História Uma noite surpresa - Capítulo 1


Escrita por: e NanyPimenta

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Aioros de Sagitário, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Personagens Originais, Shion de Áries
Tags Cdz, Os Cavaleiros Do Zodiaco
Visualizações 63
Palavras 1.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Self Inserction, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Saint Seiya pertence a Masami Kurumada e às empresas licenciadas.
Imagens retiradas da internet, todos os direitos reservados aos autores.

Boa tarde, meus amores! Tudo bem com vocês???

Hoje inicio mais uma fic, que quero dedicar para minhas queridas amigas, que sempre estão ao meu lado, apoiando, incentivando, puxando a orelha.
@Calixto84, @KogaRin, @NanyPimenta e @HinaKaulitz amo vocês muitão.
Desejo uma boa leitura para todos!

Beijos Escarlates!!!

Capítulo 1 - Capítulo 1



– Eu acho que se fizermos isso, ela vai fazer picadinho da gente – Érika falava para as amigas enquanto olhava atentamente para elas com um semblante apreensivo.


– Não é pra tanto, até porque logo ela esquece. – Calisto complementou, também olhava seriamente para todas.


– Sei não… – Hina murmurou. – Vocês sabem que elas não esquece facilmente das coisas. 


– É, tem isso mesmo, mas se não arriscarmos, não saberemos. O importante é tirá-la daquele estado deplorável que está. – foi a vez de Koga falar, apesar de também estar apreensiva tentava animar as outras.


– Se bem que agora não tem mais volta, o que está feito, está feito! – Calisto voltou a falar enquanto levantava da cadeira. – Ela vai dar piti, espernear, mas vai ter que ir. 


Logo em seguida, o alarme anunciou o fim do intervalo das aulas. As amigas se despediram e cada qual foi para sua sala. As quatro, mais Luisa estudavam numa faculdade da Grécia. 


Elas se conheceram na área de embarque do aeroporto de Guarulhos, onde todas haviam sido aprovadas no vestibular da faculdade Kapodistriana de Atenas e, desde então, não se separaram mais.  A separação só ocorreu quando Luísa arrumou um namorado. No começo, o relacionamento dela estava indo bem, pois o conheceu nos treinos de karatê, onde ele fazia atletismo e cursava Educação Física.  Porém, com o passar do tempo, a escorpiana notou que seu namorado andava muito distante e começou a desconfiar. Então, um certo dia, ela descobriu o motivo da distância dele, pois o flagrou aos beijos com uma colega de turma dele, onde o indivíduo até tentou se explicar, porém ela não quis ouvir uma palavra e simplesmente terminou tudo por ver que não valia a pena.


E com isso, veio junto todos os problemas que o fim de um relacionamento traz. Luísa ficou depressiva, passava chorando, não queria se alimentar, estudar e isso estava preocupando, e muito, suas amigas. Por isso, num dia quando estavam voltando para casa, passaram em frente à uma casa de festa, onde homens faziam apresentações e acabaram tendo a idéia de levar Luísa até lá. E era sobre isso que elas conversavam porque tinham comprado ingressos para ir até lá. Tinham consciência que a amiga iria querer matá-las, mas sabiam lidar e muito bem com o jeito da escorpiana.


O restante das aulas transcorreram normalmente e no fim destas, as amigas se encontraram, no mesmo lugar de sempre e voltaram para casa. No caminho combinavam os últimos acertos, pois seria aquela noite, a surpresa que haviam preparado para a amiga.


Chegaram até o apartamento que a escorpiana morava, abriram a porta, pois tinham uma cópia da chave e encontraram o mesmo cenário dos últimos dias. Tudo na penumbra total, Luísa jogada em cima do sofá, com cara de quem havia chorado e muito. Se entreolharam preocupadas como sempre, porque a amiga estava se entregando à tristeza. Mas foi Calisto, com seu jeito divertido, que tomou uma atitude. 


– Ameeeega – falou indo em direção às janelas e abrindo as cortinas, depois foi até o sofá – Levanta daí Lú! – foi a puxando pelo braço. 


– Me deixem em paz, gurias! Vocês não entendem o que estou sentindo. – finalmente sentou no sofá, os olhos azuis, que já estavam inchados e vermelhos devido ao choro, voltaram a lacrimejar. – Me sinto uma burra, uma idiota por ter acreditado naquele imbecil. – Não conseguiu mais falar porque se abraçou em Érika e caiu num choro compulsivo e dolorido. O que fez o coração das amigas se apertarem. Por isso, sentaram-se todas em volta e deram um abraço coletivo. 


Um bom tempo havia passado, agora Luísa dormia com a cabeça no colo de Érika. A escorpiana havia chorado até se acalmar e depois disso acabou adormecendo devido ao cansaço. Hina e Calisto ajeitavam o pequeno apartamento porque estava tudo um pandemônio e Koga preparava uma refeição. 


