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História Uma Noite Para Confessar - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


A parte 02 está aqui! ^^ E sem atrasos, felizmente.
Um beijo e boa leitura para vocês. Espero que gostem.

Capítulo 2 - Uma Noite Para Confessar - Parte 02


Uma Noite Para Confessar

PARTE 02

 

- Quais são mesmo seus planos para a faculdade?

Com um sorriso amarelo, Edward tomou mais um gole de sua bebida antes de começar a responder, pela milionésima vez, aquela mesma pergunta para seu sogro rabugento e desconfiado. Desde o minuto em que ele e Bella tinham conseguido acalmar seus desejos o suficiente para finalmente sair da cama de seu quarto, ele tinha começado a gritar para quem quisesse ouvir que Isabella Swan era dele. É claro, como pai de Bella, os ouvidos dos chefe Swan tinham sido um dos primeiros a escutar aquilo, o que não significava de jeito nenhum que ele ficara satisfeito em saber que sua única filha agora estava namorando o melhor amigo.

Para a desolação dele e de Bella, que queriam nada mais do que passar juntos cada segundo de seu tempo, o início de seu relacionamento tirara Charlie do estupor do divórcio e o tornara um pai vigilante, sempre atento à onde as mãos de Edward estavam, os lugares que Bella ia, há que horas ela voltava para casa... Uma superproteção que também incluía conferir, a cada minuto, se as intenções de Edward para com Bella eram sérias, repetindo sempre a mesma série de perguntas que iam desde o fundo para a faculdade até se ele tinha planos para a aposentadoria – Edward achava que devia ser uma coisa de policial: perguntar a mesma coisa milhões de vezes até que você acabasse se contradizendo e revelando seu crime. Não que isso fosse uma preocupação para Edward. Ele sabia perfeitamente quais eram suas intenção para com amor de sua vida e não tinha problemas em repeti-las mesmo quando ninguém lhe perguntava, o que não deixava o pai de Bella muito feliz. Não que Edward pudesse culpa-lo: quando, eventualmente, Bella lhe desse uma garotinha tão preciosa quanto ela, ele provavelmente construiria uma redoma em torno da filha deles para protege-la do mundo, especialmente dos meninos. Edward compreendia que sua Bella era o centro do mundo de Charlie tanto quanto era o do dele e aprovava que o Sr. Swan finalmente tivesse se dado conta de que deveria valorizá-la e cuidar dela, como o presente divino que ela era.

Contudo, ele também era um namorado perdidamente apaixonado, que queria nada mais do que ter Bella perto dele o máximo possível, não importava se simplesmente entre seus braços, trocando carinhos inocentes, ou fazendo-a gozar loucamente em torno de seu pau. Ele esperara 14 anos para tê-la por completo e agora, se dependesse dele, não haveria momento em que os dois não estariam juntos. Entretanto, realizar aquela fantasia significava ter que enfrentar a ira de pai ciumento do Sr. Swan e continuar tentando convencê-lo que ele era um bom partido para Bella.

- É claro, Chefe Swan. – ele acenou respeitosamente, como sempre fingindo que aquela era a primeira vez que ouvia aquela pergunta – Como eu e Bella recebemos nossas aprovações em Dartmouth, eu estou prestes a usar o fundo que meus pais fizeram para a minha faculdade para alugar um apartamento em New Hampshire. Eles economizaram bastante, então ainda vou ter mais do que o suficiente para os livros e tudo mais que eu precisar. – ele acrescentou ao ver Charlie tomar fôlego para contestá-lo – Eu achei um lugar ótimo, confortável e agradável, com uma lareira e uma biblioteca particular para Bella. Mas não conte para ela, por favor. – ele deu um sorriso animado – Quero surpreendê-la quando formos visitar o lugar no mês que vem.

Ele viu Charlie fazer um careta e dar um resmungo, concordando, obviamente sem argumentos para discutir que Bella adoraria um lugar assim – e Edward sabia que parte dele também devia estar lutando para não admitir que sua filha tinha um namorado que a conhecia melhor do que ninguém e sabia escolher coisas que a faziam além de feliz. Ele e Bella, ela principalmente, tinham tido sua cota de lutas quando contaram para ele que planejavam mudar-se e morar juntos durante a faculdade. Diferente de Carlisle e Esme, que estavam em júbilo desde que eles contaram sobre o namoro e já queriam pagar todas as despesas de sua nova filha, Charlie havia quase tido um infarto e expulsado Edward da casa dos Swan, proibindo a filha de vê-lo novamente se eles continuassem com aquela ideia. Pai e filha tinham brigado por semanas, até que ela ameaçou sair de casa para ir viver com Edward de uma vez por todas e Charlie finalmente cedeu, mesmo que deixando bem claro que seu ódio pelo genro só havia aumentado. Contudo, esse era outro medo de seu sogro que Edward compreendia: morar sozinha com um homem significava que a virgindade de sua filhinha estava em risco. E era ótimo que ele continuasse pensando assim.

Porque, se algum dia o chefe Swan tivesse a mais remota ideia do que eles já tinham feito e faziam quase que cotidianamente, Edward não tinha dúvidas de seu sogro não descaçaria até conseguir mata-lo.

Ao redor dos dois, a festa em comemoração à formatura dele e de sua irmã, – e também a de Bella – que Carlisle e Esme haviam feito questão de fazer, continuava barulhenta e animada. Sempre com suas tendências megalomaníacas, Alice havia feito questão de convidar cada alma viva que eles conheciam em Forks para a festa, o que transformara a cada dos Cullen praticamente em um salão de baile. Contudo, depois de mais de uma hora transitando entre os diversos grupos que estavam na festa, tudo o que Edward mais queria era finalmente sair dali e passar algum tempo com Bella, para que eles pudessem comemorar de verdade. Ele já havia cumprido seu dever como anfitrião e homenageado e estava bem claro que praticamente todos ali já haviam esquecido que aquela festa era para ele e sua namorada também, já que Alice, como sempre, espontaneamente atraíra as atenções para si com sua personalidade extrovertida. Não que ele e Bella estivessem reclamando, claro. Atenção alheia nunca fora uma coisa que eles apreciavam muito, a não ser que fosse a atenção um do outro. Por isso, ele estava quase doendo para escapar dali e levar Bella para outro lugar... Talvez a sala com o piano, onde ele poderia sentá-la em seu colo e tocar um pouco para ela, como ela gostava. Sua Bella sempre lhe dizia que gostava daquela posição porque lhe permitia sentir os músculos dos braços dele se movimentando contra ela, enquanto os dedos ágeis e longos se moviam sobre as teclas...

E geralmente esses mesmos dedos acabavam se mostrando ágeis e longos para tocar algo muito melhor do que o piano...

Deus, ele queria tanto estar sozinho com ela, para comemorarem de verdade o fato de que eles estavam a pouco tempo de começar uma vida inteira juntos... Mas Charlie ainda permanecia parado em sua frente, olhando-o com uma careta de ódio, quase como se pudesse ler seus pensamentos e estivesse determinado a impedi-lo de chegar até Bella. Contendo um suspiro, Edward o observou começar mais um dos milhares de sermões que ele já tivera que ouvir antes.

- Uma vida a dois é algo sério. – Charlie praticamente rosnou e Edward não pode deixar de perceber o brilho de mágoa nos olhos do sogro. Enquanto Charlie havia despertado para a realidade e estivera se esforçando para se reconectar com Bella, Renée continuara distante, parecendo tão determinada a seguir em frente com a própria vida e esquecer o último casamento, que mal se preocupara em mandar muito mais do que um cartão de congratulações pela formatura da filha. Mesmo que Bella negasse e tentasse disfarçar, Edward vira a tristeza dela ao perceber que a mãe não se importava o suficiente para estar presente no dia de sua formatura. Como genro e o homem apaixonado pela filha que ela estava negligenciando e machucando, o próprio Edward já estava mais do que possesso com Renée e sua atitude. Por isso, ele compreendia o que Charlie devia estar sentindo como pai e como o homem que um dia amara aquela mulher. As preocupações dele de que sua filha acabasse por sofrer o que ele sofreu não eram infundadas, mas Edward provaria que ele estava enganado. Ele persistiria fazendo de tudo para mostrar a seu sogro que o amor que sentia era verdadeiro. E que tudo o que ele mais queria era fazer Bella feliz.

Se Charlie apenas lhe desse um pouco de sossego para que ele pudesse mostrar um pouco daquilo também para Bella naquela noite...

- Sue! – a voz doce e sonoramente aliviada soou atrás deles – Que bom que você pôde vir!

Sentindo um sorriso enorme se abrir automaticamente em seu rosto, Edward se virou para ver sua namorada. Ela estava linda como sempre, usando o longo vestido verde-água que Alice escolhera para ela, com a saia esvoaçante e o corpete e as alças cobertos de renda, além do cinto repleto de pedrarias que estava ressaltando o formato de seu quadril de uma maneira que parecia ter sido milimetricamente pensada com o objetivo de provocá-lo. Controlando seu desejo, ele a observou passar por eles e praticamente correr até a mulher de meia-idade que acabara de chegar, não deixando de perceber, pelo canto do olho, a maneira como Charlie engoliu em seco.

