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História Uma Luta Pelo Poder - Capítulo 27


Escrita por:


Notas do Autor


Olá prins!

Demorei, mas voltei. Espero que gostem... Boa leitura!💕

Capítulo 27 - Nova Mentira (+18)


Fanfic / Fanfiction Uma Luta Pelo Poder - Capítulo 27 - Nova Mentira (+18)


Narração -Margot-


Finalmente, depois de quase um mês, estávamos de volta à Los Angeles!

A viagem foi cansativa e eu só queria deitar na minha cama e acordar apenas no dia seguinte, mas não posso pois Michael ainda não sabe onde eu moro e não dá mais para adiar isso.


Liguei para Annie quando estávamos saindo de Paris e disse que precisaria da chave de sua casa. Me sinto ridícula fazendo isso, mas é o jeito.


Um dos motoristas do Michael estava nos esperando no aeroporto e nos entregou a chave de um dos carros. Entramos no mesmo e Michael dirigiu até a casa de Hannah, deixando Alice com ela, que estava morrendo de saudades da filha. Seguimos para a mansão, que na cabeça dele ainda pertence a Annie e assim que chegamos, vimos ela nos esperando em frente.


- Anjo, está tudo bem? Parece nervosa... - Ele diz assim que entro no carro novamente, depois de ter buscado a chave com ela.


- Não, eu só... Estou ansiosa para que conheça minha casa. - Sorrio torto.


- Ah, sim. - Ele coloca o carro em movimento novamente, levando uma de suas mãos até a minha coxa e apertando levemente. - Não fique assim, tenho certeza que vou adorar. - Pisca para mim.


Fui explicando para ele o caminho e, assim que estacionamos em frente à casa, descemos do carro e ele segurou minha mão. A construção era mediana e possuía um belo jardim na frente, com uma estrada fina de pedras no meio das flores, por onde passamos para chegar ao portão fechado que não permite nossa visão do interior da propriedade.


- Não sabia que gostava de flores. - Ele observa as pequenas plantas, que visivelmente são muito bem cuidadas.


- Tem muita coisa que você ainda não sabe sobre mim. - Rio. - E espero que me perdoe quando souber. - Praticamente sussurro a última parte.


- O que disse?


- Nada. - Desconverso e pego o molho de chaves que Annie havia me entregue. Começo a testa-las na pequena fechadura do portão e escuto Michael rir baixinho.


- É a sua cara não decorar as chaves da própria casa. - Caçoa e eu sorrio torto. 


Finalmente encontro a certa e o portão se abre. Adentramos o local e eu me viro para fecha-lo novamente, enquanto Michael observa tudo ao redor.


- Oh! Não sabia que tinha um cachorro. - Diz surpreso.


- Mas eu não tenho um... - Falo me virando para ele, mas me calo assim que meus olhos encontram um grande Rottweiler dormindo próximo de onde Michael estava parado.



 Fodeu! Isso que dá ficar mentindo...



Ele estava preso em uma coleira, mas poderia tranquilamente nos alcançar pela curta distância que havia entre nós.



- Ele é enorme! - Michael exclama se aproximando do animal e eu engulo em seco.


- Michael, vem pra cá! - Tento falar o mais baixo que posso, mas em tom autoritário. 


Meu coração acelera e minhas mãos começam a suar. 

Não tenho medo de cachorros, mas isso está mais para um rinoceronte!


- Qual o problema? Ele morde? - Pergunta, parando onde estava.


- Morde! - Respondo sem ter a mínima ideia disso. - Vem logo. - Ele se aproxima de mim novamente e segura minha mão.


- Ok, então vamos entrar. - Eu assinto e ando silenciosamente puxando Michael comigo, que me encarava confuso. Felizmente, a primeira chave que eu testo dessa vez é realmente pertencente a porta e abro a mesma, puxando Michael comigo e a trancando em seguida.


Procuro o interruptor e acendo a luz, tendo rapidamente a visão da casa da minha melhor amiga, que já é bem conhecida por mim. Pelo menos não terei problemas em saber onde fica cada coisa.


- Gostei. - Ele diz analisando cada parte da pequena sala, que possui as paredes em bege e a maioria dos móveis em tons de marrom escuro. - Mas não combina com você.


- Claro que combina. - Retiro a jaqueta que usava e penduro no mancebo ao lado da porta. 


