História Uma patricinha em minha vida 2 (SEGUNDA TEMPORADA) - Capítulo 17


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Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Lesbicas, Natiese, Ponto Ação
Visualizações 309
Palavras 1.628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Capítulo 17


           

         Betão saiu da porta do quarto ainda com uma cara extremamente séria, fazendo com que Laura saísse de perto da cama em que estava a Kelly. Ela pensou em ir atrás do garoto naquele instante, mas precisava chamar o Ygor.

            — Laura, eu amo você...  — declarou mais uma vez a garota bêbada.

            Laura virou-se para ela e disse:

            — Já falei para você parar com isso, Kelly. Você não me ama... Não desse jeito... Só está bêbada e falando besteira.

            — Laura, me escuta... — Kelly a chamou e começou a chorar. — Por favor...

            — Fique aí... Eu vou chamar o Ygor.

            Ygor estava na rede quase terminado de beber a sua garrafa de cerveja. Ele estava até com os pensamentos longe quando Laura chegou até ele.

            — Ygor, por favor, cuida da Kelly... Ela está passando muito mal no quarto.

            Ygor saiu imediatamente da rede e disse:

            — Nossa... Eu não deveria ter dado bebida a ela.

            — Também acho que não. A Kelly não está acostumada a beber.

            — Me desculpe, Laura. Eu não queria...

            — Tudo bem. Eu quero que você fique a olhando para que ela não cometa mais nenhuma loucura.

            — Ok. Eu vou cuidar, pode ter certeza.

            — Obrigado, amigo.

            — Não precisa agradecer. Eu é que fiz besteira.

            Laura assentiu e continuou na área, e Ygor foi até o quarto onde estava a Kelly. Quando chegou lá, ela estava chorando ainda com a cabeça sobre o travesseiro. Ele, então, sentou-se do lado dela e disse:

            — Oh, amiga... Me dá um abraço aqui.

            Kelly levantou o corpo um pouquinho e o abraçou. Ele nem sabia o motivo daquele choro, mas queria apoiá-la no que fosse preciso.

Após o abraço, ele comentou:

            — Você vai ficar bem, tá?

            — Eu sou uma idiota, Ygor. Sempre faço tudo errado.

            — Não. Você não é idiota. Isso pode acontecer com qualquer um. Agora descanse... Tá bom? E eu vou ficar cuidando de você.

            Natalie tinha ouvido o choro da melhor amiga e foi até o quarto. Ao o Ygor sentado na beirada da cama dela, começou a questioná-lo:

            — O que aconteceu?

            — A Kelly bebeu muito.

            — Não. Eu não bebi tanto assim... — respondeu Kelly com a voz arrastada.

            Natalie aproximou-se dela, querendo dar uma bronca, mas a garota já estava muito frágil. Assim, pensou em algo que poderia ajudá-la.

            — Vou trazer água para você beber e não ficar desidratada.

            — Obrigada, amiga. E me desculpe por isso...

            — Tudo bem, Kelly. Eu já volto.

            Enquanto isso, Laura continuava tomando um pouco de ar fresco na área da frente da casa tentando digerir aquela situação toda e olhando para a lua. Ela gostava de Kelly, porém ainda tinha sérias dúvidas se era amor ou apenas paixão.

            Minutos depois, ela passou pelo quarto de Kelly, e o mesmo estava fechado. A seguir, entrou no seu quarto e viu Betão pensativo deitado na cama. Ela deitou-se perto dele e ficou o olhando.

            — Eu disse ao Ygor para cuidar dela...

            Ele continuou calado, e Laura estranhou a atitude dele.

            — O que foi, meu amor?

            Ele virou-se para ela e a olhou.

            — Por que ela disse que amava você?

            Laura ficou um pouco nervosa. Ela já estava pensando que aquela declaração de Kelly iria dar problema. Porém, não queria que esse problema crescesse ainda mais.  

            — Ela disse aquilo porque somos amigas, e eu estava cuidando dela.

            — Só isso? Ela não está interessada em você?

            — Claro que não. E tem mais... Ela está bêbada, Betão. E você sabe muito bem que quando a pessoa está desse jeito só fala besteira.

            Betão lembrou-se de quando a mãe ficava daquele jeito e respondeu:

            — É... Você tem razão. A minha mãe quando fica assim também fala coisas sem sentido.

            — Viu? Agora para de ficar assim... Não gosto de ver você triste. — disse ela, tocando nele e dando um beijinho em seu rosto.

            — Eu te amo muito, Laura.

            — Também te amo.

            Ele deu um sorriso e inclinou-se para beijá-la com todo carinho. O beijo esquentou aos poucos. De repente, o garoto parou o beijo lembrando-se de uma coisa importante que precisava dizer a ela.

            — Laura, lembra que eu fiquei de falar uma coisa lá na cachoeira?

            — Lembro... O que foi?

            — Eu não me lembrei de trazer camisinha. Por isso, eu acho melhor a gente não...

            — Relaxa... Eu tomo uma pílula do dia seguinte depois.

            — Então... Tudo bem.  

            O garoto se sentiu mais seguro e voltou a beijá-la. Laura não estava com muita vontade de fazer sexo naquela noite, porém queria esquecer o que a Kelly lhe tinha dito, e nisso Betão poderia ajudá-la.

            No outro quarto, Natalie já estava até mais aliviada e vestida em um pijama na cor rosa-bebê. Ela e Ygor tinham ficado olhando e conversando com a Kelly até ela ficar mais calma e adormecer.

            — Eu fiquei muito preocupada... A Kelly nunca bebeu desse jeito. — disse Natalie, sentada no seu lado da cama.

