História Uma irmandade entre nós (imagine Jungkook) - Capítulo 117


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 90
Palavras 3.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Alguém com fome???

Capítulo 117 - O Jantar


Fanfic / Fanfiction Uma irmandade entre nós (imagine Jungkook) - Capítulo 117 - O Jantar

A mãe de Sehun estava mesmo empolgada como eu nunca a tinha visto antes. 

 Mas ela nem precisou conversar sozinha comigo, cinco minutos pra eu saber porque.

 CL – Eu realmente não sei como que eles conseguiram se afastar tanto! – Eu falei da sala de estar, sentada em um sofá, enquanto via o Jungkook e o Sehun conversando do outro lado da sala. 

 PA – Ah, meu bem. Coisa de adolescentes. Na verdade, um tinha ciúmes do outro você acredita?

 CL – Acredito! – Do jeito que Jungkook era, ficou difícil de não acreditar. 

PA – Quando o Jungkook era mais novo, com oito anos, o pai dele e a mãe tiveram uma crise séria no casamento. E ele ficava muito tempo aqui em casa. Eu sempre fui muito próxima da mãe dele sabe. Então Acho que a atenção que dei a Jungkook na época, meio que fez o Sehun ficar com ciúmes. Mas então, quando Jungkook via como meu marido tratava os filhos, acho que ele que ficou sentindo certa... 

CL – Inveja? – A palavra saiu de minha boca sem querer. Mas a mãe de Sehun era pacificadora por natureza.

 PA – Meu marido foi um pai pra Jungkook por mais de um ano. E ele nunca teve tanto amor e carinho do pai dele. E como criança, eu não posso usar a palavra inveja. Ele era apenas carente. E Sehun tinha dez, onze anos na época. Eu meio que me culpo. E depois da Kim Bae então. Ficou ainda mais difícil de eu conseguir que os dois se aproximassem! 

Eu fiquei com sentimento de que eles eram dois bebês idiotas então. 

Não existia motivo real pra se detestarem. Era sentimento infantil, levado a sério demais. 

 Apenas isso! 

CL – Acho que a senhora pode ter boas surpresas em relação a isso! 

PA – Bom. Depois que você apareceu na vida dos dois, eu tenho bem certeza disso. – Ela me olhou sorrindo. – Você com certeza, vai ser o elo que falta pra as correntes deles se ligarem de vez. 

 CL – Não era bem disso que eu estava falando!

 PA – Oh. Mas você não vê? 

CL – O que? 

PA – Você teve um relacionamento com meu filho. E agora tem um relacionamento com o meu afilhado. E olhe onde os dois estão nesse momento! – Eu virei pra eles. Não pareciam estar se xingando. Mas eu não me via como o tratamento pro problema deles. 

CL – Eles podem estar falando qualquer coisa nesse momento. – Eu estava olhando eles, e não a senhora Park.

 PA – Meu bem. Se você não fosse alguém tão agregadora, acha que existiria a chance, de uma mulher vir jantar na casa do ex, com o atual namorado, que detesta o dono da casa? Eu ri envergonhada. 

 CL – São apenas as circunstancias.   

PA – Eu agradeço a Deus, o dia em que você surgiu na vida do Jeon. E do meu filho por consequência. Eu sempre me senti tão culpada em ver dois meninos de coração bom, se detestar sem um motivo aparente. – Pela primeira vez ela olhou pros dois, e pareceu levemente triste. – Mas eu sei que sem querer, você esta fazendo os dois se unirem! 

CL – Espero senhora Park. 

 PA – Eu vou jantar com a Dahye amanhã. Você não gostaria de ir conosco? 

CL – Amanhã? – Eu virei assustada com a proposta. Eu, minha ex sogra e minha atual sogra? Não sei porque não me pareceu ser uma boa ideia agora. – Eu tenho que ir pra faculdade. 

 PA – Marcamos outro dia então! Sei que a DaHye esta louca pra conversar com você. 

 CL – Eu só consegui conversar com ela em momentos um tanto tensos. Acho que até eu estou precisando.

 - MÃE! 

Nós duas viramos pra Sehun. 