Sue Clearwater era a viúva de um antigo amigo de Charlie e Edward sabia que Bella tinha grandes esperanças de que ela poderia ser aquela a curar o coração ferido do chefe Swan e trazer alegria de verdade para ele novamente. E, sendo sincero, Edward torcia por aquilo também. Não apenas porque um novo amor para si mesmo tiraria a atenção de seu sogro do amor deles, mas também porque ele sabia que Bella ficaria muito mais tranquila em se mudar, se soubesse que haveria alguém para cuidar de Charlie. E, a julgar pela maneira como os olhos do chefe Swan se iluminaram enquanto as duas se aproximavam deles, Edward percebeu que não teriam que esperar muito. Charlie já estava perdido, isso era perceptível.

- Veja, papai, quem está aqui. – Bella cantarolou animadamente e Edward teve que se segurar para não rir da maneira como ela estava disfarçando mal o fato de estar praticamente empurrando a pobre viúva para cima do próprio pai – É tão bom que a Sue tenha conseguido vir na festa, não é? Eu fico muito feliz e sei que o papai também, não é? – ela olhou esperançosa para o pai, que apenas corou e engoliu em seco, balançando a cabeça afirmativamente.

- Obrigado por me convidar, Bella. Meus parabéns pela formatura. – Sue sorriu docemente e depois olhou para Edward – E meus parabéns para você também, Edward. Eu trouxe uma torta para a festa. – ela acenou com a cabeça para um embrulho que trazia nas mãos – Espero que sua mãe não se importe.

- É claro que não. – Bella respondeu, rapidamente demais – Sua torta é incrível. Papai não parou de falar dela desde que você trouxe um pouco para nós na semana passada. – ela acrescentou, forçadamente discreta, o que apenas fez Charlie corar ainda mais – Papai, porque não mostra à Sue onde é a cozinha? Assim vocês podem guardar a torta e conversar um pouco melhor.

Edward esperou que Charlie ficasse desconfiado ou ao menos que parecesse se lembrar que sair dali significaria deixar ele e Bella sozinhos. Contudo, ao vê-lo apenas concordar timidamente com a cabeça e sorrir para Sue, enquanto a levava para longe dali e começava uma conversa, Edward teve certeza de que seu sogro ganharia uma segunda chance no amor. Não havia como um homem parecer hipnotizado daquela maneira ao olhar para uma mulher e já não ter entregado completamente seu coração para ela.

Edward sabia por experiência própria, já que foi com os mesmos olhos em transe que ele viu a dona de seu coração suspirar aliviada.

- Que bom que ela veio. Achei que ele ficaria a noite toda sendo a sua sombra. – Bella bufou, mas então seu olhar tornou-se preocupado enquanto ela os observava desaparecer em direção à cozinha – Mas não quero só que ela seja uma distração para ele nos deixar em paz... Espero realmente que ela possa fazê-lo feliz. – ela mordeu o lábio, tensa.

- Ele vai ficar bem, amor. – ele passou um braço pelos ombros dela e usou um dos polegares para retirar o lábio inferior de debaixo de seus dentes, antes que ela o machucasse – Logo eles estarão tão felizes quanto você e eu. – ele previu, ficando ainda mais satisfeito ao vê-la dar um pequeno sorriso esperançoso diante de suas palavras.

- Obrigado. – ela ficou na ponta dos pés para esfregar o nariz suavemente sobre o dele – Senti sua falta a noite toda, mesmo você estando há apenas alguns metros... Festas nunca são divertidas para mim. Queria que estivéssemos sozinhos... – ela lamentou, acariciando um pouco o peito dele antes de olhar em volta, observando atentamente as pessoas ao redor, distraídas em suas próprias conversas, antes de se virar novamente para ele, com um brilho lascivo no olhar cor de chocolate que ele conhecia bem – Eu... Vou ao banheiro, está bem? – ela mordeu o lábio inocentemente, descendo as mãos pelo corpo dele, atiçando-o com as pontas das unhas, antes de virar-se para ir até as escadas, mas ainda olhando por cima dos ombros para ele, em pura expectativa.

Contendo um rosnado ao vê-la subir, Edward se perguntou porque ela ainda se dava ao trabalho de lhe lançar aqueles olhares sugestivos, como se ele não soubesse perfeitamente que, no caminho para o banheiro, ela acabaria ser perdendo e parando acidentalmente dentro do quarto dele. E logo ele subiria atrás dela e a deixaria nua. Tudo muito acidentalmente.

Ao longo de quase um ano de namoro, eles se tornaram mestres na arte de discretamente encontrarem maneiras de fazer sexo nos momentos mais variados possíveis, sem que ninguém percebesse. Ele já perdera as contas de quantas vezes ele esperara pacientemente do lado de fora da casa dos Swan que Charlie saísse para o trabalho, apenas para pegar Bella mais cedo para irem à escola. E quantas outras vezes eles também não chegaram atrasados, simplesmente porque nenhum dos dois podia resistir à tentação de fazer Edward estacionar em um lugar afastado e discreto e simplesmente se permitirem foder como dois animais? A pílula era realmente uma benção divina, porque raras eram as vezes em que ele conseguia convencer Bella a usarem camisinha. Geralmente ela o seduzia ao ronronar que queria sentir a porra dele dentro de sua boceta, escorrendo por suas coxas por dentro da calça a fazendo-a se lembrar dele enquanto eles estavam em aulas separadas. Mas ele também não era nenhum santo: a ideia da bucetinha dela ficar o dia todo cremosa com seu gozo o atiçava tanto que, algumas vezes, eles até mesmo se arriscaram a fugir furtivamente até um dos banheiro ou debaixo das arquibancadas, para que ele pudesse colocar um pouco mais dentro dela e às vezes até por cima de seu rabinho apertado, onde Bella estava bastante empenhada a convencê-lo a entrar o mais breve possível. E ele não tinha nenhum protesto sobre obedecê-la.

Não fora preciso muito tempo para que percebessem que o amor e a paixão eram inatos a eles: tão facilmente quanto respirar, eles demonstravam seu amor – com gestos e com palavras – e transavam como dois devassos sem inibições. Não era apenas um desejo, era uma necessidade. Dia e noite, eles ansiavam um pelo outro de maneira profunda; algo verdadeiro, raro e especial que ia além do tesão de dois adolescentes hormonais, como muitos poderiam julgar. Sim, eles eram viciados fazer amor, era verdade, mas significava mais do que apenas isso: era intimidade, unidade, confiança, apego, conexão, satisfação... Era um momento em que eles se tornavam um só, de maneira muito mais intensa do que aquela simples expressão era capaz de descrever.

Eles eram almas gêmeas e, às vezes, quando o prazer os atingia, era como se a alma dos dois se tornasse uma coisa só novamente.

E, é claro, misturado a tudo isso, a todo aquele amor imensurável, havia o prazer, o carnal e os desejos ardentes e deliciosamente sujos e devassos. Ele não era hipócrita a ponto de dizer que eles também não ansiavam e buscavam por tudo isso quando se entrelaçavam ansiosos e sedentos em algum lugar: uma cama, o carro de um dos dois, uma parede... Dificilmente ainda havia uma superfície conhecida por eles em que ele já não a tivesse possuído. Desde a bancada da cozinha dos Swan em um dia de domingo, quando Charlie saía para pescar, até a superfície de seu piano, quando eles conseguiam mais uma noite de sexta completamente sozinhos em sua casa, eles sempre encontravam um lugar para satisfazer aqueles desejos.

Sua Bella era sempre a prioridade.

E ali não seria diferente.

Se ela queria que ele escapasse daquela festa para fodê-la escondido, quem era ele para negar?

Deixando se passarem mais alguns minutos apenas por precaução, ele discretamente correu os olhos ao redor, confirmando que ninguém parecia estar estranhando o sumiço de Bella – mesmo porque ele sabia que ela vinha tentando se fazer invisível desde que aquela festa começara. Subindo as escadas com o máximo de naturalidade possível, ele só esperava que seus convidados tivessem a cortesia de esquecerem-se que eles existiam durante alguns minutos – talvez meia hora ou mais. Afinal, longas horas haviam se passado e ele mal estava conseguindo se controlar, tamanho o desejo de estar dentro dela novamente.

Uma vez no corredor do andar de cima, longe da vista das pessoas, Edward abandonou por completo a falsa naturalidade e correu até seu quarto, abrindo a porta em ímpeto e trancando-a atrás de si assim que entrou, gemendo ao ver a cena que o recepcionara.

