História Uma noite; Kiribaku - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Mina Ashido
Tags Bakushima, Bnha, Kiribaku
Visualizações 94
Palavras 1.774
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu ia postar amanhã, mas fiquei muito ansiosa, rs
Assim, eu sou apaixonada pela Jirou, Sero, Mina e TodoDeku, então vai ter muita aparição deles :D
Comecei com a Jirou e a Mina pq neh, minhas divas
E vai ter bastante demonstração da amizade do Bakugay e da Jirouzin~

ENFIM

boa leitura,~

Capítulo 3 - O verdadeiro primeiro capítulo


Kirishima

 

Era uma noite muito calorenta, eu havia acabado de tomar um banho para ver se o calor passava, o que admito que não ajudara muito, mas deu uma refrescada.

Eu estava com o cabelo ainda molhado e para baixo e molhando um pouco minha camiseta. Para minha sorte, meu gel havia acabado.

Eu estava um pouco cansado, até porque, já era tarde.

Ouso batidas fortes e rápidas na porta.

“Quem é que me veio atormentar? E justo agora?”; eu ri por estar pensando algo assim. Deve ser o cansaço.

Levantei-me para abrir a porta, e, quando abro, me deparo com uma garota de cabelos curtos e rosa, pele rosada e olhos de fundo preto, parecendo um guaxinim. Era Mina Ashido, uma colega da UA. Fiz uma cara assustada logo que percebi que Mina não estava sozinha, Bakugou Katsuki estava apoiado na porta, com uma face desagradável, na verdade, ele não parecia nada bem, estava pálido, soando e com a respiração frenética.

— M-Mina? Bakugou? O que ouve? — Comecei a ficar desesperado. O que os dois faziam ali? E por que Bakugou estava tão mal?

— Kirishima! — Ela parecia estar grata por eu ter atendido. — Bakugou está mal e não quer ir à enfermaria e nem ser consultado, ele esta sendo um chato total! E-então… Pensei em deixa-lo aqui, até porque é melhor ele dormir mal, mas com alguém o vigiando do que ele sozinho!

— Que? Bem, foda-se, mas o que ouve? Não me explicou muito bem…

— Bakugou simplesmente começou a passar mal depois de tomar sei lá o que, que encontrou na cozinha. E você é o único que o suportaria uma noite inteira! — Ela sorriu de canto e pôs uma mão na nuca. Ela parecia esconder algo, mas ignorei, ela nunca faria nada ruim, acho.

— Ok, ok. Poderia me lembrar de por que raios ele não está num hospital? — Perguntei, tentando manter controle sobre mim mesmo.

— Aaaah… Ele simplesmente não quer! — Mina disse, desviando olhar.

— Certo, a essa altura ele não está disposto a querer nada… — Eu o olhei, ele não prestava atenção em algo fixo, estava apenas com a face branca, mas suas maças de seu rosto estavam vermelhas como um tomate.

Bakugou estava quase dormindo encostado na parede.

— Muito bem! Passo a noite com ele. — Falei sem pensar. Sério Kirishima? Ele deveria estar no hospital!

Mina empurrou Bakugou para cima de mim, o que o fez acordar de seus pensamentos.

— Mas que merda? — Ele disse meio confuso.

– Ah! Bakugou, já que não queria ir ao hospital, te deixei com o Kirishima! — O loiro corou completamente. — Ele vai ficar com você até de manhã, depois você se vira, sei lá. — Logo depois disso, ele resmungou algo ilegível.

Assim Mina saiu sorrindo, e logo deixou um loiro que mal conseguia andar sozinho e um ruivo confuso para trás.

Entrelacei meu braço com o de Bakugou, para ajudá-lo a entrar em casa. Assim que meu braço entrou em contato com o de Bakugou, o loiro perdeu o equilíbrio, por algum fucking motivo que eu não percebi, e logo já estava deitado e caído no chão.

— Bakugou? — Antes de nem sequer pensar em fazer algo, peguei Bakugou no colo e o levei até minha cama, aonde o deitei. — Você está bem? Passei a mão na testa do loiro, que estava cobrindo o rosto com as mãos.

Foi ali que me toquei… Foi ali que vi o porque de Bakugou estava tão “mal”…

 

Narrador.

