História Uma Nova Chance de Amar - S.S. - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Visualizações 25
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enjoy!

Capítulo 2 - Primeiro Encontro


Não sabemos ao certo, foi o que me responderam um milagre, o veneno não fazia efeito embora ainda circulasse perigosamente em minhas veias, as feridas não mais sangravam quando fui resgatado pelos três cabeças ocas, mas o importante é que de alguma forma minha vida havia sido poupada.

**********

ALGUNS MESES DEPOIS

Era hora de retornar a Hogwarts.

Poucos dias depois de ter acordado recebi alta e pude ir para casa, e dessa vez não iria sozinho, chamei Harry para ir comigo, éramos a única família um do outro, bem talvez não, Harry também tinha os Weasley’s que igualmente quiseram me receber de braços abertos, visitei-os penas algumas vez junto de Harry que estava na casa dele frequentemente.  A verdade é que eles eram boas pessoas, mas mesmo assim aquelas cabeças de fósforo ocas as vezes me davam nos nervos.

No começo quando ainda estávamos em Hogwarts minha convivência com Harry  foi um pouco estranha, mas foi fácil de nos habituarmos, ele sempre me pedia para falar sobra a sua mãe Lily, e eu o fazia com prazer, falava de como a tinha conhecido e de como ela tinha sido gentil comigo, e como estraguei nossa amizade a chamando de sangue ruim em uma discussão que tivemos por causa de James. Harry se desculpou  pelas maldades do pai e também de todos os marotos que infelizmente já estavam mortos e não poderiam se desculpar pessoalmente.

Logo as coisas se acertaram, fomos para minha casa, a casa que Sirius tinha deixado para Harry estava temporariamente abrigando os Weasley’s e os Lovegood que tiveram suas casas destruídas pelos comensais da morte.

A senhorita Granger com a ajuda do ministério conseguiu reverter seu feitiço e se encontrava em casa com seus pais trouxas.

Hoje o corpo docente retorna a Hogwarts para organização das aulas e materiais necessários. E somente daqui a dois dias os alunos, mas Harry está vindo comigo, disse que não queria esperar e ficar em Londres, parecia feliz em estar retornando a escola para seu ultimo ano. Então ele desce as escadas com seu malão e vem em minha direção, eu o aguardava a quase vinte minutos para podermos sair e ir a estação.

- Nem acredito que já estamos voltando.  – diz Harry.

- Eu também não, achei que com a sua demora nem iramos mesmo. – digo pegando no seu pé.

- Eu nem demorei tanto assim, além do mais o trem só sai daqui a trinta minutos e só levaremos alguns segundos para aparatar até lá. – até no jeito de falar ele se parecia com a mãe, isso é com certeza algo que ela teria me dito.

- Vamos logo então, cabeça oca. – sussurro a ultima parte.

Pego minha mala e então saímos de casa, tranco a porta e vamos para o beco onde aparatamos para a plataforma 9 ¾ , quando chegamos nos deparamos com alguns poucos professores e estranhamente um senhor e uma garota que me olhava estranhamente.  Sem duvida ela me chamou a atenção, quem será ela? E o que faz aqui? Não é aluna, com certeza eu teria reconhecido. Mas pela intensidade no seu olhar diria que ela já me conhece.

Ela estava usando um vestido de cor bege, longo de arrastar no chão e de mangas cumpridas com um casaco aberto que ia até os joelhos de cor preto, que combinava com seus cabelos longos e soltos que caiam em ondas negras, seus olhos claros e cativantes me chamaram a atenção, um olhar doce e penetrante, sinto como se ela estivesse vendo através de mim. Como se estivesse vendo minha alma. Logo uma elfa domestica aparece em sua frente chamando a atenção da garota. A elfa se vestia de forma estranha, como uma pessoa na verdade, de vestido abaixo dos joelhos e de mangas longas, ela parecia feliz ao falar com a garota.

- Severo? – Harry chama minha atenção.

- Sim? – digo voltando meus olhos pra ele.

- Você está vendo isso? É uma elfa, usando roupas? – perguntou ele tão surpreso quanto eu.

- Sim, é o que parece. – respondo. – Vamos, temos que despachar nossas malas e embarcar. – digo indo em direção ao vagão que levará as maças, na porta do vagão está o elfo Grunty, entrego minha mala a ele que leva para dentro e então retorna para pegar a de Harry que educadamente agradece.

- Vamos Harry. – digo chamando sua atenção, ele ainda olhava para dentro do vagão tentando ver a elfa que usava roupas. Ela provavelmente esta organizando as malas daquela garota, que agora estava abraçada ao senhor de cabelos grisalhos e que se vestia como o Dumbledore. – Vamos entrar.

**********

POV Alexandria

Olá, me chamo Alexandria Lavínia D’vittie Flamel, é um nome grande eu sei, meu nome é em homenagem ao lugar onde meus pais se conheceram, a cidade de Alexandria que fica localizado no Egito. Sou bisneta de Nicolau Flamel, um famoso alquimista que inventou a pedra filosofal que foi destruída a alguns anos atrás, bom, grande parte dela pelo menos. O ninguém sabe é que meu bisavô guardou um pequeno pedaço dele e me confiou a tarefa de protegê-la em segredo, o que veio a calhar já que um dos grandes heróis da segunda guerra bruxa estava entre a vida e a morte, e eu estava lá, meu bisavô me pediu para que ficasse por perto caso eu precisasse intervir e usar a pedra. Eu usei o poder da pedra para garantir que ele viveria, mas infelizmente eu não podia fazer mais nada para ajuda-lo ou suspeitariam de que alguém esteve ali e poderiam descobrir sobre mim e a pedra. Então o deixei lá, sabia que ele ficaria bem e que voltariam para busca-lo.