Bella estava estendida sobre a cama, na penumbra, com o cabelo anteriormente solto agora preso em um coque em cima da cabeça, - provavelmente para evitar comentários maldosos quando eles dois descessem, caso ela parecesse muito desarrumada para alguém que estava com o namorado – a saia do vestido embolada em torno da cintura e os dedos ágeis afundados na bucetinha macia, já brilhante sob a luz da lua que vinha da janela e impedia o quarto de estar totalmente escuro.

- Por que você demorou tanto?! - ela choramingou em voz baixa e irritada, enquanto a outra mão viajava pelo corpo delicado para apertar suavemente um dos seios cheios e então descer até o clitóris inchado, acariciando-o com gentileza, mas ainda assim também com necessidade.

Ao som de seu lamento revoltado, ele riu. Um som baixo e profundo que reverberou pelo quarto silencioso - Me perdoe, amor. Eu precisava ser discreto para evitar que as pessoas percebessem que eu estava prestes a subir para acalmar a bucetinha faminta da minha namorada... - ele a provocou, fazendo-a gemer um pouco mais alto, e lambeu os lábios ao observá-la se masturbar avidamente. Os dedos finos se tornavam cada vez mais e mais úmidos de sucos a medida em que ela os retirava um pouco, apenas para aprofundá-los novamente com força - Merda, você sabe o que ver você se tocando faz comigo... - ele se aproximou da cama enquanto agarrava a extensão de seu membro por cima da calça, já duro e pronto para substituir aqueles dedinhos e enchê-la como ela gostava - Mas que bom que você já adiantou o meu trabalho... – faminto, ele fitou a pequena abertura escorrendo creme em seus lençóis, satisfeito que ela estivesse deixando aquela marca em sua cama – Preciso dessa buceta lisa e melada se quisermos ser rápidos e silenciosos... Não que você saiba como ficar em silêncio enquanto eu te fodo. - ele rosnou, rapidamente desfazendo o cinto e puxando as calças e a cueca para baixo, libertando seu pau dolorido de tão duro. – Acho que vou precisar cobrir essa boquinha safada com a minha mão, para que ninguém lá embaixo ouça como minha doce garota geme alto enquanto é comida. Seria um choque muito grande para eles, não acha? Descobrir como a santinha Bella Swan é tão viciada em sexo que nem sequer conseguiu esperar a própria festa de formatura acabar para conseguir um orgasmo?

Fora preciso pouquíssimo tempo para que ele percebesse que conversa suja era algo que levava Bella ao delírio, excitando-a muito rapidamente. Era um coisa boa que ele adorasse descrever sem qualquer pudor cada uma das coisas sujas e pervertidas que ele gostaria de fazer com ela e, a julgar pela maneira como a buceta dela sempre escorria, sua Bella também amava ouvir. Ela ainda tinha suas restrições quanto ao que falar dentro do quarto, além dos gemidos, mas ele estava mais do que satisfeito ao vê-la se soltando aos poucos e começando a falar cada vez mais explicitamente o que ela queria na cama. Ela continuava tímida como uma flor em botão em público, mas, quando estavam sozinhos, cada vez mais ela vinha começando a gemer detalhadamente cada uma das coisas que queria que ele fizesse com ela, mesmo que isso fizesse dela uma menina muito má e com uma boquinha muito suja, na qual ele adorava enterrar seu pau até o fundo.

Bella, por sua vez, conteve de maneira ineficaz um longo gemido diante das palavras e da visão dele nu, intensificando os movimentos de sua mão em sua intimidade pulsante. Travando os olhos na visão erótica, Edward deu um sorriso perverso. – Isso, amor... Conversar sujo sempre deixa você encharcada, não é? Eu posso ver. – ele lambeu os lábios, mas continuou sem se aproximou dela – Acha que esses dedinhos alegres conseguem te fazer gozar na minha frente, mesmo antes de eu te tocar?

- Não! – ela meio que rugiu e meio que chorou, interrompendo-se rapidamente por conta do volume de sua voz; felizmente, o volume das vozes das pessoas lá embaixo era suficiente para abafar aqueles pequenos deslizes, mas ele sabia que nada era páreo para os sons que sua Bella fazia enquanto era bem fodida. Cheio de desejo no olhar, ele a viu retirar os dedos de dentro da intimidade quente e se colocar de quatro em cima da cama, engatinhando rapidamente até ele para poder segurar seu pau firmemente com a mão limpa, enquanto estendia a que estava úmida de seu desejo para que ele a lambesse, o que ele não perdeu tempo em fazer. Deixando o dedos delicados limpos ao chupar o creme que os recobria e deleitando-se com o sabor dela, – seu sabor favorito no mundo – ele observou Bella dar a seu pau alguns golpes, parecendo estar apreciando-o tanto quanto ele estava fazendo com ela.

- Eu não quero gozar sozinha. – ela fez um biquinho adorável, agora usando ambas as mãos para acaricia-lo com vontade – Eu quero que você meta em mim com tanta força que vamos quebrar sua cama de novo. Estive ansiosa por isso a noite toda. – ela ronronou, dando um pequeno sorriso malicioso antes de passar a língua quente longamente pela cabeça de seu pau – Mas, se você realmente acha que eu não sou capaz de ficar quieta, porque não me dá alguma coisa para ocupar a minha boca? – ela questionou e, sem esperar por uma resposta, desceu os lábios ao redor de seu pênis, engolindo-o quase que completamente até o fundo da garganta, algo que, depois de mais de um ano de namoro praticando, ela agora fazia com uma maestria de tirar o fôlego dele e arrancar de sua garganta o gemido alto e cheio de desejo que ele havia dito que ela daria primeiro.

Deliciando-se com a sensação de sucção por alguns segundos, ele segurou a cabeça dela um pouco e guiou os movimentos da boquinha atrevida que o engolia, estocando brandamente, antes de falar, começando a se afastar.

- Eu adoraria deixar você continuar com essa boquinha cheia com meu pau, amor, mas... – ele olhou por um momento para a porta fechada, com a luz do corredor saindo pelas frestas, preocupado que alguém pudesse tê-lo ouvido – Mesmo que eu tenha nos trancado aqui, duvido que as pessoas lá embaixo vão achar que nós dois viemos até aqui para rezar, se perceberem que fugimos. – gentilmente, ele foi retirando seu membro de entre os lábios de Bella, mas ela não facilitou para ele: travando os lábios e pressionando a língua na parte de baixo de seu pau, ela pressionou a boquinha em torno de seu membro e o lambeu e sugou com afinco redobrado todo o caminho para fora, fazendo-o revirar os olhos de tanto prazer e lutar contra a vontade de fazê-la engoli-lo novamente, se ela realmente queria tanto isso... Mas não, se ele permitisse que ela continuasse com aquele boquete enlouquecedor, logo acabariam se permitindo fazer muito mais e certamente eles ficariam tanto tempo fora que alguém iria desconfiar. E, por mais que transar com Bella fosse uma das melhores coisas do mundo, ele não queria ter uma multidão do lado de fora do quarto quando acabassem, esperando para julgá-los.

 Puxando os últimos centímetros para fora do aperto quente e faminto da boca que continuava a suga-lo sem piedade, ele deixou o som molhado reverberar pelo quarto quando ele tirou a cabeça inchada de dentro da bochecha dela, que pareceu adoravelmente brava enquanto lambia os lábios já um pouco inchados, quando finalmente o perdeu por completo. Agilmente, ele se inclinou até a gaveta de sua mesa de cabeceira e retirou dali uma camisinha, rapidamente encaixando-a em seu pau sob o olhar reprovador de Bella.

- Não faça essa carinha para mim. Eu sei que você se tornou uma usuária exemplar do seu controle de natalidade, mas acho que despertaria comentários se, quando nós descermos novamente, uma mancha começasse a aparecer em uma parte muito inapropriada do seu vestido, não acha? Nós dois sabemos que a sua calcinha sempre fica empoçada mesmo depois de terminarmos e, com minha porra para ajudar, vamos ter problemas. – ele sorriu maldosamente e acariciou o rosto desapontado – Vamos lá. Vire-se e fique de quatro, para que eu possa te foder como você quer, está bem? – ele riu quando ela sorriu brilhantemente, obedecendo-o rapidamente e erguendo a bundinha empinada em sua direção, oferecendo ambas as entradas trêmulas para ele.

Grunhindo, ele primeiro mergulhou dois dedos dentro de suas dobras necessitadas, umedecendo-os bem e ouvindo Bella gemer baixinho, exigindo mais, antes de substitui-los por seu pau com uma estocada profunda e repentina.

- Sim! – Bella começou a gritar de alívio enquanto seu membro esfregava as paredes apertadas, mas ele cobriu sua boca com a mão que ainda estava seca, abafando o resto de sua frase, que ele pode entender que era algo relacionado a fodê-la com força.