 

 O corpo de Bakugou estava quente, a bebida que o fez ficar daquele jeito foi, na verdade, um plano de Mina para juntar seus dois melhores amigos.

O líquido fez com que o corpo do loiro ficasse extremamente sensível a qualquer toque. Kirishima sabia do que se tratava, pois a rosada comentou sobre um líquido que deixava as pessoas sensíveis, mas sóbrias, mas se tinha sido ela, Kirishima não sabia e nem se importava. Pelo menos não agora.

— D-droga! De t-todos os lugares… Por que justamente com você? — Bakugou murmurava, sempre desviando do olhar penetrante de Kirishima. De suas mãos, saiam algumas faíscas inconscientes

 — Tem algum problema ser eu? Não somos melhores amigos? — O ruivo sorriu de canto, tentando manter a postura máscula.

— Este é o problema! Ah, idiota! — O loiro voltou a cobrir o rosto com o braço.

Kirishima se sentiu estranho. “Este é o problema?”, o que há de tão errado em serem melhores amigos?

Bakugou se sentiu vulnerável com a cena em que se encontrava, a sensação que mais odeia, então, querendo tomar uma atitude sobre a situação, tentou se sentar, o que foi um pouco difícil.

Kirishima ficou pensando no que poderia fazer para acabar com o sofrimento de seu amigo, e logo se pôs a tomar uma atitude também; colocou Katsuki no colo, e os dois, ainda sentados na cama,  sentiram suas faces arderem.

Bakugou não entendia o que Kirishima pretendia fazer, mas só pela posição, não gostou muito do jeito que as coisas estavam indo.

— Olha, você vai odiar muito isso, talvez até me odiar, mas se quiser parar de sofrer com isso… — O ruivo fez uma pausa.

Logo, se pôs a cobrir a visão do loiro com uma mão, e a outra, foi descendo para o membro de Katsuki.

A respiração do loiro estava pesada e frenética, assim que sentiu a mão do ruivo descer por sua blusa, seu coração falhou numa batida.

A mão do ruivo logo começou a massagear o membro do loiro, que como resposta, começou a gemer. Bakugou tentou se auto impedir colocando a mão ao alcance da boca.

— M-mas que… porra… — Bakugou dizia entre gemidos.

Em pouco tempo, Katsuki havia gozado.

Kirishima retirou sua mão do local, de começo estranhou um pouco, estava acostumado a ser xingado por Bakugou, não ouvi-lo gemer e gozar, na verdade, ele pensava que o loiro nem sequer sentia prazer.

Katsuki se sentiu mais vulnerável do que nunca, e logo se pôs a virar de frente ao ruivo, que se assustou com a ação e já esperava um soco vindo do loiro.

— B-Bakugou?

— Seu idiota… Você fica me tocando. Por que você é tão… E-... — Bakugou foi interrompido.

— Ei, espera, não estou preparado mentalmente para você terminar essa frase, mas não se preocupe, sei que sou excitante! — O ruivo zombou.

— Estupido… — O loiro completou a frase e deu um sorriso de canto, voltando seu olhar para longe do ruivo.

— Eu só queria… — Bakugou sussurrou.

O loiro não precisava sequer terminar a frase para dar sentido a ela. Kirishima já havia entendido o que o loiro queria, mas que seu orgulho impedia de tentar, então, teve uma ideia.

— Ah, já sei! — Kirishima rasgou um pedaço de sua blusa vermelha e fez uma pulseira em volta do pulso de Bakugou. — Você pode fazer o que quiser hoje e agora, e quando precisar removera lembrança do que ouve hoje, olhe para essa pulseira, porque tudo que acontecer hoje, ficará apenas ao redor dela. — Era uma ideia ridícula, mas qualquer desculpa para os dois transarem, já era alguma coisa.

— Kirishima… — Bakugou corou antes de terminar a própria frase, parecia um pimentão. — Faça comigo, quero te sentir…

O ruivo entendeu na hora, e, sem hesitar, começou a beijar o pescoço do loiro, marcando-o com mordidas e chupões, e Bakugou gemia em troca.

Em poucos minutos, os dois já estavam seminus, corados e quentes, cheios de vontade e prazer.

O loiro sentia-se um pouco assustado, mas os toques do ruivo o confortavam.