- Sempre imaginei você morando em um lugar com as cores todas em tons cinzas, branco e, se houvesse algo colorido, que fosse vermelho. - Vem até mim e enlaça minha cintura.



É impressão minha ou ele acabou de descrever as cores da sala da minha mansão? 



- Pelo visto errou. - Lhe dou um selinho e seguro sua mão. - Vem, vamos fazer algo para comer. - O puxo para a cozinha. Preciso de tempo para resolver o problema daquele rinoceronte.


Pego alguns ingredientes no armário e na geladeira, então começamos a cozinhar juntos. Michael é péssimo na cozinha, mas eu não deixo a desejar. Enquanto ele cortava os mantimentos, eu levava ao fogo o que era necessário e assim o jantar se formava aos poucos.


Em alguns momentos, nossos olhares se cruzavam e ele sorria para mim. Estava tão relaxado e focado em me ajudar, ou pelo menos em não cortar o próprio dedo, parecia uma pessoa completamente diferente daquilo que sempre imaginei, daquele homem que sempre abominei. Agora ele é a pessoa que eu mais me importo e que parece se importar comigo também, é estranho mas é a verdade. Eu o amo, amo muito. 



- Preciso avisar Annie que já cheguei, eu volto logo. - Ele assente e eu saio da cozinha.


Vou até a sala e pego meu celular, que havia deixado no sofá. Disco o número de Annie e após alguns toques, ela atende.


- Oi, rainha. - Saúda descontraída.


- Por que tem um Rottweiler no seu quintal? - Pergunto direta e escuto seu gemido de quem fez merda.


- Puts! É o Hant, cachorro do Josh. Esqueci que ele o deixou aí. - Explica. - Mas conseguiram entrar?


- Sim, felizmente ele estava dormindo.


- Ótimo! Então enrola mais um pouquinho o seu gato aí dentro que eu vou resolver isso.


- O que você vai...


- Anjo?! - Escuto michael gritar da cozinha.


- Preciso ir, amiga. Beijo. - Digo e escuto ela soprar um beijo para mim de volta. 


Jogo o celular no sofá novamente e volto para a cozinha, vendo Michael segurando uma vassoura.


- Sinto muito, mas quebrei um copo seu. - Sorri torto e tenta juntar os cacos, mas mal sabe segurar a vassoura.


- Me dê, eu limpo. - Pego de sua mão e junto os pedacinhos de vidro que estavam espalhados pelo chão.


Terminamos de preparar a janta entre risos e brincadeiras, fizemos um suco natural e fomos para a mesa de jantar.


Nos sentamos e vejo ele experimentar da comida.


- E então, o que achou? - Pergunto ansiosa e ele me olha sem demonstrar expressão alguma, enquanto mastigava. - Fala alguma coisa!


- Está ótimo, anjo! - Ele sorri e eu também.


- Que bom, não é sempre que eu acerto o... - Sou interrompida com os altos latidos que o cachorro dá ao lado de fora, fazendo com que eu e Michael tomemos um pequeno susto.


- Será que chegou alguém? - Ele pergunta e volta seu olhar à sala.


- Eu vejo. - Me levanto rapidamente e vou até a janela que me permite a visão do portão e vejo Josh abrindo o mesmo. Ele entra e faz um carinho no animal, que para de latir, o solta da coleira e, antes de sair novamente, olha em direção a janela e dá uma piscadela quando me vê.


Ótimo! Um problema a menos.



Sorrio para ele, que logo sai junto do cachorro e volto a sentar na mesa com Michael.


- Quem era? - Pergunta, levando seu prato até a pia.


- Ninguém, deve ter passado alguém na rua. - Dou de ombros e retiro o restante da mesa. 


Fomos para o sofá e nos sentamos lado a lado, ele coloca minha perna direita no seu colo e o braço ao redor do meu pescoço.


- Vamos sair amanhã? - Pergunta alisando minha coxa e roça o nariz de leve no meu pescoço. - Um jantar especial. - Distribui beijos pela minha pele e sinto meus pelos se arrepiarem.


- Ah é? E o que terá de tão especial? - Tombo um pouco a cabeça para trás e seguro seus cabelos, enrolando os fios entre os meus dedos e puxando levemente. Ele segura minha mão e leva até sua calça, me fazendo sentir seu membro que começava a reagir.