Sorrindo, ele a obedeceu com gosto, enchendo o quarto com os sons úmidos de tapas enquanto a penetrava em meio à movimentos rápidos e ávidos, sentindo-a cantarolar de satisfação contra sua palma e precisando morder os lábios com força para conter seus próprios gemidos de puro prazer. Sua vagina se apertava em torno dele com quantidades iguais de força e maciez, como se estivesse convidando-o a ficar ali para sempre, trepando gostoso com ela. Mas havia algo que ele ainda não havia feito para deixar sua Bella selvagem de verdade. Erguendo os dedos úmidos pelo próprio creme dela, ele começou a circundar seu minúsculo buraquinho enrugado, espalhando umidade pela entradinha virgem, o que fez Bella gritar contra sua mão e começar mover os quadris para trás, de encontro ao membro rígido dele, com ainda mais força.

Eles já haviam brincado um pouco com o rabinho dela antes, mas ele nunca tinha se permitido entrar nele de verdade, com medo de acabar machucando-a. Todavia, cada vez que Bella sussurrava alguma coisa impertinente em seu ouvido sobre eles precisarem comprar lubrificante ou quando ela lhe mandava uma foto de si mesma no banho, tarde da noite, dizendo que estava se tocando e sonhando em saber qual a sensação de tê-lo em absolutamente todos os buracos de seu corpo, ele se convencia cada vez mais de que eles podiam começar a experimentar aos poucos. Ele não a tomaria por trás naquela noite, é claro, mas, se eles realmente queriam realizar aquele desejo em breve, ele sabia que precisavam começar a esticar aquele buraquinho apertado aos poucos, para que ele pudesse receber toda a extensão de seu pau algum dia. Contudo, eles tinham que ir devagar, por isso, ele continuou a circundar a entradinha apertada com o dedo úmido, até que finalmente moveu-se para centro, permitindo que apenas o primeiro centímetro de seu indicador a penetrasse ali. Era impossivelmente apertado e, por mais deliciosamente enlouquecedor que fosse imaginar como aquilo se sentiria em torno de seu pau, ele não pode deixar de se perguntar se realmente seria capaz de caber ali sem parti-la em dois. Por isso, passado um segundo, ele retirou-se rapidamente, com medo de machucá-la.

- Você gostou? Doeu? – ele perguntou ansiosamente entre gemidos, inclinando-se para sussurrar perto de seu ouvido, enquanto seu membro continuava a transar impiedosamente com ela, especialmente porque a sensação de seu dedo dentro de sua outra entrada deixara seu pau ainda mais duro e faminto e a buceta dela parecia impossivelmente mais cremosa e ansiosa.

Bella apenas balançou a cabeça veementemente em negativa, enterrando o rosto nos travesseiros e levando a mão dele junto, erguendo o traseiro ainda mais para o alto, em direção a ele, em uma oferta clara. Ardentemente satisfeito por sua reação e sedento por sentir aquele aperto quente novamente, ele moveu seu dedos para acariciar seus clitóris inchado e retirar um pouco mais do creme abundante que havia ali abaixo. Desta vez, ele brandamente empurrou o dedo até a altura da unha, sentindo as paredes enrugadas piscarem e se travarem em torno dele, apertando o dedo intruso quase ao ponto de doer, enquanto os gemidos trêmulos de Bella continuavam sendo abafados por sua outra mão.

- Sua buceta está fazendo uma poça na minha cama, amor. – ele avisou, deliciado, observando a umidade escorrer e pingar por seu pau até os lençóis sempre que ele se afastava um pouco dela, apenas para voltar com força – É o meu pau duro te comendo até o fundo que está te deixando tão excitada? Ou é a sensação do meu dedo dentro da sua bundinha apertada? – ela gemeu algo ininteligível contra sua palma – Bem, eu sei que eu estou quase explodindo também... – ele gemeu profundamente, dando-lhe uma estocada tão forte que quase fez os joelhos dela saírem da cama – E eu estou assim por causa das duas coisas: da sua bucetinha deliciosa e do seu cuzinho apertado. – ele se inclinou e disse em voz baixa perto do ouvido dela, querendo leva-la ao limite – Não vejo a hora de conseguir fodê-los na mesma noite, um atrás do outro, enquanto você me manda ir com mais força, como sempre faz. – ele rosnou enquanto intensificava seus movimentos, fazendo o som do choque de seus quadris contra os dela encher a sala de maneira obscena.

Bella deu um profundo gemido de confirmação e continuou a ir avidamente de encontro às estocadas dele, tanto que, em determinado momento, ele parou de se mover, apenas para ter o prazer de senti-la fazer os movimentos sozinha, transando com ele de maneira sedenta e apaixonada, querendo-o sempre mais fundo dentro dela, com mais rapidez, com mais força... Ainda aproveitando a sensação dela rebolando e se empalando ferozmente contra seu membro por conta própria, ele afundou o dedo na bundinha dela um pouco mais, dessa vez até o limite da primeira dobra do dedo, um pouco acima da unha. Aquilo fez a entradinha endurecer mais do que nunca e ele começou a mover a ponta do dedo levemente, dentro e fora dela, gentilmente, simulando o menor e mais brando de todos os sexos, parando apenas quando sentiu que o creme que a lubrificava estava começando a secar, temendo que pudesse transformar o prazer em dor.

A perda da penetração do dedo fez Bella praticamente rugir de raiva, um som tão forte e agressivo que Edward congelou por um minuto, antes de esconder o rosto na curva do pescoço dela para abafar sua risada. Sim, sua Bella era uma coisinha selvagem quando se tratava te ter prazer e essa era apenas mais um das incontáveis coisas que ele amava sobre ela.

- Calma, sua safadinha impaciente. – ele a provocou, dando-lhe uma lambida na parte sensível do pescoço antes de torcer um dos mamilos entre os dedos, fazendo-a grunhir ainda mais contra a palma de sua outra mão – Nós vamos fazer isso aos poucos para que você não se machuque. Hoje é apenas o começo. E eu só preciso de um pouco mais de creme para o meu dedo voltar para dentro do seu cuzinho... Que bom que essa sua bucetinha apertada sempre tem bastante, não é? – ele rosnou profundamente, tentando achar uma brecha para penetrar sua entrada úmida com os dedos, já totalmente cheia e esticada por seu pênis. Retirando um pouco de seu membro de dentro dela, ele a penetrou com os dedos longamente, recolhendo toda a umidade que conseguiu, enquanto distribuía beijos por seus ombros e respirava o aroma de morango e frésias de seu cabelos, espalhados ao redor do rosto pressionado contra sua mão e o travesseiro.

Sempre gentilmente, ele pressionou novamente o dedo contra sua entrada traseira, tomando cuidado para se manter não mais fundo do que a ponta do dedo enquanto se movia ao mesmo tempo dentro de seus dois buracos quentes e apertados, sentindo o prazer se construir cada vez mais em seu ventre, enquanto Bella rebolava enlouquecida de encontro a seu pau e seu dedo, subindo e descendo os quadris frenética e erraticamente, quase como se não soubesse qual dos dois ela queria que a enchesse ainda mais. Finalmente, empurrando os quadris para trás com mais força do que nunca, Bella gozou feroz e alucinadamente, com um grito trêmulo abafado contra sua mão e ambas as aberturas pulsando e se apertando em torno dele de maneira tão enlouquecedora que não demorou para ele atingir o ápice do prazer também, explodindo contra o plástico da camisinha.

A sensação do próprio orgasmo, enquanto sentia as ondas do dela, foi tão forte que ele só percebeu que havia tombado por cima ela, pressionando-a contra a cama e enterrando seu pau literalmente até o talo dentro de sua vagina ainda muito trêmula, quando a sensação começou a passar e ele percebeu que estava quase esmagando sua pobre namorada.

- Droga, desculpe, amor. – ele se apressou em sair de cima e de dentro dela, retirando gentilmente seu pênis de entre as dobras ainda macias pelo orgasmo e recostando-se ao lado dela na cama, tentando recuperar o fôlego – Você está bem? – ele arfou, preocupado que ela ainda estivesse com o rosto semiescondido pelo travesseiro.

Ela deu uma risada abafada, antes de virar o rosto na direção dele, mostrando as bochechas coradas, o sorriso gigantesco e os olhos desfocados de puro prazer e satisfação. – Eu estou mais do que bem. Estou ótima. Isso foi incrível... – ela cantarolou, se aproximando para poder abraçar o peito dele, organizando também um pouco as roupas levemente amassadas – Acho que nunca gozamos desse jeito, não é? – ela ronronou, beijando sua mandíbula – Agora você vai ter que fazer isso toda vez que fizer amor comigo.

Aquilo o fez rir e ele distribuiu beijos pelo cabelo perfumado. – Você amou de me ter no seu rabinho gostoso, não foi, sua coisinha safada? – ele lambeu seu pescoço, provocando-a ainda mais quando ela arfou uma confirmação para sua pergunta – Não se preocupe. Assim que nos mudarmos, vamos treiná-lo todo dia, até eu poder entrar lá e te foder até você gozar no meu pau, como eu sempre faço com sua buceta. Você quer isso? – ele rosnou, pressionando seu pau ainda um pouco duro entre as nádegas dela.

