História Uma nova Esperança - Capítulo 11


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Categorias The Originals
Personagens Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson
Tags Hayley, Hope, Klaus, Klayley
Visualizações 185
Palavras 1.290
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Nossa Esperança


Fanfic / Fanfiction Uma nova Esperança - Capítulo 11 - Nossa Esperança

Na manha seguinte, desço para o café e vejo todos reunidos à mesa.

- Bom dia! – digo já me sentando perto de Rebekah.

- Bom dia Hayley – diz Elijah e Rebekah

- Bom dia Lobinha – Klaus diz com um olhar sedutor, já ele esta sentado a minha frente.

Carmem logo em seguida me traz um prato de frutas de novo. Olho esquisito para ela e ela me pergunta se tem algum problema.

- Na verdade, sim Carmem. – falo

Todos me olham.

- Porque você esta me trazendo todos os dias esse prato com frutas? - continuo

- Minha mãe sempre me disse que comer frutas no inicio da gravidez faz com que a criança fique saudável. – ela fala esperando minha reação

Abro um enorme sorriso. E ela retribui aliviada. E então ela volta à cozinha e eu começo comer. Quando estou no meio da quantidade que ela me trouxe, ouço Klaus falar:

- Não adianta comer um monte de frutas e beber uma garrafa de uísque.

Ele apenas me observa. Quer saber qual foi a minha reação? Eu joguei o guardanapo sobre a mesa e subi para o meu quarto.

Elijah logo apareceu.

- Posso entrar Hayley? – ele me pergunta

- Pode. – eu respondo limpando minhas lágrimas

Depois de um tempo, com ele sentado no fim da minha cama, eu pergunto:

- Porque ele é assim?

- Assim como? – ele ironiza

- Porque ele fala as coisas sem saber se vai ou não magoar as pessoas?

- Mas, você bebeu? – ele me pergunta

- Bebi. – abaixo a cabeça em sinal de arrependimento.

- Então não tem direito de ficar magoada. Ele só falou a verdade. – ele fala

- Eu já devia imaginar que você ficaria do lado dele. – falo

- Eu não estou do lado de ninguém Hayley. Só estou falando. Eu conheço todos os jogos do Klaus. Eu convivo com ele há mil anos. O que você queria?

Eu fico em silêncio.

- Ele esta te testando, para ver sua reação. Você acha que ele não sabe que te magoaria falar com você daquele jeito? Esse é o jeito dele de te fazer ver que o que você fez foi errado.

- Você acha que eu não sei que foi errado? – pergunto

- Você sabe? Por que estou te achando muito tranqüila com essa questão. – ele fala

Eu choro.

- Hayley, ele parece não se importar não é? – Elijah me pergunta

- Sim, ele deixa isso muito claro. – respondo

- Mas ele se importa. Eu fiquei sabendo da briga por causa ervas. Hayley, essa criança era a esperança para que Klaus religasse a humanidade dele. - ele para, como se não pudesse contar algo - Eu quero dizer que ele se importa com a criança e por incrível que pareça ele se importa com você. Mas ele tem que manter a fama de homem mal. – ele me explica.

- Jeito esquisito de mostrar que se importa. – falo brava

Elijah ri, quando me olha.

- Hayley, na maioria das vezes eu também achava que ele não se importava comigo ou com a Rebekah, mas ele me mostrou que quanto mais ele fingia mais ele se importava.

- O que eu faço? – pergunto

- Não entre no jogo dele. Não se estresse, não fique brava. E assim ele vai mostrar de verdade o quanto se importa com você e com o bebe. – Elijah diz se afastando e saindo.

Eu fico ali sentada sem saber o que fazer. Quando uma brilhante idéia flui na minha mente. Desço correndo as escadas, e vou até na mesa da sala de jantar, onde estão tomando café. Toda sorridente falo:

- Klaus!

Ele me olha e vê o meu sorriso.

- Que foi lobinha? – ele pergunta enquanto Elijah e Rebekah me observam.

