História Uma luz no meio da escuridão - Capítulo 31


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Drama, Musica, Romance
Visualizações 10
Palavras 2.142
Terminada Não
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem não estar postando mts capítulos ultimamente. É que ando meio desanimada com a fic. Prometo me esforçar para postar mais capítulos.

Capítulo 31 - Definitivamente


Fanfic / Fanfiction Uma luz no meio da escuridão - Capítulo 31 - Definitivamente

Suga narrando....

Já é 13:36 da manhã quando decido me levantar da cama. Vou ao banheiro e assim que me olho no espelho deixo um longo suspiro escapar. Estou destruído. Tenho olheiras profundas graças a noite mal dormida, cabelos bagunçados e uma cara horrível de arrependimento, culpa e ansiedade. Jogo uma água no rosto para "acordar" e vou até o box do banheiro. Entro e deixo que a água gelada caia por meu corpo e leve com ela meus pensamentos mais dolorosos. Tento acalmar meus pensamentos enquanto me permito tomar um banho demorado, mas nada apaga a imagem da Carol saindo correndo enquanto chorava depois de ver aquela desgraçada me beijando. Eu a magoei. Eu a fiz chorar. Meu peito dói tanto....

Começo a me sentir ainda mais mal do que antes ao me recordar da cena e, desapontado comigo mesmo, solto um grunhido frustrado. Respiro fundo e tento me acalmar antes de sair do banho. Assim que me acalmo e termino minhas higienes matinais saio do banheiro e caminho até a cozinha, pensando no que faria para comer.

Os meninos haviam bebido demais na noite anterior e estavam acabados. A essa hora todos deviam estar dormindo, então espero encontrar a cozinha vazia. Mas não é isso que acontece. Assim que adentro a mesma me encontro com Jimin que bebe um café calmamente. Ele me olha adentrar a cozinha sem dizer uma palavra. Ele estava destruído pela noite de bebedeira, mas destruído ou não ele não deixou de prestar atenção em meus movimentos um momento sequer. Quando enfim me sento a mesa não demora muito para que ele quebre o silêncio, numa voz um pouco sussurrada e rouca.

-Como foram as coisas lá?-Questiona e não preciso nem perguntar sobre o que está falando.

Bagunço meus cabelos com um suspiro.

-Pelo visto não foram nem um pouco boas.-Sorri triste.

-Não mesmo. Parece que não importa o que eu diga ela não acredita em mim.-Fito meu café da manhã enquanto me lembro de sua atitude fria.

-E você acreditaria se a flagrasse se pegando com outro cara no mesmo dia em que você planejava se confessar?-Questiona cético.

-Não...Pera....COMO ASSIM CONFESSAR?-Digo quase berrando e ele faz uma careta pela dor de cabeça.-Desculpa....agora me explica que história é essa.

-Ontem quando fui pegar mais bebida para mim me encontrei com a Sook. Ela já estava bem bêbada e não falava coisa com coisa. Mas num determinado momento ela deixou escapar que a Carol havia lhe dito que estava pensando se confessar para você nessa festa. -Diz calmamente.

Perco meu chão com a nova informação. Não posso acreditar que se não fosse pela desgraçada da staff a noite poderia ter sido bem diferente e mais agradável para ambos os lados. Meu punho se fecha com força e me seguro para não esmurrar a mesa ou derrubá-la. Eu sou um idiota. Como pude fazer isso com ela quando a mesma estava para confessar-se? Mas logo a raiva e culpa é substituída pela melancolia e desespero. E se ela tiver desistido de nós por causa disso? E se ela deixar de me amar e começar a me odiar?  Muitas hipóteses se passavam por minha cabeça e nenhuma delas era boa. Jimin parece perceber isso, pois o mesmo me lança um sorriso gentil e reconfortante. 

-Pela sua cara deve estar pensando coisas horríveis, não é?-Assinto.-Então por quê ao invés de ficar com a bunda nessa cadeira pensando o pior, não vai atrás da Carol para conversarem?-Sugere e assinto.

-Irei assim que terminar de comer.-Respondo.

Ele sorri e se levanta pondo sua xícara na pia e batendo de leve em minhas costas.

-Boa sorte.-Diz e logo saí da cozinha. Ouço o barulho da porta e me pergunto vagamente aonde ele vai. Mas logo me desvencilho desses pensamentos e me concentro em comer rapidamente para ir atrás da Carol.

