História Uma nova aventura - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais
Tags Anjos Caídos, Clace, Malec, Patos, Shadowhunter, Sizzy
Visualizações 50
Palavras 1.635
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só mais uma por hoje, espero que gostem. E me desculpem pelos erros não revisados.
Enjoy!!

Capítulo 5 - Capítulo 4


-Magnus? -William foi o primeiro a falar, depois daquele aquecimento que tiveram com os dois demônios.

-Will! -Magnus se sentiu como se tivessem visto ele no banho pelado e declarando seu amor secreto por Jay Z. 

-Achei que estivesse fora do país! -Jem falou logo em seguida, se aproximando do seu amigo. -Quanto tempo. -puxou o feiticeiro para um abraço apertado.

-Não tanto tempo assim. -Magnus murmurou, retribuindo o abraço de forma calorosa. 

É estranho falar com o Jem do passado, quando não faz muito tempo que você conversou com o Jem do presente, ou no caso, Jem do futuro? Talvez seja.

-Tessa. -Clary falou, sorrindo aliviada por ter encontrado ela. Assim poderia tira-los daquele mundo, ou daquela época maluca.

-Como sabe o meu nome? -Tessa cemi cerrou os olhos para a ruiva.

-Eu... -antes que Clary pudesse falar alguma coisa, ou qualquer um dos outros Magnus se pronunciou.

-Estamos com um problema, a uma centena de demônios soltos pela cidade atrás da gente. Estávamos em uma missão e acabamos parando aqui em Londres, precisamos ir para o instituto. -Magnus explicou mentindo, mas para ele não era uma mentira, apenas uma omissão dos fatos.

-Certo, vamos ajudar. -Will falou, sem pensar duas vezes. Além do mais, Magnus era seu amigo. -O que aconteceu com ela? -perguntou o moreno curioso, olhando para a outra ruiva nos braços de Jace. Que para Will, o loiro era extremamente familiar.

-Estava muito fraca e acabou desmaiando. -Magnus explicou. Mas a verdade era que ele ainda tinha muito para explicar.

-Deixe que eu levo. -Will se aproximou de Jace.

-Sou muito bem capaz de leva-la. -Jace devolveu, não se sentindo muito amigável com William.

-Tudo bem então, garoto. -Will jogou as mãos para o alto, não querendo arrumar confusão. Mas a verdade era que ele não havia nem um pouco simpatizado com o loiro. 

William apenas olhou de relance para a outra ruiva que estava ao lado de Jace, que evitou olhar para o Will.

-Ótimo. Fugimos primeiro, perguntas e apresentações depois. -Magnus falou.

Eles começaram a correr em direção ao instituto, mas Clary e Izzy se perguntaram porque não fazer um portal. Seria mais simples.

 

-Ela está acordando. -a voz de Will era firme e suave. Desde que chegaram no instituto e levaram a garota desmaiada para a enfermaria, ele não havia saído do lado dela.

O mesmo não sabia ainda explicar o motivo, talvez fosse porque tudo sobre ela estava sendo curioso. Magnus fazia questão de se manter calado até ela acordar.

Will não havia dormido em nenhum momento, apenas sentado olhando-a. As vezes passando um pano quente úmido por seus braços, pescoço e rosto para mante-la aquecida e limpa.

-O que está fazendo? -a voz da garota soou ruída e baixa.

-Limpando você. -explicou Will enquanto tirava o pano do rosto dela. 

Ele observou as várias marcas que ela havia pelo corpo, presumiu que talvez seja alguém que lute muito. Ela não havia runas, então não era caçadora. Não tinha presas e ainda era quente, então não era vampira. Não havia nenhum sinal de ser lobisomem também. Talvez fosse uma mundana ou uma bruxa. 

Will não pode deixar de notar também que apesar das marcas no corpo dela, a garota tinha uma pele macia. Seu cabelo caía sobre seus ombros. A cor dele, do cabelo dela, era de um vermelho sangue, mas as pontas chegavam a ser mais claras, semelhantes a cor de uma cenoura. Seus ombros não eram largos, ela não era baixa e também não era alta. Tinha um estrutura mediana. As curvas do seu corpo era notável, por conta do vestido branco manchado que ainda usava. 

Seus lábios tinham um formato de arco-do-cupido arredondado, seu nariz era afinado e um pouco arrebitado. Ela também tinha sardas quase invisíveis vista a distância.

Will ficou curioso para saber a cor dos olhos que ela tinha, era com se assim acabasse com o mistério.

-Perdão, O que você disse? -Will saiu do devaneio ao perceber que ela falava com o mesmo.

-Eu disse que não precisa e estou com fome. -ela falou se sentando, pareceu como se ela não estivesse sentindo mais dor. Agindo como se fosse mais um dia normal.

Cinza.

Will conseguiu relacionar, os olhos dela tinham uma cor cinza com uns traços verde.

-Ei. -Magnus apareceu, sentando na cama onde Kalissa estava sentada. Fazendo com que Will se levantasse e se afastasse dela com o pano. 

-Você se sente bem? -pergunta Magnus com carinho, enquanto levava a sua mão para o rosto angelical dela.

Isso deixou Alec um pouco enciumado. Mas naquele momento não era apenas ele que estava com ciumes da nova garota. 

Tessa que estava na sala acompanhada de Jem, havia notado muito bem a maneira como Will olhava para a garota. E ele nem a conhecia.

-Estou com fome. -ela respondeu com mais carinho, inclinando a cabeça um pouco para o lado acolhendo o carinho feito pela mão de Magnus. -Eu senti tanto a sua falta. -ela sussurrou, mais foi o suficiente para todos naquela sala escutar.

