História Uma Humana em Amoi - Capítulo 8


Escrita por:

Visualizações 10
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Científica, Harem, Hentai, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 8 - A Depravação no Salão dos Pets


Fanfic / Fanfiction Uma Humana em Amoi - Capítulo 8 - A Depravação no Salão dos Pets

Naquela noite Iason não apareceu em meu quarto. Eu dormi sozinha. Fiquei pensando o que realmente acontece aqui com os Pets. Quando você vive fora de Tanagura, você só ouve boatos e nunca sabe se aquilo é verdade. Eu sinto medo. Mesmo que ele tenha me dito que não me faria mal, eu tenho medo. Não apenas dele, mas de todos. Pensei tanto nesse assunto que tive um pesadelo. Não dormi bem. Kalt abre a porta do quarto. 

- Que bom que você voltou. Você lavou minhas roupas?

- Não. Eu joguei no incinerador. - Respondeu com uma certa tranquilidade.

- O quê? - Falei em um tom alto. Fiquei chocada. - O que eu vou vestir?

- Bom...você é nova e não conhece as regras. Quero que saiba que tudo que eu faço são ordens do senhor Iason. No primeiro mês de um Pet em Tanagura, ele deve andar nu. Depois disso, ele pode se vestir, mas que seja de acordo com o Dono.

Eu fiquei sem reação e me sentei na borda da cama que estava forrada com lençóis brancos. Logo em seguida, eu começo a rir. Era isso ou chorar. Tudo parecia uma grande piada.

- Então...eu vou andar nua?

- Sim!

- Na frente de todo mundo?

- Sim!

- Você não tem a menor ideia do quanto isso é humilhante. Não é o suficiente pra ele eu ter que andar com essa coleira no pescoço como se fosse uma plaquinha escrito "sou uma escrava sexual". Ainda tenho que ficar nua. Por um mês inteiro.

- Eu lamento, mas as regras são para todos.

- São mesmo? Você não acha que ele está indo longe demais? Trazendo uma humana para Eos ou seja lá o que isso for. - Falei com um tom raivoso. Kalt parecia assustado. - As regras são para todos e não para ele.

- Eu não posso questionar o meu senhor. Eu não tenho culpa por suas frustrações. Se você não fizer o que ele mandar, quem vai ser castigo não é você, serei eu. E pode ter certeza que o meu castigo será pior.

- Isso aqui já é pior pra mim.

- Você está reclamando demais. Não é você que vai limpar a sujeira de um Pet. Não é você que foi castrada. Não é você que corre risco de ser morta por desobedecer. Você é um Pet de um Blondie. Pode andar livremente pela Torre, apenas comendo, bebendo e gozando de todos os prazeres. Então não me venha com esse papo de que está sofrendo mais do que eu, porque você não está. Iason pode ser bonzinho com você, mas ele não é com os outros. Você não o conhece. Então me faça o favor de sair do quarto sem o roupão e ir socializar com outros Pets que estão bebendo e rindo no Salão.

Aquelas palavras frias de Kalt me deixaram sem fala. Eu nunca imaginei que ele fosse me tratar assim. Apesar dele ter falado com calma, nota-se o seu rancor. Eu retiro o roupão e lhe entrego. Ele deu um sorriso como forma de agradecimento.

- Eu não posso ficar no quarto? Eu não quero ir. - Falei nervosa.

- Eu sinto muito.

- Pode me acompanhar?

- Só até a entrada.

Segui Kalt pelos corredores enormes da Torre. Entramos em um elevador com uma vista panorâmica. O Salão dos Pets ficava no 30° andar. Essa área era chamada do Palácio de Eos. Meu coração batia muito forte, eu estava cada vez mais assustada e nervosa. Eu não sou muito boa em encontros sociais. Só em imaginar que eu serei obrigada a falar com alguém me deixava enjoada. Comecei a puxar assunto com Kalt sobre como me comunicar com um Pet.

- Você pode me dizer sobre o que eles costumam fazer e conversar? Acredito que eu seja diferente.

- Os Pets não são alfabetizados como você. Eles não sabem ler e escrever. O vocabulário que eles usam podem ser rudes. Eles são vulgares, falam coisas de baixo nível e podem fazer gestos obcesnos. Espero que se acostume com isso.

- Praticamente são ninfomaníacos.

- Isso, mas não se preocupe. Você não corre risco de ser atacada por eles. Os Pets só acasalam por ordem do Dono e óbvio que eles não tem direito algum de escolher seu parceiro.