Depois de alguns minutos já estou do lado de fora a caminho do estacionamento. Entro no carro ansioso e vou o mais rápido que o trânsito permite até o prédio das meninas. Chegando lá estaciono e me identifico com o porteiro que logo me dá livre acesso. Subo pelas escadas mesmo, na impaciência de pegar o elevador. Quando chego ao andar das garotas estou com minhas mãos nos joelhos tentando recuperar o fôlego que perdi. Assim que me recupero, caminho até a porta e aperto a campainha, Tenho de apertar algumas vezes até a porta ser aberta por uma Sook totalmente acabada de pijama e cara amassada.

-O que quer?-Pergunta após um bocejo.

-Preciso falar com a Carol.

-Acho que ela saiu.

-OI?

-Ela não está em casa, senão teria sido ela a abrir a porta e não eu.

-Tem certeza disso?

Ela bufa e me dá a passagem para que eu mesmo cheque com meus olhos. Entro e confirmo que ela não estava lá.

-Sabe onde foi?-Pergunto e a mesma nega com a cabeça.

Me despeço e saio dali tentando pensar em possíveis locais onde ela poderia estar. Ligo em seu celular mas cai na caixa postal. Ligo e mando várias mensagens na esperança de que ela atenda e possamos conversar para consertar o que errei. Mas é em vão. Suspiro e caminho até meu carro pronto para rodar Seul inteira se necessário.

[...]

Já são 21:19 e ainda estou em meu carro a procura da Carol absolutamente sem esperanças quando recebo uma ligação da mesma. Atendo rapidamente.

-Alô?-Digo com o coração a mil.

-Alô?-Uma voz masculina diz e torço o nariz.-Por acaso o senhor é o namorado da dona do telefone ou próximo a mesma?

-Sim.-Digo seco.

-Então poderia vir ao bar que fica em frente ao supermercado na rua principal de Hongdae? Sou o barman daqui e acho que seria melhor se o senhor viesse buscar a senhorita. Ela não parece muito bem....-Assim que ele diz isso sou tomado por uma preocupação grandiosa.

-Estou a caminho.-Digo e desligo.

Acelero o carro e saio cortando as ruas de Seul. Talvez eu tenha ultrapassado alguns limites de velocidade? Talvez. Mas depois me preocupo com as multas e esse pequeno problema. No momento a minha morena era mais importante. Depois do que me pareceram horas chego ao tal bar em Hongdae. Estaciono e saio do carro correndo. Entro no bar e varro o local com meus olhos até encontrar uns cachinhos familiares. Me aproximo um pouco mais tranquilo da mesa mais ao canto do bar. Assim que me sento na cadeira ao seu lado me ponho a observar-la. Ela estava de cabeça abaixada na mesa de modo que não pude ver seu rosto, ao seu redor estavam várias garrafas de soju vazias e seu celular estava ao lado junto com sua bolsa.

Acaricio seus cabelos e a chamo. A mesma ao ouvir minha voz levanta lentamente sua cabeça e a visão que tenho me parte o coração. Seus olhos estavam vermelhos pelo choro, seu rosto inchado e seus lábios tremiam levemente. Ela me encara de forma triste por alguns instantes antes de sorrir forçado.

-Veio até aqui para me fazer sofrer mais?-Diz com a voz embolada, partindo mais ainda meu coração.-Veio aqui para ver o quão fraca eu sou? Ou veio para comprovar que realmente caí nos seus joguinhos?-Ela ri brevemente.-Se veio pela última opção já pode ir embora com sua comprovação.-Me olha com certa raiva e tristeza no olhar.-Sabe, eu realmente me apaixonei por você. Eu realmente caí nos seus joguinhos. Eu decidi confiar em você. E olhe só no que acabou acontecendo. Aconteceu exatamente o que eu temia.-Vira seu olhar para uma das garrafas que ainda continha um pouco de soju. A mesma tenta pegar a garrafa, mas sou mais rápido e a pego primeiro.-Ya! Me devolva isto!-Ela tenta pegar, mas graças a bebida ela não consegue sequer se aproximar de mim antes de quase cair da cadeira. A seguro antes de um desastre e suspiro.

-Carol, você não pode beber tanto assim. E se algum homem mal intencionado aparece e lhe faz algum mal? O que pretende fazer estando completamente bêbada?-Digo apavorado com a ideia.

Mas para a minha surpresa ela começa a rir. Rir não, gargalhar.

-Como se você se importasse comigo.-Diz irônica e mais uma vez meu coração se aperta.

-É óbvio que me importo com você.

