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História Uma Odisseia Grecoreana - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Hi Guys! Tudo bem? Tudo em cima? Espero que sim. E se estiver pra baixo, saiba que está no lugar certo. Aqui vamos te proporcionar uma distração de seus problemas da vida ( que sei que todos temos, certo?).
Prestem bem atenção na história.Pois ela é bem envolvida em mistérios.
Sem mais, fiquem com o capítulo de hoje... Espero que gostem 😄

Borahae🙆

🙅🏽‍♀️ PLÁGIO É CRIME, CRIANÇAS 🙅🏼‍♀️

Capítulo 2 - Ser diferente


Fanfic / Fanfiction Uma Odisseia Grecoreana - Capítulo 2 - Ser diferente

° No Monte Olimpo

O lar dos Deuses estava muito tranquilo. Todos estavam conversando entre si sobre a humanidade. Porém Jin, se preocupava com possíveis rebeliões.

- Eu realente não sei se isso vai dar certo.  - Diz Jin pensativo para seus filhos, Hoseok, o Deus mensageiro e Iu, a Deusa da sabedoria.

- Pensa bem pai. O Nam, não é tão confiável.  - Diz Iu.

- Fale por você. Eu já gosto do titio Nam.   - Diz o deus mensageiro, com um sorriso.  - Ele tem aquela cara de mal, mas por dentro ele é um amorzinho. Eu sei disso.  - Concluí Hoseok.

- Tu quer dizer, bem lá no fundo, bem no fundinho mesmo.  - Diz a Deusa de cabelos escuros. 

- A questão é, ele anda puto ultimamente.  - Diz Jin suspirando.  - Não sei o por quê.

- Hum. Pai, dá um desconto, ele tá passando por uma era das trevas na casa dele.  - Diz seu filho de cabelos ruivos.

- Sério? que período é esse?  - Pergunta o Deus supremo.

- A puberdade dos filhos dele.  - Diz Hoseok rindo.  - Tenho é pena do tio Nam.

- Sem dúvidas é um período bem chato.   - Diz Jin dando uns risos. 

- Como assim, pai?   - Pergunta sua filha, Iu.  

- Ah, minha filha, vai por mim, eu tive muitos filhos. Sei bem como é ter filhos na puberdade.  - Diz Jin passando a mão na cabeça de sua filha.

- Eu nem dei trabalho.  - Diz Hoseok.

- Teu rabo. Tu foi o pior. Né pai?  - Diz Iu e Jin assente.

- Como é? Eu era tão tranquilo.  - Diz o ruivo.

- Tranquilo? Só se for.   - Diz Iu, revirando os olhos.  - O seu Soobin, teve a quem puxar. Oh, garotinho implicante, hein.  - Continua Iu.

- Como assim? Como sabe que ele é implicante?  - Pergunta Hoseok confuso. Iu engole em seco, mas responde:

- Oras, eu observo a família do rei, já que é minha cidade. E vejo que seu filho é muito mal criado, e implica com o pobre Jungkook. - Diz Iu, cruzando os braços.

- Ah, aquele mortal é um chato.  - Diz Hoseok.  - Só me impressiona o fato dele ser diferente na família.  - Diz o ruivo.

- Sim, ele é bem diferente.  - Suspira Iu.

- Por que se preocupa tanto com aquele garoto.  - Diz Hoseok, olhando estrando para Iu, a mesma engole em seco.  - Não é de hoje que vejo você falar dele.

- O-oras essa. Eu só comentei.   - Diz Iu.  - Mudando de assunto. Oh pai. Faz o seguinte, faz uma visita ao tio Nam. Sei lá.  

- Na real, eu acho que vou deixar as coisas como estão. Seu Nam que se vire com seus filhos, eu já tenho muitos. Bem, outro que me preocupa é Yoongi.  - Diz o maior, passando as mãos no cabelo.

- O que tem ele?  - Pergunta Hoseok.

