História Uma Paixão Imprevista 2: Onde Uma Nova História Começa. - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruna Collins, Hetero, Romance, Uma Paixão Imprevista 2, Yaoi
Visualizações 9
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoal...🍫
Bom, gostaria de pedir desculpas pela demora para postar esse capítulo e espero que vocês aceitem elas.

Eu não vou terminar essa história, digo: não ainda; então que vocês continuem acompanhando ela. :3

Boa leitura genti!<( ̄︶ ̄)>

Capítulo 9 - Capítulo- ...9.


─━━━━━━⊱✿⊰━━━━━━─

            Dia Seguinte.

─━━━━━━⊱✿⊰━━━━━━─

Depois do que tinha acontecido ontem parece que todos da faculdade sabe, no momento que eu entrei algumas pessoas ficaram cochichando umas com as outras, por isso fui direto para a sala de aula. Eu sentei no meu lugar e logo a Nataly se sentou no lugar do Kauê virada para mim.

— Oi, tudo bem com você?-—Pergunta e eu balanço a cabeça concordando. 

— Provavelmente, você já deve estar sabendo do que aconteceu ontem, né?— Pergunto e ela concorda com a cabeça.

— Não sei de tudo, só sei que o Ryan foi preso por tentar estrupar uma garota e algumas pessoas disseram que essa garota era você.— Explica.— Foi o Luigi que comentou comigo sobre isso, mas já conheço ele e às vezes, ele não fala a verdade.— Acrescenta.

— Entendi...— Digo.

— Então, é você? — Pergunta arqueando a sobrancelha e eu concordo com a cabeça. — Eu vou matar aquela desgraça do Ryan! — Ela diz cruzando os braços.

Nataly continuou conversando, mas eu não estava prestando atenção, só queria logo ir para a minha casa e nunca mais sair de lá. Vejo o Kauê entrando pela porta e logo vindo em minha direção, mas ele para na frente da Nataly e ela sai do lugar dele.

Minutos depois, o professor apareceu junto com um garoto moreno de cabelo e cor dos olhos castanho, o mesmo se apresentou para a sala e se sentou na primeira carteira, próxima da janela.

O professor deu início a aula, para falar a verdade, ele deu início para o sermão sobre a política de sempre e a sala toda estava no maior tédio.

Quando o sinal tocou, foi como música para os meus ouvidos, todos saíram rapidamente da sala e foram para a quadra, eu decidi ficar sentada no meu canto, só observando o jogo.

— Bruna, você não vai jogar? —Pergunta a Geovanna.

— Não, eu vou ficar aqui mesmo.—Respondo.

Logo o professor manda trocar de time para todos os alunos jogarem, a Nataly caminha na minha direção e se senta do lado, com a respiração ofegante por estar antes jogando.

— Já cansou? — Pergunto arqueando a sobrancelha e ela concorda com a cabeça. — Velha.— Digo dando risada, ela não gosta de se chamada de velha, por isso a provoco chamando-a assim.

[...]

Estou indo para a biblioteca quando escuto alguns barulhos vindo da sala dezessete, vou até lá para ver o que era, abro aos poucos a porta, mas paro de andar ao ver dois alunos transando, rapidamente eu dou um passo para trás me escondendo.

Meu Deus, esse povo não pode ser normal, ficam se pegando dentro da escola...” penso ainda os observando, sinto alguém colocar a mão no meu ombro, fazendo-me tomar um susto, olho para trás e era o Kauê.

— O que está fazendo aqui? — O mesmo pergunta no tom de voz normal, eu no mesmo instante coloco a minha mão em sua boca.

— Fala baixo!— Digo sussurrando, o Kauê me olhou e deu um peteleco na minha testa, acabei exclamando de dor e tiro a minha mão da sua testa, começo a massagear a minha testa ainda sentindo a dor, no mesmo instante escutamos a garota que estava dentro da sala falar:

— Eu escutei alguém falando...— Ao ouvir aquilo eu congelei.

— Não tem ninguém aqui além de nós dois, você quer parar?— Eu e o Kauê olhamos para dentro da sala e vemos a garota negar com a cabeça, ele começa a dar investidas nela e ela volta a gemer.

Senti as minhas bochechas esquentarem e virei o meu rosto, peguei o Kauê pelo braço indo para onde eu iria desde o começo –a biblioteca.

Ele não reclamou ou disse algo em nenhum momento e aos poucos eu fui voltando ao normal, ao chegar lá, me viro para o Kauê e percebo que não estava mais segurando o braço dele, e sim a mão, eu a solto rapidamente ficando corada de novo.

— B-Bom, eu vou para a biblioteca e me desculpa por trazê-lo até aqui.— Digo Sorrindo constrangida.

— Tudo bem, eu já estava vindo pegar um livro mesmo para a aula de filosofia.— Ele diz normalmente.

Vou até a bibliotecária e lhe pergunto onde estava o livro que eu precisava, a mesma me mostrou aonde estava e eu o peguei.

Quando sai da biblioteca, vejo a mesma garota que estava transando na sala dezessete aparentemente furiosa, parece que o final da transa não foi o que ela tinha imaginado, ela passa por mim indo na direção oposta, eu voltei pra sala e me sentei no meu lugar e passaram-se alguns minutos, quando o Kauê apareceu na sala com o livro de filosofia nas mãos e se sentou no seu lugar.

— É parece que o Victor fez bastante amizade com as meninas.— Nataly fala se aproximando de mim.

— Os garotos daqui parece que vai matar ele.— Digo rindo, ela olha para os meninos e vê uns encarando o Victor.

— Tanto faz, o Victor é gay.

— Entendi.

[...]

Acabei de chegar em casa, vou no meu quarto e coloco a minha mochila em cima da cômoda, pego de dentro do armário uma roupa limpa e confortável, depois vou no banheiro tomar banho.

Após terminar o banho, eu volto para sala e começo a mexer no meu celular.

— Bruna, você quer abacaxi?— Minha mãe/pai pergunta gritando da cozinha.

— Sim!— Grito de volta indo até ele.

Comemos e ficamos conversando depois, o minha mãe/pai me contou sobre a notícia boa que ele recebeu do meu pai que era dele ter conseguido o emprego e já foi para a empresa assinar alguns papéis e me falou também sobre as suas férias do serviço estar acabando, ele logo, logo voltará a rotina agitada de bombeiro.

Escutamos a porta ser aberta e olhamos para ela, logo é aberta totalmente mostrando o meu pai com um sorriso no rosto.

— Oi pai!— Digo animada o abraçando e o mesmo retribuí.

— Oi meu amor.— Minha mãe/ pai diz se aproximando, enquanto eu desfaço o abraço.

— Oi vida.— O mesmo beija calmamente ele.

Não sei porquê, mas eu fico constrangida quando alguém se beija perto de mim e isso não é diferente quando são com meus pais.

Eu viro o rosto e me sento no sofá e pego o meu celular, logo vejo que a Nataly me mandou uma mensagem.


Notas Finais


Espero que tenha gostado^^

Continua...?


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