- Sim... – ela gemeu, pressionando-se em direção a ele também, mas não antes que pudesse notar que seus olhos ficaram um pouco tristes e ele parou suas provocações imediatamente, erguendo o queixo dela com os dedos para fazê-la olhá-lo diretamente.

- O que há de errado, amor? – ele questionou, preocupado, e Bella demorou alguns segundos, ainda parecendo temerosa, antes de dar um suspiro triste e finalmente responde-lo.

- Não é nada importante, é só que... Nós nos formamos e logo vamos estar morando juntos e fazendo faculdade... – ela mordeu o lábio inferior, tensa - Tudo tem passado tão rápido desde que nos declaramos. Às vezes fico com medo de que o tempo passe tão depressa que de repente vamos estar velhos e mal teremos percebido. Eu me preocupo que... – ela torceu os dedos nervosamente no tecido da camisa dele – E se, em algum momento, eu não for mais o suficiente para você?

- Oh, querida... – ele a consolou, beijando gentilmente um caminho de sua testa até os lábios – Minha Bella... Isso nunca vai acontecer. – ele disse, intenso e determinado – Porque você é a coisa que eu mais amo no mundo. A pessoa que eu quero amar, proteger, apoiar e cuidar pelo resto da minha vida. Tudo o que quero é estar ao seu lado, fazendo você feliz. – ele suspirou apaixonadamente, acariciando suas costas cobertas pelo tecido do vestido e as coxas ainda nuas – Por isso, não tenha medo de nada, nem do tempo e muito menos de que um dia meu amor acabe, porque isso é impossível. Acredite em mim, eu sei. – ele sorriu, sabendo que a profundidade do que ele sentia por ela talvez não pudesse ser descrita com palavras, mas ele passaria o resto da vida mostrando para ela com atos, até que sua Bella se desse conta do quanto era intensa e verdadeiramente amada - Eu também acho que as coisas estão avançando rápido demais. – ele confessou, com um sorriso agridoce – Mas, sabe de uma coisa? Eu não perco tempo me preocupando com isso. Prefiro me concentrar em aproveitar cada momento de que tenho com você. – ele a aninhou ainda mais entre os braços, unindo suas testas para poder olhá-la no fundo dos olhos castanhos, que o fitavam com amor e encantamento – Já perdemos muito tempo, eu sei, mas ainda temos muito pela frente. E nossa vida juntos vai ser tão linda que, quando finalmente ficarmos velhos, como você disse, só teremos boas lembranças e a certeza de que, mesmo depois da morte, ainda daremos um jeito de estar juntos. – ele a beijou suavemente nos lábios – Isso é uma promessa: estarei sempre com você e vou me certificar de que você sempre saiba o quanto eu te amo, para que nunca tenha motivos para duvidar.

Ela fungou suavemente e ele enxugou uma lágrima que escorreu por sua bochecha com a ponta dos dedos, quando ela deu-lhe um pequeno sorriso, emocionada. – Eu amo tanto você também... Tanto que às vezes parece que mal cabe dentro de mim. – ela riu suavemente, soltando mais algumas lágrimas antes de olhá-lo intensamente no fundo dos olhos, de maneira tão límpida que ele achou ter conseguido ver sua alma: cálida, bondosa, insegura e repleta de amor por ele – Obrigado por me amar. E por sempre estar disposto a me provar isso. – ela se inclinou para beijá-lo profundamente – Eu prometo estar sempre com você também, não importa o que aconteça. – sua Bella lhe sorriu, com o olhar repleto de sinceridade. – Eu te amo.

Com o peito praticamente explodindo pela emoção e a beleza daquele momento, Edward se inclinou para beijá-la um pouco mais, mas uma risada mais alta no andar de baixo acabou por chamar sua atenção, recordando-o de que seus convidados, especialmente seu sogro, não ficariam alheios para sempre ao fato de que os homenageados da festa haviam desaparecido, e juntos. Com um último beijo apaixonado, ele se ergueu, levando-a junto com e deixando-a sentada na cama antes de se levantar, jogando fora a camisinha usada e vestindo as calças rapidamente. Gentil e sensualmente, ele se inclinou para arrumar as alças tortas do vestido dela e desceu um pouco as mãos até a cintura e o tecido embolado ali, que ainda a estava deixando nua da cintura para baixo.

- Pode me dar a minha calcinha? – ela perguntou timidamente, acenando com a cabeça para sua mesa de cabeira, corando desajeitadamente, como se não fosse a mesma garota que há apenas alguns minutos estava gozado no pau dele enquanto seu dedo provocava sua bundinha – Está ali.

Com um sorriso malicioso, ele pegou o pequeno triangulo de tecido amassado ao lado de seu abajur, mas apenas o segurou em sua mão, aproveitando a maciez do algodão suave contra seus dedos – Posso ficar com isso? – ele perguntou descaradamente – Depois de tudo o que fizemos nessa cama hoje, vou precisar de um pedacinho seu comigo para conseguir me acalmar o suficiente para dormir. – sua boca se estreitou em um sorrisinho falsamente inocente, enquanto sua Bella arfou, pasma.

- Edward! – ela o repreendeu, indignada, apressando-se em pegar a calcinha da mão dele e deslizá-la entre as pernas – Eu não vou ficar em uma festa repleta de pessoas sem calcinha. – ela reclamou, levantando-se quando sua intimidade já estava coberta novamente, abaixando o tecido do vestido e alisando-o freneticamente, parecendo não querer deixar amaçados sugestivos para os olhos curiosos.

- Você está perfeita. – ele a acalmou, dando um beijo suave em sua testa – Não se preocupe. Olhando para você vestida assim, ninguém jamais seria capaz de dizer o que você é capaz de fazer na cama. – ele murmurou maliciosamente, fazendo-a rir timidamente.

- Ah, Edward. – ela gargalhou baixinho, antes de pegar a mão dele e puxá-lo para a porta – Agora que já estamos recompostos, vamos voltar para a nossa festa. – ela o incentivou, mas parou por um segundo antes de destrancar a porta para beijá-lo provocativamente, prendendo o lábio inferior dele suavemente entre os dentes antes de suga-lo um pouco – E não se preocupe sobre a sua noite de sono. Vou te dar bem mais do que um pedaço de pano para você se acalmar, antes de eu ir embora. – Bella sorriu, maliciosa e descarada, antes de destrancar a porta e começar a puxá-lo para fora do corredor, parecendo adivinhar que, depois daquelas provocações, ele estava prestes a mandar tudo à merda e mantê-la presa naquela cama noite a dentro.

- Pronto para o resto das nossas vidas? – ela perguntou alegremente, parando no topo da escada para poder abraça-lo antes de eles descerem.

Sorrindo de volta para ela, Edward abraçou gentilmente seu amor pelos ombros e beijou-lhe a têmpora, sabendo que nem a eternidade seria tempo suficiente com ela, mas que ele aproveitaria cada segundo daquela vida juntos para amá-la, como prometera.

- Estive pronto desde a primeira vez em que vi você, meu amor.

 

(***)

 

- E quando a vovó Esme disser que é hora de dormir, você vai obedecê-la direitinho. Promete?

Com um sorriso carinhoso, Edward observou sua esposa fazer uma promessa de dedinho com a filhinha de quatro anos dos dois, que assentiu solenemente para a mãe, embora estivesse mais do que claro que Renesmee estava ansiosa para que Bella finalmente a deixasse correr para sua noite na casa dos avós, onde ela certamente poderia brincar até mais tarde e comer quantas sobremesas quisesse, não importava quantas vezes Bella já tivesse implorado que Carlisle e Esme não fossem tão permissivos. A verdade era que seus pais eram avós deslumbrados e comiam na palma das mãozinhas da primeira e única neta.

Parecia que o destino estava contando os segundos até terminarem suas faculdades para poder torna-los pais. Foi apenas um dia depois dele ter conseguido seu diploma em medicina, em um momento em que Bella já tinha o dela em literatura e estava trabalhando como bibliotecária em uma escola, que sua esposa se sentiu mal pela primeira vez e, se dando conta do que significava todo o conjunto de sintomas que ela apresentava, eles fizeram o exame de gravidez apenas para confirmar o que já sabiam: que eles teriam um bebê, depois de apenas 02 anos de casados. É claro que houve comentários de que eles estavam indo um pouco rápido demais, mas aqueles comentários existiam desde o momento em que ele pediu Bella em casamento em seu aniversário de 02 anos de namoro e, principalmente, quando eles se casaram assim que ela se formou. Contudo, eram comentários que, quando comparados com a felicidade que eles tinham, obviamente não importavam em nada.