- Ele anda bem estressado. E sabe bem o que acontece quando ele fica assim.  - Diz Jin.

- Hum. Eu sei. É tipo o filme "O impossível".  - Diz Iu suspirando.  

- Sim. Já faz alguns meses que ele fica puto e acaba provocando enchentes, Tsunami, e outras coisas. Quem ganha com isso é o Nam, que morre muita gente.   - Diz JIn e seus filhos assentem.  - Bem, tenho que cuidar disso.

- Querido, eu queria...  - Diz Seulgi, chegando no quarto, onde eles estavam.  - O que vocês estão fazendo?  - Pergunta ela.

- Ah, nada demais, benzinho. Estávamos aqui falando sobre o Yoongi e tal.  - Diz Jin abraçando a mesma, que o olhava desconfiado.

- Hunrrum, sei.  - Diz ela.

- Bem, acho que já vamos.  - Diz Iu.  - Bora, Hoseok.  - Ela puxa o mesmo pelo braço. E ambos saem do quarto, deixando apenas seus seu pai com a Deusa Seulgi.

Iu foi até a sala de Sam Kim, que trabalhava incansavelmente na  armadura nova da Deusa. Ela bateu na porta e escuta um chamado de "entra". Ela entra cuidadosamente e diz:

- Oi, Sam. Eu vim ver se minha armadura está pronta. 

- Bem, falta só uns acabamentos. Acho que depois de amanhã, é certeza.  - Diz ele dando um sorrisinho pra ela.

- Nossa. Você já foi melhor em seus trabalhos, Sam.  - Suspira Iu. Sam, encara a mesma e diz:

- Eu sei. Mas sua armadura é trabalhosa. 

- Tudo bem. Volto pra pegar quando estiver pronta.  - Diz ela fria. Ela pega na maçaneta da porta e Sam prontamente a segura pelo braço e diz:

- Poxa, Iu. Por que não vamos brincar nas campinas, como fazíamos quando eramos mais jovens?  - Questiona ele, ela suspira e puxa seu braço da mão dele. Ela diz:

- Sabe bem o por quê. Não se faça de sínico.  - Ela fala abrindo a porta e saindo da vista de Sam Kim. O mesmo ficou   se culpando.

 

° Enquanto isso, No Submundo...

 

- Eu estou cansado de ser visto assim.  - Bufa Nam. Ele acaba empurrando seu calice com vinho no chão.

- Querido, não precisa ficar tão estressado.  - Diz Rosé, a rainha do submundo e Deusa da primavera.

- Sim, eu sei querida. Desculpa.  - Diz ele pegando na mão da mesma e beijando em seguida.  - É que o fato da gente está no inferno faz a gente ser mal vistos pelo povo lá de cima. Que culpa temos?  - Pergunta Nam. E sua esposa suspira.

- Querido. Sei que foi injusto aquele maldito sorteio. Mas pensa, qualquer um de vocês iria reinar esse lugar. Sei que não é uma vista agradável, mas temo o que precisamos aqui.  - Diz ela acariciando o rosto do seu esposo.

- Ah, é por esse momentos que eu agradeço tanto por ter te conhecido.  - Diz Nam, carregando e girando sua esposa no ar. Ela sorri para o mesmo. Ele a põe no chão. - Como um homem como eu, pôde ser tão abençoado em ter você, hein?  - Diz ele acariciando o rosto de sua amada.

- Eu agradeço tanto por ter me raptado naquele dia.  - Diz ela sorrindo. Consequentemente ele sorrir também.

- Eu tive muita paciência. Você era muito arisca comigo no início.  - Diz ele.

- Não era pra ser?   - Diz ela sorrindo.  - Eu era jovem, inocente. Um cara vem e do nada me sequestra para cá. 

- Sim. Tem razão meu amor.  - Diz ele.

- Mãe.  - Diz Ryujin, deusa dos fantasmas. Ela era uma de seus filhos.  