Ele e Jungkook olhavam pra gente. A senhora Park se levantou e eu fiz o mesmo a seguindo. 

 SH – Você lembra qual era o nome do peixe que minha irmã tinha quando eu era pequeno? 

PA – MiuMiu? 

SH – Isso! – Ele virou pra Jungkook tão feliz de ter escutado aquilo. E Jungkook estava rindo e bateu palmas como se tivesse feito um ponto em algum jogo. De alguma forma ver eles dois daquele jeito estava me deixando feliz demais. – MiuMiu! 

JK – Eu lembro dele! Eu detestava aquele peixe. 

 SH – Ele era horrível! 

CL – Desculpa, como exatamente um peixe pode causar tanto ódio no coração? 

JK – A SeYuna fazia a gente limpar o aquário dia sim dia não. 

 SH – Se a gente não limpasse, ela nos ameaçava. Uma única vez que briguei na escola, ela foi chamada e não minha Mãe. Ela vivia dizendo que ia dizer ao meu pai. 

 CL – Nossa. Morrendo de pena do peixinho agora! 

Os dois olharam pra mim como se tivessem se sentindo ressentido de mim.

 PA – Ah. Eu lembro disso. O garoto que falou que seu pai era o pior juiz da Coreia!

 SH – Não me arrependo de ter batido nele. 

 JK – Limpamos aquele aquário por quase um ano por que você bateu num garoto que falou que seu pai era um péssimo juiz? 

SH – Ele também disse que seu pai era ladrão, e por isso você estava morando com a gente.   

JK – Sério? 

Sehun fez sinal de positivo com a cabeça. E eu senti que o clima era amistoso e me fazia sentir nostalgia. Eu tinha saudades de minha família. 

 Mas acho que dei muito na cara. 

 PA – O que aconteceu meu bem? 

CL – Âh? 

JK – Você parece que ficou triste de repente. 

 CL – AH não. Não é nada! 

SH – Minha mãe era investigadora criminal no passado, melhor dizer o que foi! 

CL – Não é nada de mais. – Eu ri com a ameaça de Sehun. Eu sabia que a mãe dele nunca tinha sido investigadora criminal. Apenas advogada. – é que ouvir vocês falando assim do passado me faz sentir saudades de minha família. Desde que vim pra Coreia não tenho tanto contato com eles. E sempre fomos muito unidos!

 PA – Você e seus pais? – Ela sentou no encosto do sofá, ao lado esquerdo de Sehun que estava em pé. 

 CL – Minha família é bem grande. O Sehun viu! 

SH – A metade deles enche um hotel mãe! – a SENHORA Park riu de leve. 

CL – Costumamos passar o natal com a família de minha mãe. Que é católica. Na casa de meus avós sempre dava umas cinquenta pessoas. Eu adorava. – Sehun apoiou a mão no ombro de sua mãe, e Jungkook veio pro meu lado. – Mas fazem quatro anos que não vou! 

 SH – Em breve você terá oportunidade de voltar. Esta terminando a faculdade. O que te impede? 

CL – Aparentemente, eu mesma! 

PA – É a primeira coisa que vai fazer querida? Quando estiver livre dessa tal irmandade, e formada? - Era a primeira vez que a mãe do Sehun falava na Irmandade pra mim. – Se reunir com sua família?

CL – Não. – Os três olharam pra mim. – Assim que eu me formar, e ser laureada, assim como seu filho, eu quero ir pras Maldivas! 

SH – Wo! 

 Jungkook pigarreou umas três vezes. 

 PA – É um ótimo lugar pra descansar a mente! 

CL – É sim! - Senhora, o senhor Park está ao telefone! – A governanta veio chamar a patroa.

 PA – Ah, meninos, me deem licença. Ela saiu e nos deixou sozinhos. Era minha chance.   

CL – Então, estão preparados pra juntar os grupos? 

SH – O que? 

CL – Sabe, eu to morrendo de curiosidade, pra ver o D.O lidando com o Jimin. Ou o Chen com o Taehyung! 

 SH – Você realmente troca de assunto como uma especialista! – Sehun sentou no sofá onde antes a mãe dele estava.

 CL –Alguma vez eles já se falaram? Tipo, como vocês dois? 

