História Uma Noite Sofrendo No Morro. - Capítulo 5


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Categorias Riverdale
Personagens Alice Cooper, Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Clifford "Cliff" Blossom, Dilton Doiley, Elizabeth "Betty" Cooper, Ethel Muggs, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Frederick "Fred" Andrews, Ginger Lopez, Hal Cooper, Hermione Lodge, Hiram Lodge, Jason Blossom, Joaquin, Josephine "Josie" McCoy, Kevin Keller, Marmaduke "Moose" Mason, Mary Andrews, Melody Valentine, Oscar Castillo, Penelope Blossom, Personagens Originais, Polly Cooper, Pop Tate, Reginald "Reggie" Mantle, Sierra McCoy, Smithers, Tina Patel, Treinador Clayton, Trev Brown, Valerie Brown, Veronica "Ronnie" Lodge, Waldo Weatherbee, Xerife Keller
Tags Betty, Cole, Jughead, Lili, Riverdale
Visualizações 92
Palavras 833
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Betty narrando


Vi minha calça jeans no chão é a camiseta, me vesti apressada já recuperando a consciência,só uma coisa se passava na minha cabeça "Mãe".

Ela deve esta tão preocupada comigo.

  -Eu já disse que você não vai a lugar nenhum! -Ignorei ele é sai da quarto.

Senti meu cabelo ser puxado para trás e cai de bunda no chão.

 -VOCÊ E LOUCO!

 Ele não é louco, eu sou...eu aceitei fazer tudo isso. 

-Me deixa ir.

Ele estava fora de si, e começou a me esmurrar...

Senti o gosto de sangue na boca.

-Por favor para!

Porque ele estava me espancando? Simplesmente porque eu queria ir embora. 

Ele não parou, meu corpo todo doia, meu braço parecia ter sido quebrado com os chutes.

Quando se deu por satisfeito ele saiu de cima de mim.

-Agora pode ir seu lixo. 

Isso é bem feito pra mim, eu mereci, tentei me levanta mais minha cabeça doía me apoiei nas paredes e sai de la em lágrimas.

Cheguei na rua de casa ainda aos prantos e em lágrimas sem ter a mínima ideia do que fazer, quando ergui minha cabeça enxugando as lagrimas vi uma ambulância parada na minha porta corrir ate lá desesperada ignorando as dores no meu corpo e nas minhas partes íntimas, aquele desgraçado me espancou bonito, eu ainda não havia saído do choque quando entrei correndo e vi trazerem ela para a ambulância, uma enfermeira me segurou tentando me acalmar e viu que eu estava toda machucada.

 -O que aconteceu com você? Suas costas estão feridas e seus braços também.

 -O que minha mãe tem ?

Botaram ela na ambulância e eu corri pra ir com ela, meu pai o tempo todo em pé próximo a porta sem expressa reação nenhuma. 

-Eu vou com ela.

 -Tudo bem, mais vamos ver seus ferimentos também.

Eu entrei na ambulância e sentei ao lado dela, ela estava inconsciente e eu ainda não sabia oque aconteceu.

-Mamãe, vai ficar tudo bem.

 Eu chorava baixo agora, não queria que ela se assustase ao acordar.

-Mocinha o que aconteceu com você?

 -Nada...eu estou bem só cai de  uma escada.

-Sente alguma dor? 

Meu corpo inteiro dói inclusive minha alma eu queria morrer. 

-Não, estou bem.

 Formos ligeiro ate um hospital público eles levaram ela, dói tanto pensar que ela poderia estar morta...eu não estava la pra ajudar ela é não vou me perdoar se algo acontecer.Eu estava toda suja e com os braços feridos mais não estava nem aí, só queria notícias dela.Uma enfermeira veio e com muita insistência me fez um curativo e limpou meus ferimentos.

 -Quem fez isso em você?

 -Não sei...Ninguém.

Eu não podia falar nada, trazer a policia ia me fazer perder tempo e eu não posso perde tempo.

 -Você pode conversa comigo mocinha, eu vou ajudar você.

-Ajude cuidando da minha mãe.

 Poucos minutos depois e finalmente surgiu um médico na sala de espera.

 -Quem aqui está acompanhado a senhora Alice Smith Cooper ?

-Sou eu! -Gritei levantando a mão e correndo ate ele.

 -Como a senhorita se chama? 

- Elizabeth Cooper.

 -Então Elizabeth ela é sua mãe?

 -Sim, sim pelo amor de Deus como ela está?

-Posso dizer que ela esta fora de perigo agora mais...bem os aparelhos dela tem funcionado  perfeitamente? 

-Sim...sim todos

-Ao que parece o aparelho que ajuda ela a respirar pode ter sido danificado, ela ficou minutos sem respirar ate ser socorrida acontece que isso forçou muito o cérebro dela e agora ela  entrou em coma.

Eu não processava nenhuma informação naquele momento, a culpa é minha! Eu devia está com ela. 

 -A gente não pode manter ela aqui muito tempo, não temos auxilio necessário pra isso você  precisa fazer a internação dela em um hospital particular.

Eu entrei em desespero é comecei a chorar onde eu conseguiria dinheiro pra interna ela em um  hospital particular...meu Deus.

 -Quanto tempo podem manter ela aqui?

-Olha eu posso ver o que faço por ela, talvez uns 3 dias.

Eu vou fazer o que posso pra conseguir esse dinheiro...talvez se eu pedir um adiantamento  dar certo. 

-Me acompanha ate minha sala Elizabeth.

 -Tudo bem...

Ai meu Deus será que são mais notícias ruins? Assim eu não dou conta. Acompanhei ele ate uma pequena salinha, ele me esperou na porta eu entrei e ele a fechou.

 -Você vai conseguir dinheiro pra internação?

 -Eu não sei, vou pedir um adiantamento no meu serviço.

-Eu posso te ajudar.

Ele falava estranho agora, ele não falava mais como um médico falava como um homem e isso me incomodou.

 -Não...tudo bem eu dou um jeito.

-Nois podemos nos ajudar.

 Ele se aproximou de mim segurando meu queixo.

 -Não banca a difícil gatinha.

Senti meu corpo inteiro tremer de ódio, como se não bastasse ser espancada agora querem me fazer de prostituta?

Acertei um tapa forte na cara do velho sem vergonha e sai rápido daquela sala.

A mais eu  devo ter cara de puta mesmo, o vida difícil essa vida de morro.


Notas Finais


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