História Uma nova aventura - Capítulo 3


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Categorias As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais
Tags Anjos Caídos, Clace, Malec, Patos, Shadowhunter, Sizzy
Visualizações 101
Palavras 1.221
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


DESCULPA JUJUBAS!!!!!
Eu fiquei longe por um bom tempo, eu sei! Mas deixa eu explicar, eu tinha capítulos lindos e maravilhosos para postar para vocês, mas no final do ano passado houve um problema no PC e o histórico foi todo apagado, eu perdi tudo e nem lembrei de passar para o Pen-drive.
Eu fiquei tão triste por ter pedido todas as histórias que fiquei um tempo sem escrever, sem inspiração para escrever tudo de novo.
Mas agora eu voltei e eu vi todos os comentários de vocês, E MUITO...MAIS MUITO OBRIGADA. Por todo incentivo, todo apoio, por tudo!!
Agora, Enjoy!

Capítulo 3 - Capítulo 2


-Não terei dúvidas sobre seu namorado Alec, eu achei que ele era louco por me acordar as duas da manhã, mas agora... -Jace gritava para o seu parabatai que estava do outro lado da sala lutando contra os demônios que chegavam.


-Cala a boca Jace. -Alec reclamou, sendo por um Drevak e outro Raum.

-Meninos por aqui, agora! -chamou Clary, assim que havia feito o portal na parede. Ela foi a primeira a passar, seguida logo depois por Isabelle que já havia perdido uma de suas armas e agora usava o chicote e a lâmina Serafim.

-Quando eu disser três nós vamos... -avisou Jace. -Um, Dois...

-Tchau. -gritou Alec pulando para dentro do portal.

-Filho da... -Jace resmungou dando passos para trás, tentando afastar os demônios. Perto o suficiente do portal ele se virou e pulou, escutando no final apenas um som estridente que em sua cabeça pareceu um rosnado de raiva.

-Você está bem? -perguntou Clary guardando a lâmina serafim e se aproximando de Jace.

-Já estive pior. -ele sorriu fraco, enquanto limpava a poeira da sua roupa.

-Mas o que foi aquilo? Fazia um bom tempo que não via tanta demônio reunido no mesmo local. -Alec foi o primeiro a falar, sobre o que estava acontecendo desde que pularam do local.

-Xiu! -todos escutaram o som que Magnus havia feito quando foi incomodado pelas vozes. Curiosos pelo fato Magnus estar tão calmo e tão concentrado.

-Não temos muito tempo e eu preciso de silêncio. -ele falou, até agora nenhum dos outros sabiam o que Magnus estava fazendo, muito menos o real motivo de terem levados eles ali tão longe.

-Pelo Anjo, o que é isso Magnus? -Isabelle curiosa e abismada com que acabou de ver ao se aproximar de onde ele estava.

Nesse meio tempo Clary havia dado uma boa olhada onde eles estavam agora. O local era úmido e frio, a sala tinha um formato oval e do lado oposto onde Clary estava havia uma grande e pesada porta de chumbo. O lugar era iluminado por duas tochas acesas na parede, aquilo dava um ar meio assombrado e o cheiro, o cheiro era horrível. De carne queimada e enxofre.

-Clary me passa a bolsa de sangue. -falou Magnus ainda de costas para ela, despertando Clary do devaneio. A ruiva se despertou e se apressou em tirar a bolsa de sangue da sua mochila, aquilo era nojento.

-Você pode responder o que é isso Magnus? -perguntou Jace curioso.

Alec notou o que obviamente parecia ser um corpo coberto por um lençol branco. O corpo flutuava a 5 centímetros acima da meda de pedra.
Pegando a bolsa de sangue que Clary havia lhe dado, ele a colocou em cima da mesa. E estalando seu dedos, mais alguns ingredientes e objetos apareceram em cima da mesa.

Com um estrondo forte, todos olharam na direção da porta de chumbo.

"Eles estão se aproximando" foi o que pensaram.

-Rápido, tirem esse lençol de cima dela. -Magnus se apressou, enquanto pegava uma tigela com ervas misturadas, espalhando em cada canto da mesa velas.

-Dela? Isso é uma mulher? -exclamou Isabelle, vendo Jace e Alex tirarem o lençol.