- Ele é todo seu, sabia? - Sussurra no meu ouvido - E se o que eu planejo para amanhã der certo... Será seu para sempre. - Passa a língua pela pele do meu pescoço e segura a minha blusa, pronto para tira-la. Levanto os braços e o ajudo, ele leva as mãos ao meu sutiã e o abre com facilidade, jogando-o no chão em seguida. - Assim como seu corpo será todo meu. - Segura meus seios com as duas mãos e se aproxima novamente do meu ouvido. - Certo? - Morde o lóbulo da minha orelha. Sua voz estava rouca, me fazendo soltar um leve gemido apenas por ouvi-la. - Responda, anjo. - Pede calmo e começa a massagear meus seios.


- Certo... 


Ataca minha boca com urgência e me puxa para o seu colo, pressionando nossos corpos. Desço a boca para o seu pescoço e deixo leves mordidas naquela região, sentindo ele apertar minha bunda. 


- Tão cheiroso... - Elogio ofegante. - Você é perfeito! - Digo me afastando e acariciando seu rosto, ele apenas fecha os olhos e sorri de lado.


Sinto suas mãos segurarem mais forte meu corpo e ele levanta comigo nos braços, andando pelo pequeno corredor e entrando no primeiro quarto que encontra. Por sorte era o de hóspedes, afinal no de Annie podia ter algo do Josh e não seria nada bom se Michael visse.


Assim que passamos pela porta, eu a empurro com a mão e ele me carrega até a cama, deitando meu corpo na mesma e ficando por cima de mim. Seus beijos descem rapidamente até um dos meus seios o ele o coloca na boca, enquanto massageia o outro, sua língua passa ao redor do meu bico rígido e eu ergo as costas, levando-o mais de encontro à ele, que o solta e repete o ato no meu outro. 


Sua boca desce pela minha barriga e sua língua toca a minha pele novamente, me causando novos arrepios. Suas mãos começam a desabotoar minha calça e eu o ajudo a tira-la por completo. Ele morde os lábios ao olhar a calcinha vermelha que eu usava, era fio dental e mal cobria o meu sexo.


Suas mãos migram para a minha coxa e separam mais as minhas pernas. Ele toca minha intimidade ainda por cima do tecido e começa a alisar devagar, sem deixar de olhar minhas expressões. Fecho os olhos, mordendo os lábios com força quando ele puxa a calcinha para o lado e um de seus dedos me penetram sem aviso prévio. 


- Já está molhada, anjo... - Se aproxima do meu ouvido. - Gosto assim.


- Michael, por favor... - Peço e ele sorri, colocando mais um dedo e me fazendo apertar os olhos. 


Sua boca cola na minha e sua mão começa a se movimentar, fazendo minha lubrificação natural aumentar assim como o ritmo dos seus movimentos. Minhas mãos vão para a sua nuca e nosso beijo se intensifica, abafando os gemidos que eu soltava. 


Minhas unhas apertam sua pele quando sinto meu orgasmo se aproximando e seus dedos saem de dentro de mim rapidamente. 


- Ainda não, amor. - Diz soltando a minha boca. - Você só vai gozar quando eu estiver dentro de você, certo? - Ele leva os dedos que antes estavam dentro de mim até a boca e os chupa devagar. Seu ato só me excita mais e sinto meu sexo pulsar. Ele se inclina e nossos rostos ficam a centímetros de distância, seu nariz roça no meu devagar e sua boca encosta na minha levemente. - Ainda não me respondeu, anjo. 


- Certo. - Digo e ele sorri malicioso, descendo novamente pelo meu corpo e rasgando minha calcinha em um movimento rápido.


Sem mais demora, sua boca vai de encontro á minha vagina e sua língua pincela a mesma algumas vezes, enquanto suas mãos encontram novamente os meus seios e os apertam com força.


- Isso, assim... - Solto em forma de gemido e ergo o quadril, fazendo movimentos que intensificam seu contato.


Ele segura minha cintura com força e me prende na cama. Seguro seus cabelos, puxando forte e meu gemidos aumentam, sinto espasmos pelo meu corpo e o clímax se aproximar.


- Michael, eu...


- Anjo, ainda não. - Diz apenas e continua o que fazia.


Tento ao máximo, mas sua língua me penetra algumas vezes e eu não consigo mais segurar. Me derramo sentindo o aperto que ele dava em meus seios diminuir e seus movimentos na minha intimidade cessarem aos poucos.


