História Uma nova realidade - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Alex, Contos, Escola, Fábulas, Guilherme, Internato, Jessica, Julie, Julieta, Lucy, Magia, Sonhos
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Palavras 1.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Essa é a primeira história original que escrevo, espero que gostem!

Capítulo 1 - Capítulo 1


   Durante todo o período de aula essa manhã só se ouvia o maior falatório, o que era compreensível por ser o último dia de aula. Eu estava como sempre no meu canto sem falar com ninguém rabiscando o canto da mesa enquanto o ultimo horário dava adeus aos alunos da turma que em questão de minutos entrariam em férias.

  Logo que a aula acabou, Julieta - velha amiga de faculdade de minha mãe e minha madrinha de batismo - chegou para me buscar, já que desde pequena ela que me levava e buscava na escola. Conheço Tia Julieta desde que nasci, a considero como uma segunda mãe. Ela que me deu meu primeiro esmalte e me passou várias dicas de como acabar com as espinhas, ela tornou-se, com o tempo, minha confidente.

  - Julie? Está tudo bem? Você tá tão calada hoje, tô até estranhando – me questionou observando minha reação pelo espelho retrovisor do carro.

  - Não Tia, estou bem só um pouco pensativa – respondi com um tom leve lembrando de mais um motivo para eu e a tia sermos tão próximas. Os nomes quase idênticos que são motivos das mesmas piadinhas em todas as festas de família, como “Se você é a Julie, onde está a Ta?”

  - Só vê se não pensa muito, pode esquentar os miolos e eles explodirem da sua cabeça – dei uma risadinha, minha tia adora coisas improváveis de acontecer, é uma romântica incurável.

  Logo chegamos em frente ao condomínio onde moro, me despedi de Tia Julieta e subi. Só cheguei no meu andar e o cheiro de lasanha que dava para sentir do corredor só ficou mais forte quando abri a porta. Maria era a diarista lá de casa, baixinha, sempre com um coque segurando os cabelos e uma cozinheira de mão cheia, não existe comida nesse mundo que ela não saiba fazer.

  Almoçamos enquanto conversávamos sobre coisas aleatórias, ajudei-a com a louça depois do almoço e com o que faltava da casa para arrumar. Logo que ela foi embora me joguei no sofá e liguei o Xbox pra cuidar da minha família no The Sims, onde admito que é muito mais fácil de cuidar de uma criança do que na vida real. Dei uma explorada nas novas séries da Netflix apesar de não estar com vontade de assistir nenhuma na hora.

  Como ainda eram 5 horas da tarde, resolvi lavar o cabelo e cuidar um pouco dele fazendo uma máscara e enquanto esperava inventei de fazer uma para o rosto também, ah, a doce liberdade de não ter tarefa para entregar no outro dia por se estar de férias e não ter pego recuperação.

  Deram umas 7:30 e meu pai chegou em casa com um pedaço de torta de banana – uma tentação ao meu estomago, tenho que admitir – enquanto eu ainda estava de roupão e com uma toalha na cabeça.

  - Oi minha pequena, como está? – disse papai largando suas coisas em cima da mesa e deixando a fatia de torta em cima do balcão

  - Oi pai, vou estar melhor ainda se você disser que essa torta é minha.

  - Se me der um pedaço ela é toda sua .

  - Fechado! – Eu amo meu pai que traz a minha torta preferida mesmo.

  Fui pro meu quarto enquanto meu pai fazia o jantar, já que cozinhar era um de seus vários hobbies, fiquei lá observando o teto esparramada na cama. Depois de um tempo, comecei a me lembrar de um sonho que tive anos atrás e de vez em quando tinha uma espécie de “continuação”.

Flashback

  Era quase meia noite e eu estava com a cabeça no filme que havia acabado de assistir sobre uma escola onde era noite do pijama todo dia.

  - Julie, já escovou os dentes? Vá para a cama logo, já está tarde! – Avisou mamãe enquanto me dava um beijo de boa noite.

  - Já vou, já vou – respondi virando de lado na minha enorme cama, que na verdade só era grande por eu ser pequena.

  Logo que peguei no sono comecei a sonhar. Era um lugar estranho, mas tinha sua beleza mesmo sendo bem peculiar. Eu estava em um carro, não sabia quem dirigia, pra onde ia, não sabia nem mesmo que carro era aquele por nunca ter estado nele.

  - Onde estamos indo? – perguntei ao motorista que estava calado até o momento.

  - Seus pais me mandaram levá-la para o novo colégio. – respondeu com um tom de voz automático, não me deixando reconhecer a voz.

  Sentei no banco e coloquei o cinto de segurança, já que antes estava deitada. Assim que chegamos, passamos por um enorme arco de concreto e o motorista – que apelidei de Sr. X – estacionou na frente de uma enorme porta dupla de madeira de uma construção de pedra. Começou a tirar malas, que logo percebi que eram minhas mesmo nunca tendo as visto na vida, e foi embora sem me dizer mais nem uma única palavra.

  Dei alguns passos e subi alguns degraus para alcançar uma campainha ao lado da enorme passagem

  “Isso seria mesmo uma escola?” era o que se passava na minha cabeça repetidamente.

  As portas se abriram depois de eu ter falado com uma moça simpática pelo interfone e um moço veio me ajudar com as malas. Começamos a andar por corredores cheios de portas e passamos por um pátio até pararmos em frente a porta “507” onde havia o nome “Lucy” escrito. Achei estranho, mas juntei as peças e logo tudo se encaixou. Estava em um colégio interno e Lucy era minha companheira de quarto, isso explicava a quantidade de malas que eu teria trago para o suposto colégio que o Sr. X me trouxe. O garoto me entregou uma cópia da chave do quarto, fez uma pequena reverência e foi embora sem dizer uma palavra.

  “Esse lugar me dá arrepios. Um colégio enorme e não vi quase ninguém até agora”

  Destranquei a porta e vi que metade do quarto já estava ocupado, então comecei a abrir as malas para me “localizar” já que não sabia o que me aguardava em cada uma delas. Roupas de cama, roupas de inverno, roupas de verão, sapatos, acessórios, tudo que eu precisava além das caixas de decoração que encontrei dentro do guarda roupa embutido na parede do meu lado do quarto. Estava no meio da organização/pequeno caos que criei dentro daquele quarto quando ouço a porta destrancar e uma garota entrar assumindo uma cara de susto assim que me viu

  - Quem é você?


Notas Finais


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Beijão recheado de amor
-Jeca


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