 JK – Como assim? 

CL – Sua mãe acabou de me contar historinhas de quando vocês dois eram crianças. – Sehun baixou o olhar e quando eu olhei pra cima, vi Jungkook engolindo em seco olhando pro chão. – Sabe o que é mais louco nisso tudo. Eu sempre achei que vocês dois se odiavam por causa de alguma coisa séria. 

SH – Eu não odeio ninguém! 

CL – Como não? você disse que tinha vontade de esmurrar o Jungkook toda vez que ele vinha aqui. 

 JK – O que? 

SH – Quer parar de ser fofoqueira!? – Sehun alterou a voz. Ah. Que graça.

 CL – Era segredo?

 JK – Como assim me esmurrar? 

SH – Você sabe porque, não se faça de idiota. 

 JK – A última vez que você desceu pra jantar comigo e seus pais, eu tinha 11 anos! 

CL – Oh, meu Deus. E eu pensando que o problema de vocês era a KimBae! 

SH – A KimBae é o problema. 

 CL – Mas se Jungkook tinha 11 e você 14 e o incidente com a KimBae aconteceu quando você tinha 19... 

SH – Clara... 

CL – Qual o problema que você tem com o Jungkook, além do fato dele saber quem atirou em Kim Bae e nunca ter te contado? 

SH – Nenhum! Vocês estão delirando! 

JK – Eu não falei nada! 

CL – Eu acho que não. Você me disse ao telefone hoje que subia pra o quarto quando o Jungkook vinha aqui pra não esmurrar ele. E pelos meus cálculos isso acontece desde antes da KimBae ser baleada.  

SH – Porque esta forçando isso agora? 

 CL – Forçando o que? 

Sehun abriu a boca pra falar alguma coisa, mas desistiu. Ele percebeu que estava saindo de seu estilo com aquela conversa. E eu tinha conseguido abrir algo que aparentemente, nenhum dos dois estava exatamente disposto a abrir. 

 CL – Vocês dois, tinham tudo pra ser o apoio um do outro, mas decidiram se detestar, só porque um tinha ciúmes do pai, enquanto o outro sentia invejinha por isso. – Eu me levantei. E fui até o bar da casa. Sehun tinha aberto uma garrafa de champanhe, e eu não tinha tomado nenhuma taça ainda. Então enquanto eu enchia o copo. Achei que valia a pena falar. – Chega a ser poético isso tudo. O destino trazendo vocês dois pro mesmo lugar, pra comprar a mesma briga. Como que implorando pra vocês dois se unirem de verdade. E vocês teimando em brigar. 

 SH – você não sabe de nada Clara! – Ele disse visivelmente afetado. 

Jungkook estava me olhando como se tivesse tentando me entender. 

 CL – Uma vez. Eu briguei com um primo meu no Natal. Eu adorava ele, mas toda vez que a gente juntava as famílias, meu pai parecia gostar mais dele. Levava ele pra pescar mariscos e agulhas durante a noite, e só de manhã que me chamava, mas nunca me ajudava a colocar a isca no anzol. Só ajudava ele. Dava atenção demais. Então um dia, quando eu tinha 14 anos, nós brigamos por conta do ciúme que eu tinha. O Natal praticamente estragou. Então ele e a mãe voltaram no outro dia pra França. – Eu tomei um gole de meu champanhe. – Só que o avião deles caiu quando sobrevoava a ilha de madeira, e os dois morreram.

 As feições dos dois na mesma hora se suavizou. 

 CL – Eu nunca me recuperei daquilo. Nunca mais quis ir pro Natal da família. E meu primo morreu com raiva de mim, porque eu sentia ciúmes dele com meu pai. – Sehun me olhou fundo. – Isso entre vocês. É idiotice. E pode acabar mal. Principalmente se vocês tiverem a cabeça fraca como a minha.

 JK – Porque está falando essas coisas Clara? 

CL – Porque, eu não quero mais... ouvir... que um não quer estar perto do outro. Entendeu? – Eu senti que estava chorando quando tive dificuldade de terminar essa frase. – Eu não quero ser, caixa de correio de raiva alheia como fui hoje. Tanto de um lado, quanto do outro. 