**********

DIAS ATUAIS

Hoje estou embarcando para Hogwarts, como aluna. Meu pai e meu bisavô acharam que seria uma boa ideia me por na escola, fazer meu ultimo ano como uma pessoa normal, como uma adolescente normal, mas na verdade eu não sou. Sempre fui ensinada em casa por isso, era mais seguro e sem dúvida mais pratico também. Depois que meu avô e minha mãe foram assassinados na primeira guerra bruxa (sim, Harry não foi o único a perder pessoas da sua família naquela guerra) eu e meu pai fomos morar com meu bisavô na mansão Flamel. Lá foi onde aprendi tudo que sei hoje.

Mas as coisas mudam, e de uma vez por todas o Lorde das Trevas havia finalmente sido derrotado, tudo parecia mais seguro agora, por este motivo eles me pediram para ter uma vida normal, uma vida de adolescente, eu não sabia o que era normal, o meu normal era diferente do normal dos outros, mas eu tentaria. Vamos ver no que dá.

- Ah minha bisnetinha, nem acredito que está indo para a escola! Estou tão feliz por isso minha princesinha. – diz meu bisavô emocionado.

- Obrigada biso, por me trazer até a estação, não precisava, você deveria estar em casa descansando, até por que eu não sou mais nenhuma garotinha, mês que vem eu faço 18 anos . – digo ao velho senhor ao meu lado.

- Meu pai podia ter vindo me trazer se o senhor não fosse tão cabeça dura.

- Eu sei querida, mas eu tinha que fazer isso, sei bem que você já é uma mocinha e que seu pai queria ter vindo também mas alguém tinha que ir aquela reunião no parlamento e aquelas reuniões são sempre tão chatas que eu não quis ir então pedi ao seu pai que fosse sofrer um pouquinho. – diz ele travesso.

Meu bisavô era muito divertido e brincalhão apesar da idade, ele mais parecia um adolescente mesmo que aparentasse ter uns setenta anos de idade. As magias que uma pedra não faz ein!

- Biso! – o repreendi rindo de sua travessura.

- Agora vamos embarcar você naquele trem. Você verá a magia de outro jeito em Hogwarts, fará amigos e aprenderá muito também, coisas que eu não te ensinei, e que ninguém ensinará. – assim como ele era brincalhão ele também era meio confuso (filosófico), as vezes ele falava coisas que não pareciam ter sentido algum, mas em algum momento vamos perceber o quão certo ele estava.

- Não entendi biso. – digo sinceramente, nunca tive medo de dizer isso a ele, mas não sei como será na escola com os outros professores, e se eles se ofenderem? E se zangarem comigo?

- Não tem problema querida – era o que ele sempre falava – apenas tem coisas que, só se aprendem vivendo. Nem tudo está escrito nos livros. – diz ele.

- Biso, vou sentir muito a sua falta – digo.

- Eu também minha bisnetinha, mas não se preocupe, não estará sozinha, Elyen vai estar com você, e você sempre poderá me escrever. Eu nunca te deixaria desamparada. – diz ele me envolvendo em um abraço.

- Eu sei que não estarei sozinha biso, mas não será a mesma coisa.

- Não, não será, mas talvez você perceba o quão bom foi essa nova experiência. – meu biso sempre muito sábio.

Nos soltamos de nosso abraço e vamos em direção a tão famosa plataforma nove três quartos, eu vou empurrando minhas coisas que compramos no fantástico beco diagonal e também o meu malão. Quando chegamos em frente a uma coluna entre as plataformas nove e dez meu biso para e eu é claro para com ele.

- O que foi biso? – pergunto.

- Chegamos. – responde ele.

- Como assim? – torno a perguntar, olho em volta e só vejo trouxas.

- Temos que passar pela pilastra para chegarmos à plataforma.

Quê?

- Sério? – pergunto sem acreditar.

- Sim, vamos. Quer apostar corrida? – pergunta ele – aposto que chego do outro lado primeiro.  – diz ele desafiador.

- Okay, veremos.. senhor. – falo animadamente, sei que vou ganhar, sou mais rápida. Mas ele gosta de me desafiar. Velho danado!

- No três então. – diz ele. Eu apenas concordo com um aceno de cabeça. Estamos a uns três metros da pilastra, seria rápido.

- Um – ele começa.

- Dois – ele diz, e sai correndo, corro atrás dele, mas o safado trapaceiro acabou passando primeiro. Quando chego ao outro lado o vejo rindo faceiro.

- Ei, você roubou! – o repreendo. – velho danado. – digo indignada.

- Ora, você só está chateada porque não ganhou, bebê chorona – diz ele risonho.

- Ladrão – digo emburrada, ele sempre faz isso, nem sei por que ainda me chateio com isso, mas de qualquer forma eu sei que teria ganhado, quando ele joga limpo eu sempre ganho! Meu pai diz que ele não joga limpo, ele me deixa ganhar para me ver sorrir. Não acredito nisso, obviamente meu bisavô sempre nega tal coisa.

Alguns segundos mais e duas formas aparecem não muito distantes, eram duas pessoas, tinham acabado de desaparatar, logo reconheço quem são. Eram Harry Potter e Severo Snape.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
xoxo


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