História Uma Nova Família - Percabeth - Capítulo 22


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Visualizações 91
Palavras 970
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pessoal... Desculpem o capítulo pequeno, mas essa semana eu não consegui escrever nadica de nada! Eu treinei, fui vice campeã, fui treinadora, fiz provas, gabaritei provas, apenas hoje consegui escrever.

E gente kkkkkkk eu me ferrei tanto ontem kkkkkkkk agora eu dou risada, mas sou dessas que na hora se desespera kkkkkmmk

Capítulo 22 - Conheçam meu afilhado.


Fanfic / Fanfiction Uma Nova Família - Percabeth - Capítulo 22 - Conheçam meu afilhado.

Ela estava em trabalho de parto! Ai meus deuses! Era real, eles estavam chegando! Eu iria ser titia, eu simplesmente não conseguia acreditar! A família estava mais uma vez aumentando, isso era lindo. Eu entrei em êxtase, estava gargalhando mais em choque do que por achar algo engraçado. 

Nico estava andando para lá e para cá, quase fazendo um buraco no chão de sua própria casa. Tínhamos que esperar mesmo? Sim! O que faríamos no hospital? Fora que eu nem podia ficar andando por aí... Nathan estava dando risinhos, parecia louco. 

Não que ele não fosse. 

(...)

Eu fui visitar a maternidade. E eu juro por todos os deuses existentes, que eu nunca me emocionei tanto ao ver aquelas cri ancas pequeninas nas encubadoras, esperando para voltar para a casa. Fui até o quarto onde Annabeth estava, vendo a sua cara de cansada, sem tirar o sorriso do rosto. Sorri vendo Percy com uma bebê no colo, uma coberta rosa a envolvendo. Annabeth segurava meu afilhado, Benjamin. Ele estava coberto por uma manta azul. Percy pediu para a enfermeira se eu poderia entrar, e logo em seguida eu já estava com todas as roupas adequadas para pegar aquele bebê. 

Descrever o que eu senti não iria ser tão fácil. Ao mesmo tempo em que eu me senti imensamente feliz por ele estar ali em meus braços, eu senti a incrível vontade de protegê-lo sempre, de estar com ele quando ele precisar, segurá-lo em seus primeiros passinhos, zelar seu sono... Annabeth seria levada para um quarto especial, onde ele alimentaria seus filhos. Primeiro fora Alice, pois Percy queria deixar Benjamin por mais tempo comigo. Sentei em uma poltrona que tinha á mais na pequena sala. Percy ficara de pé. 

- Olha, se vocês quiserem ficar sozinhos, em família, eu posso babar mais nesse pequeno em casa e... 

- Nem pense nisso, Louisa. Eu quero você aqui, você também é nossa família. É tia dos meus filhos, minha irmãzinha. - Percy lacrimejou, fazendo-me sorrir e encarar o pequeno ser que estava em meu colo. 

Benjamin estava dormindo como um anjo, sua boca em um biquinho perfeito. Seus cabelos  (que eram grandinhos para um recém nascido) eram de um preto, como o do pai. Tinha cílios de dar inveja em mulheres. Suas mãozinhas pequenas me fechavam em torno de meu dedo indicador, apertando e acariciando, como se soubesse o que fazia. 

Ele abriu a boca em um bocejo, e seus olhinhos pequeninos foram se abrindo. Foi ali que eu percebi que, se de uma criança poderia ser tão parecida com o pai quanto com a mãe, essa criança era Benjamin. Seus olhos, vagarosamente abertos, eram perfeitamente cinzas, e redondos. Esse garoto era lindo demais. 

Soltei meu dedo indicador de suas mãozinhas para fazer-lhe carinho no vão de seu nariz, assim como minha mãe fazia quando eu não conseguia dormir. 

Ele me olhou, ao mesmo tempo que uma pequena mecha de meu cabelo se soltou, caindo em cacho perto de sua mão. E, pela primeira vez, vi o pequeno Ben sorrir, para logo depois fechar os olhos e pegar no sono. 

Fiquei olhando cada detalhe dele, cada marca de nascença. Reparei que o mesmo tinha uma pintinha muito fofa em seu pescoço. Fiquei olhando cada parte do serzinho que se confirmava em meu abraço. Sua boquinha estava formando um biquinho, seus olhos fechados, ostentando os cílios. 

Eu cuidaria dele, para sempre. Ou pelo menos até a idade em que ele soubesse se cuidar sozinho. Mesmo não sendo a mãe do garoto, eu estava emocionada, pois de alguma forma, o sangue do meu pai corria naquelas minúsculas veias. 

Alice terminou de mamar e logo pegou no sono, e foi aí que Percy ajudou na troca. Bem... Pediu ajuda para mim. Ele estava com medo de pegar Benjamin e colocá-lo no colo da mamãe, então eu o encorajei, e depois de ver que ele estabilizou Benjamin nos braços, peguei Alice para que Benjamin mamasse. 

Então, Nathan entrou. Ele seria dindo de Alice, então estava babando na criança que em meu colo se encontrava. Percy saiu para fazer o registro das crianças, afirmando que se nós dois estivéssemos lá com Annabeth, estaria tudo bem. Nathan se sentiu na poltrona, a mesma que eu usava. Eu nem sabia que caberia dois de nós aqui. Me olhou como se pedisse permissão para pegar Alice no colo, e eu assenti, o encorajando. Estávamos fazendo o máximo de silêncio o possível. 

Mas ele não pegou sua afilhada, ele apenas fez carinho nos cabelos loiros de Alice, maravilhado. Ele estava com brilhos nos olhos, assim como eu. A pequena acordou, e ameaçou fazer uma careta, ao que eu reagi como sempre, e fiz carinho em seu nariz. Os olhos, incrivelmente verdes, se fecharam novamente, entrando em sono profundo. 

Encarei a cena. Nathan olhava maravilhado, e ao mesmo tempo estranhando, talvez o tamanho desses pequenos serzinhos. Annabeth sorria com encanto para o filho, e Nathan fazia o mesmo para a afilhada. Começou a cantar uma canção de ninar, sua voz digna de um filho do deus da música. 

Aquilo era ótimo. Estar lá, com eles. Sentir aquilo, ver mais gente entrando na família. Isso era o que eu chamava de reviravolta. 

Em um ano, tanta coisa mudou. Eu não era mais uma menininha indefesa. Com certeza a vida de semideus me mudou, mudou para melhor. 

Naquele dia, percebi que eu conseguiria amar muito mais do que amava meu irmão. Eu conseguia amar minha cunhada, que se tornará uma segunda mae para mim. E uma ótima mãe para meus sobrinhos, os quais eu amava incondicionalmente. Eu descobri que conseguia amar Will e Nico, como meus pais também, já que, sem ofensas Poseidon, mas eles eram mais presentes que o meu pai biológico. Eu descobri que conseguia amar Nathan, como o ótimo amigo que ele era. 



Notas Finais


Foi isso... Leitores fantasmas, comentem, favoritem, por favooor! Isso me motiva cada vez mais ! ❤


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