História Uma live que não será esquecida - Sycaro - Capítulo 11


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Palavras 2.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes de vocês começarem a ler...

Não me responsabilizou pelo que ocorrerá no cap... (。・ω・。)

Para recompensar esse tempo que estive fora, aqui esta um cap fresquinho e bemmmm grande '-'

E desculpa se ficou bem bosta... É normal isso já '-'

Boa leitura ❤

Capítulo 11 - Reconciliação e traição


[и̲̲̅̅σ̲̲̅̅ ̲̲̅̅c̲̲̅̅α̲̲̅̅ρ̲̲̅̅i̲̲̅̅т̲̲̅̅υ̲̲̅̅l̲̲̅̅σ̲̲̅̅ ̲̲̅̅α̲̲̅̅и̲̲̅̅т̲̲̅̅є̲̲̅̅я̲̲̅̅i̲̲̅̅σ̲̲̅̅я̲̲̅̅]


✎﹏Enquanto Tefi tentava confortar André, Goularte estava em seu quarto, todo jogado na cama pensando em André, foi de partir o coração escutar aquelas palavras do garoto, mas ele também se sentia culpado por ter atrapalhando algo que André queria a muito tempo, afinal, se você ama tem que deixar a pessoa ser feliz, mesmo que não seja com você.

Tawan já havia saído da cozinha, mas logo foi para seu quarto e trancou a porta e foi para seu computador, e ali ficou vagando por qualquer coisa que tirasse a cena do beijo de Goularte e de André de sua mente.

Os três garotos estavam arrasados.

Por que amar tem que ser tão complicado?


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cαrrєgαท∂σ α cσทτiทυαçασ


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cαrrєgαмєทτσ cσทcℓυi∂σ

Nar¡Autora

Quinta

07h03min


A hora do café, um ótimo momento para se sentar à mesa, comer panquecas ou ovos com bacon e bater um papo com os amigos, pena que isso só acontece nos Estados Unidos.

Por algum motivo — totalmente desconhecido — os moradores da casa já haviam acordado e estavam esperando o café, que estava sendo preparado por Tefi e André, na mesa.


— Ei povo! — Tefi os chamou à atenção — O café ta pronto — a garota junto ao irmão colocaram a garrafa de café e alguns sanduíches sobre a mesa.


Por má sorte, André teve que sentar no meio de Goularte e de Tawan. O peruano fingia nem ligar para a presença do garoto de boné rosa, mas a verdade era que ele adoraria sair dali. Goularte não estava diferente.


— E então... — Alana falou depois de tomar um gole de seu café —  Vocês topam ir em uma balada hoje a noite? — todos concordaram, menos o “triângulo amoroso” — E vocês três?

— Não to muito pra festas hoje... — André respondeu a garota sem tirar a atenção de seu copo de café, o qual mal fora tocado.

— Não vou poder ir, a Isa vai vir aqui — Tawan falou depois de dar um gole em seu café.

— A Isa né... — Alan olhou estranho para Tawan — Qual vai ser os planos de vocês dois em? Vai ser a cama? — André sentiu uma pequena onda de ciúmes o invadindo, mas não demonstrou.

— Claro que não — Tawan revirou os olhos — Vamos só assistir um filme — Alan apenas falou um “ata, sei...”, que logo arrancou risadas de alguns dos habitantes da casa.

— E você Goularte? — Saiko perguntou ao amigo, que parecia nem prestar a atenção na conversa.

— Eu o que? — o garoto perguntou meio confuso.

— Vai na balada ou não? — Saiko perguntou.

— Não vai dar... Tenho vídeos para editar... — Goularte falou, um desânimo era perceptível em sua voz.

— Que sorte a minha... — André sussurrou para si, que por sorte não foi escutado por ambos os garotos que estavam ao seu lado.

— Algum problema Meia Um? — Orochi perguntou ao perceber André sussurrando algo inaudível.

— Ham? A não... Nenhum problema... — Ele deu um sorriso, forçado.


Logo vários assuntos aleatórios começaram, assuntos em que o “triângulo amoroso” não participavam por estarem no mundo da maionese.

Depois do café, Goularte, Tefi, Cellbit e Madoka ficaram para organizar a bagunça que havia ficado após o café enquanto o resto saia para entregarem currículos — o povo precisava trabalhar agora que tinham contas para pagar.

Goularte e Tefi ficaram com a parte da louça, enquanto o loiro lavava, Tefi guardava.


— Gou... Posso te pedir uma coisa? — a garota perguntou enquanto guardava alguns copos.

— Claro! — Goularte terminou de lavar as vasilhas, colocando o último prato no escorredor.

— Peça desculpas pro Meia Um, por favor! — ela o olhou quase implorando — Ele ficou muito mal depois de ontem...

— É... Eu sei... — Goularte suspirou — Eu vou pedir, não se preocupa, só espero que ele queira ser meu amigo ainda.

— Fica tranquilo, ele vai querer ainda — ela sorriu para ele.

