História Uma nova chance - Capítulo 7


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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Trunks, Vegeta
Tags Bulma, Dragon Ball, Dragon Ball Z, Saiyajin, Shoujo, Terráquio, Vegebul, Vegeta
Visualizações 26
Palavras 4.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem, tem de tudo um pouco nesse capítulo

Capítulo 7 - Family time


Fanfic / Fanfiction Uma nova chance - Capítulo 7 - Family time

Dez dias haviam se passado desde a cirurgia de Bra, ou como seus pais diriam se perguntassem a eles, 10 dias INFERNAIS! A menina não aceitou facilmente ter que ficar 15 dias sem treinar, parecia um mini Vegeta das antigas de tanto ódio que havia brotado dela: ela disse que ia quebrar os ossos de todos que não a deixassem treinar, disse que era a princesa dos saiyajins e que tinha que treinar por causa de sua linhagem nobre (essa parte que ela parecia um mini Vegeta mais do que nunca...). Bulma já havia perdido a paciência e gritado horrores com a menina assim que ela havia chegado em casa do hospital, então Vegeta tomou a dianteira: colou nela feito um cão de guarda, do mesmo jeito que havia feito com Bulma na segunda gravidez. Ameaçou-a de que ela jamais treinaria um dia na vida se ela continuasse assim, e grudou nela feito chiclete: Bra só tinha privacidade para ir ao banheiro, e ainda assim seu pai ficava do lado de fora esperando... até para a escola ele estava indo e assistindo as aulas dela de perto! Até que Bulma teve uma ideia quando haviam se passado esses 10 dias que poderia agradar a filha teimosa:

- Bra! – Ela falou enquanto entrava na sala de vídeo e encontrava pai e filha assistiam TV. A menina olhou para a mãe com uma cara de poucos amigos e falou:

- O que é? – Vegeta puxou a orelha dela e disse entre os dentes:

- Respeite sua mãe, pirralha! – Bra fez uma careta, não havia doído de verdade o puxão de orelha, mas ela sabia que não deveria brincar com fogo (e tanto o pai quanto a mãe dela eram bem esquentadinhos... ela podia se dá muito mal se não obedecesse, mesmo com a falta de treinos) então ela obedeceu:

- Sim, mamãe? – Já vermelha de raiva do atrevimento da menina, mas feliz que Vegeta havia resolvido rapidamente, Bulma realmente não tinha paciência para a crise de abstinência de Bra, aquilo estava ficando fora de controle.

- Faltam menos de 15 dias para o aniversário do seu irmão, que tal nós duas irmos ao shopping comprar um monte de coisas para a festa dele? – Bulma perguntou se mostrando bem animada para ver se animava a filha. Ao ouvir falar em ‘festa’ e ‘comprar’ o rosto da criança se iluminou, nem parecia que estava com raiva e que tinha levado um puxão de orelha.

- Claro, mamãe! – Ela falou sorrindo e quase correu para abraçar a mãe (quase correu, ela não podia correr ainda e não queria encrenca...) e a abraçou sendo abraçada de volta por Bulma. Às vezes aquela menina era meio bipolar... – Vou me arrumar e a gente pode ir, pode ser? – Bulma fez que sim com a cabeça, mas antes de Bra sair da sala de vídeo, Vegeta falou:

- Espere, Bra! – Ela congelou já perto da porta ao ouvir aquilo, a voz do pai não estava das melhores. Será que ela estaria encrencada por ter se dirigido à mãe daquele jeito? Ela se virou lentamente para encarar o pai. Vegeta tinha uma expressão séria que a menina havia aprendido a associar com ‘não devo brincar nesse momento, só devo escutar e concordar’.

- Sim, papai? – ela falou com a voz tremendo de medo.

- Se eu descobri que você desobedeceu a sua mãe, ou foi grosseira com ela ou fez algum esforço que você sabe que NÃO PODE FAZER, você vai se ver comigo, pirralha... – ele falou para a menina, olhando direto nos olhos azuis dela... Bra engoliu em seco e fez que sim com a cabeça. Vegeta olhou para Bulma e falou (com uma voz bem mais suave e tranquila): - E você vai me contar se acontecer, não é Bulma?