- Acabou o seu café? – pergunto

- Sim!  - ele responde meio desconcertado, por achar estranho o que esta acontecendo.

- Me empresta suas tintas e seus pinceis, - eu pauso – Ah, e um pedaço de tela para pintura?

- De jeito nenhum. – ele fala para me testar de novo

Lembro-me do que Elijah me falou, e com um sorriso no rosto, falo:

- Por favor! – eu olho com uma cara de cachorro sem dono.

Então percebo que Elijah e Rebekah estão rindo porque Klaus esta sem palavras e sem reação.

- Tudo bem, vem! Por aqui. – ele diz

Ele me leva ate o porão onde estão varias telas, tintas e pinceis.

- Pegue o que quiser, mas tenha cuidado. – Klaus fala subindo as escadas do porão

- Espera! – digo – Venha aqui. 

Ele desce e me pergunta o que quero.

- Escolhe uma cor, para ser a principal. – falo

- Hayley, a escolha da cor revela o que você sente quando esta pintando. É a sua alma que desenhara na tela, não você. Eu não posso escolher isso por você. – ele fala me dando quase uma aula.

Então eu percebo que Elijah tinha razão, ele abaixou a guarda.

- Não me leve a mal, mas quero que você escolha. – falo

- Não tenho escolha? – ele fala e sorri

- Não! Vai ter que escolher uma cor. – fala sorrindo

- Verde. – ele sorri

- Porque verde?

- Porque apesar de tudo que eu já fiz, acho que a única coisa que me restou foi esperança. E verde me lembra isso. – ele fala, e abaixa a cabeça

Eu a levanto empurrando lentamente com os dedos, até que ele possa olhar nos meus olhos.

- Todos temos esperança de um dia sermos melhores. Temos feridas que não serão apagadas, Klaus. Mas, devemos seguir em frente.

E então nos olhamos olho no olho. E podia jurar que rolou um clima. Até que eu desperto do transe de olhar para aqueles lindos olhos verdes, e decido que devemos subir.

Passo a tarde toda pintando essa tela.

Nela tem uma arvore no centro com um banco velho ao seu lado. Está no outono então suas folhas secas estão caindo com o sopro do vento.

Eu aprendi a pintar quando era adolescente, Shane me fazia ir a aulas de pinturas e eu amava.

Após pintar o quadro, do lado direito ficou em branco. Eu fiz um fundo, e escrevi: Ele/Ela é a nossa Esperança. Todas as letras estão de preto, mas a palavra esperança está de verde. Exatamente a cor que Klaus escolheu.

À noite, eu pendurei o quadro na porta da adega e a tranquei. Tomei um banho, porque tava toda suja de tinta. Depois desci ate o porão e guardei as coisas.

Logo depois eu fui para o jantar.

Estavam me esperando e assim que cheguei Carmem nos serviu uma sopa e ela era deliciosa.

- Acabou o quadro? – Klaus me pergunta

- Sim! Eu já o pendurei. – falo

- Como assim? Nem nos deixou ver. – ele fala

- Eu pendurei para que vocês pudessem ver.–falo e sorrio

Assim que acabamos, Elijah, Rebekah e Klaus juntamente comigo fomos até o quadro.

- Onde você o pendurou? – Elijah perguntou

- Aqui! Este é o lugar que ele deve estar. – falo

Os olhos de Rebekah se enchem de lágrimas.

- Porque as folhas secas? – Elijah pergunta

- Elas representam o nosso passado, que por mais que elas caiam e voem para longe, ainda há alguma coisa a se esperar, pois daqui um tempo novas folhas verdes e bonitas nasceram no lugar das que caíram. Apesar das “folhas secas” – faço aspas com os dedos – sempre teremos a nossa esperança, e ela se resume nesse bebe. Este quadro tem que estar aqui, porque foi aqui que eu queria desistir de tudo, e é aqui que vou recomeçar. – pauso – Não é só a esperança de vocês que está de volta. A minha está crescendo aqui – toco novamente minha barriga.

Então, vejo belos sorrisos. 



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