História Uma Jornada Qualquer - Capítulo 15


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Categorias Pokémon
Personagens Blue, Leaf (Green), Riley
Tags Aventura, Mistério, Pokémon
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Palavras 1.803
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Torre de Lavender


 Com todos seus Pokémon saudáveis e recuperados daquele estresse passado no Rock Tunnel, Riley, Blue e Leaf estão sentados no chão em frente à Torre de Lavender, pensando para onde irão agora:


 — Leaf, essa cidade não tem um Ginásio, não é? — perguntou Riley, se lembrando deste lugar no jogo de Game Boy que estava jogando.


 — Exato, Riley... As cidades mais próximas daqui que contém Ginásios são Celadon, Saffron e Fuchsia. Mas, como já estamos aqui, que tal visitarmos a única "atração turística" desta cidade? — disse Leaf, apontando para a Torre de Lavender.


 — Ouvi dizer que é tipo um cemitério para Pokémon... — comentou Blue, apreensivo. — Vamos mesmo? — a pokébola do Pokémon misterioso começou a ficar inquieta, e Blue notou isso e teve um leve arrepio.


 — Vamos, não custa dar uma olhada. — disse Riley, sorrindo mas suando frio de medo. Ele foi o primeiro a entrar, e os outros dois o seguiram.


 Foi só Riley dar seus primeiros cinco passos dentro da torre e já tinha se arrependido de ter entrado lá. A energia do lugar parecia carregada demais, pessoas chorando em frente aos túmulos de Pokémon, lustres presos no teto se mexendo mesmo sem vento algum, e várias coisas muito macabras. Leaf encostou em Blue para se acalmar, pois estava com medo, e o garoto sorriu levemente corado.


 — Que lugar... Macabro. — comentou Leaf, encostada em Blue.


 — É mesmo... — disse Blue, observando o lugar. Em um canto, uma garota de roupa preta e cabelos castanhos estava ajoelhada em frente à um túmulo, provavelmente de seu Pokémon. Blue achou ela familiar. — Gente, aquela garota não é a Rachel? — e apontou para ela.


 — A-Acho que sim. — disse Riley andando na direção da garota. — Rachel, é você? — o garoto notou que ela estava chorando. Quando ela notou a presença deles, se levantou e abraçou Riley.


 — O-O Glaceon... — soluçou Rachel, jorrando lágrimas no ombro de Riley. — O Pokémon daquele membro usou um ataque que nunca vi antes e... Não deu tempo de chegar ao centro Pokémon! — começou a chorar mais forte, se lembrando do ocorrido.


 "— Glaceon, use Ice Beam! — exclamou Rachel. O Pokémon lançou um raio de gelo na direção de Kyurem, mas quase não surtiu efeito.


 — Ataques fracos deste tipo não funcionam contra ele. — disse o membro da Equipe Plasma, rindo disfarçadamente. — Kyurem, use Outrage!


 — Glaceon, use... — mas já era tarde demais. O ataque expelido pelo Pokémon foi tão forte que empurrou o Glaceon algumas dezenas de metros para trás, e acabou batendo em uma parede. — Glaceon! Ah, não... Desgraçado...! — exclamou Rachel, indo em direção ao Pokémon, agora desacordado. — Glaceon, você está bem?! – disse, pegando o Pokémon no colo e correndo em direção à saída, mas o membro a segurou pela parte de trás da roupa.


 — Entenda uma coisa, garota: Você não tem chance contra a Equipe Plasma. — e desapareceu em meio a uma fumaça densa.


 — Droga, com essa fumaça não consigo enxergar nada. — disse Rachel, tentando chegar até a saída sem enxergar. — Glaceon, não morra por favor! — Glaceon conseguir acordar por um momento.


 — Glace... — gemeu Glaceon à beira da morte. Rachel finalmente achou a saída, e correu para o centro Pokémon, e já falou com a Enfermeira Joy.