- Mas é claro, meu amor! – Ela respondeu piscando o olho esquerdo para ele. E então se lembrou: - Vegeta, você precisa distrair o Trunks enquanto isso.

- Acho que vou levá-lo para tomar um café e depois vocês vão para lá, pode ser? Ele quando ouvir falar em ‘compras’ vai querer ficar longe de vocês mesmo. – Ele falou e Bulma fez que sim o cabeça mostrando que aprovava a ideia. E todos saíram da sala de vídeo para avisar Trunks do esquema (menos do que as meninas iriam comprar, é claro) e se arrumar para sair. Trinta minutos depois Bulma deixava Vegeta e Trunks num café (o mesmo café que o casal havia ido enquanto Trunks perdia Bra no parque de diversões há dois anos) e se dirigia ao shopping mais próximo com a filha. Os dois sentaram-se em uma mesa ao ar livre e pediram um café e um pedaço de bolo cada. Saiyajins simplesmente AMAVAM bolo: de todo tipo e tamanho, aquela mistura de ingredientes assada era o paraíso gastronômico para TODOS OS SAIYAJINS, tanto os dessa família, quanto os da família de Goku (NOTA DA AUTORA: bolo é a minha paixão, precisava encaixar ele aqui kkkkkkkkkk). Quando os pedidos chegaram, Trunks perguntou:

- E então, o que estamos fazendo aqui afinal, pai? – Vegeta olhou com irritação para o filho e disse:

- Ora, não posso mais passar um tempo com meu filho mais velho? Como você tá ingrato, moleque. Você já não quer treinar tanto, só pensa em estudar para aquela maldita faculdade de engenharia... - ele fechou os olhos e respirou fundo, não iria perder a calma com Trunks por causa de uma pergunta boba como essa. Esses dias vigiando Bra estavam tirando o príncipe dos saiyajins do sério com qualquer coisa... Finalmente se acalmando, Vegeta abriu os olhos e disse: - A verdade é que eu sinto falta de passar tempo com você... eu acabo passando muito tempo com sua irmã e quase nenhum com você. – E Vegeta deu um leve sorriso para o filho. Trunks devolveu o sorriso se sentindo um pouco culpado: ele sabia o quanto o pai gostava de passar tempo com ele e com Bra, fosse os três juntos ou só eles dois ou Vegeta e Bra... e realmente ele estava estudando muito ultimamente... Trunks tomou um gole de café e falou:

- Tem razão pai... eu ando estudando muito... mesmo sendo inteligente, se eu não estudar eu não passo nas matérias. Mas pelo menos está dando resultado, estou me dando muito bem.

- Inteligente o caralho! – Vegeta falou rindo. – Você herdou meu poder e o cérebro da sua mãe, você é MUITO INTELIGENTE! Talvez não tanto quanto ela, mas quem sabe um dia você chega lá. – E Trunks riu também com esse comentário do pai. – E a Lara, como andam as coisas com ela? – Ao ouvir esse nome, Trunks corou e deixou o sorriso morrer. Respondendo baixinho, ele disse:

- Acabou... – Vegeta achou aquilo bem estranho. Ainda na semana anterior os dois estavam lá no quarto de Trunks fazendo o que nas palavras de Vegeta era ‘trepando alucinados feito coelhos’.

- Dispensou ela, foi? – Vegeta quis saber. Ele olhou e havia terminado o café mesmo ainda tendo metade do bolo... viu que Trunks também precisava de mais café e pediu mais dois a garçonete.

- Na verdade, ela terminou comigo... – Trunks respondeu com sinceridade.

- Aquela terráquea de araque teve a coragem de dá um pé na bunda de um príncipe saiyajin da linhagem mais nobre do Planeta Vegeta??? – Vegeta perguntou espantado. A moça era bonita, sem dúvidas, mas não era comparada ao filho dele que havia herdado a beleza dele e de Bulma em igual proporção, o poder de um saiyajin da família real e o cérebro da cientista mais inteligente da Terra. Que audácia daquela moça...