É claro, eles tinham tido momentos difíceis com os pais de Bella, surpreendentemente, mais com Renée do que com Charlie. O chefe Swan apenas estava preocupado que eles estivessem se precipitando, mas acabou aceitando a ideia com o tempo, especialmente quando sua namorada, Sue, decidiu interceder em favor de Bella. Renée, por sua vez, foi uma história diferente. Depois de anos mantendo contato esporádico com a única filha, de alguma maneira ela se sentira com o direito de expressar toda a sua reprovação sobre o casamento dos dois assim que recebera o convite. Aparentemente, Bella estava cometendo o pior erro de sua vida ao se casar tão jovem e ela, como mãe, tinha a obrigação de impedi-la de fazer uma coisa tão estúpida. Um conflito longo, desgastante e repleto de mágoas que acabara culminando nas duas cortarem completamente as relações por algum tempo. Fora difícil para Bella não ter a presença da mãe em seu casamento e Edward jamais realmente perdoaria sua sogra por colocar aquela tristeza no fundo dos olhos de sua esposa no dia que deveria ser o mais feliz da vida dela. Todavia, depois de dois anos se ignorando, Renée parecera ter amolecido um pouco ao saber da gravidez de Bella e até mesmo enviara de presente para ela a colcha que sua avó havia costurado quando a própria Renée engravidara. Apesar de permanecer distante e ausente na maior parte do tempo, pelo menos ela e Bella haviam voltado a se entender bem o suficiente para Bella querer homenageá-la no nome de sua filha, além de Esme, que sempre fora como uma mãe para ela. 

Como mãe, Bella havia tomado para si o fardo de dar a Renesmee todo o amor que ela não recebera na infância, enquanto os pais estavam ocupados demais discutindo. O coração de Edward se derretia toda vez que ele via suas meninas, não apenas mãe e filha, mas também as melhores amigas do mundo, fazendo qualquer coisa juntas. Havia um laço especial que unia toda a família deles e Edward amava sua pequena princesa com a mesma intensidade que amava sua esposa, mas o relacionamento entre Bella e a filha deles era especial e lindo. Por isso ele sabia que devia estar sendo difícil para Bella ter sua filhinha, pela primeira vez desde que ela nascera, fora de suas vistas por mais de um dia: em quatro anos, aquela era a primeira vez em que eles pediam para que seus pais ficassem com ela por um final de semana inteiro, para que eles pudessem comemorar o aniversário de 06 anos de casamento. Nessie era apenas alegria por poder passar tanto tempo com seus avós, mas o espírito materno de Bella estava tendo problemas em aceitar que seu pequeno bebê, que eles estavam vendo dar seus primeiros passos há algum tempo atrás, estava se tornando uma garotinha esperta e decidida que logo entraria no Jardim de Infância.

- Tenha um bom final de semana, querida. – Edward se aproximou para dar um beijo de despedida em sua filhinha e veladamente incentivar Bella a deixar que Esme, parada na porta da frente esperando pela neta, finalmente a levasse – Seja uma boa menina e obedeça a vovó, está bem? Nos vemos domingo à noite.

- Sim, papai. – Nessie sorriu, quase agradecida, e devolveu-lhe o beijo, virando-se rapidamente para dar um abraço em sua mãe cabisbaixa – Nos vemos no domingo, mamãe. Eu te amo. Muitão. – Nessie afastou os bracinhos o máximo que pode, sorrindo ao tentar mostrar para a mãe o quanto a amava.

- Eu também amo muito você, meu bebê. – Bella beijou os cachos cor de cobre de Nessie uma última vez antes de finalmente enviá-la para a avó, que acenou animadamente para eles antes de partir, deixando-os a sós.

- Ela vai ficar bem. – Edward beijou o ombro da esposa, acariciando com os lábios a pele nua por conta do vestido de alças que ela usava.

- Eu sei. – Bella suspirou, melancólica – É que ela está crescendo tão rápido que às vezes me entristece.

- Bem, esse garotinho vai levar só mais 07 meses para chegar, tenha paciência. – ele acariciou o estômago ainda plano dela, sorrindo – Em breve teremos outro bebê.

Bella sorriu, colocando a mão sobre a dele, com os olhos brilhando de felicidade. Com apenas dois meses de gestação, eles ainda não haviam completado o período indicado para contar aos familiares sobre a gravidez, mas eles não tinham a menor dúvida de que não haveria problemas e que eles teriam um menino em breve – algo dentro de Bella soube disso desde o primeiro segundo em que ela soube que estava grávida novamente e Edward acreditava piamente. Aquela foi uma das razões para eles terem pedido para Esme ficar o final de semana inteiro com Renesmee: aproveitar um pouco de tempo sozinhos antes de estarem trocando fraudas no aniversário do ano seguinte.

- Eu estava pensando... – ele deu beijos leves na parte sensível do pescoço dela enquanto a abraçava por trás, lambendo a pele arrepiada em seguida – Ao invés de irmos jantar fora como planejamos, poderíamos passar a noite aqui... – ele ofereceu sedutoramente – E amanhã aproveitamos o quarto de hotel e o spa que eu reservei.

- Você sabe que eu amo ficar em casa com você. – ela beijou a mandíbula dele, aconchegando-se em seu peito – E quais seriam seus planos, Sr. Cullen? – ela perguntou, bem-humorada.

- Nada muito estravagante, Sra. Cullen. – ele deu de ombros, descontraído – Talvez comer um pouco de pipoca e ficar abraçados no sofá... Assistindo seu filme favorito. – ele ronronou contra seu ouvido, esfregando sua ereção crescente no quadril dela.

- Hmmm... – Bella fingiu ponderar, enquanto se pressionava contra o volume dele – Parece estranhamente familiar...

- Deve ser impressão sua. – ele passou as mãos pelos quadris dela, subindo para os seios, apreciando todas as curvas que haviam se acentuado deliciosamente desde que ela engravidara.

- Sim... – Bella riu suavemente, então se virou nos braços dele para encará-lo, passando os braços por seu pescoço para beijá-lo rapidamente – Por que você não vai preparando tudo na sala enquanto eu vou ao banheiro?

- Quer que eu vá com você? – ele ofereceu com um sorriso malicioso.

- Não, seu pervertido. – ela o arrependeu, rindo – Eu realmente preciso tomar um banho rápido. Volto logo, está bem? – ela o beijou suavemente antes de se libertar de seus braços, olhando com um sorriso cheio de segundas intenções antes de se afastar em direção ao banheiro – Aproveite para relaxar um pouco também. Vou precisar de você descansado para a nossa noite de cinema.

Sorrindo, ansioso para o que quer que fosse que sua esposa estava planejando, Edward começou a organizar aquela noite de cinema de sexta-feira como se fosse um adolescente novamente: fez pipoca e as guloseimas preferidas de Bella, além de ter deixado o filme pronto para começar, antes de se sentar no sofá da casa deles e esperar sua Bella voltar. Felizmente, ela não demorou muito, descendo as escadas ao lado da sala de estar, onde ele estava, mais cedo do que ele esperava. Ele não pode deixar de estranhar, contudo, a forma como ela estava vestida: envolvida em um de seus longos casacos de inverno, com suas pernas pálidas nuas até a altura das coxas carnudas, onde a barra do casaco alcançava. Ao ver seu olhar de confusão, Bella sorriu inocentemente e pareceu satisfeita ao ver que tudo já estava pronto para a noite dos começar, antes de se aproximar para ficar bem na frente de Edward.

- Eu amo nossas noites de cinema. – ela sorriu docemente, ainda completamente enrolada no casaco pesado – Não que eu não goste das que temos com Nessie desde que ela nasceu, mas senti falta de sermos só nós dois. – ela suspirou. – Acho que realmente temos que pedir para Esme ficar com ela mais vezes...

- Sim, eu também senti falta. Assistir Frozen quatro vezes seguidas em uma única noite pode cansar um pouco. – ele brincou, acenando para que ela sentasse em seu colo – Porque você não se senta aqui, para que possamos começar nossa noite?

– Por que... – ela mordeu os lábios, misteriosa - Você não liga o filme primeiro?

Mesmo estranhando o pedido, já que ela estava tapando a visão da televisão ficando de pé naquele ângulo, ele fez o que ela pediu, apertando o botão do controle remoto para iniciar Romeu e Julieta e, assim que os créditos iniciais começaram, Bella abriu o casaco e o deixou cair.

E cada gota de sangue que Edward tinha no corpo escorreu imediatamente para seu pau, tornando-o insuportavelmente duro.

Porque Bella não estava usando nada além de um pequeno triangulo de tecido preto semitransparente que mal cobria as formas de sua buceta. Além disso, não havia nada cobrindo o resto de seu corpo, especialmente os seios cheios e pesados, quase que implorando por sua boca.

- Oh, meu sorvete favorito. – Bella cantarolou alegremente, fingindo não ter percebido o estado quase catatônico de excitação dele ou a maneira como Edward estava quase babando em cima do corpo dela. Ainda mantendo sua fachada inocente, ela se virou por completo e se inclinou para pegar o pote de sorvete sobre a mesa de centro, fazendo-o amaldiçoar ferozmente com a visão que aquela posição lhe proporcionou.

