História Uma noite em minha casa - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Lemon, Romance, Yaoi
Visualizações 30
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura! Desculpem os erros...

Capítulo 5 - Mudanças


Pois não? Yuno?-respirei fundo e simplesmente o abracei, nem mesmo liguei para o nome que ele ousou me chamar.- O que aconteceu? Você tá todo molhado e gelado. Pelo céus você vai acabar adoecendo assim. Vem entra.-ele me puxou pra dentro de casa.- Vamos subir e você vai tomar um banho quente. -foi o que eu fiz. Depois do banho eu desci e sentei no sofá. -Pega. -Era uma sopa quentinha.

-Obrigado.- depois de comer eu fiquei meio sem reação ou ação. Mas ele era a única pessoa com quem eu podia contar agora.

-Yato começa a falar e nem vem dizer que é complicado, quero explicações agora.- me encolhi no canto do sofá. Olhei pra ele e sorri.

-Eu te falo o nome que eu usava antes e você começa a me chamar por ele. Quando eu completei 18 anos eu mudei pra Yato oficialmente, então me chama de Yato . Yuno é um nome que me trás más recordações.

-Não muda de assunto, quero que fala o que aconteceu pra você aparecer aqui nesse estado.-o olhar dele era sério.

-Eu amei o pedido de namoro, amei a forma delicada e atenciosa que você fez tudo, foi lindo. -começo a chorar.- Tava tudo perfeito, até eu chegar em casa. Minha mãe...minha...ela...-não consigo termina e abraço forte ele.

-Ei, ei, calma. Se você não quiser falar, não precisa.-ele entrelaçou seus braços de forma apertada em minha cintura.- Tudo bem. Eu tô aqui, tá!

-Depois que você saiu minha mãe perguntou que porcarias eu tava fazendo. Eu pensei que ela aceitasse o fato que eu sou gay, mas na verdade ela pensava que era só uma paranoia da minha cabeça juvenil. No fim ela disse que eu era nojento, um lixo, que não era filho dela e que era pra me sumir e se afastar do meus irmãos pra não contamina-los. Ela me jogou fora.-apertei ele e enfiei meu rosto no vão do seu pescoço. -Agora eu não sei o que fazer. Eu só tinha eles. Eu quero morrer, sumir. Eu quero que ela me aceite. -ele começou a acariciar meus cabelos.

- Vai morar comigo. -olhei pra ele.

-Hã?

-Vai morar comigo a partir de agora. Eu não aceito não como resposta. Sua mãe é uma mulher sem cárter, escrúpulos. Eu não vou nem xingar ela que pra não gastar minha saliva direcionando palavras a pessoas baixas. Presta atenção, foda-se ela. Você não vai morrer e nem sumir. Você vai morar comigo e viver sua vida. E nada de mendigar atrás dela pela aceitação, você não precisa que os outros te aceitem é você que têm que se aceitar. Eu sei que é difícil, mas nada de afundar em um abismo.-ele secou minhas lágrimas. -Vamos dá um jeito de você vê seus irmãos. Aprende com seu namoradinho, os problemas só se tornam maiores porque fazemos eles serem.-ele olhava pra me de uma forma que passava todo conforto e carinho do mundo.

-Liney, eu não posso morar com você. Começamos a namorar agora, as coisas vão acabar dando errado.

-Só vão dá errado se você pensar que vão. Não têm nada de mas em morar juntos. Vamos fazer dá certo.

-Eu não posso. Não vou me sentir a vontade. Prefiro alugar um lugar.-então caí a ficha. -Merda.

-Não foi você que me disse ontem que gastava todo seu dinheiro ajudado em casa?

-Vou dá um jeito.

-O jeito já tá dado. Se você tá se sentido mal por morar aqui sem pagar, vamos fazer assim.- ele colocou minhas pernas no seu colo.- Eu pago a luz e você a água, eu pago a Netflix e você a internet, eu pago o gás e você a tv por assinatura. Eu lavo a roupa e você às louças, eu vou varrer e você passar o pano, você tira às roupas do varal e eu enxugo as louças, eu lavo o banheiro e você a cuida do jardim. Uma semana eu faço o café da manhã e você o jantar, na outra a gente troca e assim por diante. Vamos fazer uma lista na hora de ir pro supermercado, você compra metade das coisas e eu outra metade. Você não paga aluguel e nem eu, porque essa casa é minha. Se eu tiver esquecido alguma divisão nós se ajeita depois. -eu não sabia se continuava sem expressão ou se ria do que ele acabou de falar. Eu ri.

- Isso parece coisa de gente casada.

-Mas não é. É coisa de casal moderno. Vai ser assim.-aquela ideia tinha sido boa. Eu realmente não queria morar com ele sem contribuí em nada.- E não se preocupa, a casa têm três quartos. Um já é seu.

-Tá. Eu vou aceitar. -no fundo eu tava aliviado, eu não provavelmente não co seguiria morar sozinho e não tenho amigos também.

-Vou logo avisando eu mando no controle da tv.

-Mas é eu que vou pagar a tv.

- Eu pago a luz.-ele disse rindo.- Vai dá tudo certo.

-Okay.

Depois de tudo aquilo eu deitei no colo dele e passámos o dia assim. Falamos sobre algumas coisas aleatórias e uma vez ou outra eu começava a chorar. Ele contou algumas coisas sobre ele pra mim. E eu quase morro com a surpresa. O moleque pegador e preguiçoso era acionista de uma empresa de investimento. Vê se pode? Pode, porque ele era. Segundo ele quando seu avô morreu deixou um herança no seu nome e ele usou essa grana pra se torna sócio na empresa. Desde então ele se sustenta e mora sozinho. Disse também que não faz ideia de onde tá sua mãe. Além disso ele já morava só desde os 16 anos. Eu fiquei besta.