— Espero... — ele a ajudou a guardar as últimas vasilhas.

— EU SABIA QUE TU TINHA PEGADO ELE!!! — Goularte e Tefi olharam confusos para Madoka.

— CALA BOCA CARAI! EU NÃO PEGUEI! — Cellbit deu um tapa na garota.

— Lei Maria da Penha, senhor Lange! — Cellbit mostrou a língua para Tefi, que logo mostrou a língua também, como uma ótima adulta.

— Dois adultos, meu deus — Goularte falou rindo junto a eles em seguida.


¸.*♡*.¸


18h44min


Todos, que haviam dito que iam a balada, já haviam ido, sobrando assim o incrível “triângulo amoroso”.

Tawan estava no sofá, procurando algum filme interessante para ver com sua amiga, Isa, enquanto a garota não chegava. Goularte estava em seu quarto, andando de um lado para o outro, ensaiando o que falaria para André como pedido de desculpas. E, André, estava apenas jogado em sua cama, olhando para o teto e pensando: “Por que todos os tetos são brancos? Amanhã eu vou pintar o meu, to cansado desse padrão merda!”.

Tawan havia acabado de achar o filme “perfeito”, ELI, quando a campanhia tocou, ele se levantou do tão confortável assento e foi atender a porta.


— Tawan! Quanto tempo! — Isa falou ao amigo assim que a porta se abriu, com uma animação que nem ele sabia de onde havia saido.

— A gente se viu semana passada — ele sorriu para a garota, ela revirou os olhos e lhe deu um abraço, que logo foi correspondido pelo peruano — Entra ai, acabei de escolher o filme! — ele falou dando espaço para a garota entrar.


Os dois se aconchegaram no sofá e assim o peruano iniciou o filme.

Enquanto isso, Goularte saiu de seu quarto e já estava de frente a porta do quarto de André, ele respirou fundo e bateu duas vezes na porta. Um, dois, três, quatro minutos e nada de André abrir a porta. Goularte já ia bater novamente, mas André abriu a porta antes que isso acontecesse.


— Meia Um... Podemos conversar? — Goularte perguntou meio inseguro pela resposta.

— Não... — André estava prestes a fechar a porta, mas foi impedido.

— Por favor, vou ser rápido... Prometo! — o de sardas revirou os olhos, mas mesmo assim permitiu para que o outro entrasse.


Goularte entrou no quarto de André e se sentou na cama do mesmo, esperando enquanto André fechava a porta e ia se sentar na cadeira que ficava em frente ao computador.


— Seja rápido! — André cruzou os braços e ficou encarando Goularte.

— Eu vim te pedir desculpas... — aquilo havia sido a melhor coisa que podia sair de sua boca, já que o incrível discurso foi esquecido assim que encarou André.

— Legal, pode sair agora! — André falou totalmente sem interesse — Se você veio aqui pra me pedir desculpas, só te digo que, foi um perca de tempo.

— Eu sei que eu não deveria ter te beijado... Muito menos ir atrás de você e do Tawan sabendo que vocês estariam em um encontro... Foi errado... — Goularte suspirou — Eu me arrependo Meia Um... Sei que depois de ter destruído suas chances com o Tawan, o que é impossível de ter acontecido, você me odeia, só que peço do fundo do meu coração, por favor, me perdoa! — André o olhava com uma expressão neutra — Bom... Era isso, vou indo então...

— Espera... — André falou antes que Goularte saísse do quarto — Eu te perdoou! Se eu não fizer isso eu vou me sentir mal — ele se levantou e foi até Goularte, abraçando o mesmo.

— Muito obrigado! — Goularte sorriu involuntariamente, correspondendo o abraço.


¸.*♡*.¸


23h42min


Fazia mais de uma hora que a galera havia chegado na balada, nem preciso dizer que todos, sim TODOS, já estavam bêbados.

Cellbit e Felps estavam rindo de alguma coisa sem sentido — que fazia sentido para eles naquele momento — no bar, bebendo tudo o que tinham direito. Alan também estava no bar bebendo junto de Gi. Nem preciso dizer que era a mesma coisa com o resto da galera, tirando Ycaro e Saiko.

Saiko estava sentado na cadeira do bar, com um copo cheio de itaipava na mão, observando Ycaro rebolando em sua frente. O loiro parou seu espetáculo particular e foi andando lentamente até Saiko e se sentou no colo dele.


— Você podia rebolar em outro lugar! — Saiko deu um último gole em sua itaipava e depositou o copo sobre o balcão.

— Em qual lugar, Daddy? — Ycaro sussurrou de uma maneira sexy no ouvido alheio.

— Nesse mesmo lugar que você esta sentado agora, baby — quando Saiko terminou sua fala, Ycaro começou a rebolar lentamente sobre o colo do mesmo.

— Assim? — Saiko balançou positivamente a cabeça — Vamos pra um lugar mais confortável, o que acha?

— Acho ótimo, vai indo na frente que já vou! —  Saiko depositou um selinho nos lábios de Ycaro antes que ele levantasse.


