História Uma Nova Razão - Capítulo 4


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Categorias Austin & Ally
Personagens Ally Dawson, Austin Moon
Tags Ally, Amor, Auslly, Austin, Dez, Ficção, História De Século, Joias, Livro, Magia, Mitologia, Mundo Novo, Novela, Romance, Romance Juvenil, Trish
Visualizações 8
Palavras 2.943
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Passeio


Fanfic / Fanfiction Uma Nova Razão - Capítulo 4 - Passeio

Ally Dawson 

"Senhorita Allycia, perdoe-me por não estar presente no café da manhã, mas tenho certeza de que a presença de Rosa será muito agradável. Espero que passe uma boa manhã. Estarei de volta muito em breve, espero que esteja pronta quando eu chegar. Teremos um grande dia, a senhorita vai adorar. Até logo. - Austin"

Eu já tinha lido aquela carta pelo menos quatro vezes, tentando encontrar alguma mensagem subliminar, ou então uma mensagem entrelinhas. Ou qualquer coisa! Aquela carta tinha me feito suspirar várias vezes, e eu ainda não conseguia entender o motivo. Eu estava assustada porque nunca tinha sentido aquilo antes. Principalmente com alguém que eu mal conhecia. Austin conseguia me tirar do chão, apenas estando perto, talvez porque ele realmente era um cara de se tirar o fôlego. No meu país, todos diriam que aquilo era ir "rápido de mais", mas eu não conseguia simplesmente ir mais devagar. 

- Foi só um dia, Ally - eu andava de um lado para o outro. - Nem mesmo um dia completo. Talvez se você parasse de falar sozinha, não ficaria tão louca, principalmente com um cara que você não conhece. 

Talvez eu estivesse enlouquecendo. Aquilo só devia ser coisa da minha cabeça. Um pequeno estresse, porque eu literalmente tinha fugido de casa e acabei indo parar num outro mundo, num outro século, talvez! Continuava andando de um lado para o outro, até que me lembrei: tinha que estar pronta para quando Austin chegasse. 

- Fica tranquila, eu ajudo você - uma voz apareceu atrás de mim, me fazendo gritar e cair pra trás. - Calma, calma. 

Era uma mulher, usava um vestido longo e rodado vermelho. Ela tinha... Asas? E tinha cabelos lisos e loiros. Me olhava com ternura e veio correndo para me ajudar a levantar. Tinha como aquilo ficar mais estranho? Mas é claro que tinha!

- Que...quem é você? - pergunto, respirando fundo. 

- Prazer, eu me chamo Lídia - a mulher estica a mão, e eu a aperto por impulso. - Fui eu que te mandei até aqui. 

- Você? Foi você que me mandou aquela carta, e aqueles livros, e aquelas jóias? - espantada, a olho confusa e cheia de interesse. 

- Isso aí, mas esquece isso por enquanto - Lídia diz, dando de ombros. - Mais tarde, conversamos sobre isso. Agora, temos que correr pra te deixar um arraso, porque você tem um encontro. 

- Não é um encontro - interrompo. Ela me arrasta até a cama e me faz sentar. 

- Shiu - Lídia pede. - Você prestou atenção no que leu ontem? Eu sou tipo uma vidente... Só que mais maneira. Eu sei exatamente o que vai acontecer, por isso, eu digo, vocês estão predestinados um para o outro. 

- O quê? - a olho confusa. - Ei, se você é o que diz que é, não devia manter segredo sobre o meu futuro? 

- E eu por acaso disse alguma coisa? - Lídia ri. - Eu apenas disse que vocês estão predestinados, não disso motivo, não disse como. Não falei como vai acontecer.... Mas, isso já tá na cara né? Vamos lá, vamos falar sobre isso. 

Antes que eu dissesse alguma coisa, ela passa a mexer no meu cabelo, os escovando com uma escova de pentear que eu nem mesmo tinha visto ela pegar. Mas é claro que aquilo não era tão surpreendente, já que ela era alguma coisa nada natural... Era do bem, mas nada natural. 

- Acha mesmo que isso seria uma novidade? Porque eu não acho - Lídia começa. - Ninguém se apaixona por alguém sem estar predestinado a se apaixonar... Mesmo que vocês ainda não estejam acostumados com isso, vocês tinham que se conhecer. Isso foi predestinado. O seu futuro depende do Austin, e vice-versa. Até mesmo o futuro da Rosa depende de vocês. 

- Então, tá me dizendo, que eu fui trazida pra cá porque isso tinha que acontecer? - questiono com curiosidade. 