- Relaxa pai. – Trunks respondeu rindo da pergunta de Vegeta. – As coisas não andavam bem há uns tempos e... ela disse que não queria mais continuar comigo e por mim tudo bem. Não foi de todo ruim, é sério. – Vegeta conhecia muito bem o filho: Trunks não sabia mentir e ele realmente estava falando a verdade. Ele sabia omitir com facilidade, mas ele estava falando afinal de contas.

- Mas quando foi isso? – Vegeta falou na hora que os novos cafés chegaram. – Devia ter falado para mim e para sua mãe, você sabe que a gente quer sempre saber das coisas que passam com você... – Trunks ouviu o pai falar daquele jeito e pode sentir o quanto ele era amado pelos pais e aquilo o deixava muito feliz... houve um tempo (antes de Majin Buu) que ele achava que pai apenas tinha um censo de obrigação em relação a ele, mas ele sabia há muito tempo que não era só isso... o pai não podia falar muito de sentimentos, mas o amava muito.

- Eu sei pai... – o meio-saiyajin respondeu. – Bom, faz uns quatro dias, mas tá tudo bem. – Ele continuou comento e Vegeta observou com atenção o filho... ele iria fazer 20 anos dentro de alguns dias mas parecia tão pouco tempo que o menino o havia surpreendido se transformando em super saiyajin... ele estava mesmo ficando velho mesmo que sua aparência mentisse.

- Vai ficar que nem Goten agora? – Vegeta perguntou. – Uma mulher a cada dia, não sei o que tem na cabeça daquele imbecil... nem deve saber os nomes delas. – Trunks riu e disse:

- Não tenho intenção de fazer isso. Como você mesmo falou, pai, estou estudando demais, além de não ter intenção, não teria condição física...

- Você está subestimando a estamina saiyajin, moleque... – Vegeta falou sorrindo maliciosamente para o filho. Os dois continuaram conversando por uma meia hora até que...

- TRUUUNKS! – Duas moças mais ou menos da idade de Trunks estava na calçada do lado de fora do café: uma loura e uma ruiva, ambas muito bonitas, a ruiva que havia gritado. Elas se dirigiram quase correndo para a mesa que os saiyajins estavam, chegando lá a ruiva falou novamente: - Nossa, que coincidência encontrar você aqui... soube do que aconteceu com você e a Lara, fiquei com tanta pena, vocês formavam um casal tão lindo. – A voz dela dizia outra coisa: dizia que ela estava feliz que o rapaz estava solteiro novamente e que ela poderia se atirar para cima dele sem culpa... a ruiva não tirava os olhos dele, mas a loura olhava cobiçosa para Vegeta, que estava concentrado em seu bolo de laranja (eles haviam pedido mais, é claro) e em seu café, tentando ignorá-la a todo custo (e tentando não explodi-la, ele não tinha muita paciência para essas coisas). Depois de alguns minutos de conversa (as moças não se sentaram com eles, pela conversa Vegeta compreendeu que eram colegas de faculdade de Trunks), a loura perguntou:

- E quem é esse homem lindo com você, Trunks? Ele se parece com você: mesmo olhar e mesma pele dourada, é seu irmão mais velho, Trunks? – Vegeta revirou os olhos de raiva. Ele obviamente envelhecia mais devagar por ser 100% saiyajin, aos 53 anos que estava agora ele aparentava ter uns 35 anos, no máximo uns 38 (com medo de parecer uma velha acabada comparada ao marido ou que achassem que ele era um gigolô qualquer, Bulma havia desenvolvido vários produtos que ela usava e seu corpo por dentro e sua aparência também eram por volta de 35 anos, ela inclusive poderia ainda engravidar mesmo com 50 anos já que seu corpo funcionava como um de 35 anos, não que ela ou Vegeta quisessem um terceiro filho...), e por vezes as pessoas pensavam mesmo que ele era irmão de Trunks e isso o irritava profundamente... além disso, o fato de que ele era extremamente bonito para os padrões terráqueos, muitas mulheres vinham atrás dele praticamente se atirando em cima dela e ele tinha vontade de estrangular todas... ele continuou ignorando a mulher louca e comendo seu bolo, mas ela insistiu: - O gato comeu sua língua, bonitão? – Vegeta apenas levantou sua mão esquerda e mostrou seu dedo anelar para que a mulherzinha vulgar visse sua aliança e entendesse que ele era casado (um jeito terráqueo que ele aprendeu ao longo dos anos). Após ter certeza que ela havia visto que ele era comprometido e fiel, ele pegou o café com a mesma mão esquerda e tomou um gole, ainda sem olhar para elas.