- Oi filha.  - Diz Rosé, se aproximando da mesma.

- A senhora disse que íamos treinar minhas habilidades hoje.  - Diz a garota e a mãe sorrir e diz:

- Ah, sim. Vamos.  

- Ah, oi papai.  - Diz a menina e o pai franze a testa e diz:

- Hum, ah, tá. Pensei que não ia falar comigo.  

- Ah, para. O senhor não é do tipo "carinhoso".  Diz a garota ainda fazendo o sinal de aspas.

- Mas respeito é bom e eu gosto, Ryujin.  - Diz o pai e a menina suspira.

- Foi mal.  - Diz a menina.  

- Foi mal? que gíria é essa? garota se conhecesse meu pai ele não ia só te devorar por ser deusa, mas também ia ser devorada pela sua mal criação. "foi mal", que merda é essa? .  - Diz Nam, bufando.

- Desculpinha papis.  - Diz ela revirando os olhos.

- Tá, tanto faz. Cadê seu irmão?   - Pergunta Nam.

- Hum. Ele tá treinando. Só isso que ele faz da vida.  - Diz Ryujin.

- Acho que vou vê-lo.  - Diz Nam.

Namjoon, saiu da sua sala real e foi até onde então estava seu filho. Quando finalmente chegou lá, viu o mesmo, ele estava todo suado, e parecia um pouco machucado. Seu nome? Ele se chamava Kim Taehyung. Ele era o filho mais velho.

Namjoon dá um sinal para parar o treino. O cara que treinava o Taehyung, parou na hora. Então o garoto de cabelos escuros, olha para trás e ver seu pai. Ele solta um suspiro e vai até ele.

- O senhor aqui?  - Diz Taehyung um pouco ofegante.

- Ué. Não posso vir não?   - Diz Nam.

- O que o senhor quer? Para vir até aqui, tem coisa.  - Diz seu filho, que não passava de 14 anos para falar com o mais velho assim.

- Nada demais, só queria saber de você. Só vive aqui, não faz outra coisa.  - Diz Nam suspirando.  - Tá machucado.

- Eu sei. Tudo bem.  - Diz Taehyung.  - O que o senhor quer mesmo? Quer saber se desenvolvi algum poder,como das minhas irmãs? Desculpa decepcionar, mas não. Perdeu seu tempo.  - Diz o garoto se virando.

- Não era isso, meu filho. Sabe que mesmo eu sendo esse limão por fora, por dentro eu tenho sentimentos, Tae. Eu me preocupo contigo.  - Diz Nam e o menino ignora.  - Mas por favor, não se culpe por isso. Você não tem culpa em ser diferente.   - Diz Nam e Taehyung só bufa.

- Tudo bem. Agora me deixa só? eu preciso treinar.  - Diz o menino de cabelos escuros.

- Tudo bem. Por favor, se cuide.  - Diz Nam, e o mais novo só assente e começa a treinar com a sua espada de lâmina afiada.

Enquanto Tae treinava, coisas passavam pela sua cabeça. Coisas do tipo: por que sou tão diferente das minhas irmãs? por que não tenho poderes de um filho de um deus das trevas? será que eu tenho algum problema? por que sou assim?.

Taehyung era o Deus da religião orfista. Ele não gostava disso, pois não tinha poderes de nada relacionado com sua família do inferno. Ele negava o que sentia, reprimia seus sentimentos relacionados ao seu poder. Então para tentar se sentir forte, ele treinava sem parar. Ele queria ser reconhecido pelo seu pai e a todos. Não queria mais que todos tivessem pena dele, mas sim orgulho.

 

° No palácio do Rei Mingyu

 

- Jungkook?  - Pergunta sua mãe, a princesa Wheein, onservando seu filho sair de mansinho do quarto.

- Ah, mãe. A senhora não tava dormindo?  - Pergunta o menino suspirando. Sua mãe rir r diz:

- Sim, mas você me acordou.  - Diz ela e ele franze  a testa.

