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História Uma Noite em Central City - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


OLÁ LEITORES!!!!! Matheus aqui!
Bom, depois de ver os episódios finais do Crossover, me senti na obrigação de escrever sobre esse casal que já tem um certo tempo que queria postar aqui.
Espero que gostem!

Capítulo 1 - ONESHOT - Capítulo Único


PÓS CROSSOVER – ELSEWORLDS - PRÉ CRISE NAS INFINITAS TERRAS

 

Oliver repousa cansado em sua base secreta após ter carimbado sua morte. Sabia que havia feito a melhor escolha, mas o peso da decisão o atingiu naquela noite, deitado, sozinho em uma das camas pouco confortáveis. Seu corpo, ainda dolorido da batalha, encontrou certo relachamento naquele local. O motivo de existir, salvar pessoas, e isso trazia paz para sua decisão.

 

Se sacrificar por Barry Allen valia a pena.

 

ALGUNS MESES DEPOIS

 

Ele não sabia quanto tempo ainda tinha de vida, mas aproveitou cada segundo para fazer o seu máximo para sair sem arrependimento algum. Mas ainda faltava uma coisa, um único sentimento que nutriu por anos e anos, mas jamais teve a coragem de manifestá-lo. E agora ele não tinha nada a perder, e estava pronto para que sua morte não levasse também todos os seu desejos.

 

- Barry. - disse após ouvir um alô cansado do outro lado da linha. Eram 2 horas da manhã de um sábado frio em Central City, ele havia acabado de se registar em um hotel na cidade. - Sei que é tarde, mas preciso falar com você.

 

- Oliver? - O velocista disse com uma voz arrastada de quem fora acordado de um pesado sono. - Tá tudo bem?

 

- Sim Barry, tudo bem. - O sorriso em ouvir aquela voz doce brotou em seu rosto. - Estou em um hotel não muito longe da sua casa.

 

Uma ventania seguido por diversos raios pegou o loiro de surpresa. Na sua frente surgiu um rapaz belo, alto e esguio, suas expressões joviais escondiam os 30 anos vividos. Para Oliver, Barry sempre pareceria aquele garoto recém formado que conheceu quase 7 anos atrás.

 

O rosto sonolento, cabelo bagunçado e o pijama largo que ainda usava fizeram com que Oliver admirasse ainda mais a beleza humana do homem em sua frente.

 

- Tá tudo bem? O que faz aqui a essa hora? - Barry caminhou até a cama, sentando na ponta para ouvir o que o amigo tinha a dizer.

 

- Sim Barry… Bem, na verdade eu tenho algo pra dizer. - O nervosismo tomou conta de Oliver. Agora, ali, frente a frente com seu amor secreto, parecia uma ideia idiota e juvenil, sair no meio da noite para se declarar para um homem casado. Ambos casados, na verdade. - Eu… Desculpa, foi um erro.

 

O mais velho se levantou, percebendo o quão idiota foi sua atitude e só queria voltar para casa. Mas a velocidade de Barry mais uma vez o surpreendeu.

 

- Oliver. - Barry olhou no fundo dos olhos do arqueiro, como se entendesse tudo o que ele estava passando, tudo o que ele queria dizer. - Não diga que não é nada quando nós dois sentimos isso.

 

- Mas é tão errado. - Nesse momento o loiro mostrou uma sensibilidade que Barry jamais tinha visto dele. - Felicity, Iris...

 

- Isso não parece errado pra mim. - Ele levou sua mão até a face do homem em sua frente, com delicadeza, e fixou seus olhares. - Não quando alguém aparece em outra cidade, na madrugada, pra dizer o óbvio.

 

O beijo ocorre em seguida, lento e tímido, causando certa estranheza em ambas as partes. O toque molhado dos lábios transimite um pequeno calor para ambos, que sorriem quando se separam.

 

- E agora? - Oliver pergunta.

 

- Bom, você tem um hotel reservado. São quase 3 da manhã e agora eu estou bem acordado. - O mais novo olha em direção a sua calça, onde um volume cresce. - Acho que isso responde.

 

O segundo beijo ocorre com mais intensidade, os braços forte de Oliver agarram o rapaz e seus corpos colidem, espalhando a primeira faísca de prazer. As mãos de ambos exploram o corpo alheio, apertando e aproximando-os ainda mais, sem que suas bocas se desgrudem. Oliver sente as ereções se tocarem por entre tecidos e naquele momento não há dúvida de que eles se desejam.

 

Ele retira a camisa do pijama de Barry para ver seu corpo magro e definido todo pra ele, e leva sua boca até o pescoço do homem. Seus lábios quentes fazem o caminho até o mamilo direito do velocista e ouve o primeiro gemido saindo de sua boca. Satisfeito, ele desce até o calça larga, que guarda uma elevação na área abaixo da cintura, e logo liberta os 19 centímetros do rapaz.