 SH – Desculpe! – Ele falou por fim.

 CL – Eu gosto, de vocês dois. E sinto uma angustia horrorosa... quando um fala mal do outro. Ou quando sinto no ar a tensão entre vocês. Porque isso me traz memórias. Coisas que eu quero muito, apagar. E depois de ouvir a versão de sua mãe pra essa raiva. Eu fiquei muito... indignada. E faz com que eu me sinta usada como estopim pra essa raiva crescer.

 Nenhum dos dois falou nada, e eu sabia, que era porque um tinha medo de agir e causar alguma reação no outro.

 CL – Eu sei que as vezes, eu entro nessa brincadeira de vocês. Mas é só pra me poupar de chateação. Porque no fundo, eu simplesmente detesto isso. 

 JK – Tudo bem, desculpe também! 

Tá. OK.   

Era impressão minha, ou meio que os dois estavam se desculpando, e fazendo a conversa não ir mais além disso? 

Jungkook veio até mim e me abraçou de lado. 

 JK – Não vamos mais te indispor em relação a isso. Não se preocupe. – Ele olhou pra Sehun. 

 SH – Você mesma disse que somos crianças. Então precisa ensinar a gente a ser adulto nesse caso. 

 CL – Você quer apanhar? Porque eu posso e bater. 

 SH – Segura ela! 

Jungkook me segurou firme pra eu não sair em cima de Sehun. 

CL – Palhaço! 

 JK – A propósito Sehun. Alguma novidade sobre nossos baús? 

SH – Estão vindo pra Coreia pelas mãos de quem os pegou. MauMau achou melhor esperar eles chegarem. Pela velocidade, estão vindo de avião. – Jungkook o olhou sério, e eu fiz o mesmo. Não devia ter dito isso antes? Jungkook tava hiper aflito por causa daqueles baús. – Eu não te contei porque queria fazer uma surpresa.

 JK – Como assim? – Eu percebi a indignação na voz dele, mas não tentei acalma-lo. Aquilo era muito estranho de se fazer. 

 SH – Se as coisas derem certo, amanhã teremos os seus baús de volta. 

 JK – E você me diz assim? 

SH – Não gosto de dar notíias baseadas em dúvidas. 

 JK – Eu acho que merecia saber sobre como estão abordando a questão. 

 SH – Então deveria estar conversando diretamente com o MauMau e não ter pedido pra que eu fizesse isso Jungkook!

 Eu percebi Jungkook tenso ao meu lado.

 CL – Jungkook, deixa o Sehun resolver. Você não foi pedir a ele pra ver essa questão? 

JK – Não. Foi o Jimin que pediu! 

CL – Então confie no julgamento dele. E deixe as coisas acontecerem. Delegue as responsabilidades. Pelo menos por enquanto, apenas descanse. 

Eu acho que minha voz saiu um tanto fraca. Mas é porque eu estava começando ame desesperar com a iminência de as coisas começarem a se complicar. 

Esses baús. Teriam de ser roubados. MauMau era um agente incrível, mas eu temia por ele. E de alguma forma sabia que com esses baús em mãos, eu teria muitas revelações jogadas na mesa. 

E eu tinha muito medo de saber sobre elas. 

 Então senti minha cabeça latejar um pouco e acabei colocando a mão na testa. 

 JK – O que foi Clara? 

CL – Senti uma dor na cabeça.   

SH – Vou buscar água!

 Tava tudo meio preto e a cabeça esquentou do nada. 

 Eu Senti a mão fria de alguém me segurar e me sentar no sofá. 

 De repente eu não escutei nada. Apenas senti a luz faltar. Como se algo tivesse ascendido em minha cabeça, e de alguma forma eu precisasse fechar os olhos. Depois de alguns segundos, senti tudo simplesmente parar. 

A dor, a sensação de aperto na cabeça, a queimação.

 Então Abri os olhos. E na minha frente estava Jungkook de cócoras, segurando meus cabelos. 

 JK – O que esta sentindo? – Ele virou pra trás e falou com alguém. – Traz meu celular, preciso de uma lanterna.

 CL – Minha cabeça apagou. 