Já era noite e eu ainda tava jogado no sofá.

-Vou pedir uma pizza.

-Hum.

-Ei

-Hum?

-E suas roupas? -outro choque. Todas as minhas coisas haviam ficado em casa.

-É uma boa pergunta.

-Quando vai buscar?

-Amanhã depois da escola.- começam a bater na porta.-Eu abro.

-Certo. Você abre a porta e eu fecho.- ele grita lá da cozinha e eu começo a ri. Abro a porta.

-Liney eu tô com fome. Pede comida chinesa. (Pietro).

-Nem vêm, ele vai pedir japonesa. (Lieve).

-Mano, contanto que seja comida pode ser até de marte.(Haruma).

-Quem é o cara de anjo?.(Pietro).

-Cara de anjo?-Yato.

-O que vocês estão fazendo aqui?-Liney. 

-Temos um problema e precisámos da sua sabedoria.(Lieve).

-Liney? -olhei pra ele, mas fui atropelado pelos garotos que invadiram a casa.

-Meus amigos/ problemas.-Liney disse rindo. Os moleques haviam habitado o sofá.

-Quem é ele?.(Haruma).-falou apontado pra mim.

-Meu namorado. -Liney disse me abraçando.

-Ah, seu namorado. (Lieve).

-Seu o quê? (Haruma).

-Yato esse é Hauma- um esquisito com cabelo vermelho-, esse é Lieve-alto com óculos e cabelo loiro-, e por fim, Pietro- olhos azuis e cabelo azul.- Galera esse é o Yato. Meu boy.-ele me deu um selinho.

-Você é gay?-Haruma.

-Sim. Alguma problema?

-Sempre achei que fosse.-Lieve

-Olha, deixa a vida amorosa dele de lado. Bem, prazer Yato nós somos uma manada. E como você namora ele-apontou para o Liney- faz parte dela agora, então ajuda a resolver o problema.

-Tá. -disse rindo.

-Qual seria o problema? -Liney. 

-Lieve é chifrudo.-Haruma.

-Não sou babaca.

-Sim é.-Pietro

-Naguisa, a peguete dele, tava no colo de outro com a cabeça enfiada no pescoço do cara e lambendo. Fora o beijo na boca. Se isso não for traição não sei o que pode ser.-Haruma.

-Talvez eu seja.-Lieve.

-E qual o problema?.-Liney. 

-Queremos que ele desconte, mas não sabemos com quem. -Pietro.

-Como que a gente vai ajudar?-falei.

-Pensei que Liney podia falar com o Murassame.

-Ele é homem, eu fico com mulheres. -Lieve.

-Liney também ficava e olha ele agora, namorando um homem. -Haruma

-Tá eu falo.

-Só cuidado pra ele não pedir nada em troca.-Pietro.

-No caso, você. -Haruma.

-Como é? -perguntei.

-Yato não deixa. Murassame é xonado no Liney. Se ele aceitar provavelmente vai pedir uma noite de vucuvucu com ele.-Lieve. Olhei pro Yato.

-Isso não vai acontecer. Ele não é xonado em mim. Deixem de besteiras. Relaxa.-ele disse olhando pra mim.

-Eu acho bom.-falei dando um tapa no seu ombro.

-Uia o garoto é cimento. -Haruma.

-Tô com fome.-Pietro.

-Todos estamos. -Lieve.

-Vocês são um bando de esfomeados.- Liney.

-E você é o nosso líder. -Haruma. Alguém bate na porta.

-Eu abro.-eram as pizzas.

-Opaaaaaa-Haruma. -Ótimo.

-Hora de rangar.-Pietro.

-Passa pra cá. -Lieve.

-Por algum motivo eu tive um pressentimento de pedir quarto. Que bom que fiz isso. Yato pega uma.-eu pegui e vi cada um dos meninos agarra uma também.

-Sério isso?-falei rindo.

-Vocês são bonitinhos juntos.-Haruma.

-Né. Você fica muito melhor com esse carinha ai.-Lieve.

-Vocês tá sabendo que vão xingar vocês na escola né? -Pietro.

-Qualquer um que disser alguma coisa vai pro hospital logo em seguida.- Liney. 

-Por isso que andámos com você. Me sinto em segurança ao seu lado.-Pietro.

-Seu amigos são engraçados. -sussurrei no vido dele.

-Não viu nada.

A noite foi bem engraçada. Rimos muito. Os amigos Liney são uma comedia, eles brigavam o tempo todo e faziam as pazes logo em seguida. Por algumas horas eu me distraí tempo o suficiente pra não lembrar de nada que aconteceu com minha mãe, mas agora eu tava sozinho no quarto e tudo que eu pensava levava aos acontecimentos de ontem. Tudo era tão doloroso.

-Vai mais pro lado.-me assustei com a voz.

-Liney?-ele deitou do meu lado.

-Quanto eu ganho se eu adivinhar no que você tá pensado.

-Um beijo. -falei abraçando ele.

-Pensa em mim. Deixa o que aconteceu ontem pra lá.

-Não consigo.-ele me envolveu nos seus braços. Fiquei com a cabeça perto do seu pescoço.

-Vou dormi com você hoje.-ele levou sua mão para os meus cabelos e começou a fazer um carinho. Liney era tão cheiroso. Aquele perfume leve invadia meu nariz e proporcionava uma sensação de calma. Ele beijou minha testa e eu dei um beijo no seu pescoço. E foi assim que fomos dormi, bem agarradinhos.



Notas Finais


Espero que tenham gostado...


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