- Como assim? eu tentei ser discreto.  - Diz o menino. Sua mãe o chama e ele vai até a mesma se senta ao seu lado na cama e ela diz:

- Mãe sente quando seu filho tá com algo na cabeça. O que houve, hein?  - Pergunta sua mãe o abraçando.

- Nada não. Eu só quero ir na biblioteca mesmo.  - Diz ele e ela franze a testa.

- Está doente? - pergunta sua mãe desconfiada, colocando a mão na testa do garoto. Ele rir para disfarçar e diz:

- São estudos mesmo.

- Mas seu treino é daqui a pouco, não?  - Pergunta ela

- Sim. Mas eu vou rapidinho, mãe.  - Diz ele

- Tudo bem. Tá estudioso, hein.  - Diz ela e ele sorrir.

- Vem cá...  - Diz a mais velha, distribuindo beijos pelo rosto do menino, que fazia rir.

- Tá bom, mãe.  - Diz ele rindo.

- Tudo bem. Tchau meu amor. vai lá. Te vejo mais tarde.  - Diz ela e ele assente saindo de sua vista.

Jungkook caminhou até a grande biblioteca do palácio e foi até pegar alguns livros sobre a família do rei. Ele leu de baixo pra cima e de cima pra baixo sobre o passado dessa família, não havia nada de estranho. Apenas um fato o deixou curioso. Como as mães de seus primos morreram? Pois não havia nada explicando o ocorrido. Ele achou estranho, já que mortes acontecem e são relatadas nas escrituras. Porém a morte de suas tias não tinha nada. Ele achou estranho. Logo ele escuta uma voz:

- Príncipe? o que faz aqui? Já devia estar no treino.  - Diz o sacerdote com a testa franzida.

- O-oi Sacerdote. Sim, eu já estou indo.  - Diz Jungkook, fechando imediatamente o livro e guardando. Ele estava preste a ir, quando o velho sacerdote o pergunta:

- O que te fez ler isso?

Ele engole em seco, mas responde:

- N-nada demais, senhor. Só tive curiosidade.  - o sacerdote só assente desconfiado. Jungkook se retira de sua face.

Chegando no treino que seu tio já havia começado, ele entra na área discretamente e tenta se misturar nas outras crianças que estavam por lá. Mas seu tio Chen percebe sua presença e diz:

- Onde tava, hein? 

- Desculpa tio. Eu me atrasei pelo caminho.  - Menti o garoto que não conseguia encarar seu tio.

- QUANTAS VEZES EU JÁ DISSE? EU NÃO ACEITO ATRASOS!  - se altera seu tio. O menino só faz se encolher. - Soobin!  - Ele chama o menino e ele responde:

- Sim, tio.

- Mostra para esse bebezão, o que os atrasados merecem.  - Diz o tio. E logo Soobin apanha sua espada. Chen dá um grito em Jungkook.

- APANHA SUA ESPADA GAROTO, OU VAI SE MACHUCAR! - O menino prontamente pega sua espada. E encara seu primo que estava vindo em sua direção para enfrentá-lo. Primos começam a duelar. Era uma luta de espadas acirrada. 

- VAI SOOBIN, DESARMA ELE.  - Gritava um outro garoto. Muitos apoiavam Soobin. pois ele era um dos melhores, porém naquele dia tudo ia mudar. Enquanto alguns davam força para Soobin, muitos xingavam Jungkook, como frases do tipo: "você é nada comparado ao Soobin", " Você já era", "Você é uma praga", e por aí vai. Mal sabiam eles, mas isso serviu de combustível para Jungkook despertar um lado seu que nem ele sabia que existia. Jungkook desviou várias vezes de Soobin e fez ele comer poeira e todos se surpreenderam, não demorou muito e logo Jungkook desarmou seu primo, o dando uma rasteira, que faz o mesmo cair e se machucar de leve. todos ficam surpresos, inclusive o próprio Jungkook.