-Eu também. -Magnus suspirou aliviado por ela está bem e a salvo.

-Urum. -Jace fe um barulho com a garganta, fazendo Magnus tirar a mão o rosto de Kalissa devagar e olhar para os outros que estavam com eles.

-Quem é ela? -Alec perguntou direto, já estava ficando de mau humor por conta daquela ceninha.

-É o que todos queremos saber. -falou Charlotte Branwell entrando na enfermaria. Acompanhada do seu marido Henry.

 

-Vocês querem meias verdades ou mentiras? -A garota deu as opções, enquanto se ajeitava na cama, tentando achar uma boa posição para se acomodar.

-Kali. -Magnus repreendeu, não sabendo se contar a eles seria o sensato.

-A verdade, senhorita. -falou Charlotte.

-Tudo bem, meias verdades. Por onde poderia começar? -Kalissa fez um cara de pensativa. 

-Qual o seu nome? -Isabelle foi a mais direta.

-O nome dela é Kalissa, é o que precisão saber. -falei interrompendo.

-Quantos anos você tem? -Theresa falou, apesar de saber que aquela pergunta era rude.

-Mais do que poderia acreditar. -respondeu Kalissa. -Magnus me conheceu quando eu ainda era criança, me ensinou a maioria das coisas que sei hoje. Eu tive um desentendimento com um demônio do qual me levou a alguns anos  de descanso. Magnus me acordou novamente, ele é aquele do qual segurou minha e me puxou das sombras. -ela estalou o pescoço. 

-E os Demônios que encontramos? -pergunta Isabelle.

-Apenas protegendo o que não devia ser mexido. -explicou os Kalissa.

-Kalissa é uma bruxa que agora está envolvida com problemas e que agora não são apenas problemas delas. Mas problemas de todos. -continuou Magnus. Como sempre omitindo as verdades, mas não mentindo. A história de Kalissa não era mentira, mas também não era a verdade.

-Que tipos de problemas são esses, Magnus? -pergunta Charlotte preocupada e curiosa.

-Bem, podemos falar disso outros momento, por favor? Agora queria apenas acomodar meus companheiros e descansar. -ele mudou de assunto.

-Claro, fique quando tempo achar necessário. Depois conversamos sobre isso. E é bom ter você de volta aqui e é bom conhecer vocês. -Fala Charlotte sorrindo, antes de sair com o Hanry.

-Melhor irmos também, nos encontramos no jantar. Certo? -Jem sorriu, saindo com a Theresa que continuou calada.

-Eu tenho que ir também, tchau. -falou Will, não esperando nenhuma resposta e logo saindo.

 

-Magnus? Por que estamos aqui? Como viemos parar aqui? -pergunta Clary se aproximando dele e da Kalissa.

-Foi Kali, logo depois que ressuscitei ela. Algo fez com que voltássemos a essa época. -explicou Magnus. -Aquela é a Tessa que  ainda não conhece vocês. Jem ainda não é o Irmão Zacarias. E o Will, ele é... -Magnus fez uma pausa. -Seu tarataratara avó Jace. 

-Por isso eles não se deram bem. -Isabelle riu.

-Alec, desculpe eu não ter contado nada sobre Kalissa mas...era algo que ainda não podia falar até o momento. -Magnus suspirou, sabendo que devia mais do que desculpas para ele nesse momento.

-Não acho que seja por isso que ele esteja de mau humor. -Kalissa se intrometeu, enquanto olhava para os lados. -Eu estou com fome. -ela reclamou de novo.

-É melhor pegar algo para ela, parece que a qualquer momento vai pular em cima de alguém. -retrucou Jace.

-Talvez de você, parece ser delicioso. -Kalissa sorriu perversamente, fazendo com que Magnus a repreende-se.

-Só minha namorada sabe o tanto que eu sou! -Jace sorriu, puxando Clary para ele.

-Por Lúcifer que nojo, eu não estou flertando com você garoto. Você é muito novo e arrogante. -Kali confessa.

-Eu concordo com o arrogante. -Isabelle sorriu, enquanto Clary assentia rindo.

-Pode nos deixar sozinhos por um minuto? -Magnus perguntou a eles.-Podem dar uma olhada no instituto enquanto isso.

 

-Isso tudo é tão estranho. Vamos Alec. -Fala Isabelle puxando o irmão para fora da enfermaria. Sendo seguidos por  Jace e Clary.

-O que você quer comer? -perguntou Magnus para Kalissa, agora que estavam sozinhos.

-Você sabe o que eu quero. -ela faz uma cara de entediada.

-Não temos isso aqui. -Ele diz sério.

-Alma. -ela sibilou, aproximando seu rosto do de Magnus. -Eu preciso de alma. -sussurrou.

-Não podemos fazer isso. -ele se levantou. -É perigo.

-Comidas mundana alimentam apenas a minha casca. Eu preciso de algo que me alimente. Eu estou fraca Magnus, eu estou sem metade dos meus poderes. Estou sem minhas asas. Eu preciso me alimentar. Preciso estar forte para quando vierem atrás de mim. Porque sabemos que eles vão vir. Eu não tenho mais o Miguel, ele sumiu. Os malditos anjos me querem morta, estão me caçando como animal. Minha mãe não pode me ajudar, porque seus malditos nefilins jogaram uma maldição nela. -ela estava em pé diante a Magnus, sua voz era baixa e fria. Ela estava se corroendo de ódio, mas ainda mantinha a frieza e calma.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, isso é tudo por hoje pessoal.🐙💙


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