- Deixa eu ver se entendi. Eu vou falar com pessoas que são mais burras do que eu e que só se importam com sexo? - Falei com sarcasmo.

- A partir do momento que você se torna um Pet, você se torna igual à eles. Você é diferente porque viveu em Midas e conseguiu se alfabetizar. Se prepare, porque da mesma forma que eles podem te elogiar, eles podem zombar de você. E é isso que eles fazem. O entretenimento de um Pet é humilhar o outro. 

- Você tem alguma dica? - Kalt se aproximou de mim e me olhou fundo nos olhos.

- Esteja no mesmo nível que eles.

Ao dizer isso, ele apertou um botão na parede que abriu uma porta e eu pude ver vários Pets. Eles corriam no meio do salão, vi uns fazerem sexo com o outro no chão ou em cima das mesas. Outros conversavam e bebiam. Haviam jogos sexuais. Um verdadeiro ambiente de luxúria. Qualquer pessoa inocente e pura, teria desmaiado ao ver as coisas que eu vi. Kalt havia sumido enquanto eu estava distraída. Eu estava assustada demais para entrar no salão. Tomei fôlego e entrei. Procurei com os olhos algum lugar isolado para ficar. Eu não queria ser o centro das atenções, mas infelizmente eu fui. Eu era novata, estava despida e todos olharam para mim. Aqueles olhos curiosos e pervertidos. Todos eram tão afeminados que eu não sabia distinguir seus gêneros. Apesar de sua aparência transparecer pureza, eles cheiravam a sexo e soberba. Eu continuei andando naquele vale de depravação. Até que um menino que eu poderia deduzir ter 14 anos, me puxou para sentar em seu colo. Segurou firme meu queixo com as mãos e me exibiu para os que estavam sentados na mesa com ele.

- Olha só, temos carne nova aqui. - Os outros riam. Me levantei assustada, mas o tormento foi só o início.

- Não assustem ela. É seu primeiro mês aqui. Não vêem que ela está nua. - Disse uma menina de cabelo castanho claro. Usava uma espécie de maiô, só que muito decotado. Seus seios quase saltavam do sutiã. 

- Ah! - Dei um grito assustada quando ela me deu uma tapa na bunda.

Todos olhavam e riam de mim. Eu não consegui fazer o que Kalt me falou. Eu não consigo ser depravada desse jeito. Eu estava com medo e nervosa. Estava à beira de uma crise de pânico. 

- Deixem ela em paz! - Disse uma menina em pé em minha frente. Eu estava agachada com a cabeça entre as pernas me tremendo. Levantei minha cabeça e vi que era Mimea, a Mascote de Raoul Am. - Não sei se vocês sabem, mas ela é Pet de Iason Mink.

Todos começaram a falar baixinho com os outros. Eles pareciam surpresos. Fiquei em pé e minha ansiedade parecia estar passando. Mas logo notei que alguns rostos se tornaram raivosos. Mimea se virou para mim e sorriu.

- Oi, já nos vimos antes não é mesmo?

- Sim. Hum...obrigada!

- Venha se sentar comigo. - Ela puxou minha mão e nos sentamos em uma mesa.

Mimea não me parecia tão depravada assim, até eu ver ela cheirar um pó que eu suspeito ser droga. Não sabia que isso era permitido aqui. Ela me ofereceu, mas eu neguei. Não me sinto muito confortável nesse ambiente. Mesmo que Kalt tenha me passado essas informações, ainda estava longe da minha imaginação. O ambiente continuou como estava. Um pouco longe, vi um menino fazer sexo oral no outro enquanto beijava uma menina. Se isso aqui já horrível pra mim, imagina como seria os bordéis de Ceres. Dizem que os Pets tem seu prazo e quando não são vendidos em liquidações, são jogados em Ceres e são obrigados a se prostituirem. Como Kalt disse, eles não são alfabetizados e não conhecem as coisas básicas diárias. Sexo e servidão são apenas seus motivos de vida. Eles não conhecem outras coisas.

- Sinto que não sou bem vinda aqui!

- Senti isso quando vim pela primeira vez. Esses idiotas sentem inveja dos Pets de Blondies. 

- Eles sentem inveja de mim?

- Sim. Você é Mascote de Iason Mink. Só isso te dá um status alto e respeito entre eles.

- Como eu posso lidar com isso?

- Lidar? - Ela riu. - Querida, apenas continue fazendo seu Blondie gozar. Esqueça as invejas. Eles são nada perto de você.

Um Mobília se aproximou da mesa perguntando se queríamos mais alguma coisa.