 

Sua boca logo engole a glande de Barry, ainda tímido com a primeira tentativa de sucção, mas aos poucos coloca mais e mais do membro em seu interior. O mais novo geme alto ao sentir a boca quente e úmida estimulando seu pênis e leva sua mão para a cabeça de Oliver, forçando os movimentos de vai e vem enquanto sente o tesão se espalhar pelo cômodo.

 

Ajoelhado e com o pau quase todo na boca, Oliver usa suas mãos para percorrer o corpo do outro, apertando as nádegas, arranhando-lhe as costas e segurando forte nas coxas dele enquanto engole quase todo o membro.

 

Quando libera o membro, seu olhar se encontra com o do rapaz e eles se engajam em mais um caloroso beijo enquanto se dirigem para cama. Oliver deita de costas e Barry fica por cima, passando a mão pelo tecido da camisa que o loiro ainda veste até chegar na ereção que forma em suas calças.

 

Sem delongas, seu rosto fica de frente para o volume e ele logo trata de retirar o membro das calças apertadas. Revelando um grosso pau de 17 centímetros que ele logo envolve completamente em sua boca, como um profissional que já havia feito aquilo diversas vezes.

 

- Ah Barry, tão bom… - Oliver geme ao ser sugado com volúpia e sente prazeres que jamais sentiu com mulher alguma. As mãos ágeis do velocista foram até as bolas fartas do homem e massageavas enquanto engolia todo o pau do loiro.

 

Oliver, que revirava os olhos de tanto prazer teve que retirar o pau da boca de Barry antes que gozasse cedo demais, e assim partiram para mais um beijo caloroso. Agora ambos estavam completamente nus e sentiam o calor emanar de seus corpos como se fosse o prórpio desejo que sentiam sendo libertos. Os paus estavam comprensados um contra o outro, deixando-os ainda mais duros e com mais desejos.

 

- O que quer fazer agora? - Barry perguntou,levando sua mão até a bunda do outro, buscando a entrada e colocando um dedo no interior de Oliver.

 

- Tudo. - Ele respondeu, ficando de quatro e empinando sua bunda para que Barry fizesse o que quisesse com ele.

 

Com um sorriso no rosto e um pau mais duro do que nunca, Barry se posicionou e colocou seu pau na entrada virgem de Oliver, que agradeceu posteriormente que o mais novo tivesse um membro fino. A penetração foi dolorida no começo, mas logo se tornou tão prazerosa que Oliver gemia sem qualquer constrangimento a cada estocada que sentia em seu interior.

 

- Mais fundo, Barry! - Ordenou, sentindo dessa vez toda a extensão ser colocada em seu interior e gemendo mais do que nunca ao sentir a invasão.

 

- Quem diria que Oliver Queen gostava de tomar no cú. - Barry riu, ouvindo uma leve risada vindo do loiro, mas logo foi substituída por um gemido.

 

- Não vai ficar só assim não… Ahh. - Gemeu novamente, quando Barry aumentou a velocidade. - Você vai sentir o mesmo daqui a pouco.

 

E ao ouvir isso, Barry sentiu seu cú piscar de tesão e se retirou por completo de Oliver, posicionando-se de costas do outro lado da enorme cama e levantando suas pernas.

 

- Eu quero ver seu rosto, enquanto me fode. - Disse, e ambos sorriram felizes.

 

Oliver posicionou seu grosso membro na entrada de Barry e forçou a entrada. Um grito de dor seguiu, mas ele manteve seu pau dentro, movimentando momentos depois, sentindo o calor do homem envolver seu membro.

 

- Ah Ollie, você é grosso. - Barry disse, levando a mão ao seu pênis e começando a se masturbar enquanto acostumava com a grossura alargando-o.

 

O comentário deixou o loiro com mais tesão e ele começou a se movimentar, retirando parte do membro e colocando com força de volta. Fazendo o outro rapaz gemer e gritar a cada metida.

 

- Gosta disso? - Perguntou, metendo de uma vez só seus 17 centímetros.

 

- Me fode! - Gritou.

 

E assim ele o fez, se movimentando rápido e bruscamente, fazendo todos os músculos de seu corpo se enrigecer enquanto metia fundo em Barry. Seu corpo estava quente e o suor escorria, junto com o cheiro de sexo que se espalhou pelo quarto. Barry se masturbava na mesma intensidade e quase em perfeita sintonia gozaram fartamente.

 

O velocista sentiu o próprio líquido banhar seu corpo enquanto seu interior era repleto pelo esperma de Oliver. Ambos claramente satisfeitos e ofegando depois de um sexo tão gostoso.

 

O loiro caiu sobre o corpo do mais novo, sentindo o calor da porra do outro encostar em seu corpo, mas ele não ligou, nada que um banho pela manhã não resolvesse.

 

Eles deram um longo beijo antes de dormirem, com um sorriso estampado no rosto.

 

FIM


Notas Finais


Bom, é isso...
Espero que tenham gostado!!!!
Até a próxima!


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