História Uma Nova Chance - Capítulo 26


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Categorias A Força do Querer
Tags Bebê, Drama, Família, Gravidez, Pagossi, Paolla&marco, Romance, Tragedia
Visualizações 38
Palavras 926
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤❤

Capítulo 26 - Cap.26


Fanfic / Fanfiction Uma Nova Chance - Capítulo 26 - Cap.26




                              Paolla:



Te-lo alí tão próximo à mim fez meu coração errar todas as batidas, eu já não tinha mais controle do meu próprio corpo e mesmo que ele fosse um estranho, naquele momento eu senti que não, nada daquilo me parecia estranho, muito pelo contrário.

O interfone nos interrompe e eu dou um passo pra longe dele. Marco parece decepcionado.

— Eu... Eu atendo. — Digo tentando manter a postura de mais cedo.

— É o cara da pizza.

— Tá, eu vou mandar subir.

— Você ta imunda.— Ele diz com um meio sorriso travesso.

— Que rude da sua parte. — Digo e ele dá uma piscadela. — Quem vê pensa que não foi você que me sujou. E aliás, você tá bem pior.

— Duvido muito.— Ele diz limpando o rosto com a blusa, o que só fez sujar mais.

O interfone toca novamente.

— Deixa eu ir lá antes que o cara vá embora.

Atendo o interfone e o deixo subir. Em cinco minutos escuto a campanhia, eu ainda estava suja, mas as mãos e o rosto eu limpei.

— Boa noite.— Digo na maior naturalidade.

— Boa... Noite. Er... Passou na faculdade? — Ele arrisca e eu quase rio.

— An... É. É isso. — Digo dando um breve sorriso. — Obrigada.

Pago a pizza e fecho a porta.

— E aí, passou em que curso, caloura?— Marco provoca chegando na cozinha. Lhe mando a língua e coloco o alimento na mesa.

— Engraçadinho. Pediu pizza de que?

— Queijo. Sua favorita.

— Interessante... Eu vou pegar os pratos.

Coloco a mesa pra nós e nos sentamos frente a frente.

— Se a Madalena ver isso aqui, ela me interna de novo. — Brinco ao pegar um pedaço enorme de pizza.

— Tem que aproveitar a liberdade.

Sorrio e depois ficamos em silêncio por alguns minutos.

— Você... Ainda sente dor pra caminhar?

— Eu só me sinto meio dura, mas eu já consigo caminhar sozinha e não parecer um robô.

— Você acha que conseguiria dançar?

— Dançar?

— O que acha de fazermos algum tipo de dança? Umas aulas uma ou duas vezes por semana. Topa?— Ele pergunta erguendo uma sombrancelha.

— Eu topo. Vai ser legal.— Digo com um sorriso no rosto.

— Então eu vou marcar pra gente ir toda sexta à noite naquele estúdio de dança no fim do quarteirão.

— Beleza. Eu sinto que gosto de dançar. Eu gosto?

— Adora. E faz isso muito bem e também vai ser uma fisioterapia.

— Vou falar com o Igor, quem sabe minhas idas lá não diminuem. — Digo e ele ri.

— Rigoroso do jeito que ele é, eu duvido muito.

— Pois é, mas não custa tentar. — Digo encolhendo os ombros.


Terminamos de comer a pizza e depois eu tomo um outro banho para dormir. Vejo Marco passar só de toalha através do espelho e é inevitável não pensar o quão acostumada eu deveria estar com aquela visão e até além do que a toalha poderia cobrir, mas no momento não passava de uma tentação que eu evitava por um motivo que nem sabia qual.

Coloco um pijama de calor e amarro meus cabelos num coque depois de seca-los com secador. Me sento na cama e começo a examinar os livros que eu peguei na gaveta do criado mudo do quarto, eu os olhava atentamente cada detalhe das capas, lia os títulos e tentava imaginar o que havia de tão especial neles que me fizeram gostar.

— Esses três você já leu duas vezes. — Sua voz soa da porta do quarto. — Uma vez você me disse que queria muito esquecer deles só pra ler como se fosse a primeira vez.

— Parece que deu certo. — Digo colocando um deles em meu colo.

— Posso entrar?

— Pode.

Ele se aproxima e se senta ao meu lado na cama.

— E se não for a mesma coisa? E se eu não gostar deles? — Digo e ele me encara com ternura.— As vezes eu acho que nunca mais vou ser a mesma, ao mesmo tempo eu vou me reconhecendo aos poucos, vejo que continuo gostando, mas não sei se só gosto porque isso foi me dito. Eu não sei...

Ele me envolve em seus braços e faz carinho em meus cabelos.

— Eu já disse que você não precisa ter medo de mudar. Você só vai saber se gosta do livro se le-lo, e tudo bem se não, tente outras leituras, leve isso como uma oportunidade de abrir novos horizontes, se permita gostar de outras coisas sem medo, não se apegue ao passado se é que podemos chamar assim. Viva o agora, Paolla e eu vou estar sempre aqui com vc. Sempre.

Ele beija o topo da minha cabeça e sorri me olhando nos olhos. Nos abraçamos carinhosamente. Sinto seu toque sútil sob minha pele e me arrepio, nossas testas se encostam e os narizes roçam, sua respiração quente se mistura com a minha.

— Posso...?— Ele sussurra fazendo carinho em meu rosto. Assinto como resposta e ele une seus lábios no meunum beijo lento, onde uma onda de arrepio invade meu corpo, trazendo consigo uma sensação melhor que a outra, eu não imaginei nada parecido com isso, no meio de tudo ainda tinha o reconhecimento. Não, não lembrei de tudo, mas do beijo, a sensação me era profundamente familiar e no momento não havia lugar no mundo em que eu preferiria estar se não aquele.




Notas Finais


Obrigada por ler💛💛

Bjs da Maah😙😙


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