História Uma nova Historia - Capítulo 12


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Olivia Brown Wolfhard
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Palavras 2.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ja prepararam a pipoca? ksks

Boa leitura!!

Capítulo 12 - Que se dane.


Fanfic / Fanfiction Uma nova Historia - Capítulo 12 - Que se dane.

Maxon estava arrasado no palco, ela cantava muito bem, puxou isso da tia Grace, com certeza. As letras eu tenho de admitir, melosas demais pra mim. Ele deve ter alguma coisa com comida por que não e possível, todas as musicas tem que falar pelo menos uma vez de comida!

 

A cara dele ao ver Maya ali não teve preço... Eu admirava demais os dois, não sei como ele pode pensar que ela perderia um momento tão importante como este, era o primeiro show de verdade dele, eu ficaria realmente surpresa e se ela não estivesse aqui hoje.

 

Eu gostaria de estar prestando mais atenção ao show mas era impossível com os últimos acontecimentos e com uma quase DR acontecendo bem ao meu lado. Estava me esforçando pra não ficar escutando conversa alheia, mas foi inevitável.

 

-Eu já disse, Beatriz. Aqui não! – Mike disse serio.

 

-Então aonde, Michael? Fala logo, o que quer dizer aquilo? – Beatriz estava enraivecida, engoli a seco.

 

“ Oi, Bia. Então, eu e o Mike somos Ex namorados! E isso mesmo, eu sou a garota que você quer arrancar todos os cabelos da cabeça. Ah, o por que nenhum de nos não te contou nada? Sabe que eu não sei! Talvez por que eu goste dos meu cabelos e também, ache que a obrigação de fazer isso e do seu namorado? “

 

Claro que eu não disse nada disso, né?! Eu só engoli em seco e voltei minha atenção pro palco, aonde meu amigo cantava enquanto tocava o seu violão.

 

-Olivia me ajuda! – Gabrielly disse enquanto se agachava perto de mim, torci o nariz deixando os meus pensamentos de lado.

 

-O que foi? – perguntei.

 

-O garoto que eu bati esta bem ali. – ela apontou para nossa esquerda, arregalei os olhos.

 

-Ai meu deus, e você ta fugindo dele? – perguntei a olhando.

 

-Obvio!

 

-Você deveria pedir desculpas! – ela negou com a cabeça.

 

-Ele deve achar que eu sou louca! – sorri.

 

-Você e um pouquinho, amiga! – ela me olhou feio. – No bom sentido. – rimos.

 

-Mas de qualquer forma, acho que vou embora daqui... Não tenho coragem de falar com ele. – revirei os olhos.

 

-Deixa que eu te ajudo. – ela me olhou sem entender muito bem o que eu planejava.

 

Me virei e procurei pelo moreno que foi atingido pela minha amiga, bêbada, a alguns dias atrás. O encontrei a alguns metros de nos, ele era uma gracinha, não dava pra negar.

 

-Ei... – falei alto, algumas pessoas nos olharam, mas então eu apontei pra quem eu me referia, o garoto apontou pra si mesmo com uma carinha que parecia estar apavorado. – Você mesmo. – confirmei. – Venha aqui, por favor! – o rapaz assentiu e passou a caminhar em nossa direção.

 

-O que você esta fazendo? – Gabrielly perguntou.

 

-Só se levanta daí e sorri! – falei entre dentes enquanto sorria.

 

-O-oi. – o garoto disse tímido, sorri.

 

-Oi, tudo bem? – Ele assentiu que sim. – Só um minutinho. – pedi, ele parecia não estar entendendo nada, mas eu não o julgaria.

 

Levantei Gabrielly daquele chão pelos ombros e a olhei nos olhos.

 

-Conversa com ele! – falei baixinho pra que só ela ouvisse, ela arregalou os olhos e negou com a cabeça mas eu ignorei me voltando pro garoto que nos esperava. – E então qual seu nome? – perguntei, ele encarou Gabrielly com os olhos arregalados.

 

-J-jace. – disse ele engolindo em seco logo depois.

 

-Hum, Jace. Você pelo visto se lembra da minha amiga não e mesmo? – Perguntei, ele assentiu e Gabrielly escondeu o rosto nas mãos, em outras circunstâncias eu me acabaria de rir. – Então... Ela quer te pedir desculpas por ter... te agredido. – comecei. – O que vocês acham de vocês dois conversarem um pouquinho, ali no bar. – apontei pro lugar sorrindo, o meu melhor sorriso.