 JK – Sei. Você sabe onde esta? 

CL – Na casa de Sehun Jungkook, que pergunta! 

Ele me encostou atrás no sofá, sem ligar pra maneira que eu falei e depois pegou o celular e ligou a lanterna.

Eu Estava olhando tudo muito calmamente.

 Ele veio até mim, e abriu um de meus olhos e colocou a luz  dentro. 

 Mexendo de um lado pro outro. 

Aquilo doia. Luz muito forte em meus olhos sempre doía. 

 JK – Segue a luz. Eu fiz o que ele pedia apenas por educação. Mas estava querendo mesmo que ele parasse com aquilo. 

 CL – Eu tô legal! – Ele passou pro outro olho. 

 SH – Você tem 21 anos, se sente dores fortes de cabeça não é normal. 

 CL – Fica quieto Sehun! 

SH – É. Parece que esta mesmo tudo ok com ela. 

 Jungkook desligou a lanterna e ergueu o dedo indicador. 

 JK – Olha diretamente pro meu dedo! 

Eu obedeci. 

 CL – Não gosto de luz em meus olhos. Machuca! 

JK – É porque seus olhos refletem mais a luz por serem claros. É normal! 

Quando ele acabou eu respirei fundo. 

 SH – E então? 

JK – Tudo bem. Nada anormal! 

SH – Você costuma ter isso? 

CL – Às vezes quando me levanto de vez fico tonta e a vista fica embaçada. Mas nunca senti dor! 

JK – Se eu disser isso a seu pai...

CL – Um mês sem sexo pra você!

 Sehun colocou as mãos nos bolsos e riu baixando a cabeça. 

 JK – Yaaaa, só estou comentando. 

 CL – Eu faço exames regularmente, por ordem familiar. Não deve ser nada. Apenas uma crise de stress. Eu tenho com vários sintomas diferentes. Querem parar de olhar pra mim como se eu estivesse numa cama pra morrer? 

Os dois pigarrearam e começaram a se mexer. 

 JK – Vamos embora, acho que você está precisando descansar. – Ele me puxou pela mão até eu ficar em pé, e ficou me olhando. 

 SH – Podem esperar minha mãe vir? 

PA – Não precisam esperar mais. – Ela falou chegando. – Seu pai mandou dizer que Taiwan esta fervorosa. E mandou um beijo pra todos vocês. 

 SH – Quando ele volta? 

PA – Daqui três dias! 

JK – Eu venho ve-lo quando puder! – Jungkook falou levemente feliz. – Mas precisamos ir omma Park. 

 PA – Tudo bem querido. Foi um ótimo jantar. Adorei recebe-los! – Ela veio até mim e meu deu um leve selar na bochecha. – Você esta cada dia mais linda! Como pode ser assim? Olha que linda Sehun! 

SH – Concordo com você! – Sehun me olhava com o olhar baixo, na quela pose que ele vivia fazendo quando estava analisando algo. Mãos nos bolsos e olhar de quem esta te comendo com os olhos. 

 PA – Cuide bem dela Jungkook. Ou vai se ver comigo.

 JK – Pode deixar! – Ela foi até ele que a abraçou forte e no fim ela pegou o rosto dele com as duas mãos.

PA – Em breve, espero ver esse rostinho sem preocupações, como era alguns anos atrás. 

Jungkook apenas sorriu e pegou em suas mãos delicadas, com unhas cor de âmbar. 

 JK – Vamos comemorar o fim disso tudo juntos! 

PA – Sim. Vamos sim querido! 

SH – Não vieram de carro? 

CL – Eu moro a cinco minutinhos daqui Sehun! 

SH – Mas pode estar frio! 

 PA – Ah, querida quer um casaco? 

CL – Não. Não precisa se preocupar. Esta apenas 26 graus. O verão de vocês pode ser bem quente. 

 PA – Eu não me acostumo nunca. Sempre acho que esta Frio. 

 CL – Essa temperatura me agrada bastante na verdade. 

 PA – Bom nesse caso então, podem ir andando. Não vou mais prolongar a noite pra não ficar tarde! 

CL – Obrigada pelo jantar senhora Park. Estava maravilhoso. Fazia tempo que não comia tão bem assim! 

