História Uma Paixão Inesperada - Capítulo 3


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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Carmem, Cascão, Cascuda, Cebola, Chikara Sasaki "Tikara", Denise, Do Contra, Dorinha, Eduardo "Dudu", Franjinha (Franja), Irene, Isadora "Isa", Jeremias, Keika Takeda, Luca, Magali, Maria Cebolinha, Maria Mello, Marina, Mônica, Nimbus, Penha, Personagens Originais, Quim, Sofia, Titi, Toni
Tags Cebonica, Tmj
Visualizações 59
Palavras 1.351
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitores 😍😍😍 estou aqui novamente trazendo mais um capítulo, espero que gostem 😘
Antes gostaria de agradecer a todos que estão lendo e apoiando essa obra😊

Capítulo 3 - Coisas inesperadas


Fanfic / Fanfiction Uma Paixão Inesperada - Capítulo 3 - Coisas inesperadas

POV Cebola

Aquele dia estava bem maluco, nunca  tido um dia como esse. Como que essa garota fala isso? Tipo todas as meninas daquela escola me conhecem, e desejam a minha atenção. Grr! Que ridículo.

Entro em casa, pisando duro, e vou para o meu quarto. Precisava relaxar a minha mente, e um banho demorado agora me caia muito bem. Antes de entrar no banheiro, verifico minhas mensagens.

Ao entrar no banho, começo a pensar naquela maldita garota que me desafiou. Não posso negar que fiquei interessado nela de primeiro momento, já que é muito bonita, e sua timidez de primeiro momento me encantou, mas só não passou de aparências.

Deixo com que a água percorra por todo o meu corpo, mas ainda estava tenso. Me lembro da conversa que eu e mais algumas pessoas tivemos no refeitório do colégio.

Flashback on

Eu e meus amigos estávamos a ir para o refeitório, discutindo a respeito das mudanças que deveríamos de tomar no time. Até que Titi muda de assunto.

– Saindo um pouco desse papo, o que vocês acharam da novata da sala?  – nos pergunta com um tom malicioso, o que não me agradou.

– Eu achei ela bem gostosa. – diz o Tikara, esse diálogo estava ficando meio incômodo, porque estávamos falando dessa bolsista? – Tipo em relação a todas as meninas da sala, ela tem um corpo que chama a atenção. – isso é verdade. As meninas que nos interagimos da sala como a: Irene, Carmem, Denise, Maria Mello e Cascuda, eram bem magras.

– Também achei ela bem lindinha, mas que pena que é bolsista. – uma coisa que o Cascão disse bem.

– O Cascão tem razão, por ela ser uma bolsista não podemos achar ela tudo isso. – eu digo me distanciando, mas parar falar a verdade queria que eles parecem de ficar dando elogios para ela.

– Está me perecendo tenso Cebola. – o que o Titi está querendo dizer? – Acho que você sentiu algo por ela. – engoli a seco o que ele falou e desmento na hora.

– Óbvio que não! Pala de falar isso, quer d-dizer para. Eu não gostei dela, só acho que vocês estão exaltando ela por de mais. – eles ficam pensativos, e eu solto um suspiro.

– Mesmo assim, acho que ela faria uma boa líder de torcida, deixaria os garotos do outro desconcentrados usando o uniforme das líderes. – assim já estava de mais mesmo.

Flashback off

Depois disso Titi conversou com a Carmem, e disse que se a novata fosse uma das líderes de torcida seria melhor para o time, e ela junto com o grupinho dela meio que disseram que iriam fazer um ato caridoso com a Mônica.

Saio do banho, e me enrolo em uma toalha, e ao sair de meu quarto tenho a surpresa de ver a própria Mônica em meu quarto, o que me assustou de início, e também pareceu assustar ainda mais ela.

– Ai meu Deus. – ela fala toda envergonhada enquanto se distancia. Só agora deu para reparar que ela estava vestindo o uniforme de empregada.

– O que está fazendo em meu quarto? – lhe pergunto, afinal não estava óbvio que eu tava tomando banho, sempre deixei bem claro que não gostava que entrassem em meu quarto sem antes baterem na porta.

– Limpando, eu fui designada para  da uma geral aqui, e agora. – ela fala como se eu tivesse feito uma pergunta boba. Mesmo com esse uniforme que é obrigatório que as empregadas daqui usem, ela ficou bonitinha ainda. E parecia está gostando do que estava vendo, já que apenas a toalha está a cobrir minha intimidade.

– Está gostando do que está vendo? – indago com sarcasmo, e chego mais perto dela.