 

-Eeh... ta. – ele era tímido mesmo.

 

-Ótimo! Não e ótimo, Gabye? – perguntei pra loira que sorriu falsamente.

 

-Maravilhoso! – disse ela cínica.

 

-Então, vão lá! – a soltei, os dois sorriram tímidos um pro outro e começaram a caminhar ate o bar.

 

A loira se virou pra mim antes de sumir de vista, me lançou um dedo do meio com uma careta feia que me fez cair no riso.

 

Espero que eles se resolvam, quem sabe assim, ela desencana da lingüiça...

 

-Resolvendo os conflitos dos outros e se esquecendo dos seus, não e mesmo? – me assustei com a voz atrás de mim, era Nicoly.

 

-Ai que susto, Nick. – falei com a mão no peito enquanto me virava para encará-la.

 

-Já falou com ele? – perguntou, engoli em seco e neguei com a cabeça. – Ele e Beatriz estão discutindo dês de que vocês saíram. – disse.

 

-E que aconteceu uma coisinha lá fora... – falei franzindo os lábios, ela arqueou umas das sobrancelhas.

 

-Vocês se pegaram? – arregalei os olhos.

 

-Não! Claro que não! Outra coisa... – apressei em dizer.

 

-Então, o que aconteceu? – perguntou ela, bebericava alguma bebida cor de rosa.

 

-Maya, minha amiga... – apontei pra ruiva. – Acabou soltando na frente da Bia que eu e Mike não somos só velhos amigos. – contei.

 

-Puta merda! E ai? – neguei com a cabeça.

 

-E ai nada, voltamos pra cá. – ela suspirou bebendo mais um pouco daquilo.

 

-Você deveria falar com ele então! – assenti.

 

-Sim, eu preciso...

 

-Deveria ir agora! – ela apontou pro bar, ele estava sozinho lá. – Ele esta sozinho, vai lá! – encorajou-me.

 

-Você acha que eu devo? – estava em duvida.

 

-Se não resolver isso logo, isso tudo vai virar um bola de neve grande demais pra você carregar , Liv. – assenti, ela tinha razão. – AI deus! O que deu em mim hoje pra falar essas coisas? – gargalhei.

 

-Também não sei, Nick... Mas vou usar seu conselho. – rimos juntas.

 

-Então vai lá, mulher!! – disse ela.

 

Respirei fundo e tomei o copo de sua mão o virando de uma vez na minha boca.

 

-Ei, meu suco! – brigou ela.

 

-Achei que era vodka! Preciso de coragem...

 

-Então finge que o meu suco de morango era vodka e vai lá! – arregalei os olhos.

 

-Morango? A não Nicoly! – acho que vou vomitar.

 

-O que foi? Eu amo um morango! – segurei o riso tentando não maliciar aquilo.

 

-Certo, chega disso... Eu vou lá! – ela assentiu sorrindo.

 

-Vai lá! – ela deu um tapa na minha bunda me fazendo rir.

 

Suspirei e comecei a caminhar ate ele, estava nervosa e a cada passo que eu dava parecia que eu estava prestes a cair num precipício ou algo parecido.

 

-Posso me sentar aqui? – pedi apoiada no balcão, ele sorriu.

 

-Claro. – sorri também e então me sentei.

 

-Será que podemos conversar, Mike? – ele virou o corpo pra mim e arqueou uma das sobrancelhas. – Por que você não contou nada pra ela? – perguntei logo de cara, ele suspirou e olhou pra frente outra vez.

 

-Amigo... outra doze por favor. – pediu ao barmen que estava ali, continuei o encarando, ate que ele se virasse pra mim também. – Já viu o ódio que ela sente da minha “ ex- namorada” ? – perguntou, tive que rir.

 

-O ódio que ela sente de mim né?! – ele coçou os cabelos.

 

-Eu nunca imaginei que vocês se conheceriam, muito menos que seriam amigas. Liv, eu não podia contar, não podia! – ele disse sincero e depois bufou. – Olha... acredite em mim, faço isso pelo bem, das duas. – foi minha vez de bufar.

 

-Pelo bem de nos duas? Eu sinto que estou traindo ela! E uma hora ou outra ela vai ficar sabendo disso, ela já deve estar inclusive desconfiada. – acabei erguendo um pouco a voz.

 

-E, o que Maya disse la fora não ajudou muito. – ele bebeu a bebida.

 

-Não e só disso que me reviro, Mike. – ele voltou a me encarar. – Hoje mais cedo ela me fez algumas perguntas sobre isso aqui. – tirei o colar com a aliança pendurada de dentro do vestido, me senti uma trouxa.