- Digamos que ocorreu um erro - ela tossiu desconcertada. Parecia até mesmo envergonhada. - Você nasceu na época errada, no lugar errado. Ou talvez ele, eu ainda não sei... Mas, vocês estavam predestinados a se conhecer. 

- E eu sou terminantemente obrigada a ficar com ele? - pergunto. Ela solta o meu cabelo e caminha até o guarda-roupa. 

- Não, claro que não. Existe o livre arbítrio, e isso tem que ser respeitado... Eu não cometeria o erro dos seus pais - ela diz. Estava procurando alguma coisa no guarda-roupa. Até que puxa um cabide, antes vazio, agora, com um novo vestido, que definitivamente, não era da Rosa. - Você faz as suas escolhas, mesmo que alguém, no final, possa sair magoado. O que pode ser ou não a realidade. Como eu disse, eu sei o que acontece, mas de acordo com as suas atitudes e idéias, eu vou vendo outras coisas no seu futuro. 

- Posso fazer o que eu quiser, então? - confirmo. Ela assente. - Então, essa coisa de acelerar o coração e suspirar, mesmo tendo conhecido ele ontem, não é loucura? 

- Não, é perfeitamente normal - Lídia diz. - Toma, veste isso. 

Depois de estar vestida, Lídia arrumou meu cabelo, deixando-o solto. Ela realmente era incrível. O vestido era azul claro, não era tão esvoaçante, do jeitinho que eu gostava. Ao invés de andar descalça, ou ter que vestir um salto, pude usar meus tênis, já que ele era um vestido longo. 

- Eu sei que talvez seja difícil se acostumar com esse lugar, ou então com as pessoas que você vai conhecer. Mas por favor, tente se acostumar. Eu vou estar aqui se você precisar - Lídia me abraça e eu sinto seu jeito maternal. Ela não devia ser tão mais velha que eu. A abraço de volta e sorrio. 

- É bom ter uma aliada, obrigada, Lídia - eu digo. 

- Senhorita Allycia? - batidas na porta  e a voz de Austin me fizeram respirar fundo e a olhar apavorada. Agora que eu sabia que estávamos predestinados, eu ia ficar ainda mais confusa em relação ao Austin. 

- Relaxa, é só um passeio, lembra? - Lídia sussurra, para que Austin não soubesse que ela estava ali. - Seja você mesma, aja naturalmente e o resto fluirá. Vai dar tudo certo. 

Assinto e vou até a porta. A abro e respiro fundo, encontrando com Austin, me esperando. Ao me ver, ele sorri. Me estende seu braço e eu aceito, levando minha mão até ele, tentando não apertar o musculoso braço e.... Okay, respira fundo! 

- A senhorita está muito bela, se me permite dizer - Austin começa a me guiar, e eu simplesmente me deixo ser levada. 

- Obrigada, é muito gentil de sua parte - respondo. O que eu estava dizendo? AAAAH! Tente parecer uma pessoa normal. 

"Seja você mesma, aja naturalmente e o resto fluirá"  a frase Lídia percorreu minha cabeça, como se ela estivesse dizendo aquilo naquele momento. Decidi seguir seu conselho, e se tudo desse errado, eu teria tentado pelo menos. 

- Para onde vamos? - pergunto. 

- Vamos ver o estábulo, depois vamos ver o jardim, e a fazenda... - Tinha tudo aquilo? - Depois, pensei num piquenique, o que acha? 

- Acho perfeito... Vamos, então - eu disse. 

- Sim, com certeza, senhorita Allycia. vamos logo, já te fiz perder a manhã inteira - ele diz. 

- Só tenho que te pedir uma coisa.... - eu digo, fazendo-o parar. 

- O que quiser - ele responde. 

- Você pode continuar me chamando de Ally? Se continuar me chamando de senhorita Allycia, vou ter que te chamar de vossa alteza ou senhor Moon, e não seria legal - peço. Ele ri. 

- Terei imenso prazer em lhe ser útil. 

***

O estábulo era incrível. Ele tinha mais de uma dúzia de cavalos, éguas e filhotes sendo criados, e todos tinham nome. Eu não decorei todos. O jardim era ainda mais incrível, cheio de flores que eu nem sabia que existiam, todas com um perfume maravilhoso, e aquele lugar, com certeza, me fez querer ficar. A fazenda era "modesta" segundo ele. Ele apenas criava algumas galinhas, vacas, ovelhas... Mas elas eram lindas, pelo menos pra mim. Todas também tinham nome, e eu também não decorei. 