- Ah, miga, ele é casado... se deu mal... – falou a outra.

- Ah, eu não me importo. – Falou a loura. – Uma aventurazinha não morde, a mulher dele nem vai saber... – Vegeta fechou os olhos tentando meditar depois dessa, mas a loura continuou falando: - Mas ele é seu parente, não é Trunks? É a sua cara. – Com isso, Vegeta deu uma risadinha ainda de olhos fechados, ele adorava quando diziam que Trunks parecia com ele e vice versa.

- Luana, Melissa... – Trunks falou meio nervoso com o que poderia vir a seguir, elas não iriam acreditar que aquele homem com aparência tão jovem era pai dele, ninguém nunca acreditava... – Esse é Vegeta, meu pai. – As duas arregalaram os olhos para Trunks ao ouvir aquilo, reação que tanto pai quanto filho já esperavam e já estavam acostumados de terráqueos.

- Esse homem não pode ser seu pai! – Falou a loura. – Ele não tem mais do que 35 anos... pai adolescente? – Perdendo finalmente a paciência, Vegeta olhou para ela (o olhar dele intimidador fez ela ficar com medo...) e falou:

- Minha idade não te interessa e você devia se envergonhar de ficar dando em cima de homem casado, sujeitinha vulgar... se afaste de mim, louca. – Trunks quis rir, mas se segurou. Ele não gostava dessas garotas, elas eram bem chatas mesmo e ele estava apenas tentando ser educado já que elas estavam ali e eles eram colegas de classe, mas ver o pai lidar com elas assim era divertido até demais... o jovem meio-saiyajin podia quase sentir uma costela sua se partindo no esforço de não rir.

- Nossa... não sabia que seu pai era mal-educado assim, Trunks... – falou a ruiva olhando para Trunks.

- Sou mal-educado com quem merece... – Vegeta falou antes que o filho pudesse amenizar as coisas, quem sabe elas iam embora. – Saiam daqui e me deixam tomar café com meu filho em paz.

- Olha, eu fosse vocês, meninas, ia embora. – Trunks falou rindo (de nervoso, afinal ele sabia que poderia dá merda caso o pai se irritasse de verdade). Até que para o padrão de Vegeta, Trunks achava que ele tinha sido até educado... – A gente tá esperando minha mãe e... se ela vir vocês olhando assim para ele, ela acaba com vocês... – não era mentira, eles esperavam Bulma de verdade, mas só daqui a mais ou menos uma hora, e ela realmente iria tentar matar as moças a sapatadas se fosse preciso. As moças se despediram e foram embora (para alívio de Trunks que pode sentir o ki do pai aumentar um pouco depois dos desaforos das moças). Pai e filho podiam dizer com certeza que elas ainda estavam confusas que Vegeta fosse pai de Trunks mas isso não era problema delas... quando elas sumiram de vista e Vegeta já estava mais calmo, ele falou para Trunks:

- Sabe o que eu estava pensando, Trunks?

- O que, pai? – Trunks perguntou curioso. Vegeta abaixou os olhos para o resto de café frio no fundo de sua xícara, Trunks notou que ele estava meio corado e com um pequeno sorriso tímido nos lábios. Ainda olhando para a xícara, ele falou:

- Eu nunca te pedi perdão por tudo que eu fiz de errado... – Trunks ficou muito confuso ao ouvir isso...