-Por Raziel. -Clary prendeu a respiração, era a mulher da qual ela havia sonhado, mas Jace e nem nenhum deles sabiam sobre isso.
Ela parecia estar em um sono profundo, não porta. Pois parecia estar respirando, seu peito subia e descia.

-Mas que po... -Jace já ia xingar, quando foi advertido por Alec.

-Aqui, trace uma linha ligando todas as velas. -Magnus se virou entregando um giz para Clary.

-Eu espero que esse sangue funcione. -Magnus murmurou para si mesmo, mas ele não estava certo que talvez fosse funcionar.

Ele abriu a bolsa de sangue e derramou dentro da tigela, deixando completamente cheia.

Alec não sabia o que seu namorado estava fazendo, nem havia perguntado, porque confiava nele e no fato de que Magnus havia dito que era por  motivo certo.
Sabendo que os demônios estavam se aproximando, Alec, Jace e Isabelle se afastaram dos outros ficando perto da porta, prontos para atacarem se algo aparecesse.

Acabando de traçar a linha ligando todas as velas em uma ordem, Clary se afastou deixando Magnus terminar o trabalho. Isso deu tempo o suficiente para ela analisar a mulher em sua frente.

Seu corpo era coberto de marcas, como as de Jace. Linhas finas traçavam pelo seus braços, pescoço e pernas.
A mulher era extremamente branca, de uma branco feito leite. E o cabelo era ruivo como o de Clary, talvez o ruivo dela fosse mais vermelho sangue e com as pontas alaranjada como se estivesse pegando fogo.
Suas mãos estavam juntas sobre sua barriga, a mesma usava um vestido branco de alça que ia até o joelho, ela também não calçava nada.

Com um fósforo Magnus acendeu todas as velas.
Clary se perguntou porque ele não havia usado seus poderes para fazer isso, já que ele podia.
No segundo seguinte ela notou que seus lábios se mexiam, sua voz era calma e alta, ela conseguiu notar que a língua que ele usava era Latim antigo e por fim ele acendeu mais um fósforo e jogou na tigela.
Que por um momento pegou fogo, mais logo se apagou.

-Eu não entendo, o feitiço era esse, o sangue era fresco. -ele reprimiu os lábios. -Tem alguma coisa faltando, mas eu não consigo lembrar...

Um som alto de algo tentando arrombar a porta fez com que roubasse a atenção de todos por um minuto.

-Eles nos encontraram. -falou Alec.

-Magnus, por favor se concentre e tente lembrar o que falta, seja lá para quê! -Disse Isabelle pegando sua lâmina e já com seu chicote na mão.

-Se preparem! -Jace disse alto, segurando suas duas lâminas já em posição.

-O que preciso fazer... -Magnus levou as mãos para as têmporas e massageiou. Era notável que fazia dias que ele não dormia direito, ou se quer tenha dormido. Ele parecia obcecado por algo.

Mais uma pancada forte, que fez Clary gritar de susto. Ela estava tão concentrada observando Magnus tentar lembrar do que esqueceu, que por um segundo se esqueceu dos demônios. Como pôde esquecer dos demônios?

Jace olhou para ela quando a mesma gritou, percebendo que foi apenas pelo susto ele revirou os olhos e apertou os dedos nos cabos das lâminas, voltando a olhar para a porta.

-Isso! -Magnus pegou um bisturi que a segundos atrás não estava ali e cortou a palma da sua sem pensar nem ao menos pensar duas vezes. E derramou seu sangue na tigela, que por incrível que pareça, pareceu não se misturar ou que já havia ali.
Ele repetiu as mesmas palavras em latim novamente, mas dessa vez Clary notou uma mudança no final e por fim escutou o que pareceu seu um nome.

-Kalíííssa. -o som como havia soado o nome, fez Clary lembrar de uma cobrança falando. Não que cobras falassem, mas se falassem seria assim.

E o que aconteceu em seguida foi tudo muito rápido para qualquer um ali, exceto Magnus, processar tudo.

A porta de chumbo voou pelos ares como se fosse uma folha sendo assoprada, os vários demônios se jogavam para dentro da sala que foi irradiada por uma luz branca forte e preenchiada pelo som agonizante de gritos.
E foi a última coisa que Magnus viu, antes de tudo ali sumir.


Notas Finais


Espero do fundo do meu 💜, que vocês tenham gostado. Obrigada por lerem e acompanharem a história!


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