História Uma Nova Seleção - Capítulo 52


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Lucy, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais
Tags A Seleção, Illéa, Princesa, Principe, Romance
Visualizações 64
Palavras 946
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 52 - A dança é o meu melhor remédio.


Fanfic / Fanfiction Uma Nova Seleção - Capítulo 52 - A dança é o meu melhor remédio.

Pov. Melissa

Eu estava caminhando por um dos corredores mais afastados do palácio há alguns minutos, mas desde o momento que Erick saiu com o seu pai para a tal reunião, aquela sensação de está sendo observada aumentou cem por cento, era uma sensação horrível e admito que estou começando a ficar assustada, por isso a cada segundo que eu olho para trás mas não vejo ninguém ou simplesmente vejo um dos guardas do palácio fazendo as suas rondas.

Essa não é a primeira vez que eu tenho essa sensação, desde que as famílias das garotas da elite foram embora há alguns dias atrás, sinto que estou sendo observada e seguida por onde quer que eu vá, mas eu nunca dei muita importância para isso, já existem muitas pessoas que trabalham aqui no palácio e pode ser qualquer uma delas ou também pode ser o efeito causado por toda essa tensão que tem rondando a todos nós nos últimos dias.

Eu já estou ficando paranóica, mas essa sensação simplesmente não é normal.

Estão realmente me seguindo?

Quem poderia estar me seguindo?

O que será que essa pessoa possa querer comigo? Eu não sou ninguém importante!

Aperto os meus passos o máximo que posso com intenção de me manter o mais longe possível da pessoa que possa estar me seguindo. O meu corpo está tomado por tanta adrenalina, que sinto o meu coração bater tão forte dentro do meu peito, que chego a pensar que a qualquer momento ele possa saltar daqui de dentro. Olho mais uma vez pela terra, e mais uma vez não tem ninguém, mas aquele aperto no peitoe aquela sensação de estar sendo seguida ainda permanece comigo.

Depois de minutos de angústia finalmente consigo chegar no hall principal do palácio e graças a Deus estou de volta a um lugar movimento, onde vários guardas estavam, assim que saio daquele corredor olho para trás durante alguns minutos para ver se sairia alguém de lá, mas não havia ninguém. Estou confusa e aliviada, confusa porque eu tinha quase certeza de que estava sendo seguida e aliviada porque estando aqui na vista de qualquer um me sinto mais segura.

De repente sinto alguém colocando uma mão em meu ombro e isso me fez pular de susto. Com o coração a mil por hora, me viro para vê quem é essa pessoa e instantaneamente me sinto um pouco mais calma ao ver o general Leger parado na minha frente.

Aspen: "Está tudo bem Melissa?" - ele pergunta parecendo preocupado.

Melissa: "E-estou sim." - digo gaguejando. - "N-não se preocupe."

Aspen: "Tem certeza? Você parece nervosa." - ele diz me olhando.

Melissa: "Não foi nada." - eu digo e dou uma rápida olhada para trás para ter certeza de que ninguém vai sair por aquele corredor. - "Eu estou bem. Acho que vou para o meu quarto descansar um pouco."

Aspen: "Tudo bem." - ele disse parecendo nenhum pouco convencido, mas não disse nada.

Me despeço do general e faço o caminho até a escada que dá acesso ao segundo andar. Durante o caminho até o meu quarto não consigo parar de pensar em quem poderia estar me seguindo. Acho que é um pouco difícil de ter sido um rebelde, se rebeldes tivessem entrado no palácio o alarme teria sido acionado. Mas não foram, talvez isso seja um sinal de que alguém aqui de dentro esteja me seguindo, mas quem? Um soldado? Eu acho pouco provável. Talvez uma criada? Mas por qual motivos ela faria isso? Também pode ser uma das selecionadas. Estou tão confusa, não sei mais no que pensar.

Assim que chego no meu quarto, vejo que as meninas estão entretidas arrumando o meu quarto. As três olham para mim assim que eu entro.

Danna: "Precisa de alguma coisa, Mel?" - ela me perguntou.

Melissa: "Não meninas, podem continuar com o que estão fazendo, vou ficar um pouco na sacada para não atrapalhar vocês." - dou um leve sorriso para elas e me encaminho até a sacada.

As meninas continuam a fazer os seus afazeres domésticos. Fico alguns minutos olhando para o jardim, mas eu não conseguia esquecer aquela sensação que senti há alguns minutos, Eu tentava pensar em qualquer coisa, tentava relaxar de alguma forma mas não conseguia, eu estava me sentindo inquieta. Solto um suspiro pesado. Preciso de algo para me distrair.

O que sempre me ajudou a limpar a minha mente, era a dança. Então eu decidi fazer isso, fazia tempo que eu não dançava, a última vez foi antes do Halloween.

Saio da sacada, vou até o meu closet, pego minha roupa de dança e vou até o banheiro para trocar de roupa. Depois de alguns minutos saio do banheiro já vestida, ando até a mesinha de cabeceira, pego meu pendrive e saio do meu quarto para ir até a sala de dança rezando para anão sentir aquela sensação novamente.

Conforme andava pelos corredores sentia olhares presos em mim, quando olho vejo que alguns guardas estão me olhando, provavelmente por causa da minha roupa de dança.

Ao chegar na sala de dança, vejo que ela está vazia, me encaminho até o rádio e coloco o pendrive e aos poucos as primeiras notas da música clássica começou a tocar e assim comecei a dançar. Eram apenas passos aleatórios, eu apenas estava deixando a música conduzir o meu corpo.

Aos poucos fui sentindo o meu corpo ficando mais relaxado e a minha mente foi limpa de qualquer pensamento que estava me deixando inquieta, apreensiva e angustiada. E um sentimento de liberdade e de felicidade ia crescendo dentro do meu peito.

A dança foi e sempre será o meu melhor remédio.



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