            — Ah, amor... Acontece, né? Mas o importante é que ela já está bem. E é isso que importa. — disse Priscilla, abraçando-a por trás e dando um beijo em seu pescoço.

            Natalie deu um sorriso e virou-se tocando no rosto dela.

            — Só você para me deixar mais calma, sabia?

            — Ah, é? — beijou a boca dela — E eu nem comecei...

            Natalie deu um sorriso, e Priscilla a deitou na cama beijando-a. Em seguida, foi abaixando a cabeça, continuando o seu beijo pelo pescoço e descendo mais até chegar aos seios. Como Natalie ainda estava vestida, a garota tirou o shortinho dela, e a patricinha tirou as partes de cima, deixando os seus seios já enrijecidos a mostra e apoiou as suas mãos no colchão.

            Priscilla tocou na calcinha de renda sentindo o quanto a intimidade dela estava molhada. A patricinha deu uma gemidinha quando foi tocada ali pelos dedos da namorada. Queria muito mais. Assim, Priscilla desceu a calcinha dela e percorreu as suas mãos nos seios dela e os agarrou, chupando o biquinho endurecido.

            — Isso, meu amor... — disse Natalie.

            Priscilla foi descendo mais a sua boca continuando a beijá-la e chegou até a intimidade dela. Neste momento, Natalie abriu mais as suas pernas já sentindo os toques dos dedos em seu clitóris.

            — Ah... Ah... — Natalie gemeu, jogando a sua cabeça para trás.

            Priscilla, então, passou a sua língua no clitóris dela começando a brincar com ele e fazendo movimentos de vai e vem constante deixando Natalie gemendo cada vez mais.

            — Ah... Ah... Continua... — Natalie pediu.

            Priscilla viu que ela estava gostando e continuou agora começando a estocá-la com dois dedos e acariciando levemente o clitóris dela com o polegar e fazendo movimentos circulares. Natalie continuou a gemer, e Priscilla aumentou o ritmo das estocadas.

            — Isso, amor... Não para...

            — Gostosa... — sussurrou Priscilla, sentindo-se também excitada.

            Priscilla continuou com as estocadas e chupou o clitóris dela.

            — Eu vou gozar, Priscilla... — avisou Natalie.

            — Goza, meu amor...Goza... — pediu Priscilla com uma voz super sensual.

            Minutos depois, uma onda de sensações invadiu o corpo da patricinha, fazendo a mesma gozar nos dedos de Priscilla, que os lambeu sentindo o gozo de sua namorada. Assim, deitou-se na cama ficando mais relaxada, e Priscilla deu um beijo nela.

             — Gostou, meu amor? — perguntou a Priscilla.

            — Você ainda pergunta? Eu amei tudo isso. — disse ela, dando mais um beijo em sua amada.

            As horas foram passando, e o dia amanheceu. Para a sorte deles, o sol estava estralando de quente e poderiam viajar tranquilamente de volta ao Rio de Janeiro. E Edgar já estava recebendo as malas, que iriam nos porta-malas.

            Priscilla e Natalie estavam no maior chamego já dentro do carro após a noite passada só esperando a galera. Já Laura estava terminando de arrumar a sua mala no quarto e ficou um pouco sem assunto com o Betão. Ela estava com o pensamento em outro lugar, ou melhor, em Kelly. Será que a garota já tinha acordado e estava melhor?

            Por falar nela, Kelly já tinha acordado sim, mas estava com um pouco de ressaca. Além disso, não se lembrava de nada.  

            — Droga... Por que eu bebi tanto?

            — Quer mesmo que eu responda? — disse o garoto, arrumando a mala.

            — Você acha que eu bebi por causa da Laura?

            — E não foi?

            — Não, Ygor... Não foi por causa dela.

            — Sei...

            — Mas você sabe se eu fiz alguma coisa errada? Como é que foi? Porque eu não me lembro de nada.

            — Sério? Nada mesmo?

            — Sério.

            — Olha... Foi a Laura que te tirou de perto da piscina e te trouxe para o quarto. Depois ela me chamou. Aí não sei se vocês chegaram a conversar ou se você tentou fazer algo.

            — Ata... Depois vou perguntar a ela melhor sobre isso.

            Kelly estava sentindo um pouco de dor de cabeça e saiu do quarto e viu Edgar lá fora perto do carro. Laura estava com uma pequena mala na mão e encontrou a Kelly pelo corredor.

            — Você está melhor, Kelly?

            — Eu só estou com um pouco de dor cabeça.

            — Venha... Vou pegar um pouco de água para você, e depois você vai tomar um banho gelado antes de irmos embora.

            — Ah, não, Laura... — disse Kelly a seguindo.

            — Não reclame, mocinha. É para o seu bem.

            Laura pegou um copo de água e o estendeu para ela. Enquanto bebia a água, Kelly observou a garota e perguntou:

            — Laura, me diga uma coisa... Eu cheguei a falar alguma coisa ontem ou fazer uma loucura? Porque não me lembro de nada.

            Laura pensou um pouco na noite anterior e respondeu:

            — Não. Você não fez nada de errado. Só não queria que eu te levasse até o quarto.

            — Ah, ainda bem, né? Mas obrigado por me ajudar.

            Laura assentiu e respondeu:

— Eu faria de novo se fosse preciso, porque você é muito especial para mim, Kelly. Não se esqueça disso.

            Laura pegou a mala de volta, deu um beijinho carinhoso no rosto dela e voltou ao corredor da casa, deixando Kelly pensativa na cozinha.



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