Estávamos agora indo até um lugar mais afastado. Austin me disse que era perto do lago, e ficava pouco depois da fazenda. Era um pouco antes do lugar onde eu tinha aparecido na noite anterior. A água era cristalina de verdade, limpa, pura. Tinham alguns passarinhos bebendo água ali, e mesmo com a nossa aproximação, eles não saíram voando. Era uma imagem de cinema, e as árvores ali, só tornavam aquele clima ainda maior. 

- A senhora Renê já está vindo com uma cesta de piquenique - Austin anuncia. - Espero que goste da vista. 

- É incrível... De onde eu venho, eu não podia observar muito o lado de fora - respondi, ainda maravilhada com aquele lugar. 

- Espero então, poder te dar tudo que a senhorita nunca teve - Austin diz. O olho. Realmente precisava falar com ele, e era muito importante. 

- Posso falar com você? - pedi seriamente. 

- Pode, com certeza - ele diz. Me convidou a sentar no chão com ele e eu aceitei. Não me importava se ia sujar o vestido, aquela conversa era mais importante. Eu precisava esclarecer umas coisas, tanto para mim quanto para ele. 

- Por que você me trata assim? Quero dizer, é muito gentil, mas você mal me conhece... Não pode me prometer coisas assim e... Não quero parecer uma aproveitadora, entende? 

- Não é isso que penso de você, Ally - ele diz, por sorte se lembrando de não dizer senhorita. - Eu apenas sinto uma conexão com a senhorita - ok, um passo de cada vez-, e sinto que podemos ser grandes amigos ou... Ou alguma coisa mais... Eu não sei bem o que acontece, estou confuso. Mas eu quero poder te dar a liberdade que me disse que queria ter, quando chegou aqui. 

- Eu entendo... Só não consigo entender o motivo de tudo isso - se era pra ser sincera e agira naturalmente, como eu realmente era, eu tinha que falar. Assim, talvez nos entendêssemos ainda melhor. 

- Eu também não - ele abaixou o olhar constrangido. - Gostaria de entender também, mas é como meu pai me descrevia o momento em que se apaixonou pela minha mãe... Ele sentia a respiração acelerar, e tinha uma vontade maluca de estar sempre perto dela. Foi amor à primeira vista... Não estou dizendo que é isso que está acontecendo, mas se for... Eu só não sei, entende? 

-  Mais ou menos - era exatamente o que eu sentia. Minha respiração acelerava, e eu queria estar perto dele. Isso sem contar os suspiros com o que ele falava, ou com o cheiro dele. Ou de ouvir o nome dele sendo dito. - E se.... Se tentássemos nos conhecer melhor, por um tempo, quem sabe? Seria o ideal, não acha? Assim, poderíamos entender o que está acontecendo com nós dois. 

- Me parece bom... Por ora - ele respondeu. 

Não deu tempo de eu contra-responder, já que a senhora Renê estava vindo até nós, com uma cesta nada pequena nos braços, apressada. Ao chegar até nós, pediu licença e estendeu a cesta para Austin, que agradeceu. Ela não demorou muito, em pouco tempo já tinha desaparecido da nossa vista. Sozinhos outra vez, nós dois passamos um tempo apenas nos encarando. Não sei quanto à ele, mas na minha cabeça, passavam vários pensamentos. 

- Gosta de morangos? - ele pergunta, enquanto estende um pano no chão. 

- Gosto muito - respondo, aliviada por ele ter mudado de assunto. - Gosto de picles também. 

- Picles? - ele me olha sem entender. Será que o picles ainda era só um pepino? Ou será que era totalmente anormal comer picles? Ou será que ele odiava pepinos em conserva? Ou qualquer vegetal em conserva? 

- Isso... Eu gosto muito - digo, ainda com medo de ele me achar insana. 

- Isso sim é inusitado... Gosto de picles, mas não como muito - ele diz, pensativo. - A senhora Renê faz pepinos no jantar algumas vezes, e já fez picles com outros vegetais... A senhorita sabe que picles não é apenas pepino, certo? 

- Certo, de fato - como não saber isso sobre minha comida preferida? - Mas o lance mesmo, pra mim, é o pepino. 

- Lance? - ele arqueia as sobrancelhas confuso. 

- Ah... Eu quis dizer que o negócio, a coisa, o ideal... É o pepino - expliquei. 

- A senhora Renê faz um belo picles de pepino - ele comenta. Eu adorava o fato de ele sempre elogiar a senhora Renê. No meu primeiro jantar, eu já pude perceber que ela realmente sabia como cozinhar. Mesmo que naquele lugar, não tivessem todos os recursos do século vinte e um, no meu país... Na verdade, a comida dali parecia até ser mais natural. 

- Vou adorar provar isso um dia - eu sorrio. 