-Não foi o que pareceu ontem.

Ai.

-Eu já lhe disse que não foi minha culpa.-Digo baixinho.

-E eu já lhe disse que não era o que parecia.-Responde e num movimento rápido, porém meio desengonçado ela consegue tomar a garrafa de minhas mãos.

Antes que eu consiga fazer algo a mesma vira o líquido de forma precisa e põe a garrafa na mesa. Ela levanta a mão pronta para pedir mais uma garrafa, mas a impeço. Pego dinheiro o suficiente pelas bebidas e deixo na mesa, enquanto a puxo para fora daquele lugar com seus resmungos e reclamações.

-CAROL!-Exclamo um pouco irritado e a assusto. Respiro fundo e me acalmo.-Por favor, para de tentar se desvencilhar de mim e me deixa cuidar de você somente dessa vez!-Quase imploro para a mesma. Ela assente e me deixa levá-la até o carro.

A ajudo a se sentar no banco e por o cinto, logo em seguida deixado seus pertences na parte de trás e indo para o banco do motorista. Dou a partida e começo a pensar o que farei com a morena ao meu lado. Sook está quase tão destruída quanto ela, não teria condições de ajudá-la. Não levarei ela para casa porque sei que ela se sentiria desconfortável mais tarde. Só me resta uma última opção: o meu apartamento. Tenho um apartamento em Gangnam no qual costumo ir quando quero ficar sozinho. Na verdade, não sou o único que tem um apartamento para quando quero ficar sozinho, os meninos também tem seu próprio ap.

Paro num semáforo e tomo fôlego antes de me virar para a morena e lhe contar onde estamos indo. Mas assim que me viro me surpreendo ao ver que a mesma caíra no sono e dormia calmamente. Sorrio ao vê-la tão calma. Sem resistir levo minha mão até seu rosto, onde começo a acariciar sua bochecha. Ele resmunga um pouco durante seu sono chega mais perto para receber o carinho. Não consigo evitar um sorriso. Como sentia falta disso. De poder acariciá-la enquanto ela dorme tranquilamente....De estar perto dela novamente.

-Me desculpa por te fazer sofrer minha linda.-Sussurro mesmo sabendo que ela não pode me ouvir.-Eu nunca quis te machucar. Eu jamais machucaria a mulher que amo propositalmente.-Deixo que uma lágrima solitária caía por meu rosto ao me lembrar de tudo que a fiz passar. Rio baixinho e limpo meu rosto, voltando a prestar atenção à estrada.

[...]

Assim que estaciono o carro, dou a volta no mesmo e pego a bolsa que havia deixado na parte traseira e pego minha morena em meus braços. Caminho até o elevador e aperto no último andar: a cobertura. Enquanto o elevador sobe fico a observar a linda brasileira que carrego nos braços. Observo seu rosto sereno e me pergunto com o que será que ela está sonhando. Sorrio um pouco e logo ouço o barulho do elevador se abrir. Cumprimento alguns guarda costas que estavam na porta e caminho para dentro da cobertura. Mas então me lembro de algo e me viro para o homem de preto ao lado do elevador.

-Do Yoon?-Chamo.

-Sim senhor.-Responde se aproximando.

-Preciso que pela manhã vá até uma loja de roupas femininas e compre algumas roupas para esta mulher.-Digo e o mesmo assente e se curva, voltando ao seu posto.

Volto a caminhar até meu quarto(quarto da foto) e assim que adentro o mesmo coloco a Carol do modo mais cuidadoso que consigo para não acordá-la. A cubro com o cobertor e deixo um selar em sua testa, antes de ir na cozinha pegar um remédio para dor de cabeça e água para por ao lado da cama, para quando a mesma acordar. Depois vou ao banheiro tomar um banho rápido e me arrumar para dormir. Depois de fazer tudo o que precisava e mandar uma mensagem para Jin dizendo que estava no meu ap, caminho até o outro lado da cama e me deito ao lado da minha morena a abraçando pela cintura e ela logo se aconchega em meus braços. A abraço um pouco mais forte desfrutando de sua presença. Ah....como eu sentia saudade de dormir assim com ela....como senti saudade de seu cheiro, seu abraço e acima de tudo sua presença.

Sorrio novamente com meus pensamentos. E então tomo uma decisão: farei de tudo para fazer com que ela volte para mim. Para que nunca mais fiquemos separados novamente. 

Eu definitivamente não a deixarei ir embora novamente.

 


Notas Finais


me desculpem pelos erros


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