Ycaro, assim que saiu do colo de seu namorado, foi até um cato da balada aonde havia sofás, ele se sentou ali e esperou até que Saiko chegasse.

Não demorou para que Ycaro sentisse um peso sobre seu colo e logo seus lábios fossem tomados, formando um beijo cheio de desejo.

“Saiko” passou seus braços pelo pescoço de Ycaro e aprofundou mais o beijo. Não foi recusado o uso das línguas em meio ao beijo.

Mas... Espera... 

Saiko estava estático, parado a alguns metros de distância, observando a linda cena que estava acontecendo, o moreno logo ficou sóbrio — não totalmente, mas ainda assim ficará sóbrio —, ele não conseguia acreditar no que estava vendo. O garoto deu meia volta e saiu do estabelecimento sem avisar ninguém, pegando um uber para voltar ao seu lar.

Mas, se não era Saiko que estava aos amassos com Ycaro... Quem poderia ser?

Ycaro se separou da pessoa desconhecida, que para ele era Saiko, para poder respirar um pouco.


— Você ta tão lindo... Ycaro... — e como um choque de realidade, Ycaro, assim como Saiko, ficou meio sóbrio.

— A-aiko? — Ycaro olhou assustado para a garota.

— Surpresa!! Agora, que tal continuarmos o que começamos? — ela foi se aproximando dos lábios do loiro, mas foi empurrada pelo mesmo — Ei!

— Você não deveria ter feito isso, que merda! — Ycaro saiu de perto da garota e foi até seus amigos no bar — Vocês viram o Saiko?

— Eu achu que ele foi embora... — Cellbit falou rindo.

— Ele passou pela gente, e garoto, ele tava com uma cara de quem deu o cu e não gostou — Felps falou e começou. gargalhar em seguida.

— Valeu! — Ycaro saiu da balada e logo pediu um uber.


¸.*♡*.¸


Tawan e Isa estavam de boas, terminando o terceiro filme da noite, quando a porta quase foi arrombada por um Saiko furioso.


— Caralho, quebra a porta mesmo! — Tawan falou olhando para Saiko, mas o garoto nem deu bola para ele — Ta puto o bixin.

— Se o Ycaro chegar, fala que eu não quero olhar na cara dele! — Saiko subiu para seu quarto e logo pode ser escutado outra porta quase sendo levada ao chão.

— Nossa, aconteceu merda na balada! — Isa falou rindo em seguida.

— Concordo! — Tawan acompanhou a garota nas risadas.

— Eu sei que vai ser muito aleatório, mas você viu as postagens que ta quase metade das pessoas postando no twitter? — Isa pegou seu celular e abriu no aplicativo do Twitter.

— A música da caneta azul? — Isa riu, mas negou.

— Não, seu besta, ta todo mundo postando um video com a tela preta, mas com o áudio da live do Ycaro — ela procurou pelo twit e mostrou para Tawan, sem o som.

— Caralho... Acho que o Ycaro vai ficar putasso quando souber disso, ele excluiu a live porque achou que ela cairia no esquecimento da humanidade!

— Caro Tawan, à coisas que foram feitas para não serem esquecidas!

— Profundo! — os dois começaram a rir, mas as risadas foram interrompidas quando um loiro entrou desesperado na casa.

— O Saiko chegou aqui? — Ycaro perguntou quase em desespero.

— Chegou, ele falou que não quer te ver! — Tawan respondeu.

— Obrigado! — Ycaro subiu as escadas correndo.

— Qual a parte de que o Saiko não quer ver ele, ele não entendeu? — Isa perguntou ao peruano.

— Acho que nenhuma!


¸.*♡*.¸


Ycaro bateu repetidas vezes na porta de Saiko, mas nenhuma resposta fora obtida.

O loiro sentiu seus olhos marejarem, estava prestes a chorar, ele foi para seu quarto e quando chegou lá se deparou com um papel e uma caixinha preta sobre sua cama.

Ele abriu a pequena caixa e sentiu lágrimas caírem sem aviso ao ver a aliança de Saiko, ele pegou o papel e o abriu, com medo do que iria haver ali.

E com letras, quase indescritíveis, estava escrito:


“Acho que você já entendeu o que esta acontecendo, mas caso você não tenha entendido ainda... A gente não esta mais juntos Ycaro...”


Lágrimas já desciam e molhavam todo o rosto do garoto, tudo que preenchia o quarto agora eram soluços.

Não havia sido uma boa ideia ter ido à balada.










Tinha iuuupi (〜^∇^)〜


Notas Finais


— Sobre esse cap... A ideia foi do Ycaro!!

Ycaro:MINHA?

— Sim, lembra que tu me pediu isso LAAAAA na primeira reunião?

Ycaro: Eita...

— Matem o Ycaro!!

Até mais e um chute na bunda de cada um...















Amuh vuxeis ~(^з^)-♡
















Aceito críticas construtivas e xingamentos.


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