nome dele, mas sabia que começava com "A" ou "Ai", uma coisa assim.

Eles costumavam a brincar juntos, já que não tinham tantos amigos, cada um pelo seu motivo.

Lembrou que havia dado seu brinquedo favorito a ele para que parasse de chorar quando ele estava voltando pra casa depois de uma tarde de brincadeiras.

— Ó, eu vou te dar isso – estendeu o bonequinho do Naruto até que ele ficou próximo das pequenas e pálidas mãos – então não chora – notou os olhos de cor exótica lhe encarando confusos – pega! Eu tô dando pra você! – observou as mãos delicadas do garoto pegando o Narutinho de plástico – guarda ele, é um contrato: eu vou voltar sempre aqui pra brincar com você e com o meu boneco – sentiu seu coração batendo um pouco diferente quando seus olhos fizeram contato – E-então você precisa guardar bem ele pra eu voltar!

Essa era a sua lembrança favorita do seu antigo amigo.

O que aconteceu com ele mesmo? pensou enquanto sentia sua bochecha machucada esquentar suavemente com o toque dos raios solares, acho que ele teve que viajar ou algo assim...

Sentiu a posição começar a ficar desconfortável e decidiu virar pro outro lado.

Com bastante dificuldade, ele conseguiu. Seus quadris e suas costas estavam ardendo, além de algumas queimaduras feitas com bitucas de cigarro e machucados causados por cordas amarradas de um jeito propositalmente apertado.

Voltou a pensar no antigo amigo.

Lembrou do dia em que ele, Akemi e seu amiguinho saíram escondidos de casa pra ir no cinema ver um filme que estava estreando naquele dia, seu amigo não podia sair por ter problemas de saúde, e que depois daquele episódio ele pegou um resfriado.

Preciso lembrar o nome dele... interrompeu suas lembranças, qual era...? A... Aki...? Ou Asu...?

Suspirou. Não conseguia lembrar. Seu cérebro só podia pensar corretamente nas dores que estava sentindo.

Os minutos passaram e ele então acabou pegando no sono.

Não dormiu nem cinco minutos e ouviu a porta se abrir.

Durante sua estadia naquele quarto, ele aprendeu a temer aquele barulho.

— Já dormindo? – era Hiroshi – então não vou nem te oferecer... – estava segurando uma bandeja com um copo e um prato em cima.

Akihito ergueu o corpo do colchão com ainda mais dificuldade, suas mãos algemadas dificultavam esse movimento.

— Você quer? – ofereceu.

O Yamamoto fez que sim com a cabeça.

— Você sabe o que fazer – se aproximou da cama e esperou.

Sabendo bem o que deveria fazer, ele apenas suspirou antes de começar.

Levou seu corpo pra perto da beirada da cama e ergueu o rosto até que pôde dar início àquela humilhação.

Usou os dentes pra abrir o zíper da calça do jovem Yato e logo já estava com o pênis dele em sua boca.

Uma regra sobre o cativeiro: se ele quiser comer, vai ter que merecer.

Chupava aquele pau com certa má vontade, estava se forçando a fazer aquilo já precisava comer.

Lambia toda a extensão do pau e dava leves e curtas sucções na cabeça, enfiava a língua por debaixo da fimose, enfim, fazia o possível para que seu carcereiro gozasse de uma vez e lhe desse de comer.

Mas se tem algo que Hiroshi não sofre é ejaculação precoce.

Bastardo resistente, xingou enquanto enfiava o máximo que podia em sua boca.

— Akihito... – segurou os cabelos do outro – ... Chupa direito – empurrou todo o seu pau dentro da boca dele e começou a fodê-lo enquanto ele se engasgava e tentava desesperadamente buscar ar.

Felizmente Hiroshi foi piedoso e deixou que o outro respirasse um pouco depois de cinco estocadas fortes e profundas, mas pegou seu próprio pau e se masturbou até que gozasse no rosto dele.

Já que suas mãos estavam algemadas, não tinha nada que ele pudesse fazer pra limpar o rosto.

— E não reclame – largou a bandeja na cama ao lado do Yamamoto, havia um prato de arroz com frango em cima e um copo de água.

Akihito apenas encarou a comida, estava com bastante fome, mas não teria como comer nem beber com os braços nas costas.

Porém, Hiroshi nem sequer demonstrou que iria tirar suas algemas, e quando percebeu, o Yakuza já estava até abrindo a porta.

— H-hiroshi-sama – se forçou a falar, então percebeu que sua voz estava fraca – n-não consigo comer com essas algemas... – odiou cada palavra que saiu da sua boca.

— Que pena – seu olhar era frio, mas dava pra ver que ele estava um pouco relutante em sair do quarto. Ficou parado na porta até que olhou novamente para Akihito – toma – jogou uma pequeno chave em cima da cama, logo atrás do garoto – se tentar fugir você morre – e então saiu do quarto.

Akihito não era louco de tentar fugir naquele estado.

Ele comeu aquela comida como se fosse a coisa mais incrível do mundo, mesmo estando fraca de sal.

Eu vou me vingar desse merda, pensou enquanto tomava a água do copo, quando eu sair daqui, ele vai ver.

Mas não é como se Hiroshi estivesse gostando dos seus atos.

Claro, no início foi como ele conseguiu lidar com a sua raiva e a sua frustração acumuladas, mas depois ele refletiu e chegou a conclusão que aquilo tudo era desnecessário... Mas o Jiji não deixou que soltasse Akihito.

— Se você soltar ele agora, ele vai ir correndo pro hospital e os arrombados de lá vão chamar a polícia – falou enquanto fumava seu narguilé – e aí quem vai preso é você.

Foi isso o que aquele velho careca disse para o jovem Yato, que decidiu que não iria soltar Akihito.

Ele vai pagar pelo que fez até o último dia da vida dele, era seu mantra pra poder se concentrar na tortura, já que ficava toda a hora sendo empático com seu prisioneiro.

Talvez no fundo ele já tenha se satisfeito com o Yamamoto.

* * *

— Akihito-onii-san não voltou ainda? – Akemi estava ainda mais preocupada – s-será que ele está bem?

— Tomara que esteja morto – Akira largou um garfo com certa força desnecessária dentro da gaveta – aquele filho da puta...

— De que que vocês tão falando? – Aikawa apareceu de repente.

— Do Akihito...

— Eu já fui na delegacia, se acalma – passou as mãos pelos cabelos da garota, que agora estavam soltos – eles vão achar o Akihito...

— Espero que não – o outro Yamamoto da cozinha se meteu no assunto.

— Akira, posso saber o porquê dessa violência toda? – ela realmente não sabia do crime que o sobrinho havia cometido.

— Se eles não te falaram, não sou eu que vou falar – estava se referindo aos Kira.

— Eles quem, garoto? – se sentou na mesa – tá ouvindo voz dentro da cabeça agora?

— Aikawa-san – Akemi começou – Akira-kun está guardando segredo sobre o que Akihito-onii-san fez...

— Ai ai – se levantou – vocês não vão mesmo me contar então? – perguntou mais uma vez pra ter certeza, recebeu um "não" silencioso dos sobrinhos – então tá – e saiu da cozinha.


Notas Finais


Yes, chegamos em mais um fim de capítulo

Ai ai, to com sono

Boa noite <3


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