– N-não, aliás irei deixar você aqui, e só vim limpar o seu quarto quando se trocar. Licença. – ela sai de meu quarto toda envergonhada, o que me faz cair da gargalhada.

(...)

Ao cair da noite, e ainda sem absolutamente nada para fazer, ligo para o Cascão, para que ele viesse jogar comigo.

Saio de meu quarto, e vou para a cozinha, e lá vejo a Mônica lá, ela vestia uma simples blusa vermelha escura de mangas e um short jeans que destacava suas pernas.

Então sem nada mais para fazer eu lhe pergunto:

– Já está saindo Mônica? – já eram umas seis horas. Ao esperar ela vim com sete pedras na mão, ela me responde sem emoção nas palavras.

– Sim, eu já cumpri o meu turno. – a impedi de sair do cômodo, nem eu mesmo sei porque fiz isso. – O que foi Cebola? – droga cadê minhas explicações.

– Você é nova pelo bairro, se quiser eu posso de apresentar. – isso foi a única coisa que veio sobre minha mente, e eu nem sei o porquê de me importar, ela é só minha empregada e uma bolsista. Mas eu não contava com um belo sorriso saindo de seus lábios.

– Isso é muito gentil de sua parte, eu aceito. – ela aceitou, acho que nunca senti algo tão estranho vindo do meu coração.

– Pode ser sábado de tarde se estiver livre. Me passa teu número para vemos um horário legal. – ela concorda, e me passa o seu número do celular, e após isso vai embora.

Não demorou muito para eu ouvir o barulho da campainha a tocar, um dos empregados vai atender. Era apenas o Cascão, que estava com uma expressão de dúvida no rosto.

– Foi impressão minha, ou eu vi a Mônica saindo de sua casa. – ele viu? Que merda. Assim eu não queria que as pessoas zoassem ela por apenas trabalhar como minha empregada. Mas o Cascão era de boas, e eu também não iria inventar que havia pegado ela.

– Sim ela estava aqui. – ai responder ele arregala os olhos e a da um sorriso. Já conhecia essa cara é a do tipo "pego né".

– Ela é boa de cama? – olha eu também fiz essa mesma pergunta. Mas do modo que ela fica envergonhada e coradinha acho que ainda não tirou a virgindade.

– Não! – repreendo. – Ela apenas estava querendo saber como fazer parte das líderes de torcida. Mônica não é dessas meninas assanhadas da escola. – iria lhe defender.

– Hum... Tô ligado. Olha só o mais novo jogo vai acontecer daqui a um mês. – mas já? – Pior é que nem temos fardamento novo, e o time precisa de um goleiro. – estávamos definitivamente na merda, mas eu não iria entregar os pontos, a minha equipe ficaria marcada na história do Colégio do Limoeiro.

– Vamos nos motivar Cascão, levanta esse astral vai dá tudo certo, desde agora vamos planejar tudo, começando pelos detalhes mais simples. – então Pitangueiras, vocês não vão ganhar esse ano.

(...)

No dia seguinte, era de se esperar que a escola estivesse mais cheia de alunos, e estava. Rostos que eu não queria ver estão aqui, e isso era um cúmulo, porque essas pessoas apenas não desaparecem?

Me desvio que alguns encostos, que nesse caso era apenas a Irene rondando a escola para me achar. Sério essa garota não cansa de ser ridícula?

Vou para as arquibancadas, que não tinham absolutamente ninguém, ficaria por lá, até tocar o sinal para que começasse as aulas.

Ao pegar o celular de meu bolso, vejo uma das piores cenas na minha frente. O Do Contra e a Mônica juntinhos conversando, ele parecia está apresentando a escola para ela. E isso fez com que de certo modo eu ficasse um pouco com inveja dele... Inveja é uma palavra forte, mas eu não queria ele perto dela, não desse modo. Nunca gostei dele.

– Olha só Mônica, aquele ali é uma espécie rara de animal, que não está com o seu bando. – para ele dizer isso, só pode está querendo brigar.

– O que você disse esquisito? – lhe pergunto enquanto decia da arquibancada.

No momento em que ele iria falar algo, Mônica se intrometer.

– Pelo amor de Deus não vão começar uma briga. – de quem ela estava do lado afinal? Por que eu não havia feito nada.

– Acho melhor parar com as suas brincadeirinhas, ou vai sofrer as consequências seu babaca! – altero minha voz e chego mais perto dele ainda o encarando.

– Estou morrendo de medo. – retorna com ironia. Então ele quer jogar o mesmo jogo que o meu? Ótimo.


Notas Finais


Até breve😍😍😍


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