 — Joy, por favor. Salve meu Glaceon! — e entregou o Glaceon tremendo da cabeça aos pés.


 Então a Enfermeira Joy começou a examiná-lo ali mesmo, e depois de um tempo começou a chorar.


 — Desculpe-me garota, mas... Seu Glaceon já está... — e começou a chorar mais forte."


 — N-Não acredito que eles são capazes de fazer isso... — disse Riley, que tinha acabado de se lembrar de seu Eevee shiny. — Será que... Não, não pode ser! — e começou a chorar de raiva.


 — Acalme-se, Riley. Tenho certeza que seu Eevee está bem. — disse Blue, triste. — Vamos continuar a ver a torre?


 — O-Ok... — disse Leaf. — "Como ele consegue ser tão frio?" — pensou, curiosa. — Quer vir conosco, Rachel?


 — N-não, ficarei aqui junto do Glaceon mais um pouco. — disse Rachel se afastando de Riley e voltando a se ajoelhar perante ao túmulo.


 Então eles subiram para um próximo andar, que havia uma atmosfera muito mais carregada que o andar anterior. Uma névoa pairava sobre o andar inteiro, o que tornava difícil de se enxergar. A pokébola do Pokémon misterioso estava ainda mais inquieta do que antes, e ele conseguiu sair, fazendo um brilho branco enquanto o objeto se abria.


 — Ah, você saiu... — disse Blue, o Pokémon simplesmente o ignorou e saiu correndo em direção ao próximo andar. — Espere! — e saiu correndo atrás do Pokémon.


 — Blue, não corra! — exclamou Leaf, indo atrás dele. Riley fez o mesmo, mas acabou sendo acertado por algo invisível.


 — O-O que foi isso?! — exclamou Riley, tremendo de medo.


 — O que foi, Riley? — perguntou Leaf, observando o garoto. — Será que... — e começou a vasculhar em sua bolsa procurando por algo. Depois de um tempo, ela achou o que estava procurando. Um óculos escuros. — Riley, corra o mais rápido possível! — disse já com o óculos em sua face. Leaf estava vendo uma massa fantasmagórica, provavelmente o fantasma de algum Pokémon. Riley conseguiu fugir, e o fantasma desceu para o andar de baixo e Riley, Leaf e Blue subiram ao próximo e último andar. Pessoas com uma roupa preta e um grande erre vermelho no centro.


 — Vocês de novo?! — exclamou Blue, fazendo sinal para seu Pokémon com fantasia de Pikachu. — Não caiu a ficha que não conseguirão fazer nada de mal à ninguém enquanto estivermos perto?


 — Quem são vocês? Ah, acho que conheceram alguns outros membros... Que bom que já sabem dos nossos objetivos, posso ver seus Pokémon, criança? — ironizou um membro que estava bem próximo de Blue.


 — Nem pensar! Saia, agora! — disse Blue, jogando a pokébola do Pokémon misterioso para o alto. Um extenso brilho branco saiu da esfera, mas logo se tornou um brilho mais sombrio.


 — Ah, quer apelar para a batalha? Saia, Arbok! — exclamou o Rocket. Outros dois membros se aproximavam de Riley e Leaf.


 Durante a batalha de Blue, o garoto mandou o Pokémon usar Shadow Sneak, que criou uma sombra no chão, que foi se estendendo até chegar no corpo de Arbok, então o atacou, não causou muito dano, mas o deixou levemente atordoado. O Pokémon cobra então, usou Acid, lançando um jato arroxeado de veneno no Pokémon de Blue, que ficou envenenado. O garoto então o mandou usar Wood Hammer, que fez sua cauda se transformar em martelo e a jogou em cima do Arbok. O ataque foi tão forte que fez o Pokémon cobra ficar inconsciente. A batalha de Blue foi finalizada.


 — Heh, que batalha simples. Esperava mais de vocês... — debochou Blue, chamando de volta o Pokémon misterioso. — Nem precisei usar a "habilidade" secreta dele.