Porque o pequeno pedaço de pano que ele achava que estava tapando seu sexo mal fazia isso: na verdade, o resto da calcinha, a partir do começo da vagina, era formado por um fina linha de pérolas brancas, que mais pareciam ter sido feitas para estimular as dobras da intimidade de sua mulher do que para cobrir alguma coisa. De fato, a única coisa que a fileira de pérolas cobria era a entrada apertada, não fazendo absolutamente para esconder os lábios grossos, as dobras molhadas ou o montículo já um pouco pronunciado do clitóris, e se estendia pela área do períneo até o pequeno rabinho enrugado, onde a última das pérolas estava perfeitamente encaixada, cobrindo também aquela entrada.

Sem um segundo pensamento, Edward estendeu a mão e empurrou aquela pequena pérola com um dos dedos, fazendo-a penetrar um pouco o anelzinho de carne de sua esposa, assistindo como aquele estímulo não apenas fez Bella arfar, mas também fez sua buceta mal coberta estremecer e engolir e umedecer a pérolas que a ornavam.

- Onde você conseguiu isso? – seu rosnado soou mais profundo e necessitado do que ele imaginara.

- Eu estava procurando formas de surpreender você. – ela confessou, sem fôlego, quando ele finalmente parou de pressionar a pérola quando seu ânus, já piscando – Gostou do seu primeiro presente de casamento? – ela perguntou temerosamente por cima do ombro, ainda inclinada sobre a mesa.

- Por que você não fica de joelhos e deixa eu te mostrar o quanto eu gostei? – ele perguntou com um grunhido, rapidamente desfazendo o cinto e o botão da calça e puxando a ereção pesada para fora.

Lambendo os lábios maliciosamente, Bella se endireitou e fez o que ele pedia, mas não sem antes retirar algo do bolso do casaco – É uma boa ideia. Assim vamos poder usar isso. – ela acrescentou suavemente, mostrando-lhe um pequeno fraco de lubrificante, o que o fez sorrir malignamente.

Tomando o frasquinho das mãos dela, ele ficou rapidamente nu, ainda sentado no sofá, antes de derramar várias gotas sobre os seios dela e começar a espalhá-las com ambas as mãos, agarrando-os e apertando-os gananciosamente, enquanto Bella gemia brandamente. Com as grande mãos cheias dos peitos dela, ele os deixou escorregadios e brilhantes sobre a luz, atiçando os mamilos avermelhados até deixa-los tão duros e excitados que eles pareciam capazes de cortar vidro. Foi só quando ambas as tetas pesadas pareciam estar vibrando de desejo, que ele deu um último aperto nos mamilos necessitados, antes de puxá-la mais para a frente, aninhando seu pau entre os peitos bem lubrificados.

Com um sorriso maldoso, Bella nem sequer precisou de um segundo incentivo para apertá-los contra sua ereção com ambas as mãos e começar a mover o tronco para cima e para baixo, movimentando o pênis dele entre seus peitos fartos como se ele estivesse fodendo sua buceta. Ardendo de desejo, Edward começou a estocar com força, apertando com as próprias mãos os seios macios contra seu pau palpitante, rugindo de prazer quando Bella passou a lamber a cabeça coberta de líquido pré-seminal sempre que ela espreitava perto de seu boca.

Sua foda com os peitos dela não durou muito, porém. Ver Bella vestida com nada além de conjunto de pérolas o tinha levado a um limite extremo e logo ele se viu agarrando o próprio pau para fazê-lo jorrar sobre os seios dela, esfregando a cabeça inchada nos mamilos e cobrindo-os com seu esperma grosso ao ponto de pingar. Parecendo insatisfeita com aquilo, Bella se inclinou para toma-lo na boca, sugando e engolindo cada gota do resto de seu orgasmo com uma fome ávida, ainda lambendo com a ponta da língua a entradinha na cabeça de seu pau e deixando-a completamente seca, antes de retirá-lo de entre os lábios. Ainda sem se dar por satisfeita, porém, ela esfregou o esperma que ele havia derramado sobre seus seios, espalhando-o por cima do lubrificante com um pequeno sorriso prazeroso, antes de trazer os dedos até a boca e lamber o excesso deles.

- Agora sim. Esse é o creme que eu gosto de ter me cobrindo. – ela piscou para ele, lentamente colocando-se de pé.

- Você sinceramente não acha que eu terminei com você ainda, não é? – ele rosnou para ela com um sorriso malvado, acariciando a ereção ainda feroz, que mesmo com o orgasmo intenso não diminuíra nem um centímetro, permanecendo grossa e longa, apontando diretamente para Bella.

- É claro que não. – ela sorriu, travessa, mordendo o lábio ao encarar o pau estendido diante dela – Eu conheço bem esse monstro. Sei que ele não se satisfaz com facilidade. – ela se inclinou para pegar o pequeno frasco de lubrificante novamente, estendendo-o para ele – Sorte que eu também não.

- Oh, então estamos brincando de quanto pau minha Bella aguenta levar? – ele sorriu, agarrando-o pela cintura e virando-a de costas, encarando sua bunda perigosamente – Meu jogo favorito. – ele apertou com força uma das bochechas empinadas, antes de dar-lhe um tapa sonoro que deixou a carne um pouco rosa, fazendo-a gemer de necessidade. – Eu realmente gostei dessas pérolas... – ele elogiou, traçando a linha das joias por toda a extensão da intimidade dela – Mas agora eu vou foder o rabinho apertado da minha esposa, então elas vão ter que ir. – ele anunciou antes de enganchar os dedos no fino fio de tecido que mantinha as pérolas juntas e puxá-lo sem qualquer cerimônia, fazendo-o se romper e espalhar os pequenas bolas pelo chão.

Faminto, ele primeiramente puxou o quadril dela contra seu rosto, lambendo longamente a buceta já encharcada e penetrando-a várias vezes com a língua, aguardando pelo momento em que sentiu que ela estava à beira do orgasmo para parar seus investidas, deixando-o frustrada e ansiosa por mais, como ele gostava. Tirando novamente a tampa do tubo de lubrificante, ele tomou seu tempo preparando-a para recebe-lo: banhou ambas as bochechas macias com o líquido viscoso, apertando-as e massageando-as em suas mãos, enquanto observava como as atenções que ele estava dando à ela faziam sua vagina e seu ânus piscarem de desejo, como se estivessem chamando seu pau para preenche-los. Quando finalmente ela estava literalmente choramingando para que ele a fodesse e sua bucetinha apertada estava tão úmida que as gotas de desejo estavam pingando no carpete, ele espremeu o lubrificante contra o anel apertado dela, banhando-o com muito mais creme do que o necessário – mesmo que já fizessem anos desde que eles fizeram sexo anal pela primeira vez e o rabinho de Bella já estivesse longe de ser um principiante em levar seu pau com força e por completo, o medo de que ele pudesse acabar machucando-a nunca o abandonou.

Umedecendo também uma das mãos, ele empurrou dois dedos profundamente dentro dela, esticando o buraquinho enrugado e fazendo-a arfar, com a cabeça sobre a mesa de centro, empurrando os quadris para que ele a penetrasse ainda mais. Ao empurrar mais um dedo e sentir os músculos dela o apertarem com avidez, querendo sugar seus dedos para mais fundo, ele soube que ela estava pronta para cavalga-lo. Agarrando-a pela cintura novamente, ele a puxou para si, colando as costas dela contra peito e abrindo sua bunda com a mãos enquanto a descia sobre seu pau gentilmente, sentindo a cabeça grossa se pressionar brandamente contra o cuzinho estreito antes de finalmente conseguir penetrá-lo, fazendo ambos rugirem de prazer.

Avançando cada centímetro com lentidão, apreciando o aperto das paredes estreitas, ele moveu a mão, que não estava apoiando o quadril dela, até sua vagina, completamente aberta e pronta para ele naquela posição, e começou a dedilha-la preguiçosamente, provocando a abertura pulsante, apenas pelo simples prazer de ver Bella perdendo cada gota de seu controle, empurrando-se freneticamente para todos os toques que ele lhe dava. Apoiando a cabeça na curva do ombro de sua esposa e buscando os lábios dela, Edward finalmente penetrou-a com dois dedos enquanto usava o polegar para rodear e acariciar o clitóris necessitado, fazendo Bella gritar de prazer e afundar nos últimos centímetros de seu membro por trás.

Sem fôlego pela sensação de estar enterrado completamente nela, Edward intensificou o movimento de seus dedos em sua buceta, enquanto a penetrava por trás com o menor dos movimentos, saindo poucos centímetros antes de voltar com delicadeza, com seu pau acariciando suavemente o canal bem lubrificado, que se contraia a cada mínimo movimento, como se quisesse leva-lo ainda mais fundo. Após alguns minutos disso, quando a intimidade encharcada de Bella parecia pronta para gozar, ela fez um som emburrado vindo do nariz e começou a tentar montá-lo com força por trás, sem muita eficácia por conta da mão dele em seu quadril, que ainda a segurava.