 

-Ela odeia isso ai...

 

-E  não e pra menos! Você preciso contar. – fui direta, ele suspirou.

 

-Eu vou pensar ok?! Mas não hoje... Preciso de tempo pra isso, não quero que uma catástrofe aconteça. – revirei os olhos mas concordei.

 

Observei Beatriz voltando pra onde estávamos, eu tinha que sair daqui pra não piorar toda a situação.

 

-Ela esta vindo, eu já vou. – avisei, nem esperei sua resposta, guardei o colar no lugar outra vez e sai dali.

 

Voltei pra onde as meninas estavam, Nicoly e Maya conversavam animadas perto do palco, Maxon não estava mais lá o que me fez perceber que o show já tinha acabado.

 

Ali perto, Gabye e Jace também pareciam se entender muito bem, fiquei contente ele parecia ser alguém legal...

 

Maxon veio de mansinho por de trás de May e a agarrou pela cintura fazendo com que a ruiva soltasse um gritinho de surpresa.

 

-O que você esta fazendo aqui? – Maxon perguntou contente a namorada.

 

-Achou mesmo que eu iria perder um marco desses? – May falou se virando pra ele, eu e Nicoly sorrimos.

 

Ela assentiu pra que saíssemos dali quando o casou começou a se pegar bem na nossa frente, e então assim fizemos.

 

-Eles estão juntos a muito tempo? – Nick perguntou enquanto caminhávamos ate o banheiro feminino.

 

-Uns cinco anos. – comentei. -  Acredite ou não mas ele o pediu em casamento quando tinham quinze anos. – ela arregalou os olhos.

 

-Meu deus... Querem os filhos ainda pra esse ano? –rimos.

 

-Ela sim, ele... – neguei, e ela riu.

 

Eu e Nicoly adentramos o banheiro, tinha azulejos brancos e varias cabines sanitárias, alem de um enorme espelho que ficava abaixo de pias de mármore.

 

Fizemos o que tínhamos pra fazer ali, mas quando estávamos quase pra sair algo chamou nossa atenção, vozes pra ser mais exata.

 

Michael e Beatriz.

 

Uma discussão.

 

-Eu não posso ouvir! – Falei quando vi Nicoly indo pra mais perto da porta.

 

-Mas sair daqui agora você também não pode! – disse ela.

 

-E por que não?

 

-Por que estão falando de você! – arregalei os olhos, o que eles estavam falando de mim?

 

Foi inevitável me juntar a morena e grudar o ouvido na porta. As vozes agora estavam bem claras e o assunto me fez engolir em seco.

 

-E ela não é?! – Beatriz perguntou. – Olivia e a sua ex namoradinha do Canadá! E ela a filha da puta. – ela estava muito alterada.

 

-Já pedi pra não se referir a ela desse jeito. – Mike também não estava nada calmo.

 

-E por que não, Michael? Por que ainda gosta dela, por que ainda e aquele menininho apaixonado pela namoradinha que eu conheci? – a voz da menina estava dotada de sarcasmo.

 

-Beatriz, você sabe que isso não tem nada a ver... – a voz dele soava mais baixa agora.

 

-Mas e claro que tem! Você usa essa merda ai no pescoço, praticamente idolatra a menina! – gritou ela, meu coração estava acelerado.

 

-Pare de dizer besteiras!

 

-Besteiras? Então ta. Por que não me contou? Por que não disse que ela estava aqui, que a reencontrou, que era a Olivia? – Meu peito subia e descia e eu temia que eu acabasse desmaiando a qualquer momento ali.

 

-Por que isso não faz diferença nenhuma na minha vida, Bia! Ela estando ou não estando aqui não faz diferença. – engoli a seco, não foi algo bom de se ouvir. – O que nos tivemos, ficou no passado, la em Vancouver, foi... – um suspiro alto. – Foi um namorico de adolescente, não significa mais nada pra mim.

 

Então era assim? Eu fui só uma namoradinha de adolescência pra ele? Mas esse nem foi o pior.

 

-Nunca significou. –aquilo me fez fechar os olhos, uma lagrima desceu pelo meu rosto e então Nicoly me puxou pra longe daquela porta.

 

-Foi mal... – Disse ela. – Ele e um... um babaca. E eu vou la tascar o meu livro do It que ta aqui na minha bolsa na cara dele! – ela me deu as costas pronta pra sair dali, mas eu a segurei.

