História Uma Paixão Imprevista 2: Onde Uma Nova História Começa. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruna Collins, Hetero, Romance, Uma Paixão Imprevista 2, Yaoi
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Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ohayo Amores.🌤️🌈
Continuação da História. [✓]

Boa Leitura genti.(≧◡≦) ♡

Capítulo 2 - ... 2


Fanfic / Fanfiction Uma Paixão Imprevista 2: Onde Uma Nova História Começa. - Capítulo 2 - ... 2


          *╔═══❖•๑°°๑•❖═══╗*

         Leonardo (A.C)

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Estou deitado na cama descansando, depois de ter arrumado a casa junto com o Naudson e tomado um banho quente, ele vem do banheiro, pois tinha acabado de sair do banho, até o quarto onde estou.

— Sabe, eu estava pensando em adotarmos uma criança, porquê já temos 25 anos, uma casa própria e somos casados, o Naule precisa de um irmãozinho ou irmãzinha para se divertir.— Ele fala se sentando no meu lado, eu me sento também e o olho pensativo.

— Sim, mas isso tem que ser pensado com calma, porquê uma criança dá muito trabalho e será que ela ou ele irá gostar de nós?— Pergunto arqueando a sobrancelha.

— Nós já tínhamos pensado sobre isso e sobre ele ou ela gostar de nós ou não, isso só ela pode nos dizer.— Ele diz me colocando em seu colo, sim, ele ainda tem esse costume.

— Mas vamos adotar uma criança, não um bebê, bebês dão muito trabalho.— Digo e sou logo abraçado por ele.

— Eba! Obrigado Mozão.— Ele diz me enchendo de selinhos.— Mas...— Ele fala parando de me beijar.— Será um menino ou menina?— Pergunta me olhando confuso.

— Bom, pode ser um menino, pois nós somos homens e iremos entender melhor ele.— Digo apoiando a minha cabeça no seu ombro.— Tô cansado.— Acrescento.

—Já está de noite, então, vamos dormir.— Ele diz sorrindo e me deita na cama, deitando se do meu lado e me abraçando por trás, ficando de conchinha comigo.

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             Dia Seguinte.

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— Vamos Daddy, ou iremos nos atrasar! — Falo colocando o meu sapato. O Naudson e eu tínhamos procurado na internet tudo certinho para adotar uma criança e tínhamos ligado a um orfanato chamado Flores de Luz, a moça nos agendou um horário para chegar lá e falar com algumas crianças, mas estamos quase atrasado por causa do Naudson que ficou demorando se levantar da cama.

— Estou pronto.— Ele diz saindo do banheiro e vindo até a sala.— Como estou? Lindo, eu sei.— Ele diz se achando, eu simplesmente o ignoro.

— Só vamos, cara.— Digo pegando algumas coisas que a moça disse que precisaria e dou para o Naudson.— Pode ir pro carro, vou fechar a porta aqui e depois ir.— Pego as chaves indo em direção da porta.

— Não se esqueceu de nada?— Ele Pergunta.

— Acho que não.— Digo olhando para ele.

— Okay, estou indo.— Ele fala saindo de casa. Eu fecho a porta e depois, vou em direção do carro, entrando logo em seguida.

Chegamos no orfanato e estamos esperando a moça nos permitir entrar, ela perguntou se nós tínhamos alguma preferência do gênero da criança e eu respondi que não e depois disso, ela nos mandou esperar um pouco. Ela tinha nos mostrado algumas crianças pela ficha deles, para nós vermos como eles chegaram aqui, a idade deles e a aparência.

— Ei, calma.—Ele diz pegando na minha mão, ficando de mão dada comigo e eu concordo com a cabeça sorrindo.

— Oi, já podem vir senhores.— A moça aparece e nos guia para dentro dos corredores, até uma sala, onde havia uma criança.— Esse é o Johnny.— O menino só nos olha com vergonha e eu dou um sorriso para ele.— E ele tem 10 anos.- Acrescenta.

Conversamos com o Johnny e com mais quatro crianças, mas não estávamos conseguindo escolher, ou uma era muito caladão, ou era bagunceira, ou era muito barulhenta, não tinha aparecido uma criança meio termo até agora, a moça tinha saído para pegar a outra criança para conversar conosco.

— Voltei.— Ela diz sorrindo entrando junto com uma garotinha linda de cabelos dourados e olhos cor de mel.— Essa é a Bruna.— A menina nos olha para mim e para o Naudson e sorrir, ela foi a primeira criança que sorriu primeiro do que nós.

— Oi Bruna, quantos anos você tem?— O Naudson pergunta se sentando na cadeira e apoiando os braços na mesa a sua frente.

— E-Eu tenho sete anos.— Ele diz um pouco nervosa e nós sorrimos para ela.— Vocês são um casal?— Pergunta.

— Sim, eu e ele somos casados.— Digo sorrindo.

— Mas quem é a mamãe?— Ela faz outra pergunta.

— Ele.— O Naudson diz se referindo a mim e eu dou em sorriso sem graça.

Continuamos conversando com ela e depois, a moça a levou de volta a onde estava anteriormente, enquanto nos saímos, a moça tinha nos dito para esperar que ela iria falar conosco e assim fizemos, estamos esperando ela. Ela aparece no corredor e sorrir para nós.

— Os senhores vocês já sabem qual ou quais crianças irão adotar?— Ela Pergunta sorrindo gentilmente.

— Bom, nós gostamos do Vinícius e da Bruna.— Respondo.

— Foi a primeira vez que a Bruna falou com um casal, ela fala bem pouco por aqui, como vocês viram na ficha dela, os pais morreram em um acidente, onde ela também estava, por isso fiquei tão feliz ao vê-la conversando com vocês e rir também.— Ela diz e nós sorrimos juntos.

—Então...— Falo me virando para o Naudson e faço a carinha fofa do gato de botas.— O que você achou dela? Vamos adotar ela?— Pergunto e ele concorda com a cabeça, dou um sorriso e me viro novamente para a moça.— Vamos adotar a Bruna!— Ela solta um riso e fala okay.

A moça foi ver as papeladas, coisas que tínhamos que assinar, tudo o que era necessário para adotar uma criança.

Ela tinha nos dito que hoje iríamos só assinar os documentos e papéis e que nós teríamos que ir em uma série de palestras, a Vara Infantil e Juventude iria analisar as nossas condições e recursos, iríamos ter que fazer uma entrevista e visitas com a Bruna, entre muitas outras coisas que aconteceria, pois isso não é resolvido de uma hora para outra.

Estamos voltando para casa e estamos exaustos, queremos descansar, pois ficamos praticamente a tarde toda no orfanato, já era 18:07 horas. Chegamos em casa e descemos do carro e entramos dentro de casa, o Naudson foi tomar banho e eu comecei a fazer a janta, depois que ele saiu, eu disse para ele prestar atenção no arroz para não queimar, pois era a única coisa que faltava, e eu fui tomar banho.


Notas Finais


Espero que tenha gostado^^


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