- Você não tem nada que me pedir desculpas, pai, relaxa. Tá tudo bem– Trunks falou e colocou uma mão no ombro de Vegeta, que olhou para o filho.

- Até seus oito anos eu não fui o melhor dos pais, você sabe disso. – Ele falou com calma. – Só quero que você saiba que eu me arrependo disso tudo...

- Pai... – Trunks falou sorrindo abertamente para o pai. – Não importa mais, o que você fez depois disso é que importa de verdade... e eu sou muito feliz com quem você se tornou. – Depois de mais três rodadas de café e bolo de vários sabores, as mulheres chegaram cheias de sacolas (Trunks achava que eram mais roupas, pobre coitado...) e a família foi para casa.

Após o jantar e uma sessão de TV em família com todos os membros, incluindo os pais de Bulma, todos foram dormir. Já deitados na cama e abraçados, Vegeta e Bulma contaram um para o outro como havia sido seus passeios por assim dizer. Ela havia comprado tudo para a festa de Trunks: desde enfeites de mesa, passando por balões de todas as formas e tamanhos até lembrancinhas de madeira e embalagens para docinhos. Bulma ficou impressionada com ousadia da moça que havia insistido mesmo ele mostrando que era casado.

- Eu teria avançado no pescoço dessa piranha! – Bulma falou com raiva. Vegeta sorriu de leve e deu um beijo suave na testa dela, colocando-a mais próxima dele em um abraço apertado.

- Mas tirando esse incidente, foi muito bom passar tempo só com o Trunks. – Vegeta falou sorrindo para ela, que sorriu de volta.

- Sabe o que eu soube ontem? – Ela perguntou olhando para ele e mordendo o lábio inferior sorrindo marota. Vegeta não gostou dessa, com certeza ela soube de algo que seria no mínimo inusitado. Ontem a 18 havia ido até lá treinar com ele, pelo menos uma vez por mês eles treinavam juntos ou lá ou em alguma ilha próxima a do Kame, eles realmente eram melhores amigos, e com certeza havia sido ela que havia contado o que quer que fosse para a Bulma: as duas tomaram chá antes do treino enquanto ele vigiava Bra (e por causa disso havia sido um treino rápido até demais).

- O que você soube, cientista maluca? – Ele perguntou tentando provocá-la.

- A 18 me contou o que você contou para os rapazes no aniversário da Bra... – Bulma falou e Vegeta corou. Como que aquela lata velha sabia disso??? Vendo a cara dele, Bulma falou: - Ninguém contou a ela, Dgita, ela ouviu por ter uma audição mais apurada... não precisa matar ninguém. – Ele revirou os olhos, ninguém atendia pelo nome de Kuririn pelo jeito. Ainda bem, o baixinho já morria de medo dele mesmo. – E eu não estou chateada que você estava se vangloriado disso... achei até engraçado. Mas fiquei com um pouco de pena do Yamcha. – Com isso a língua de Vegeta se soltou e ele falou:

- Com pena do frangote? A culpa é dele que não te satisfazia. Eu só fiz o serviço completo, e você agradeceu né?

- Ah, Dgita... – ela falou e deu um leve beijinho nos lábios do saiyajin. – Ele já demorou bastante a superar que havia me perdido, ele jurava que ia passar o resto da vida comigo, esse foi um golpe baixo... – Vegeta entendeu e sorriu vitorioso. Era assim que ele queria mesmo. Bulma continuou a falar: - E sabe... – ela deu um sorriso malicioso para ele que devolveu o mesmo sorriso sabendo muito bem onde levaria isso e gostando. – Eu fiquei pensando na... continuação de onde você parou de contar para eles...