JK – Acho que ela não fez metade do que queria! 

SH – Eu tive que mandar a cozinheira embora caso contrário estaria aqui cozinhando as ideias dela até agora. 

PA – Não seja injusto com sua mãe Sehun. Apenas gosto de receber bem meus convidados.

CL – Não ligue pra o que ele fala. Um dia ele vai precisar se preocupar com essas coisas também e vai ligar desesperado pra a mãe dele ir ajudar. 

 SH – Mães servem pra nos socorrer quando precisamos. 

 JK – Espero que ele case com alguém parecida com a senhora. 

 PA – Eu também! 

Todos nós rimos. Inclusive o Sehun. Mas eu já estava cansada àquela altura. Queria parar de me preocupar com qualquer coisa que fosse. 

 CL – Vamos? – Eu virei pra Jungkook. Ele apenas assentiu coma cabeça. – Mais uma vez obrigada por nos receber. 

 PA – Volte quando quiser querida. Voces são sempre bem vindos.

 Eu e Jungkook saímos da casa e fomos de mãos dadas andando pela calçada do condomínio.

Eu virei em determinado momento, e vi o Sehun e a Senhora Park ainda nos olhando se distanciar. 

 JK – Ela só entra quando perde a gente de vista. 

 CL – Ela é legal! 

JK – Muito! 

Nós dois fomos em silêncio por um tempo. E eu estava até agradecendo. 

 JK – Você esta se sentindo bem?

 CL – tô!   

JK – Você sentiu que fosse desmaiar? 

CL – Não. Apenas um aperto na cabeça. Nada de mais. 

 JK – Quando eu disse que ia dizer ao seu pai, porque ficou com raiva?

 CL – Não quero meu pai em cima de mim, mais do que já esta. Além do que, nós fazemos exames todo ano e mandamos os resultados pra minha mãe. Os meus vão completar um ano ainda daqui a dois meses, que é quando volto a fazer. Não acho que algum tumor ou qualquer problema se desenvolva em tão pouco tempo. 

 JK – É muito pouco provável mesmo. Mas diante de tanto stress que tem passado começa a ficar perigoso você circular por ai sozinha!

 CL – Eu praticamente não ando mais sozinha né Jungkook!

 JK – Eu posso virar seu guarda costas pessoal. 

 CL – Ah, não. Não quero enjoar de você! 

JK – Enjoar de mim? – Ele virou pra mim de início parecendo chateado. Mas depois começou a me cutucar, onde eu era mais sensível.

 CL – Para! – As cosquinhas foram aumentando até ele praticamente me agarrar enquanto me cutucava. – PARAAAAA JUNKOOOOK HAHAHAHAHAHAHAHAHA! 

JK – Não pode enjoar de mim. – Ele me abraçou e ficamos nos olhando à mesma altura. – É proibido. 

 CL – Convenhamos que isso é meio impossível. 

 JK – Ainda bem! – Ele me deu um beijo ali. 

 No meio da rua. Me apertando, abraçado em minha cintura. Me fazendo sentir sua língua quente me desejando enquanto eu sentia o calor subir. Só paramos quando cansamos.

 CL – Esta feliz? 

JK – Muito. – Eu sorri e alisei seus cabelos com uma de minhas mãos. 

 CL – Promete que vai ficar perto de  mim enquanto essa porcaria toda não termina. 

 JK – Vou ficar perto de você enquanto ela não termina, e depois que ela terminar também. Pra sempre.

 Eu dei um selinho nele e o puxei. tInhamos mesmo que ir pra casa. 

 Estava tarde, e amanhã eu teria que acordar cedo pra ir à faculdade. 

 Fomos de mãos dadas, felizes como um casal desses de namorados adolescentes.

 Rindo de qualquer besteira. Até que entramos em casa.

 - Olha só! Minha outra metade favorita!

 Eu nem consegui falar de inicio. 

Apenas arregalei os olhos. Jungkook atrás de mim, parecendo uma criança vendo algo novo. 

 - Como está linda minha princesinha! 

CL – VOVÓ? 



Notas Finais


Vovó chegoooooouuuuuu!!!


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