- Você aceita uma bebida? - Ela perguntou enrolando uma mecha do cabelo com o dedo.

- Eu não conheço muito sobre bebidas.

- Eu escolho pra você. Pode ter certeza que será incrível. - Ela se voltou para o Mobília e fez o pedido. - Traga um Sex Hot pra ela.

O Mobília me olhou assustado esperando que eu dissesse alguma coisa, mas logo se retirou. Não entendi muito bem sua reação. Mimea continuou com um sorriso pervertido.

- Há quanto tempo você está aqui? - Perguntei.

- Talvez um ano. Eu tenho 16 anos. - Ela respondeu com um tom melancólico.

- Isso é ruim?

- Sim. Todos os Pets são descartados aos 17 anos. Estou na fase de curtir o sexo. Mas logo serei dada para um parceiro e vamos transar e eu terei filhos. Assim acaba a nossa vida.

Pensei, será que Iason me mandará embora quando eu completar 17 anos? 

- Como o Raoul trata você? Não tem medo dele? 

- Por que eu teria? Eu sempre ganho recompensas por ser obediente.

- Vocês já...você sabe... - Fiquei desconfortável ao falar isso. Pensei em não tocar no assunto, mas minha boca foi mais rápida que o meu pensamento.

 - Se ele já me comeu? - Aquele vocabulário era baixo mesmo. Confirmo mais uma vez as palavras de Kalt. - Não. Os Blondies não podem ter relações sexuais com os Pets.

- Mas não somos escravos sexuais?

- Somos exibicionistas para eles. Eles ficam excitados ao verem seus Mascotes em poses ou fazendo algo sexual com eles ou com outro Pet. Transamos apenas quando temos parceiros. - Ela apontou para o lado e vi os dois meninos transando no sofá. Um puxou a cintura do outro e o penetrou fazendo-o gritar. Aquilo parecia ser algo normal, porque eles viam e riam, outros nem se importavam tanto.

- Vocês gostam dos dois sexos não é?

- Sim. Buscamos prazer e não importa com quem seja. - Ela olhou maliciosamente pra mim.

O Mobília chegou com a bebida. Um pequeno copo com uma bebida vermelha. O cheiro era apimentado, porém forte como toda bebida alcoólica.

- Tome de uma vez. Vai se sentir bem depois.

Eu engoli de uma vez. Senti a bebida me queimar por dentro. A sensação era como se eu tivesse bebido pimenta com álcool. Tudo queimava. Eu olhava para os lados procurando por água. Mimea segurou minha mão.

- Calma! Eu sei que é forte, mas você vai ter uma sensação incrível.

Rapidamente eu comecei a suar. Minha visão se distorcia. Eu olhava para o salão e via sexo. Meu corpo começou a ficar quente. Eu escutava a risada de Mimea se distorcer. Eu pensei claramente que a bebida pode ser alucinógena. Me levantei e fui caminhando cambaleando até a porta. Alguns olhavam para mim. Eu saí do salão e fui tentando chegar até o quarto. Fui tentando me lembrar do caminho. Eu estava nua e provavelmente bêbada ou sei lá o que. Eu não tinha mais noção do tempo. Depois disso, eu consigo chegar no quarto. Iason estava lá. Ele me segurou nos braços e me colocou na cama. O calor do corpo se estendeu para a minha região íntima. Fiquei excitada com os toques dele. 

- O que bebeu?

- Eu não sei...eu acho que alguma coisa Hot. Estou queimando. - Eu já não lembrava mais de nada. Eu não sabia mais o que dizia ou fazia. Comecei a perder o controle. Senti minha libido me consumir como um lobo feroz.

Puxei o cabelo de Iason que parecia espantado com minha atitude. Eu o beijei. Eu queria ele dentro de mim. Fiquei por cima e senti seu membro duro. Fui descendo e abri o zíper de sua calça. Coloquei seu pênis pra fora e o devorei. Iason gemia. Eu nunca fiz isso antes, mas eu estava completamente alucinada. Antes que eu sentasse em cima, ele me empurrou para o lado. Prendeu meus pulsos em algemas que estavam presas nas laterais da cama. Eu nem lembrava de ter visto isso antes. Iason retirou sua camisa deixando seu abdômen definido à vista. Eu fiquei mais excitada. Minha vagina estava ensopada. Ele abriu um pequeno armário um pouco longe e voltou. Iason segurava um chicote.

- Se quer gozar, vai ser do meu jeito. - Falou com um sorriso malicioso no rosto.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...