 — Droga... — resmungou o membro da equipe Rocket, chamando de volta o Arbok.


 Mas, durante a batalha de Riley, foi um pouco mais complicado. O garoto havia perdido seu Eevee, e a Nidoran que ele havia capturado não havia sido treinado, e estava muito fraco. Mas, por algum motivo, Riley escolheu a própria Nidoran para a batalha contra o Rocket. O membro da equipe escolheu um Raticate para a batalha, que já começou com Hyper Fang, que após a ordem foi correndo na direção da Nidoran e lhe deu uma bela mordida. O ataque atordoou bastante a Nidoran, mas ela ainda conseguia atacar. O Pokémon de Riley então usou Double Kick, pulando no ar e chutando o Raticate duas vezes com suas putas. O Raticate levou um dano mediano, mas logo depois já atacou com Quick Attack, derrotando a Nidoran. Riley então chamou seu Charmeleon. O garoto ordenou para que ele usasse Flame Burst, que então fez uma grande bola de fogo e jogou na direção do Raticate, acertando em cheio. O Raticate ficou agonizando de dor no chão, com várias queimaduras em seu corpo, então o Rocket não teve outra escolha senão chamá-lo de volta à sua pokébola.


 — Ufa... — disse Riley, limpando o suor presente em sua testa. — Realmente preciso treinar minha Nidoran... Era seu último Pokémon?


 O Rocket levou um tempo para responder: — Sim...


 Por fim, durante a batalha de Leaf, a garota escolheu seu Ivysaur para iniciar a batalha, e o Rocket escolheu um Magikarp para a batalha. De início ela achou isso estranho e ficou tranquila na batalha, pois além de ter vantagem contra um Pokémon do tipo água, o peixe era um Pokémon muito fraco. Leaf começou usando Razor Leaf, pensando que conseguiria derrotar o Magikarp somente com este ataque. Antes que o ataqye chegasse nele, o Rocket mandou o Pokémon usar Bounce, então ele saltou em uma altura inimaginável, e ficou lá por um tempo, como se estivesse voando. Finalmente, ele caiu em cima do Ivysaur causando um ataque forte, deixando o Pokémon bastante ferido. Mas Leaf já estava preparada para isso, como o Magikarp estava bem perto dela, mandou o Ivysaur usar Razor Leaf novamente, o que acabou por derrotar o Pokémon peixe.


 — Sério mesmo que esta era sua estratégia principal? Me poupe, vocês são fracos demais. — disse Leaf, chamando de volta seu Ivysaur para a pokébola. Depois de um tempo, ela notou que um homem de aparência velha, com uma barba branca estava encolhido em um canto do lugar. — "Papai Noel?" — ela pensou em tom de riso, mas foi logo ver se ele estava bem. — Senhor, você está bem? — o velho olhou com uma cara de desconfiado.


 — S-Sim, estou. Vocês me salvaram daqueles delinquentes, obrigado. — disse o velho, aliviado. — Sou o criador desta torre. Estava na minha sala fazendo uma faxina quando eles arrombaram minha porta e me manteram preso aqui neste andar, para eles poderem pegar os Pokémon dos treinadores que passavam por aqui. Venham para minha casa, quero vos oferecer uma recompensa por terem me salvado.


 — Ok. — disseram os três em coro.


 — Vamos descer então. — disse o velho, já descendo os andares da torre. Os três seguiram ele até o primeiro andar, onde a atmosfera parecia muito mais carregada do que quando chegaram no lugar. Em um canto estava Rachel, completamente paralisada, por algum motivo desconhecido. Riley foi correndo até ela para ver o que acontecia.


 — Rachel, o que foi? Por que está... — Rachel se virou para olhá-los. Suas pupilas estavam completamente brancas, ela abriu um largo sorriso macabro.


 — Olá, Riley. — sussurrou Rachel, enquanto sorria psicoticamente.



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