Comemos deliciosas maravilhas da dona Renê... Ela era divina. Aquele morango com chocolate e creme branco era uma tentação. E não tinha só isso. Sanduíche de presunto (que eu achava que só existia no seriado Chaves), bolo, torta... Eu ia engordar trezentos quilos em breve. 

O dia estava muito lindo e ensolarado, principalmente se comparado ao anterior, com aquela chuva horrível. Me perguntava se as coisas estavam assim também com os meus pais. Podia parecer egoísmo estar rindo e trocando olhares significativos com um cara, enquanto meus pais podiam estar malucos atrás de mim. Mas eles foram egoístas comigo por muito tempo, praticamente me venderam e me fizeram de prisioneira. Já era hora de eu tomar conta de mim. Meu aniversário seria em alguns dias eu eu estaria livre do Dallas, pra sempre, já que estávamos a um mundo de distância, e eu não seria obrigada a me casar com ele. 

Sem contar que seria o melhor aniversário de todos, ao lado do Austin e da Rosa. E da Lídia, eu esperava. Devia tudo aquilo à Lídia. Já estava começando a amar aquela mulher. 

No final da tarde, quando já estava escurecendo, decidimos voltar para dentro da casa (eu ainda me recusava a dizer ou pensar castelo). Foi uma ótima ideia, porque eu realmente desejava falar com Lídia, e sabia que isso só aconteceria no meu quarto. Mas também me lembrava de ter prometido à Rosa que conheceria a tal de Helena, sua amiga. A conversa com Lídia ia acabar ficando para depois. E eu estava muito nervosa. Conhecer Austin e Rosa fora algo... Aleatório, mas bom. Eles eram incrivelmente gentis e educados... Mas Helena? Eu nem sequer tinha ouvido falar dela a não ser pelo nome, e ainda era o meu "segundo" dia ali. 

Tudo bem, talvez eu estivesse parecendo uma boba. 

Austin me acompanhou até a porta do meu quarto. Eu estava começando a decorar aquele caminho, graças a Deus. Ficamos encostados no batente da porta, de frente um para o outro, sem nada dizer. Ele me analisava, percorrendo os olhos por todo o meu corpo, sempre voltando a olhar para os meus olhos, enquanto eu não era capaz de tirar os meus olhos do seu rosto. 

Não sei dizer quando, mas fomos nos aproximando. Ele me tomou em seus braços, me segurando firme pela cintura, e eu, movida por uma vontade estranha e agradável, maluca no entanto, levo minhas mãos ao redor de seu pescoço. Olho no olho, respiração acelerada... Não, aquilo não era se conhecer... Se bem que eu conheceria bem a boca dele caso a gente se beijasse, então, não estaria totalmente incorreto. 

- Se você quiser, eu posso te soltar. É só dizer - Austin diz. Eu desejava que ele roçasse logo sua boca na minha e me preenchesse de uma vez. - Não farei nada contra sua vontade. Se ainda for cedo pra você, posso me afastar. 

Por que no meu país não tinham caras assim? Era pedir demais que toda garota fosse sortuda e tivesse seu próprio príncipe encantado? Alguém como Austin era. Alguém como ele, porque ELE, já era pedir demais. 

- Por favor, faça qualquer coisa agora, mas não ouse tirar esse rosto de perto do meu - eu estava ofegante. Por que ele não me beijava logo? Era alguma coisa de princípios? 

- Terei imenso prazer em lhe ser útil - ele diz antes de preencher minha boca com a sua, me fazendo suspirar. Torcia pra ninguém aparecer naquele corredor, porque eu realmente não estava afim de me afastar dele. Sua boca quente, me fez ir e voltar do paraíso. E suas mãos, incrivelmente habilidosas, me prendiam pela cintura. Era um suspiro atrás do outro. E foi ainda melhor quando percebi que estava colada contra a madeira da porta. 

"Terei imenso prazer em lhe ser útil" . Parecia que ele só dizia aquilo para tornar a minha respiração mais acelerada. Era sim uma frase de efeito, um efeito instantâneo. O efeito de me levar a loucura. Naqueles momentos, eu percebia onde a minha sanidade acabava, e a minha loucura, insanidade, começava. Também via onde o autocontrole de Austin acabava, dando lugar ao seu lado tão insano quanto o meu. Seu lado maluco, sem se preocupar se alguém veria, ou se alguém, tipo a Rosa, aparecesse e pensasse o pior. Era o seu lado que mais me agradava no momento, principalmente grudada na porta de um quarto. O meu quarto. Eu poderia simplesmente abrir a porta e sugerir que nos conhecêssemos melhor (se é que me entendem). Meu Deus, como aquele cara me deixava intensa.

 



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