História Uma Nova Chance - Camren G!P - Capítulo 29


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Visualizações 732
Palavras 882
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Queria estar morta....


Alguém quer conversar comigo? Bater papo na dm? Não? Td bem, vou assistir moana

Capítulo 29 - Capítulo 28


Fanfic / Fanfiction Uma Nova Chance - Camren G!P - Capítulo 29 - Capítulo 28

Narrador Pov

Henry a fitou, preocupado. Parecia implorar para que o ajudasse a não perder aquele cliente importante.

Ele era seu patrão e mais que isso, seu amigo.

"Tenho um outro cliente, o Sr. Hocking." Camila protestou, desesperada.

"O Sr. Hocking telefonou há cinco minutos cancelando o compromisso." Sally interferiu, contente. Ela era nova na empresa e um tanto ingênua ainda. "Não lembra, Srta. Cabello? E se quiser, posso cancelar sua reunião interna marcada para as duas horas."

"Obrigada, Sally." Camila pareceu muito desanimada e a jovem achou que havia lhe prestado um grande favor.

"Quer que eu faça reserva para a senhora?" Sally ofereceu.

"Por favor, no Edward's. Obrigado, Sally. Você é uma boa menina." Lauren falou com um sorriso vitorioso no rosto.

O Edward's era um restaurante pequeno e elegante, que dava vista para o porto de Sydney.

Camila se aborrecera por ter sido coagida.

Lauren fez o pedido e o almoço estava delicioso. Ostras enormes trazidas em uma travessa com gelo, lagostins grelhados servidos com molho de ervas aromáticas. Uma maravilhosa salada tropical.

Camila recordou os cartazes sobre o Havaí, que nem chegara a conhecer. Comia, mesmo sem fome, para se entreter na complicada tarefa de descascar os crustáceos.

Assim não precisaria olhar para Lauren a sua frente.

Henry tinha muita habilidade em contornar situações delicadas. Percebia os silêncios constrangedores e os preenchia. Lauren fitava Camila, que não desviava a atenção do prato.

Por fim, depois de muitas amenidades, Henry voltou ao motivo principal: 

"Lauren, em que podemos ajudá-la?"

"Quero saber em que pá está o processo de custódia."

"Ashley ainda não pediu para ficar com o bebê." Henry relanceou um olhar para Camila. "Parece feliz de a criança estar com você até a audiência no próximo mês."

"Por que ela faz questão de me levar ao tribunal? Já lhe fiz uma boa proposta de acordo."

"Não tenho muita certeza." Henry observou, apreensivo. "A srta. Benson deve estar escondendo o jogo. Não sei por que espera tanto e não diz logo o que deseja. O advogado dela, Ron Hall, é um tipo asqueroso. Venho tentando descobrir o que eles pretendem. A Srta. Benson solicitou uma audiência formal na vara de família visando outras providências no processo de custódia."

"Ela largou Julian na minha casa e foi embora, Henry. Ash não quer o filho."

"Acho que ela pensa em dinheiro, Lauren. Ainda não decifrei o esquema. Para falar a verdade, tanto ela quanto Ron me deixam nervoso."

"Até lá, Julian ficará comigo?"

"Ela concordou com isso, sem muita dificuldade. Diz que está lhe dando a chance de conhecer melhor o filho."

"Quanta generosidade!" Lauren sorriu irônica. "Bem, Henry. Qualquer outra novidade, você me avisa, sim?"

"Certo."

O maitre trouxe o cardápio de sobremesas. Henry Coyne não a quis. Levantou-se.

"Tenho de cuidar do meu coração." O advogado se despediu, astuto. "Vou dar uma volta pelo cais. Mila, voltarei daqui a uma hora e retornaremos de táxi para o escritório."

"Irei com você." Camila se ergueu tão rápido que derrubou um copo, por sorte vazio, na mesa.

Lauren nada disse, apenas esboçou um enigmático sorriso.

Henry apanhou o copo e a encarou.

"Pode ficar, Camila. Você não está sob cuidados médicos. Faça companhia a Sra. Jauregui até eu voltar." Henry ordenou com firmeza.

Lauren adorou a atitude de Henry.

"Muito bem, farei as honras da casa. Mas lembre-se, Henry Coyne..."

"Do quê?"

"Assim que eu chegar ao escritório, ligarei para sua esposa contando que você passou manteiga no pãozinho. Há nisso muito mais colesterol que qualquer convalescente de infarto poderia ingerir em uma semana!" Henry saiu dando risada.

Lauren quis pegar a mão de Camila, mas ela a impediu.

"Estou aqui sob constrangimento." ela afirmou, ríspida. "Gostaria de comer morangos com creme e depois tomar café."

Lauren fez o pedido, sem desviar o olhar do rosto dela.

"Agora, Camz, escute."

Aflita, ela consultou o relógio. Ainda faltavam quarenta minutos para a volta de Henry. Seu chefe a deixara numa situação delicada.

"Não tenho nada para ouvir, Lauren Jauregui."

"Senti sua falta."

"Case-se com a babá. Problema resolvido. Poderão viver felizes, a milhares de quilômetros uma da outra." 

"Camila, por favor. Não faça isso." Lauren passou a mão na testa.

Camila mexia o café sem parar. Já devia estar gelado e ela não se dava conta.

Lauren sentira sua falta, mas não lhe dava outras opções a não ser duas semanas ao ano, pensou Camila em escárnio.

"Camz, estive pensando. Essa coisa de amor... Você disse que me ama."

Ela encolheu os ombros, em indiferença.

"Para meu azar, é verdade. Se é que isso tem algum valor."

"É muito importante para mim."

"Verdade?" falou de forma sarcástica.

"Camila, eu nunca pedi ninguém em casamento. Depois que entendi a convivência desastrosa de meus pais, prometi a mim mesma que jamais me casaria. Não gosto de chantagem e não faria isso." Lauren bateu a xícara de café sobre o pires. "Refleti muito sobre o assunto. Organizei meus compromissos de modo a ficar em Jauregui Point três meses ao ano... O que você acha?"

"Deve mesmo precisar de mim para pagar um preço tão alto. Três meses do tempo de Lauren Jauregui oferecidos a mim, de bandeja. Incrível." comemorou subindo e descendo a mão duas vezes no ar.

"Tem razão, preciso muito de você." Lauren pegou-lhe as mãos do outro lado da mesa.

"Não posso fazer nada além disso, sem sacrificar tudo o que construí na minha vida."

"Não." foi a única resposta de Camila.


Notas Finais


Eaiii?? EU NÃO SOU NINGUÉM PRA VCS 😭

Mais tarde eu volto bjss no clitóris

Byee fofiss ✌


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