Seu olhar sobe e encontra o meu, sua expressão era séria e ele começa a retirar a própria camisa.


- Você me desobedeceu, anjo. - Diz calmo e tomba a cabeça para o lado.


- É mesmo? E vai fazer o que? - Pergunto provocativa, ainda extasiada pelo orgasmo que acabara de ter.


- Não sei. - Ele olha para cima, parecendo pensar. - Quem sabe... Fazer com que não ande direito amanhã. - Joga a camisa no chão e me encara novamente. Seu olhar queimava sobre mim e o desejo estava estampado em sua feição. Suas palavras bastam para o meu corpo reagir, a excitação novamente se fazer presente e seu toque parecer necessário.


- Então ande logo com isso. - Peço e ele me puxa para um beijo sedento, urgente. 


Desabotôo sua calça e ele me ajuda a tira-la, sua ereção parecia que rasgaria a cueca pelo tamanho. Aperto seu membro por cima do tecido e o vejo fechar os olhos, puxando o ar com força. 


Abaixo sua cueca em um movimento rápido e seu membro salta para fora, me fazendo salivar ao vê-lo úmido e totalmente pronto. Michael tomba novamente meu corpo na cama, fazendo minhas costas baterem no estofado macio e termina de tirar a cueca, jogando no chão junto com o restante de suas roupas. Abro bem as pernas, ficando completamente exposta e ele me observa de cima a baixo.


- Essa visão é linda, sabia? - Diz e aproxima o rosto do meu, chupando meu lábio inferior e o puxando levemente. 


Ele segura seu membro e encaixa na minha entrada, introduzindo-o de uma só vez até o fundo.


- Ah! - Praticamente grito e seguro os lençóis com força. 


- Você é tão apertada, anjo. - Diz com a voz falha e puxa o ar entre os dentes. Seus movimentos começam sem muita pressa e enlaço as pernas ao redor de sua cintura, o trazendo mais de encontro a mim. 


Suas investidas são fundas e meu ar parece estar preso nos pulmões. O prazer triplica quando seus movimentos aceleram e ele enterra a cabeça no meu pescoço, deixando mordidas pela região.



- Você é muito gostosa, amor. - Diz próximo ao meu ouvido e eu levo minhas mãos as suas costas, fincando as unhas em sua pele e o vendo morder os lábios com força quando o faço. 


Novamente meu orgasmo se aproxima e, quando estou prestes a me derramar pela segunda vez, seus movimentos cessam e ele sai de dentro de mim. 


- Porra, Michael! - Exclamo e o olho com a pior cara que consigo fazer.


- Fica de quatro. - Ordena e toca o próprio membro, começando a se masturbar enquanto me observa obedecê-lo de bom grado.


Me viro na cama e deito o rosto na mesma, empinando a bunda em sua direção. Ele segura meu quadril e logo o sinto me penetrar forte mais uma vez, fazendo eu morder a fronha do travesseiro que se encontrava próximo.


- Mais rápido, Michael... - Peço em meio aos gemidos, sentindo uma corrente elétrica perpassar por todo o meu corpo, que treme ao se deixar levar pelo orgasmo. Sinto ele deixar um tapa ardido na minha nádega e seu líquido quente me preencher. Uma de suas mãos migra para o meu clítoris e ele o massageia devagar, sem sair de dentro de mim. 


Nossas respirações estavam descompassadas e eu sentia gotas do seu suor pingando em minhas costas, assim como as minhas molhavam o lençol. Ele sai de dentro de mim devagar e tomba o corpo ao meu lado, me puxando junto e me abraçando por trás.


Me entrego ao torpor, sentindo cada parte do meu corpo completamente relaxada, meus olhos estão pesados e o sono parece me dominar. Michael distribui beijos cálidos pela minha nuca, que só me deixam mais relaxada.


- Eu te amo, anjo. - Fala calmo.


- Eu também te amo. - Me viro com dificuldade e enterro a cabeça em seu pescoço.


- Ainda não esqueci o que fez. - Diz baixo próximo ao meu ouvido. - Não durma, daqui a pouco vamos tomar um banho juntos. - Sussurra divertido e deixa um último beijo na minha testa, fechando os olhos em seguida.



Puta merda!


Notas Finais


...


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