 

FLASHBACK – 20 ANOS ATRÁS

 

Vegeta rolou na cama virando-se para ela. Ela ainda estava sentada na beirada da cama, enrolada no lençol e estava olhando para ele. Bulma deu uma leve risada ao vê-lo corado, até que ele ficava fofo assim (ela não era cega, sabia o quanto ele era bonito, mas não era suicida...). Vegeta se sentou na cama e ofereceu uma mão para a mulher de cabelos azuis, sem falar nada, apenas um convite mudo. Bulma corou ao olhar para aquela mão bronzeada com os olhos bem arregalados, o que ele estava querendo? O que estava acontecendo ali? Ela soltou o lençol que a enrolava e ele caiu no chão, pegou então a mão do príncipe dos saiyajins. A mão dele era surpreendentemente macia para alguém que vivia de lutar (talvez o fato de ele sempre lutar com luvas, vai saber...). Vegeta a puxou gentilmente, bem mais gentilmente do que Bulma achou que ele era capaz, e a abraçou pela cintura. Os rostos deles ficaram a pouquíssimos centímetros de distância um do outro, ao ponto de sentirem os hálitos um do outro e Vegeta poder contar as mínimas sardinhas no rosto dela... os dois ainda estavam bem corados, Bulma ainda mais, pois ela estava nua na frente dele, tendo deixando o lençol para trás... por uns bons dois minutos eles ficaram apenas assim, se encarando muito perto um do outro, corados, até que:

- Eu disse que se eu pudesse te ajudar, eu ajudaria... – Vegeta falou de modo muito sensual... e a beijou... Bulma correspondeu ao beijo com uma fome fora do normal... ela agarrou-se com vontade ao príncipe dos saiyajins, como se sua vida dependesse disso, perdendo suas mãos nos cabelos macios dele e alisando o pescoço musculoso que ele tinha. Lentamente, Vegeta subia suas mãos pelas laterais do corpo dela, sentindo aquela pele macia e sorvendo o cheiro que ela exalava. Ele começou a descer os beijos pelo pescoço alvo de Bulma enquanto a deitava na cama e ficava por cima dela. O pescoço dela tinha um cheiro delicioso, um cheiro que estava praticamente deixando-o embriagado... algo que Vegeta nunca havia sentido e aquilo o levaria a perdição muito rápido... mas Bulma não se fazia de inocente, muito menos de completamente submissa na cama... ela estava completamente nua a mercê daquele saiyajin bonitão, e ele ainda vestia shorts, isso não lhe parecia justo. Ela desceu a mão do pescoço dele para o peitoral e o abdômen definido de Vegeta enquanto ele ainda beijava-a no pescoço e desceu-a até o cós do shorts dele, descendo-o lentamente pelas pernas dele... Vegeta a ajudou, ficando tão nu quanto ela. E duro... muito duro... ele desceu então os beijos para os seios dela, fazendo Bulma gemer com o toque da língua, dos lábios e dentes dele com seus mamilos sensíveis...

- Ah... Vegeta... – ela gemeu praticamente no ouvido dele. Isso só o incentivou a fazer ainda mais o que já estava fazendo: dá aos seios dela o tratamento que mereciam... ele nunca havia se envolvido assim com alguém, sua única experiência sexual havia sido rápida e nada intensa como essa... Vegeta tinha um bom pressentimento do que poderia acontecer naquela noite... enquanto ainda brincava com os seios de Bulma, ele foi descendo uma de suas mãos pela barriga dela até chegar onde queria: o vale de cabelos azuis entre as pernas dela... ele colocou seus dedos no meio da fenda dela arrancando cada vez mais gemidos de Bulma. E nossa! Ela estava muito molhada, deixando-o ainda mais excitado ao saber que ele estava deixando-a assim... isso para não falar do cheiro de excitação que exalava do meio das coxas de Bulma, era quase como um feitiço sendo exalado pelo nariz dele... não demorou muito e Vegeta encontrou uma espécie de pequeno nódulo que quando ele esfregava delicadamente fazia Bulma gemer ainda mais alto de prazer e então ele continuou: seus dedos lá embaixo e sua boca alternando os seios de Bulma. Ele iria fazer essa mulher gozar! Saiyajins não fugiam de desafios, e ele mesmo havia feito esse desafio. – AH! AAAHHH! Vegetaaaaa! – E ele não teve dúvida que ele havia realizado o desafio que havia se proposto... Vegeta parou seus beijos nos seios dela e tirou a mão do meio das pernas dela. Ele levou seus dedos aos próprios lábios e gemeu ao sentir o delicioso gosto que havia ficado na mão dele... ele precisava provar isso direto da fonte... Vegeta então subiu seus beijos para os lábios de Bulma novamente e ela mais uma vez correspondeu enquanto colocava sua mãozinha sobre o membro dele, ele parou de beija-la e gemeu baixinho, mas não a deixou fazer isso por muito tempo, ele colocou sua própria mão sobre a mão de Bulma e sussurrou de uma maneira para lá de sedutora:

- Isso é sobre você, não sobre mim... – e usando sua velocidade nada normal em um segundo Vegeta lá encarando o rosto dela corado de prazer e no seguindo seguinte ele já estava com sua cabeça no meio das pernas de Bulma e com as pernas dela por cima de seus ombros. Bulma não fazia ideia de como ele havia chegado ali, mas antes que ela pudesse raciocinar sobre o assunto, a língua dele estava na intimidade dela, lambendo-a, fazendo-a gemer mais ainda de prazer... por instinto, Bulma fechou um pouco as pernas em torno da cabeça de Vegeta e suas mãos se perderam nos cabelos espetados dele mais uma vez... dando a ele a certeza de que ele estava no caminho certo.

- Ah! – Ela gemeu. – Isso... muito bom... Vegeta... porra! – E ela ia gemendo e falando coisas desconexas que deixavam Vegeta cada vez mais louco... e o gosto dela! Vegeta poderia passar a vida experimentando comidas do universo inteiro, aquele era o prato favorito dele e ele havia descoberto agora: a boceta de Bulma, deliciosa... e então: - AAAAHHH!! EU VOU... – e pela segunda vez, ele chegou ao resultado que queria ao sentir a moça puxando-lhe os cabelos com força. Não havia sido nada difícil fazê-la gozar afinal de contas, não é possível que o ex-namorado dela era tão imprestável assim. Vegeta subiu e beijou-a com gosto, forçando-a sentir o próprio gosto nos lábios e na língua dele, deixando Bulma ainda mais excitada... e sem que ela notasse, ele a penetrou. Bulma parou de beijá-lo, gemeu alto mais uma vez e enterrou suas unhas compridas nos ombros musculosos do saiyajin, fazendo o gemer também. Vegeta achou um ritmo forte e veloz que não a machucaria, mas que daria muito prazer a terráquea. Sorte deles que os pais dela dormiam em outro corredor, porque ela gritava como uma harpia em desespero... até que ele a sentiu prensando seu membro dentro dela enquanto ela gritava o nome dele no ouvido dela, significando que ela havia gozando uma terceira vez e fazendo-o gozar dentro dela também. Vegeta saiu de dentro dela, deitando-se ao lado de Bulma. Por uns minutos nenhum dos dois se mexeu, apenas se recuperando das aventuras noturnas... Bulma então virou-se de lado colocando as mãos no peitoral para lá de musculoso do príncipe dos saiyajins, ele a agarrou pela cintura com uma delicadeza que Bulma ainda não sabia de onde vinha e então Bulma falou: - Obrigada, eu não sentia isso há anos... – Vegeta deu mais um beijo nos lábios dela, dessa vez bem calmo e nada disse. Ela deitou sua cabeça no ombro dele e praticamente adormeceu na hora, ele então relaxou e adormeceu também.

 

FIM DO FLASHBACK

 

- Eu jurava que aquilo ia ser uma coisa de uma noite só... – Bulma falou sorrindo para seu marido.

- Eu também. – Vegeta respondeu. – Mas a gente não conseguiu tirar as mãos um do outro, não é?

- É... – Bulma falou e então perguntou a ele: - Reprise? – Vegeta fez que sim com a cabeça e a beijou com vontade...


Notas Finais


:D No próximo a tão esperada festa de Trunks


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