- Nossa! - Dizem em coro todos.

Soobin se levanta puto e empurra Jungkook.

- Isso não valeu. Seu bastardo.  - Diz Soobin após empurrar seu primo.

- Valeu sim. Eu consegui te desarmar, aceita.  - Diz Jungkook, tentando engrossar a voz.

- Você é um merda.  - Diz Soobin partindo pra cima de Jungkook. Eles começam a ter uma briga corporal.

- EI JÁ CHEGA!  - Diz o Rei, Mingyu chegando no local. Do nada todos param, por causa da presença do rei.

- O que tá havendo aqui?  - pergunta o rei e o seu filho Chen responde:

- É o treino, pai.

- E agora luta corporal faz parte do treino?  - pergunta firme o rei para o mesmo.

- Só foi uma briguinha boba, nãe é?  - Diz Chen, olhando para os dois garotos que estavam machucados.

- Se levantem.  - Diz o rei e os dois se levantam do chão. - O que houve aqui?

- O Jungkook que começou, vô.  - Diz Soobin e Jungkook rebate:

- Como é? eu não fiz nada.  Você perdeu o duelo e fica se doendo agora.  - Diz Jungkook, que faz Soobin partir pra cima do menor. Mas o avô intervém.

- CHEGA!  - Diz o rei.  - Jungkook, venha comigo.  - Diz o mais velho, deixando o menor confuso.

- Se ferrou seu bastardo.  - Sussurra Soobin, para Jungkook.

Jungkook caminha até o quarto de seu avô. Ele pede para o menor se sentar e o entrega  um copo d'água.

- Vô, eu juro que não fiz nada. Soobin que partiu pra cima de mim.  - Diz Jungkook imediatamente.

- Eu sei.  - Diz seu avô com um sorrisinho estranho.

- Sabe? espera aí, como sabe?  - Pergunta o menor.

- Eu o observei de longe vocês. E vi tudo.  - Diz o mais velho e Jungkook suspira.

- Ah, bom. Então o senhor viu que eu não sou o culpado.  - Diz o garoto.

- Também vi você despertar suas habilidades em guerra.  - Diz seu avô com um sorriso, deixando o garoto confuso.

- Ah, sim. Estranho, eu nunca fui tão bom. Mas hoje, sei lá, eu consegui pensar, tipo, um alto reflexo. - Diz Jungkook e seu avô abre um sorrio

- Ah Jungkook, você ainda não viu nada. Você é capaz de muito.  - Diz o mais velho.

- Por que diz isso, vovô?  - pergunta o garoto e o maior desfaça dizendo:

- Bem, porque é a verdade, não? Quem treina mais alcança muito. 

- Hum. Ah, tá.  - Diz Jungkook. Ele se sentiu confortável com seu avô para fazer uma pergunta que poderia ser muito sensível.  - Vô?

- Oi.

Ele hesita, mas pergunta de cara.

- Do que as minhas tias morreram?  - diz o menino e logo ele percebe a mudança de humor em seu avô.

- por que quer saber?   - Pergunta ele meio grosso

- Curiosidade. Mas desculpa se incomodei.  - Diz o menino.

- Por favor, Jungkook, não faça mais essas perguntas. - Diz seu avô e o menino assente.  - Agora vai embora, antes que sua avó entre no quarto e te pegue aqui falando das nossas falecidas filhas. - Diz se avô e logo o menino saí do quarto confuso e meio triste. Ele fica pensando " Isso é um assunto muito delicado pra eles. Sei que ninguém daqui vai me responder. Ou talvez tenha alguém". Jungkook decidiu ir até alguém que possivelmente possa o ajudar. ele não sabia mais estava no caminho certo para encontrar respostas para seu passado.

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Uiuiui quem já tem algum palpite? O que acharam?
Desde já agradeço todo apoio e atenção... ❤️
Borahae 🙆🏻‍♀️


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