– Espero que ela acorde mais calma – Érika falou baixinho assim que entrou na cozinha – A pobrezinha está de dar dó. 


– Vai sim! Essa fase é difícil, mas ela vai superar porque tem a nós – respondeu a virginiana. 


Hina e Calisto apenas balançavam a cabeça concordando. 


Pararam de falar, ao ver Luísa entrando na cozinha. – Hummmm...o cheiro está bom! – falou com um pequeno sorriso, sentia-se mais calma. 


– Já, já fica pronto Lú – falou a virginiana. 


– Enquanto isso... – Calisto abraçou Luísa e foi tirando ela da cozinha – Vai tomar teu banho. 


– Tá me chamando de fedorenta? – estancou o passo e olhou com cara feia para a amiga – Posso estar deprê, mas tomo banho todo dia. 


– Não é isso Lú, assim você já fica pronta para comer. Olha que a Koga caprichou. – a canceriana falou e enlaçou o pescoço da amiga indo em direção ao banheiro. 


Quando Luísa entrou no banho, Calisto, junto com Hina e Érika foram até o quarto de Luísa. A canceriana separou uma roupa para ela vestir agora e as outras duas começaram a separar a roupa, para ir na casa de festa. 


– Por enquanto está tudo saindo conforme planejamos. – Hina falou enquanto pegava um vestido preto de Luísa. 


– Pode deixar comigo amiga, se ela não quiser ir, eu dou um jeito! – Érika respondeu para a aquariana – Acho melhor esse outro vestido aqui – ela segurava um vermelho. 


– Esse é lindo! – Calisto concordou. – Ela comprou e nunca usou, vai ficar ótimo para a ocasião, – fez uma cara de sapeca, depois deu um sorriso matreiro que foi acompanhado pelas demais. 


– Agora que já escolhemos, guarda pra ela não ver. – Hina falou num sussurro. – Luísa já desligou o chuveiro.


Mal terminaram de guardar as coisas, Luísa surgiu no quarto usando um roupão felpudo. Ela olhou para as amigas e arqueou a sobrancelha. – O que vocês estão aprontando? – perguntou desconfiada porque as três estavam com cara de quem estavam armando alguma. 


– Nós? Não estamos aprontando nada. – respondeu Érika, com um semblante ofendido – Assim você até nos ofende.


A escorpiana revirou os olhos por causa do drama da amiga e, para não começar uma briga desnecessária, pegou a roupa que Calisto havia lhe dado, indo vestir em seguida. 


– O almoço ta pronto! – Koga gritou da cozinha. 


– Tá bom, já estamos indo. – gritou Hina de volta. 


x.x.x.x.x


As amigas almoçaram com satisfação porque Koga cozinhava muito bem, até mesmo Luísa que não se alimentava direito há dias, comeu muito bem. A escorpiana precisava admitir que as amigas lhe faziam muito bem, tinha dado muita sorte em ter conhecido, e o melhor de tudo é que moravam no mesmo prédio. Ou seja, não saiam uma da casa da outra. 


Depois do almoço, Luisa lavou a louça e Koga secou. Depois permaneceram conversando amenidades o resto da tarde. Quando era umas 20 horas, Calisto levantou e puxou Luísa pelo braço, que a olhou confusa. 


– O que aconteceu? – perguntou


– Você já vai ver! – a canceriana respondeu dando um sorriso. 


– Logo vi que vocês estavam aprontando. – disse, resignada e deixou-se ser levada. As outras as seguiram. 


Quando chegaram no quarto da escorpiana, Hina pegou o vestido que havia separado, fazendo Luisa entender o que as amigas queriam. 


– Podem parar! – ela falou – Não vou sair pra lugar nenhum. 


– Você vai! – retorquiu Calisto


– Não vou! – cruzou os braços e fez um bico. 


Érika que já estava cansando da atitude da amiga, caminhou até ela, segurou em seus ombros e a sacudiu – Você vai nem que tenha que te levar arrastada. 


– Que violência! – Luísa falou, enquanto se desvencilhava do agarre da amiga. – Eu entendo as intenções de vocês, mas não estou em condições de sair. 


– Mas não estamos perguntando se você quer ir, estamos mandando! Agora vai se arrumar. – Koga se intrometeu e com seu jeito autoritário tomou conta da situação.. 


Mais uma vez resignada, a escorpiana foi fazer o que foi pedido, se Koga falava daquele jeito, era melhor não discutir. 


Assim, as cinco amigas se arrumaram. Hina havia maquiado Luisa e Érika arrumado seus cabelos. Todas estavam lindas, chamaram um táxi e partiram para a casa de festa. Quando chegaram em frente ao lugar, desceram do carro e Luísa abriu a boca incrédula, não acreditando onde as amigas tinham a levado. 


– Mas eu não vou nesse lugar nem morta! 


Continua...






Notas Finais


Onde será que as meninas levaram Luisa? E como será o desenrolar dessa noite? Hehe

Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo.


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