 

-Não, Nick... – falei enquanto secava a lagrima. – Ta tudo bem. – sorri.

 

-Não ta não, ele e um idiota! Ok, eu não bateria nele com o meu livro por que assim... eu estragaria o livro  né?! Ai, to falando besteira. – ela riu fraco. – Esta bem mesmo? – perguntou, assenti.

 

Mas não, eu não estava.

 

Aquilo foi como uma facada no peito, pra mim ele importava e muito, sempre importou...

 

Mas eu não iria dar o gostinho de ele me ver chorar por ele.

 

-Eu estou. – sorri. – Será que já saíram?

 

-Acho que sim, o barulho acabou. – disse e eu concordei.

 

-Certo, então vamos sair daqui. – e assim fizemos.

 

Não havia mais ninguém ali no corredor, ele estava deserto. Começamos a caminhar para o salão aonde as outras pessoas estavam, mas algo me chamou minha atenção, algo brilhoso próximo a uma das lixeiras que haviam ali.

 

-Nick, vai na frente que eu tenho que mandar um email, vou daqui a pouco. – ela me olhou meio desconfiada mas foi.

 

Vi se estava mesmo sozinha e então me aproximei daquela lixeira, não deveria ter feito aquilo, pois foi a segunda facada do dia bem no meio do meu peito e tudo isso em menos de cinco minutos...

 

Era a aliança dele, que ele usava no pescoço ate minutos atrás.

 

Ele tinha jogado fora.

 

E pelo visto eu nunca signifiquei nada mesmo.

 

Pelo visto eu não passo disso pra ele.

 

Um lixo.

 

Eu não tinha mais ritmo pra festas eu só queria ir pra minha casa e chorar... É eu sei! Eu sou uma trouxa! E sei também que já sou adulta, mas daria de tudo pra ter o colo da minha mãe agora...

 

Guardei a jóia na bolsa, nem sei por que, só a coloquei ali. Voltei pra salão e estampei e melhor sorriso que eu conseguia no rosto, mas ele se foi assim que vi Mike e Beatriz aos agarros bem ali do meu lado, pode ser coisa da minha cabeça mas tenho quase certeza que ela parou de beijar ele só pra poder sorrir pra mim.

 

Um sorriso como “ Ele e meu querida e você nunca significou nada pra ele! “.

 

Era oficial, a festa tinha mesmo acabado pra mim.

 

Procurei por Maxon e May mas os dois disseram que iria pra um hotel já que queriam “ matar a saudade” um do outro... Sinceramente os agradeço, tudo o que não quero e ficar ouvindo barulho dos meus praticamente irmãos.

 

Estava indo pro meu caro quando eu senti uma mão na minha cintura, me virei de uma voz e me matei internamente com o pensamento de que talvez poderia ser ele, vindo me dizer que disse tudo aquilo de boca pra fora...

 

Eu sou uma trouxa mesmo viu!

 

Era Thomas, ele sorriu pra mim, parecia me analisar.

 

-Você esta bem? – perguntou, assenti. – Não parece, ta pálida e os olhos vermelhos... Esteve chorando? – engoli a seco.

 

-Não, eu estou bem, Tho. – confirmei com um sorriso falso. – Só quero ir embora. – ele assentiu.

 

-Te vi sair correndo de lá fiquei preocupado. – sorri, agora de verdade.

 

Quer saber? Eu vou e fazer o que eu tinha que ter feito a muito tempo... Dar valor a mim e estar do lado das pessoas que realmente querem o meu bem.

 

-Você não quer ir lá pra casa hoje? Passar a noite lá? – convidei, ele sorriu e depois depositou um selinho rápido nos meus lábios.

 

-Quero sim, linda. – disse.

 

Sorri fraco... Será que estou fazendo o certo?

 

Mas... Que se dane. 


Notas Finais


la la la la la a liv vai fazer besteira la la la la la

ksksksksk

( Nicoly e um arraso de pessoa né?! skksks Gente a menina anda com o livro do It na bolsa e ainda ama morangos!! )

Jace! Você chegou meu anjo! Gabye supera a linguiça agora???

Hmm... Algo a dizer sobre Mitriz?? Eu tenho, a cada dia que se passa meu ranço pelo Mike aumenta mais um pouquinho, e olha que ele e meu filho!!

Mayxon e a coisa mais Iti malia dessa fic ksks


O que acham que acontece daqui pra frente ein????





SPOLER!!!





Tem alguém indo pra Nova York e vai pegar um dos personagens bem desprevinido....


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