- Quantas vezes eu vou precisar dizer que você não me machuca quando fazemos isso? – ela choramingou, frustrada, rebolando o traseiro sobre ele e deixando que seu pau palpitasse de desejo dentro dela, para ilustrar sobre o que estava falando – Eu realmente amo isso. – ela virou o rosto para beijá-lo profundamente – E eu sei que você também. Não se contenha assim. Você sabe que ver você perder o controle só me faz gozar com mais força. – ela ronronou, voltando a se mexer contra ele, enquanto virava o pescoço o suficiente para dar uma lambida quente na mandíbula dele.

Rosnando contra o ombro dela, Edward decidiu obedecê-la, sentindo seu último resquício de sanidade se esvair enquanto pegava uma das mãos dela, que estava apoiada no encosto do sofá, e a colocava em cima de sua buceta faminta, enquanto grunhia contra seu ouvido – Eu vou arrobar o seu rabinho como você quer... – ele lambeu a concha de sua orelha ao ouvi-la arfar – Então cuide dessa bucetinha gostosa para mim, está bem? – ele colocou os dedos finos dela pressionados contra a entrada que pingava, antes de agarrar as coxas dela em ímpeto, afastando suas pernas ainda mais e fazendo-a gemer em antecipação pelo que viria.

E ele não a decepcionou quando disse que faria como ela queria. Apertando as coxas grossas em suas grandes mãos, ele começou a guia-la para cima e para baixo de seu membro insanamente rígido, em um passeio selvagem que deixou os dois sem fôlego, mas que nem por isso o fez abrandar suas estocadas. Ao contrário, ele foi tornando-se cada vez mais veloz, mais faminto por voltar a ser envolvido no calor apertado da bundinha que se contraia ao seu redor, mais do que disposta a engolir cada um de seus centímetros espessos. Gritando cada vez mais alto a cada estocada, perdida em prazer, Bella descansou as costas suadas contra o peito dele e colocou um dos braços para trás, a fim de abraçar o pescoço dele para ter mais apoio, enquanto continuava a masturbar-se freneticamente.

- Você ama isso, não é? – ele deu um pequeno sorriso perverso ao avaliar a face corada da esposa, com o olhos revirados de prazer enquanto ele a penetrava impiedosamente – Ama sentir o meu pau fodendo o seu cuzinho com força, não é? – ele rosnou sofregamente, inclinando-a um pouco para o lado para poder tornar as estocadas ainda mais longas e duras, o que a fez soltar um longo e alto gemido de confirmação. – Sim, eu sei como minha esposa safada não vive sem o meu pau fodendo com ela duro e sujo, não é, amor? – deixando-a controlar sozinha o movimento dos quadris, ele colocou uma das mãos em torno de seu pescoço, envolvendo-o por completo, enquanto respirava sofregamente contra o rosto dela – Eu sei que você ama que eu te trate como minha putinha tanto quanto ama que eu te trate como minha rainha.

- Sim... – Bella arfou, rebolando o rabinho muito cheio, mas ainda assim soando sedenta – Sua putinha... – ela caçou os lábios dele em beijo voraz e consumidor, cheio de desejo e devassidão – Para você fazer o que quiser... Assim como você é todo meu. – ela olhou-o no fundo dos olhos, falando com certeza na voz sem fôlego, fazendo-o sorrir de orgulho e de satisfação.

Sim, ele era dela, de corpo e alma, para ela fazer o que quisesse. Ele estava agradecido que, ao longo dos 10 anos de relacionamento, ela tivesse finalmente começado a entender a veracidade daquelas palavras, substituindo as inseguranças que antes a entristeciam por aquela certeza profunda que agora brilhava nos olhos cor de chocolate. Com um sorriso orgulhoso e ao mesmo tempo perverso, ele a puxou para um beijo profundo e apaixonado, antes de agarrá-la pela cintura, ainda profundamente enterrado dentro dela, e empurrá-la de quatro no sofá, ajoelhando-se atrás dela e não perdendo tempo em recomeçar as estocadas impiedosas.

- É gostoso nessa posição? – ele perguntou-lhe com um grunhido, enrolando várias vezes o longo cabelo castanho em torno de seu punho para poder puxar suavemente a cabeça dela para trás e ver melhor seu rosto repleto de ânsia e prazer – Porque eu amo como essa bundinha fica ainda mais apertada quando eu te coloco de quatro. – ele grunhiu, dando um tapa em umas das nádegas que balançava eroticamente a cada investida que ele dava, observando como aquilo fazia Bella cravar as unhas no tecido do sofá, selvagem.

Ainda segurando seu cabelo, ele redobrou seus esforços, muitas vezes saindo dela quase que por completo, apenas para voltar em uma única investida dura, enchendo-a por completo, sentindo o buraquinho enrugado piscar impotente ao redor de sua dureza, como se quisesse esmagá-lo e mantê-lo enterrado lá para sempre. Agora era a vez do sofá de receber uma poça dos sucos abundantes de Bella, enquanto ambos se revessavam para dar um pouco de alívio para sua vagina pulsante e ansiosa por um pouco de pau também, mas Edward só a tomaria depois de ter preenchido o rabinho dela de porra.

E ele não teve que esperar muito. Logo, Bella já não era nada mais do que uma bagunça quente e incoerente, com os braços e as pernas trêmulos e mal sustentando o próprio corpo, totalmente aberta e a mercê das investidas incessantes dele, enquanto que ainda se esforçava para ir com o quadril também trêmulo de encontro ao dele. Sentindo os espasmos inicias em torno dos três dedos que ele tinha profundamente enterrados dentro da vagina cremosa dela, Edward soube que ela estava à beira do orgasmo e por isso a envolveu pela cintura novamente, trocando-os de posição mais uma vez, sem nunca sair de dentro dela.

Deixando-a sentada em cima dele, encarando-o, com o pau mais fundo nela do que nunca, Edward parou de se mover, mesmo sentindo que faltava pouco para seu próprio orgasmo, e preguiçosamente colocou os braços atrás da cabeça, enquanto sorria maliciosamente para ela.

- Por que você não me mostra como gosta disso? Me mostre como ama ter o seu cuzinho cheio do meu pau... – ele a provocou, acariciando os lábios cheios levemente com o polegar – Agora é sua vez de me foder até gozar, enquanto me monta.

E Bella fez isso com aptidão de tirar o fôlego. Parecendo ter recuperado as forças por suas palavras sujas, ela apoiou ambas as mãos no peito dele e começou a cavalga-lo com vontade e com força, fazendo-o literalmente delirar. Sentindo a cabeça leve e corpo sendo consumido por puro prazer, ele levou uma das mãos até o seio dela e o envolveu, enquanto a outra viajou até o clitóris, que naquela nova posição já estava sendo estimulado sempre que se roçava contra a virilha dele. Sob os cuidados de Bella, que sabia perfeitamente como estimular cada zona erógena do corpo dele, especialmente enquanto montava o pau dele de maneira enlouquecedora, Edward explodiu em um orgasmo em pouco tempo, revestindo com seu sêmen cada centímetro do canal apertado dela. Sua esposa, porém, mesmo tendo gemido profundamente ao sentir sua porra começar a jorrar dentro dela, estava longe de se dar por satisfeita enquanto não gozasse tão profundamente quanto ele. Cravando as unhas em seus ombros, ela tomou impulsos ainda mais intensos, movendo-se de cima a baixo por seu membro ainda palpitante e despejando as últimas gotas de orgasmo, ela finalmente soltou um grito alto, inclinando-se para trás para literalmente empalar-se contra ele, e gozou intensamente, apertando-o com tanta força dentro de si que Edward não pode se controlar em gozar novamente.

Por fim, quando ela tombou exausta contra seu peito, Edward distribuiu beijos carinhosos por seu rosto e cabelo, enquanto ele recuperava o próprio fôlego. Após um momento de silêncio em que eles ainda estavam perdidos na sensação lânguida e tranquila do pós-orgasmo, Bella falou suavemente.

- A cena da sacada começou. – ela avisou com um sorriso, olhando para a televisão que ele esquecera por completo que estava ligada.

Ele riu docemente ao ver o olhar sonhador no rosto da esposa e a beijou suavemente – Você sempre fica linda quando a assiste.

- Pode imaginar como Romeu se sentiu? – ela sorriu tímida e docemente para ele, após um segundo observando-o.

- Acho que posso. – ele sorriu de volta, beijando carinhosamente a bochecha dela e abraçando-a ainda mais apertado – Na verdade, eu sei muito bem. Você gostaria de ouvir?

- Adoraria. – ela sorriu amorosamente – Mas antes, tenho uma confissão a fazer... – ela mordeu o lábio inferior, divertida.

- Qual? – ele sorriu, divertido e apaixonado, sentindo o coração saltar no peito quando ela finalmente disse, com a voz alegre e apaixonada cheia de amor por ele.

- Eu te amo. 



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