Kirishima direcionou seu rosto ao membro de Bakugou, que corou. Eijirou logo começou a chupar o outro, que tentava conter seus gemidos.

O ruivo se aproximou do rosto do loiro, beijando-o.

— Ei, quero te ouvir também — Kirishima sussurrou perto do ouvido do loiro.

Mesmo que fosse contra sua vontade e consentimento, o loiro gemia sem se impedir.

Em pouco tempo, o loiro havia gozado dentro da boca do ruivo, que engoliu e sorriu maliciosamente para Katsuki.

— Kirishima… Faça logo, eu não aguento mais…

— Se acalme ok? Estou no meu limite.

Kirshima colocou seu membro dentro de Bakugou, que acabou quase gritando de dor. Kirishima foi pondo todo seu membro em Bakugou com o máximo de delicadeza possível, e logo o loiro começou a gemer um pouco alto de mais, mas logo se pôs a por as mãos na boca ao lembrar do risco dos outros colegas o ouvirem.

— Calma Bakugou, nem começamos direito — O ruivo sussurrou na orelha no outro, que logo sorriu.

Em poucos minutos de repentinas estocadas fortes vindas do ruivo e os altos gemidos manhosos vindo do loiro, Bakugou acabou por gozar, já Kirishima gozou dentro de Katsuki, logo depois do loiro.

Enfim deitaram um do lado do outro, cansados e esgotados.

— Ei, não durma ainda, preciso limpar o que deixei. — Kirishima apontou para baixo da cintura do loiro, que estava coberta com o cobertor vermelho do ruivo.

Kirishima pegou o loiro no colo e o levou até o banheiro, aonde se limpou junto a Bakugou.

Os dois acabaram por dormir juntos e aconchegados naquela noite.

 

Quando amanheceu, Kirishima acordou sozinho, seu “companheiro” havia ido embora de manhã para evitar uma cena tensa ou até mesmo romântica. Por mais que isso magoasse um pouco o ruivo, ele ficou tentando ignorar.

Pensava que o outro sentia o mesmo que ele.

 

Bakugou

 

 Me encontrei andando perdidamente pela rua, sem rumo algum, enquanto pensava em Kirishima…

Aquele cabelo de merda, eu não precisava da ajuda dele, eu podia me virar sozinho…

Não posso negar que não foi ruim…

Direcionei meu olhar para a pulseira dele, que era apenas um pedaço de tecido vermelho rasgado e mal-feito, mas mesmo assim, fora ele quem deu.

Tentei desviar o olhar para o lado, e para minha sorte, ou azar, o encontrei, conversando com o bakusquad. Ele parecia feliz.

A imagem da noite passada chegou a minha mente, então, tentando esquecer, olhei para a pulseira, como Kirishima disse para eu fazer, mas aquilo só me fazia o querer mais…

Droga, Kirishima.

Algumas faíscas saíram de minha mão involuntariamente, corri para o mais longe possível dali. A última coisa que eu queria era me apaixonar ou que ele me visse.

Não nego para mim mesmo que eu gostaria que ele cuidasse de mim novamente.

 

Acabei correndo sem pensar onde iria parar, e, por consequência, esbarrei em alguém.

— Ei, cara, cuidado aí. — Era apenas Kyoka. — Tá tudo bem? Cê’ tá’ pálido, meu.

— Eu só...

— Vem. — Ela estendeu a mão para mim e eu acabei aceitando. — Vamo’ lá pros dormitórios.

Acho que posso desabafar com ela. Kyoka Jirou é uma das mais sensatas do bakusquasd, mesmo que um pouco anti-social.

Talvez eu só precisasse descansar... Ou ter mais uma transa com Kirishima, sinceramente, eu não vejo diferença.


Notas Finais


#EmBuscaDaCapaPraFic em ação

Bem, acabei não mudando tantas coisas quanto eu pensava, foi mais eu corrigindo umas palavras do que mudando algo na estória, mas bleh.
Só no finalzin que tem mudança mesmo :D

Assim, THANK U PELOS +600 VISUALIZAÇÕES E +70 FAVORITOS
GENTE EU TO MUITO DESACREDITADA KKKKKK
Vai ter especiau pq eu sou legau


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